Aspectos orientadores a levar em conta na Disciplina de Área de Projecto   
Eis um texto orientador da disciplina de Área de Projecto. Leiam-no com atenção, pois será importante tomarem-no como referencia no desenvolvimento do vosso trabalho.  (os bolds e os sublinhados são meus):
O Trabalho de Projecto é um método de trabalho que se centra na investigação, análise e resolução de problemas em grupo. O termo “projecto” vem do latim pro+jectare e significa “lançar para a frente, atirar”. Projectar significa investigar um tema, um problema, uma situação com o objectivo de a conhecer e, se possível, apresentar interpretações e/ou soluções novas.
Uma das características mais marcantes do Trabalho de Projecto é o papel do aluno no processo de aprendizagem; o trabalho está centrado nos alunos porque são eles que escolhem os temas, os problemas dos projectos que vão desenvolver, investigar e apresentar o produto final. 
A planificação do projecto e as tarefas inerentes à sua concretização baseiam-se na iniciativa dos alunos: cabe-lhes escolher e dividir entre si as tarefas, bem como proceder à sua execução, estando subjacente a planificação das actividades. Este tipo de trabalho exige, portanto, capacidade de gestão do tempo e das tarefas.
Cabe aos professores acompanhar, coordenar e avaliar a concretização das tarefas dos projectos e a sua divulgação, isto é, gerir, orientar avaliar o trabalho. Cabe-lhes, como orientadores, analisar as possibilidades reais de concretização do projecto tendo em conta os recursos e o tempo disponíveis. Assumem face ao projecto uma atitude de crítica construtiva, identificando os aspectos fortes e os aspectos fracos para melhorar o projecto. 
O trabalho dos alunos desenvolve-se em pequenos grupos em que os elementos que os constituem se apoiam e cooperam. Os alunos colaboram e, juntos, procuram desenvolver o projecto que se propuseram concretizar. É, portanto, uma aprendizagem cooperativa, isto é, o conhecimento constrói-se no processo de interacção entre os alunos, entre estes e o professor, bem como com outros elementos da comunidade. Um dos aspectos mais marcantes do Trabalho de Projecto é o facto de se fundar no trabalho de grupo o que permite desenvolver o sentido de responsabilidade, a solidariedade e o espírito de equipa. Este papel activo dos alunos confere-lhes mais responsabilidades: efectivamente, a autonomia do trabalho tem como complemento a responsabilização.
Por outro lado, e este é um dos aspectos mais importantes do Trabalho de Projecto, os conhecimentos, as experiências e os recursos dos alunos são valorizados constituindo estímulos para a aquisição de novos conhecimentos. 
O professor acompanha o desenrolar do trabalho dos grupos apoiando-os na ultrapassagem de dificuldades de desenvolvimento assim como na superação de crises, conflitos e bloqueios que surgem no decorrer do trabalho.
Conhecer, agir.
O trabalho de Projecto visa vários objectivos ao nível do saber. O desenvolvimento do projecto convoca um conjunto de conhecimentos que, geralmente, são apreendidos de forma fragmentada, veiculados nas diferentes disciplinas, o que conduz, muitas vezes, a uma visão distorcida da realidade. 
Ao desenvolver um projecto, os diferentes conhecimentos são convocados para, de forma interdisciplinar, os alunos conhecerem um problema, uma questão, recorrendo a várias áreas do saber para, de forma integrada, concretizarem o projecto.
Um outro aspecto muito importante desta metodologia consiste na aplicação dos conhecimentos à realidade concreta: este é o ponto de partida e de chegada do projecto. O trabalho desenvolve-se no contexto social.
É utilizando um conjunto de técnicas de pesquisa que os alunos produzirão conhecimento sobre a realidade e, poderão intervir nela: a relação teoria-prática é uma das características mais importantes do Trabalho de Projecto. Nesse processo de pesquisa e de acção, os alunos desenvolvem um conjunto de competências, de saberes-fazer que serão úteis na sua vida escolar e profissional.  
As fases do desenvolvimento de um projecto
Como já dissemos, um projecto visa conhecer um problema, uma situação. A escolha e a realização do trabalho desenvolvem-se em grupo, implicando uma prévia negociação entre os seus membros. Assim, o projecto deve corresponder às necessidades e interesses do grupo, não podendo ser imposto, porque implica a adesão e participação activa, motivada e interessada de todos. Apresentamos, de seguida, seis etapas ou fases do desenvolvimento de um projecto.(algumas propostas integram etapas, outras desdobram-nas).
1 – Identificação da situação-problema 
Esta fase corresponde à escolha da situação-problema que constituirá o projecto a desenvolver pelo grupo de trabalho. Depois de identificado o campo de problemas escolhe-se e formula-se o problema a investigar. Esta escolha tem de ser fundamentada, isto é, deve ser explicitada a razão ou razões da escolha. 
2 – Formulação de problemas parcelares 
A situação-problema deve ser descrita, enquadrada, caracterizada, o que permitirá o seu desdobramento em problemas parcelares.
3  – Esboço de planificação de trabalho 
Nesta fase procede-se ao levantamento dos recursos (meios de resolução do problema) e limitações condicionantes do desenvolvimento do trabalho. São definidas as tarefas a levar a cabo pelos diferentes elementos do grupo, a escolha dos métodos e técnicas de pesquisa e a respectiva calendarização. Este esboço de planificação está sujeito a várias reformulações.
4 – Investigação e produção 
O contacto com o meio através do trabalho de campo é o momento privilegiado da recolha de dados que depois terão de ser tratados. É a partir dos dados recolhidos e trabalhados, da integração dos conhecimentos relacionados com a realidade estudada, que se concretiza o produto ou os produtos. Estes reflectem a articulação entre a teoria e a prática, entre o saber e o saber-fazer.
5 – Apresentação dos trabalhos 
Os produtos finais são apresentados à comunidade podendo assumir formas diversas: relatórios, filmes, exposições, dramatizações, objectos, maquetes, etc.
6  – Avaliação 
A avaliação é feita ao longo do desenvolvimento do projecto. A avaliação contínua – auto e heteroavaliação – permite reformular estratégias e reflectir sobre a dinâmica do grupo de trabalho. A avaliação do produto final é uma avaliação global – do processo e do produto.
Manuela Matos Monteiro
(a partir de “Área de Projecto, Guia do Aluno” Porto Editora, pp. 87-90)

          Commenti su Clorella – Benefici, Proprietà, Modo d’uso e Controindicazioni di dioni   
Ciao Andrea, Non ci sono particolari indicazioni su queste alghe, ma di solito come tutti gli integratori naturali è bene consumarli solo per un certo periodo permettendo così al corpo di svolgere le sue funzioni autonomamente senza supporto esterno. Di solito i protocolli sono di due mesi e possono essere prese insieme. Le indicazioni terapeutiche dipendono da caso a caso, è impossibile dare indicazioni generali che valgano per tutti. Uno può fare dei test prima e dopo un protocollo per vedere se il risultato che si era prefissati è stato raggiunto. Sì la clorella, come la zeolite, è un chelante e quindi assorbe i metalli pesanti che incontra, inclusi quelli dell'ambiente in cui si trova. Per questo è molto importante l'acquisto di prodotti biologici e da nazioni sicure (non la Cina per esempio). Qui c'è un protocollo clorella-coriandolo per i metalli pesanti <a href="https://www.dionidream.com/coriandolo-coriandrum-sativum-metalli-tossine/">Coriandolo: ottimo per eliminare tossine e metalli</a>
             


Ordem Ortodoxa Nazarena Essenia
NOSSAS CRENÇAS



Traduzido do Original em Inglês ao Espanhol por Roberto Díaz



Alhym (Elohim)

"Alhym" é a antiga palavra hebréia para "Elohim". Achamos que a (Presença) de Shakhynah de Alhym pode ser encontrada, onde quer que exista ali a paz, a verdade e a luz. O conceito de Alhym não deve ser limitado pelo adoctrinamento da infância, como a crença de que Alhym está num lugar longínquo, difícil de atingir. O antigo nome hebreu de Alhym é Yahuéh(I-A-U-É)

Yahushua haMashyakh (o Messías) disse, "Eu Sou a luz que está sobre todas as coisas. Eu Sou tudo: de mim tudo veio à existência, e através de mim se atinge tudo. Parta uma peça de madeira; Eu Estou aí. Levante a pedra e você me encontrará ali" - O Evangelho de Mar Thomas(Tomé).

Alhym está próximo de todos aqueles que O invocam a Ele e em cada esquina alta e baixa da terra.

Alhym Ekhad (Alahota)

Nós achamos que Alhym se dá a conhecer a Sua gente através de Três Aspectos:

1. A mente de Alhym, isso que concebe a todas as coisas. Este aspecto de Alhym, conhecido como o Pai, está para além daquilo que está manifesto e está para além de nosso entendimento.


2. O Miltha ou a sabedoria de Alhym, isso que molda todas as coisas. Este aspecto de Alhym comumente conhecido como o filho, é o único aspecto de Alhym mediante o qual se pode conceber qualquer criação.


3. Ruakh haKodesh ou a vida de Alhym, isso que enche toda a criação de energia e movimento; se algo na criação tem vida dentro dele ou dela, isso é devido ao Ruakh haKodesh. O qual faz que o conhecimento dos (Nazarenos)Essenios sobre o Espírito do Kadosh, seja algo muito diferente do que muitas pessoas que usam este termo, compreendem. É também o conhecimento mais exato do termo.

Estes três aspectos, são um. Significa que não têm existência separada ou autonomia de uma a outra.
O Sh'ma* diz "Escuta, Oh Yisrael! YHWH é Nosso Alhim! YHWH é Um ". Os (Nazarenos)Essenios são estritos “monoteístas”, e não crêem no conceito de "Pessoas" em relação com Alhym, o qual é uma paródia (deboche) ao monoteísmo. Portanto, nós usamos o termo "Aspectos".

* O Sh'ma - Deuteronomio 6:4

Yahushua (Yashua)

Nós achamos que Yahushua é o filho de Alhym, que Yahushua é Yahuéh! A Dabar (do aramaico: "Miltha", a "Palavra") foi feito carne na forma de Yahushua haMashyakh o filho de Miriam e Yoseph, e enquanto esteve aqui sobre terra, fez demonstração de um exemplo perfeito de Observancia da Torah, que todos devemos seguir. Achamos que Rabbeinu Yahushua foi crucificado e ressuscitou ao terceiro dia. Nós achamos que Seu sangue nos isenta e é uma manifestação do grande amor de Alhym por Sua criação, e que pode nos levar à vida livre de pecado.
Nós adicionalmente achamos que Yahushua, como Ekhad(Um) e o único filho de Alhym, chegou a muitas culturas durante toda a história da humanidade, para repartir Sua mensagem de amor e redenção. Como o Filho, Yahushua é conhecido como o "Segundo Aspecto" do Alhym-Khay (Elohim Vivente).


Escrituras Sagradas

Achamos que o Sefer Shakhynah ( Torah) é um guia para a humanidade e é o fundamento do primeiro pilar de nossa Fé Pura.
Achamos que o texto contido nas escrituras é a mensagem fornecida à

humanidade por Alhym para conhecê-lo a Ele.

Alhym também pode ser conhecido em sua própria formosa criação.
Há milhões de pessoas que nunca tiveram a oportunidade de ler uma cópia das escrituras e achamos que não obstante Alhym os quer.
Achamos que o Arameo-Hebreu Peshitta é o texto interpretativo mais exato das escrituras e como tal é um companheiro (investigação dos originais) da “Biblia”.

O Selo “Sagrado”

Nós achamos que o Ruakh haKodesh, é uma parte do Alhym Ekhad, é uma parte da Vida no Universo. Não se pode dizer que nenhuma coisa vivente pode estar "Vivendo" sem a presença da Ruakh haKodesh. Porque todas as criações entram na existência, vivem por um momento e depois se extinguem, somente se pode dizer que o Ruakh haKodesh se encontra dentro dessa criação, quando essa criação vive há uma condição especial para a alma, uma alma que recebe o selo da Ruakh haKodesh dentro dele ou dela, isso existirá com Alhym por toda a eternidade. Esta é a importância na vida de uma pessoa, a de receber o Ruakh haKodesh.

A maioria das pessoas confundem que é o que exatamente outorga o Ruakh haKodesh sobre o crente; muitos acham que é o batismo, mas este mandamento especial é um mikva, um banho ritual para a purificação dos pecados.
Similar ao que o Profeta Yokhanan ofereceu às pessoas da Judéia. Enquanto a Ruakh haKodesh desceu sobre Yahushua haMashyakh em seu batismo no rio Yarden, isto não é o mesmo para todas as pessoas que têm um mikva.
Sim, têm que ter a Tevilah(imersão), mas é essencial que recebam o Selo da "Mish´chah" (unção), o Selo da Unção é o que outorga a Ruakh haKodesh na alma.

Nós não dizemos que uma pessoa não alcançará a eternidade sem o Selo da Unção, porque nós não sabemos que ocorrerá entre o alma individual e Alhym, uma vez que deixa esta vida e entra no Sheol.

Salvação

Os (Nazarenos)Esenios crêem na obra “divina” do madeiro. O que nós dizemos por meio disto, é que todos serão ajudados a a elevar a luz de Alhym através de um processo de crescimento espiritual concedido a nós pela piedade de nosso criador.

Devido à piedade de Yahushua, todas as pessoas agora têm a oportunidade de reconciliar-se com Alhym através do sacrifício sobre o madeiro e a posterior resurreição.

O que faz aos (Nazarenos)Essenios diferentes dos outros grupos que reclamam seu amor para Mashyakh é que os (Nazarenos)Essenios estão sempre no processo de Guardar Seu Caminho (Halakha). Estamos dedicados a Perdurar na Fé.

Numa formosa e antiga oração chamada o "Tephilah Panim" esta diz:

"Alhym, ¡Eu nunca posso permanecer quieto na ociosidade; guia meus pensamentos para meditar em Ti; guia minhas mãos para fazer Teu trabalho, e controla minha atenção para escutar somente Tuas instruções, e Eu poderei caminhar sempre em sua Shakhynah".

Esta é uma curta e resumida oração da mente de um (Nazareno) Esenio Ortodoxo. É muito fácil dizer que um adora a Alhym. É muito fácil dizer que uma pessoa aceitou a salvação através do Mashyakh. É até muito fácil ir aos serviços religiosos, e é outra coisa completamente diferente guardar a Torah de Mosheh como selada no Sangue do Cordeiro. Isto é o que os (Nazarenos)Essenios Ortodoxos se comprometem a realizar diariamente.


O serviço para o Mashyakh é nosso amor a Alhym, fato manifesto. Não achamos que alguém que aceita a Alhym e ao Mashyakh deve ganhar seu "Boleto para o céu", mas o sinal desta aprovação é o guardar o Halakha de Mashyakh diariamente. Combatendo o bom combate até o final.

O Mundo

Nós achamos que o mundo está num estado moribundo e que nosso propósito é lhe brindar a luz de Alhym a todos aqueles que desejam ter um estilo de vida melhor e ser consolados com sua esperança. Achamos que este melhor estilo de vida pode ser manifesto somente através da observancia da Torah. É o desejo dos (Nazarenos) Essenios, ajudar a todas as pessoas a encontrar seu próprio caminho dentro do Caminho Estreito, e começar a tomar esses passos que os dirijam ao Olam ha'Bah (o Mundo vindouro).

O Fogo da Palavra

É muito fácil para uma pessoa dizer que crê em Alhym. Dizer que aceita a salvação, mas só dizer uma coisa, ou só levar a cabo um ato, não expressa se uma pessoa, a dizer verdade, se regressou a Deus completamente, e aceitou ao Mashyakh completamente. Somente Alhym sabe com segurança, quem é e quem não é de Suas Ovelhas. Por outro lado, o indivíduo, tem que saber se se comprometeu com o Mashyakh.

Existe uma frase que é usada entre os (Nazarenos)Essenios, e esta é "O Fogo da Palavra". Para nós, é uma pessoa que real e verdadeiramente se volta para Alhym, através do Mashyakh, e se compromete segui-lo completamente.

Agora cheio de um Fogo Sagrado, Mashyakh é A Palavra e o Fogo que é ignição e se queima dentro do Crente, é um Fogo Celestial dedicado a Elohim e deve ser compartilhado com toda a criação. O fogo estende-se de alma a alma.

Onde o Fogo da Palavra é diferente do que os Cristãos chamam ser "novo nascimento", é que o Fogo da Palavra tem que ser expressado, não só nos pedidos emotivos, senão através das ferramentas dadas a nós pelo Mashyakh. Estas ferramentas são os Três Pilares da Sagrada Fé Ortodoxa dada a nós por Alhym.

Os Três Pilares

Os (Nazarenos)Essenios crêem e aderem-se aos Três Pilares da Fé Ortodoxa, como se nos ensinou a nós por meio do Mashyakh e seus Sh´likhim (apóstolos) no século I, concretamente:

A Escritura Sagrada - A Palavra de Alhym.

A Tradição Sagrada - As Práticas da Assembléia de Jerusalém que foi fundada pelo Mashyakh.

A Revelação Sagrada - A Palavra Profética dada pelo Mashyakh através de Seus servos.

O Tzadik

Nós achamos que o Patriarca (Rosh Avkadmon) é o verdadeiro sucessor da Presidência Eclesiástica de Shaliach Mar Ya'aqob ha'Tzadik (Apóstolo Kadosh Ya´akov –“Thiago”- o Justo) e outros Apóstolos e que tem a principal autoridade terrenal em todos os temas em relação com os Três Pilares da Fé (A Escritura, A Tradição, A Revelação), e em relação com a vida da Assembléia e seus membros.

A excelencia e a autoridade do Patriarca deve ser honrada e acatada por cada um dos membros da Assembléia, o patriarca e os sacerdotes

nomeados em comunhão com Ele, recebem do Mashyakh a autoridade para tomar decisões visíveis na terra, que serão ratificadas no céu;

como tal, as denúncias provenientes de qualquer pessoa alheia à Assembléia de Jerusalém, não podem ser um recurso interposto contra o Tzadik, que todo caso que não possa ser resolvido em Sua presença, deve esperar a sentença do Mashyakh e por nenhum motivo se pode pensar ou dizer que o Rosh Avkadmon pode ser julgado pelos que estão por embaixo dele, ou por qualquer comunidade fora da Assembléia de Jerusalém, ele mesmo deve ser o juiz de todos os que se encontram por embaixo dele, ao ser um humano servo do Adom, Ele não é infalível, senão que só pode ser julgado pelo Mashyakh que o elegeu , que Ele o elevou e o colocou como a cabeça de sua Assembléia na terra junto com o Beit Knushta (Sanedrín - Sinédrio).

Ademais, nós achamos que o espírito de Yahushua ha´Mashyakh se encontra dentro do Patriarca, e que o Patriarca é a expressão física da Presença de YHWH e a encarnação do amor de Alhym e, como tal, ele deve ser honrado acima de todos os homens.

Todos os direitos reservados á Essene Sandhedrin - Beit Knushta d'Shemishqo


          - Tolérance en Islam   


John L. Esposito, professeur de religion et de politique internationale à l'Université de Georgetown a dit : "Pour plusieurs populations non-musulmanes dans les territoires byzantins et persans déjà soumises aux gouverneurs étrangers, le règne islamique a signifié un changement de gouverneurs, les nouveaux étant souvent plus souples et plus tolérants, plutôt qu'une perte de l'indépendance. Plusieurs de ces populations ont même joui d'une plus grande autonomie locale et ont souvent payé des impôts inférieurs... En ce qui concerne la religion, l'islam s'est montré plus tolérant, accordant une plus grande liberté religieuse aux juifs et aux chrétiens indigènes."


          HONG KONG 20 ANOS | A China chegou e a pobreza aumentou, a democracia minguou   


Sobrevivem em gaiolas... que são os seus quartos, as suas casas

Discriminação de minorias étnicas aumentou desde a transição -- Académica

30 de Junho de 2017, 15:00

Hong Kong, China, 30 jun (Lusa) -- A discriminação racial em Hong Kong foi herdada da era colonial e agravou-se desde a transição para a China, considera a académica Puja Kapai, "desiludida" por o novo governo não refletir a diversidade da sociedade.

"Infelizmente, a discriminação em algumas instâncias, tem sido definitivamente mais pronunciada na era pós-transição", afirmou a professora da Direito da Universidade de Hong Kong, coautora do estudo "Status of Ethnic Minorities in Hong Kong 1997-2014".

De origem indiana, Puja Kapai observou que foi "um processo gradual", mas as mudanças introduzidas desde o governo do primeiro chefe do Executivo de Hong Kong Tung Chee-hwa nas políticas linguísticas "tornaram bastante mais difícil para as crianças das minorias étnicas entrarem em escolas públicas".

Kapai apontou como positiva "a abolição do sistema de escolas segregadas" -- as chamadas 'escolas designadas' --, já no mandato do chefe do Executivo cessante Leung Chun-ying.

"Pelo menos, os responsáveis do governo estão a enviar um sinal de que essa já não é uma prática aceitável em Hong Kong. Infelizmente, como estas crianças não conseguem entrar noutras escolas, acabam por ficar nas mesmas", disse.

Nesse aspeto deu o exemplo da discriminação a que são sujeitos os filhos dos não-falantes de chinês no processo de admissão ao ensino pré-primário com financiamento público: "Se fores uma criança de uma minoria que nunca teve a oportunidade de aprender a língua em casa, porque os teus pais não falam chinês, como é que vais conseguir fazer essa entrevista [de admissão]?".

Nos últimos 20 anos, foi positiva a entrada em vigor do Decreto sobre Discriminação Racial, em 2009, porque veio demonstrar que há algo errado e isso passou a "ser reconhecido na lei", apesar das falhas existentes no diploma, que não define claramente o conceito de tratamento desigual relativamente à língua e não inclui o estatuto de imigrante e a nacionalidade entre os motivos pelos quais a discriminação é proibida por lei.

Apesar de notar uma maior pré-disposição da chefe do Executivo eleita, Carrie Lam, "para ouvir" os problemas das minorias étnicas em Hong Kong, Puja Kapai observou que "não é inteiramente claro" se as recomendações deixadas no relatório que elaborou vão ser implementadas pelo próximo Executivo.

"Fiquei desiludida por ver que a composição do governo de Carrie Lam não reflete o tipo de diversidade que eu esperaria (...), em particular, porque uma das recomendações é a da inclusão das minorias étnicas ao mais alto nível", afirmou.

"Pelo menos tens de ter um representante para que as pessoas possam sentir que podem aspirar a juntar-se às fileiras do governo quando chegar a altura", acrescentou.

As minorias étnicas em Hong Kong representam 7,8% da população estimada em 7,33 milhões de pessoas, uma proporção que tem vindo a crescer nos últimos anos, segundo dados do Intercensos de 2016.

Nos Censos de 2011, estes grupos, maioritariamente formados por indonésios e filipinos, mas também por indianos, nepaleses, paquistaneses e tailandeses, entre outro, correspondiam a 6,38% dos 7,07 milhões de residentes.

O estudo de Puja Kapai concluiu que uma percentagem significativa (63%) dos grupos étnicos residentes na antiga colónia britânica há sete ou mais anos identifica-se com o país de origem e com a identidade de Hong Kong, algo que se verifica "sobretudo nas gerações mais jovens".

A académica destacou a necessidade de Hong Kong "dar mais atenção à diversidade de talentos" existentes na sociedade, sublinhando que os jovens das minorias étnicas podem "ser a chave para ajudar a abordar o problema do envelhecimento da população chinesa na cidade".

"Se não apetrecharmos estes jovens com as necessárias habilidades para serem bem-sucedidos e capazes, em termos de integração, corremos o risco de ter mais problemas do que já temos", disse.

"Se eles não formarem um saudável sentido de pertença não vão sentir que esta é uma sociedade para a qual querem contribuir e isso pode ser potencialmente perigoso e uma oportunidade perdida", acrescentou.

O novo governo liderado por Carrie Lam, a "número dois" do Executivo cessante, toma posse no sábado, dia em que se assinala o 20.º aniversário da transição de Hong Kong para a China.

FV // PJA

Jornalistas encurralados entre a autocensura e o ativismo

30 de Junho de 2017, 15:00

Hong Kong, China, 30 jun (Lusa) -- A associação de jornalistas de Hong Kong alertou para a deterioração da liberdade de imprensa, atualmente pior que nunca, com profissionais encurralados entre a autocensura e o ativismo.

Em entrevista à Lusa, Shirley Yam, vice-presidente da associação, faz um diagnóstico negro: "Numa escala de 1 a 10, em 1997 diria que [a liberdade de imprensa] era 7 ou 8 (...). Agora diria que é 2 a 3, porque ainda temos acesso livre à Internet, o nosso direito à liberdade de imprensa e de expressão é protegido pela lei. Nenhum dos nossos jornalistas foi detido ou morto".

Yam diz que para se compreender o momento atual é preciso perceber que há dois "pontos de viragem" em Hong Kong após a transferência para a China: em 2003 e 2014.

Até à primeira data, Pequim deixou a cidade quase "entregue a si própria", mas as coisas mudaram depois do grande protesto que juntou meio milhão de pessoas contra uma lei para punir crimes de traição à pátria, secessão e subversão, o chamado Artigo 23.º.

"Uma analogia seria que antes de 2003 estavam [o Governo central da China] sentados no banco detrás do carro e depois passaram a estar sentados ao lado do condutor", comenta.

Um segundo momento foi o 'Occupy Central', protestos pró-democracia que paralisaram a cidade por 79 dias, em que [Pequim] passou "a ocupar o lugar do condutor".

"A mesma mudança aplica-se aos 'media'. Desde 2003 que se vê um maior controlo sobre os editores e os patrões, que são empresários com muitas ligações na China. [No passado] ninguém proibia que assim fosse, mas seria surpreendente se empresários da China comprassem 'media' em Hong Kong sem que perguntassem: 'Há objeção?', devido às implicações no princípio 'Um país, dois sistemas'", explica.

A vice-presidente da associação, com cerca de 700 membros, aponta vários exemplos de uma liberdade de imprensa diminuída, por uma pressão exercida não através da censura, mas do medo.

Em 2014, a imprensa de Camberra noticiou que o líder do Governo de Hong Kong teria recebido 50 milhões de dólares de Hong Kong (5,7 milhões de euros) de uma empresa australiana, existindo suspeitas de corrupção. "Surpreendentemente não foi a abertura das notícias da noite. No dia seguinte, dos 18 diários publicados em chinês e inglês, apenas quatro tinham a história na primeira página", recorda.

"Quais são os motivos para os editores de 14 jornais decidirem que este escândalo relacionado com dirigentes de topo de Hong Kong não era bom o suficiente para a primeira página? Uma resposta fácil é que se trata de autocensura", afirma.

A jornalista destaca também a agressão policiail do ativista Ken Tsang, durante uma noite do 'Occupy Central', cujas imagens correram mundo depois de serem transmitidas pela televisão local TVB.

Ainda que o guião da peça -- que descrevia a agressão -- tenha sido editado várias vezes, Yam acredita que a peça só foi emitida devido à hora. "O 'censor principal' estava a dormir, por isso conseguiram pôr no ar", comenta.

O caso teve consequências: "O editor (de madrugada) que aprovou a transmissão passou a investigador. Quase toda a gente relacionada com o caso foi castigada. Outro editor que estava lá, mas que não esteve envolvido com a decisão, foi afastado por não ter travado" a emissão.

A colunista do South China Morning Post conta que "o pior" veio depois. "O cargo do editor que virou investigador foi ocupado pelo antigo secretário-geral de um partido Pró-Pequim de Hong Kong. No espaço de poucos meses uma fatia significativa de ações da TVB foi vendida ao antigo vice-secretário-geral do Partido Comunista de Xangai", relata.

Com uma imprensa livre como peça essencial do princípio "Um país, dois sistemas", são as próprias fundações deste regime, que garante a Hong Kong e Macau um conjunto de liberdades acrescidas, que ficam corroídas.

Yam recorda como há cinco anos foi contactada por uma revista de Taiwan que lhe pediu ajuda para encontrar famílias que partilhassem as suas reflexões a propósito do 15.º aniversário da transferência.

"Abordei alguns amigos, de famílias de classe média. Das dez famílias que contactei, apenas uma aceitou. As restantes disseram coisas como: 'Não queremos tanta exposição', ou 'O meu marido trabalha na China', 'Eu trabalho na China'.

"Deviam estar muito infelizes com o que se passa, e têm medo de falar disso. Mas a lei promete-nos liberdade de expressão. E isto foi antes do movimento 'Occupy', antes dos livreiros de Causeway Bay", que publicavam livros sobre a vida privada dos líderes chineses e que desapareceram, reemergindo mais tarde sob custódia da polícia da China.

As divisões que se sentem hoje na sociedade de Hong Kong refletem-se no jornalismo.

"Quando há uma crescente autocensura, os jovens jornalistas tornam-se mais antagonistas, mais hostis contra o sistema. E isso não é bom. Quando te tornas hostil perdes a tua independência, o teu discernimento e isso compromete o teu trabalho e a confiança do público em ti", lamenta Yam.

No contexto da China, Hong Kong é vista como uma cidade com garra, um "David" feroz contra um "Golias" intocável.

Mas Shirley Yam receia que se trate mais de um caso de fama com pouco proveito: "Em Hong Kong, a opinião pública conta, mas não para mudar coisas. É suficiente para travar algo, para impedir o pior de acontecer, como o artigo 23.º, mas não o suficiente para tornar o mau em bom, como a reforma política".

ISG // PJA

Nunca haverá democracia sem questionar base constitucional -- Deputado

30 de Junho de 2017, 15:00

Hong Kong, China, 30 jun (Lusa) -- O deputado "localista" Hong Kong Eddie Chu Hoi-dick considera que o território só vai ter democracia se questionar a fundação constitucional da região administrativa especial, que nunca teve o aval da população.

"Nunca vamos conseguir ter democracia se não questionarmos a fundação constitucional ou a legitimidade do poder de Pequim sobre Hong Kong e da própria Lei Básica", defende, em entrevista à agência Lusa.

"O movimento democrático em Hong Kong nos últimos 20 a 30 anos (...) não questionou a fundação constitucional desta cidade. Aceitámos o [princípio] 'Um país, dois sistemas', aceitámos a Lei Básica, restringimos o conteúdo do movimento democrático ao sufrágio universal do chefe do Executivo. Isso foi um erro", afirma o deputado de 39 anos, que nas eleições de setembro conseguiu o mais elevado número de votos por círculo eleitoral, 84 mil.

O chamado "rei dos votos" sublinha que tal não significa que "a independência seja a única forma de conseguir democracia".

"Estou a dizer que qualquer estrutura constitucional deve ter o aval das pessoas de Hong Kong antes de ser implementada".

Ao invés de se cingirem ao "pequeno objetivo" do sufrágio universal, "a discussão sobre a fundação constitucional desta cidade deve ser renovada, seja uma nova versão do 'Um país, dois sistemas', ou independência", frisa.

Eddie Chu é um dos seis deputados 'localistas' eleitos em setembro para o Conselho Legislativo, que defendem -- uns de forma mais fervorosa que outros -- maior autonomia para a região em relação à China.

Apesar de Hong Kong ser há muito associada à luta pela democracia, Chu acredita que o movimento só começou verdadeiramente em 2014, com o "Occupy Central", protesto que paralisou a cidade por 79 dias. O trabalho feito até lá pelos 27 deputados pró-democracia "era restritivo" e "destinado a falhar".

Chu olha para este movimento social como um esforço conjunto, além-fronteiras, dos povos de países em contextos próximos, unidos pelo desejo de democracia, como Taiwan, Singapura, Tailândia, Malásia e a própria China.

"Quando olhamos para o contexto geral vemos que não é uma luta de uma cidade, mas de muitas cidades e muitos tipos de pessoas", defende.

O deputado, com 19 anos à data da transferência de Hong Kong, admite que há alguma nostalgia em relação ao tempo colonial, mas alerta que a China usa uma estrutura administrativa herdada dos britânicos.

Do ponto de vista da governação, os problemas mantêm-se: elevado fosso entre ricos e pobres, um 'boom' imobiliário que faz recear um colapso dos preços, falta de habitação, especialmente para os mais desfavorecidos.

"Estas questões estavam lá antes de 1997 e ficaram piores. O governo colonial não era muito poderoso, precisava do apoio de magnatas, profissionais, proprietários de terras. Estes tentavam proteger os seus interesses e 'sequestrar' os governadores. Isso continuou depois da transferência. Os intervenientes podem ter mudado, de britânicos para chineses, mas a estrutura está lá", explica.

Ainda que a transferência gerasse receio em muita gente -- principalmente depois da repressão violenta dos protestos de Tiananmen, em 1989 -- havia a ideia que, com o controlo do Partido Comunista, a sociedade se tornasse mais justa. "Mas foi o oposto", garante.

Existia um equilíbrio entre Londres e Pequim, em que o primeiro governava a cidade, mas tinha de ter em conta as preocupações do segundo. "Agora só temos um poder à nossa frente. Os movimentos sociais ou democráticos tornaram-se muito mais difíceis", diz.

Apesar das ideias provocadoras -- quase hereges para o Governo de Hong Kong, que não admite qualquer discussão sobre independência -- o antigo jornalista opõe-se a atos de violência e demonstra até algum desagrado com o termo 'localista', aplicado àqueles que defendem Hong Kong por oposição à China e uma maior autonomia ou até a independência.

Chu, que não conteve as lágrimas ao falar à imprensa após ser eleito, considera que o termo causa desunião e "não é muito útil tentar distinguir as pessoas de Hong Kong das pessoas da China, dentro do contexto de Hong Kong".

"Se realmente quisermos fazer progressos no nosso movimento democrático, temos de ser o mais inclusivos possível. Todos os residentes desta cidade fazem parte deste movimento", afirma.

Como inspiração no Ocidente, Chu olha para o partido espanhol Podemos, apesar de admitir que pode ter limitações.

"Nunca fui a Espanha, mas li artigos sobre o Podemos e achei que podia ser um exemplo de como pensar na organização de um movimento democrático. A mensagem principal do Podemos para Hong Kong é: Será que podemos ter uma organização interna mais aberta ao invés de elites e um modelo hierárquico?"- questiona.

Lutar apenas pela eleição direta do líder de Hong Kong tem sido "um erro", defende o deputado Eddie Chu Hoi-dick, para quem é preciso questionar a própria base constitucional da região que nunca teve o aval da população.

ISG // PJA

Fosso entre ricos e pobres atinge nível histórico em quase meio século

30 de Junho de 2017, 15:00

Hong Kong, China, 30 jun (Lusa) -- Hong Kong assinala os 20 anos de retorno à China com o maior fosso entre ricos e pobres em quase meio século e com perto de um milhão de pessoas na pobreza.

Quem sobrevive com magros subsídios e sem pensão de reforma tem poucos motivos para celebrar.

O coeficiente de Gini -- indicador utilizado para medir o índice de desigualdade -- subiu para o valor mais elevado em 46 anos, fixado em 0.539, numa escala de zero a um, em que o zero representa a igualdade.

Os dados referentes a 2016 - divulgados este mês - indicam que 10% das famílias mais ricas, com uma mediana salarial na ordem dos 112.450 dólares de Hong Kong (12.882 euros), ganhavam 44 vezes mais do que 10% dos mais pobres, com 2.560 dólares de Hong Kong (293 euros).

O governo atribuiu a disparidade crescente ao aumento de pequenos agregados familiares e ao impacto adverso do envelhecimento da população, cujo número de idosos -- fixado em 1,16 milhões -- aumentou 2,6% em cinco anos, correspondendo a 15,9% da população total.

Com 7,3 milhões de habitantes, o centro financeiro que se mantém na liderança das economias mais livres do mundo esconde por detrás dos arranha-céus uma elevada desigualdade, e graves problemas de habitação, cujos preços superam largamente os vencimentos. O salário mínimo na antiga colónia britânica é de 34,5 dólares de Hong Kong (3,88 euros) por hora.

Segundo o mais recente relatório sobre a pobreza (Hong Kong Poverty Rate Report 2015), a metrópole asiática reduziu o número de pobres de 1,34 milhões (ou 570 mil agregados) para cerca de 970 mil pessoas (ou 390 mil famílias).

A taxa de pobreza baixou de 19,7% para 14,3%, mas as carências dos mais necessitados continuam expostas até nas zonas mais ricas da cidade, onde é possível ver idosos a recolher cartão das lojas para reforçarem o magro orçamento mensal e muitos à procura de alimentos nos caixotes do lixo.

O governo tem mais do que um apoio para a terceira idade, mas nenhuma pensão de reforma universal.

A única verba que chega a todos com idade igual ou superior a 70 anos é de 1.325 dólares de Hong Kong (150 euros). Os restantes são calculados com base no património dos candidatos, podendo ir até 3,435 dólares de Hong Kong (389,6 euros) por mês, segundo os aumentos que entraram em vigor este ano.

O Hong Kong Council of Social Service, que "há mais de 20 anos" luta por uma pensão de reforma universal, propôs uma reforma mensal de 3.500 dólares de Hong Kong (392 euros) para os residentes com idade igual ou superior a 65 anos, disse à agência Lusa Anthony Wong, da direção do organismo. Depois de várias discussões e consultas no ano passado, o plano acabou rejeitado.

"Eles citam sempre os exemplos da Europa ocidental para passarem a mensagem de que [o plano de pensões de reforma] é incomportável", disse.

"Mas para nós é realista porque temos uma população a envelhecer e muitas pessoas têm doenças crónicas. Muitos, mesmo na classe média, podem vir a sofrer uma grande doença que os vai fazer gastar todo o dinheiro e bens que acumularam ao longo da vida. E se gastam todo o dinheiro e de repente ficam pobres, o que é que podem fazer?", questionou.

"Com um plano de reforma, mesmo que fiquem muito pobres, pelo menos teriam uma pensão de reforma", justificou.

O Hong Kong Council of Social Service mantém o objetivo em cima da mesa, mas tem dúvidas em relação à concretização do plano de pensões de reforma no próximo mandato.

"Vamos continuar a lutar por isto, mas a questão é que a chefe do Executivo eleita [Carrie Lam] foi quem recusou avançar com a ideia, por isso não sei, mas vamos ver", disse Anthony Wong.

"Temos uma população envelhecida. (...) Atualmente, uma em cada cinco pessoas é idosa, mas daqui a 20 anos será uma em cada três. Por isso, se cerca de 30% [da população] tiver pelo menos 65 anos, é de esperar que nas próximas duas décadas haja muito mais pessoas na pobreza", afirmou.

Em maio, o número de casos de Assistência Integral à Segurança Social (CSSA, na sigla em inglês) era de 236.259, num total de 345.666 pessoas, segundo dados oficiais. Os idosos a receber apoios totalizavam 144.906 casos.

FV // PJA


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          The Wave of a New AI   
Nice, non-technical overview in CACM look at emerging technologies that are supporting advances in AI.  Useful with management to consider areas of interest.   Will this push us over the hype edge for real intelligent value?

Artificial Intelligence Poised to Ride a New Wave    By Gary Anthes 
Communications of the ACM, Vol. 60 No. 7, Pages 19-21

Artificial intelligence (AI), once described as a technology with permanent potential, has come of age in the past decade. Propelled by massively parallel computer systems, huge datasets, and better algorithms, AI has brought a number of important applications, such as image- and speech-recognition and autonomous vehicle navigation, to near-human levels of performance.

Now, AI experts say, a wave of even newer technology may enable systems to understand and react to the world in ways that traditionally have been seen as the sole province of human beings. These technologies include algorithms that model human intuition and make predictions in the face of incomplete knowledge, systems that learn without being pre-trained with labeled data, systems that transfer knowledge gained in one domain to another, hybrid systems that combine two or more approaches, and more powerful and energy-efficient hardware specialized for AI. .... " 
          RATB, măsuri speciale din cauza caniculei. Centrele de vânzare a cardurilor de călătorie, închise   
Regia Autonomă de Transport Bucureşti a luat măsuri speciale din cauza caniculei. Sâmbătă, de la ora 12.00, au fost închise toate casele de vânzare a tichetelor de călătorie.
          SLP / SPEECH PATH / SPEECH LANGUAGE PATHOLOGIST / PHOENIX   
Posted on: 2017-07-01

SLP- Speech Language Pathologist- needed for acute hospital and acute rehab position in a busy facility in Phoenix. This job is for 13 weeks needing an ASAP start and guaranteeing 40 hours/week. SLP with experience preferred, requested to be able to practice autonomously. Fantastic opportunity in a fantastic location! Apply today Position: Speech-Lang Pathologist Specialty/Modality: Speech-Language Pathology Licenses/Certifications: State License-Speech Therapist-Arizona, CPR/BLS (Basic Life Support) Physical Abilities: Up to 20lbs For the most prompt response, please APPLY ONLINE. Resumes may also be sent to therapyjobseekers@aureusmedical.com or call (800) 456-5857 for more information. As always, there is never a fee for candidates to utilize our services. There is a reason why Aureus Medical Group is a national leader in healthcare staffing. Whether working with an employee to locate exciting career opportunities or with a hospital to fill a need at a critical time, our job is to take care of you and the patients we collectively serve - and we do so with the highest degree of honesty and integrity. We bring over 25 years of experience, proven methods, and an unwavering commitment to patient care to the staffing process. With travel, locum tenens, local contract, and direct hire opportunities available nationwide, you're sure to find the perfect fit for your career goals and your lifestyle. Our Account Managers are dedicated by specialty area and there is never a charge to you for our services. Not all staffing companies are alike. We're proud to be different. Experience the Aureus difference. EEO/Veteran/Disabled/E-Verify Employer
          Se busca señora para trabajar interna julio y agosto   
Se busca señora interna julio y agosto para atender persona mayor, ella es autonoma, no lleva pañal y se mueve por si misma
          Nissan teases next-gen Leaf for September 6 reveal   
The look and tech behind Nissan‘s all-electric Leaf is starting to look a little long in the tooth, but in a few short months the Japanese car maker will be revealing a new next-generation model of the hatchback. Nissan took to Twitter on Friday to say that the new Leaf would premiere on September 6th, as well as share a … Continue reading
          Uber’s new autonomous trucks get total upgrade amid Waymo lawsuit   
Uber has a new fleet of autonomous trucks, deploying a new version of self-driving hardware and sensors that won’t be impacted by the ongoing legal battle with Alphabet’s Waymo. Though the company may be best-known for its passenger ridesharing service – or, more recently, most infamously for its controversial former CEO – Uber has also been working on modernizing haulage, … Continue reading
          Minister Giving Public Varsities Autonomy Is A Work In Progress   

Higher Education Minister Idris Jusoh said the process of giving more autonomy to public universities was a work in progress He said this in response to a by the Institute for Democracy and Economic Affairs which found that despite public u...
          Selfie​mployment aumenta i fondi   
cerca lavoro giovane selfiemployment

L’Avviso Pubblico Selfiemployment del 19 febbraio 2016,  il fondo rotativo nazionale promosso dal Ministero del Lavoro e gestito da Invitalia, è stato modificato con un incremento della dotazione Pon Iog di 13,6 milioni di euro, a seguito dei conferimenti delle Regioni Lombardia, Campania, Friuli Venezia Giulia e Abruzzo e della riduzione del conferimento da parte della Regione Siciliana.

Le risorse aggiuntive saranno destinate a finanziare i giovani Neet (Not engaged in Education, Employment or Training) residenti nelle quattro nuove Regioni conferenti.

Ricordiamo che il Fondo Selfie​mployment, il cui sportello è attivo dal 1° marzo 2016, sostiene l’avvio di nuove piccole iniziative imprenditoriali e di lavoro autonomo promosse da Neet, attraverso la concessione di finanziamenti agevolati senza interessi e non assistiti da alcuna forma di garanzia reale e/o di firma. Le agevolazioni sono rivolte ai giovani fino a 29 anni, iscritti al programma Garanzia Giovani, che non hanno lavoro e non sono impegnati in percorsi di studio o formazione (i cosiddetti Neet).

Con una dotazione iniziale di 114,6 milioni di euro,il Fondo Selfie​mployment prevede finanziamenti a tasso zero per i giovani che vogliono mettersi in proprio o avviare un’attività imprenditoriale. Possono essere finanziate le iniziative che prevedono spese, fino a un massimo di 50.000 euro, in tutti i settori della produzione di beni, fornitura di servizi e commercio, anche in forma di franchising.

La domanda può essere inviata esclusivamente online, attraverso la piattaforma informatica di Invitalia.

L'articolo Selfie​mployment aumenta i fondi è un contenuto originale di 01net.


          Comment on Driverless Technology May Accelerate Emptying out of Rural America by clyde   
Like to make a point on these so called autonomous driving cars. One would suppose that big insurance will demand that these cars are safe. If they do they will insist that these cars follow other vehicles at a safe distance. Because of that they will leave a huge but safe gap between them and the next vehicle. So much so that around any of our modern city' human driven unsafe vehicles will pull in in front of them. With the way modern drivers drive I can see the autonomous vehicles coming to a complete stop to avoid following another vehicle too closely! These things aren't going to work!
          Employé(e) Service Desk - Paralax - Mechelen   
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Van Indeed - Tue, 28 Mar 2017 15:09:13 GMT - Toon alle vacatures in Mechelen
          Protests in India Against 'Cow-Protecting' Vigilantes Succeed in Breaking Prime Minister's Silence   
Do some Indian lives matter more than others? The Modi government seems to think so.

On June 29, Indian prime minister Narendra Modi gave a long-awaited (though mild) admonishment of violent “cow protection” vigilantes who have been let loose in the streets of India, on its trains, buses and village and city public spaces, lynching Indians (almost always Muslims or Dalits, members of the lowest caste). Modi, who is normally outspoken, has previously been mum on the spate of killings, conveying an overall climate of immunity to murderous mobs. What appears to have broken this studied silence are the spontaneous protests that finally erupted all over India and coalesced on July 28 when citizens, including celebrities, in 12 cities took over public squares and promenades after a spontaneous call by Delhi-based filmmaker Saba Dewan in a Facebook post.

Though they took some time in coming, the protests appear to have had their desired effect, temporarily at least. Not only has Modi spoken, but the normally distanced Indian commercial television channels have given space to this democratic expression of outrage.

The immediate provocation was the lynching of a Muslim teenager named Junaid Khan on a train, shortly after it departed from Delhi. The men who stabbed Junaid also left his brothers seriously injured. The incident occurred on June 23, the last Friday of the holy month of Ramzan (Ramadan), when the auspicious Alvida Namaaz(prayers) are read and which has a special significance for the devout.

At SabrangIndia, we reported the train incident following an unusually prompt press release from the Communist Party of India, whose politbureau members had visited the site of the incident. We commented in our report that India would soon need its very own “Lynch Calendar.” What we could not report until three days later was that on the same Friday, some 1,088 kilometers away in Chatra Jharkhand, 24-year-old Mohammad Salman was shot and killed in cold blood by men in uniform who simply entered his home, shoved him outside and ordered their subordinates to commit the crime.

In the same eastern Indian state of Jharkhand, there have been a spate of horrific killings, including lynchings, that still haunt public memory—particularly the March 2016 hangings of dairy farmers Mazloom Ansari and 12-year-old Imteyaz Khan in a deserted public village. What has faded away from the current outrage and even the media commentary is the fact that the National Commission for Minorities (a statutory body set up specifically to protect the rights of minorities) had been compelled to send a team to investigate.

The report of the Commission severely indicted the Jharkhand police and the political class for failing to “rein in the cow protection groups who are taking law into their own hands.” The NCM also recorded in its report that “Deep and widespread communalisation of sections of the Jharkhand police force, and slogans like ‘go to Pakistan’ were frequently used by the local police against the Muslims, pointing toward a larger communalisation of the state police.” That report was from May 2016. Today the NCM stands discredited with political appointments by the Modi government who have put into position representatives who have no background in terms of autonomy and rights and are simply toeing a majoritarian government’s line.

Noted activist Shabnam Hashmi returned her 2008 NCM Award on Tuesday, making a strong public statement. She said in her open letter:

“I am returning it [the award] in the memory of the innumerable innocent victims lynched by marauding mobs. Mob Lynching of Muslims and Islamophobia have taken over India. Even before the community can mourn its dead, the next incident takes place. There is an atmosphere of fear and terror. Under the present Government, the marginalization of minority groups has become the norm.

“The design of turning India into a Hindu Rashtra [nation], which began decades ago with calling Muslims dirty, having too many children and being illiterate moved on to excluding them from residential spaces, targeting them as terrorists, has now reached its pinnacle where all public spaces and all means of livelihood are becoming unsafe for the Muslim community.

“Similar to Hitler’s Germany, Muslims are being projected as the biggest enemy of the state and the people of the country. There is legitimization of the communal ideology by the State and the media, [which] has led to acceptance of prejudices and stereotyping without questioning them in popular consciousness, deep infiltration of hate in the minds and hearts of ordinary people and apathy on the part of a large section of the society especially ‘educated’ middle classes.”

The list of assaults is gruesome: The Muslim Maulvi (cleric) who was beaten in April 2017, on a day supposedly important for devout Hindus (Ram Navmi, the birthdate of Lord Ram), in Jharkhand; the beating death of cattle farmer Pehlu Khan from Mewat while he was on agrarian business in Alwar Rajasthan in April 2017; or the lynch mob murder of political activist Zafar Hussain of the Communist Party of India, also in Rajasthan. Each of these murders is happening in the name of faith by the mob proponents of the Hindu nation, who believe the cow to be more precious than human life. The militarized march to a Hindu nation is laden with such dutiful tasks as cleansing the nation of the “dirty,” be it Dalits, Christians, Muslims or Communists.

Countries around the world need to better understand this: If the protests on June 28 drew Indians out of a numb fear that appeared to have gripped even opponents to this ideal, they need to continue and intensify. At the first instance of such an episode in September 2015, a similar dam of protest had broken. Writers led by the eminent Nayantara Sahgal returned their national awards in a powerful protest that embarassed the Modi government and put it on the defensive. Dozens of writers in over a dozen Indian languages, all winners of awards and powerful cultural commentators in their own right, followed by filmmakers, joined in this powerful symbolic protest. But life went on, and the killings continued. It would be tedious to list all the dead, and the circumstances in which they were lynched—most for rumors or frenzied hysteria about transporting cows or bullocks or eating beef, some for marrying a Hindu.

What is crucial to emphasize is the chain of command of culpability in this climate of impunity and lynchings. They began after the Modi government came to power and were aided and abetted by those in power within the government who spewed venom against Indian Muslims and Christians even while holding senior constitutional posts. They were further emboldened when governments run by the same party Modi represents, the Bharatiya Janata Party (BJP), passed unconstitutional “beef laws” to curtail the slaughter, consumption and transportation of beef. They got greater pats on the back when their parent organization, the Rashtriya Swayamsevak Sangh (RSS), spoke of the Holy Cow and its protection. The nail in the coffin was the recently introduced ban on the sale of cattle passed by the Modi government.

Indian newspapers have extensively reported recently, as they also did a year ago, that despite Modi’s apparent regrets about the lynchings, in his previous position as Gujarat chief minister, he was a firm proponent not just of cow protection, but against beef exports. The Indian Express recalls Modi statements of 2013, 2012 and 2014, when he attacked the previous Congress-led government for allowing the export of beef. That politicians indulge in the proverbial doublespeak, before and after a campaign, is only part of the problem. The other is more substantive.

As I have argued:

“For years now, since distributions of trishulsthrough trishul dikshaprogrammes, since violent arms trainings by the RSS and Bajrang Dal, since the terror unleashed by the Mobs on the Street—ever available at the blow of the metamorphical whistle—be it the Mob that lynched Christians (there were over 75 attacks between 1999 and 2002 documented by the All India Christian Union and published by Communalism Combat)or the Mob that attacked Naroda Patiya or Gulberg Society or Odh or Sardarpura villages (Gujarat 2002) or the Mob terror unleashed in Muzaffarnagar, Shamli, Baghpat and Meerut (September 2013)—we have been arguing, with and to the political class and law enforcement agencies: treat Mob terror and Bomb Terror on Par. Do not look at these equally debilitating and vicious kinds of violence that impact innocent lives, differently.”

When there is the terror of the mob attacking a neighborhood, or lynching people, there is a section of the populace, including law enforcement, that participates through its silence, simply looking on. It is this majority participation, through the silence of complicity, that ensures selective outrage and token utterances from the powerful. No wonder then that the Modis, and the Venkaiah Naidus and even law minister Ravi Shankar Prasad only speak selectively and occasionally. Do some Indian lives matter more than others?

Unfortunately it seems that they do. The killers of Mohammad Ayub in Gujarat, lynched on the eve of Modi’s visit to his home state, were given bail by the higher courts; the killers of Mazloom Ansari and Imiteyaz in Latehar also got out on bail six months ago. On the other hand, those accused, even falsely, of acts of bomb terror do not get bail, often until the final acquittal. They remain incarcerated. This imbalance, even prejudice or bias—privileging mob terror over bomb terror—must stop. The Indian establishment must look at them as two sides of the same coin, or else we are perpetrating an injustice of our own.

That the numbness has finally broken is a good beginning, even if it comes somewhat late. It needs to go further, however, to assert, again and again, in public discourse, that mob terror is as vicious as bomb terror, and to ensure that every police station, every district collector, every railway policeman functions as the Indian Constitution requires him to, with equality before the law and non-discrimination as his credo.

To end with hope, it’s worth reproducing this Facebook post from a mother, which went viral on Thursday. With the picture of an Indian woman holding the holy book of India, its Constitution, she writes:

NOT IN MY NAME

Junaid was lynched by a mob of cruel human beings. I don’t care what religion those lynchers belonged to. Nor do I care what religion Junaid belonged to. I only care about one thing. A group of mean, cruel human beings killed a teenager and assaulted three other young men brutally!
Junaid was 16.
My elder son will turn 16 next year.
My heart breaks for Junaid’s mother.
Not only did a group of cruel human beings kill Junaid, another group of cruel human beings egged them on. Junaid was also killed by those cruel people who witnessed the insanity & chose to remain silent.
There are some cruel people who justify this lynching.
Yes! Hate allows for all sorts of justification.
There has been a long list of these lynchings. It has become so common that no one talks about it. Nobody asks questions about what happened to the perpetrators. Whether they were caught & given the strictest punishment or whether they were released to unleash more violence!
I cannot fathom how anyone can kill unarmed, innocent human beings!
I cannot fathom how people can justify this horrific violence!
Instead of taking law into their own hands why are police complaints not made?
Is it because the lynch mob knows that there is no reason behind what they have done?
All they want to do is to kill in the name of hate.
Whichever religion, ideology, language, ethnicity you belong to, lynching done in any name cannot be condoned!
We’ve suffered so many riots, terrorist attacks, pogroms, lynchings but we haven’t learnt anything.
The bottom line is that innocent human beings become the target of that hate. They are usually poor. They are usually those who are incapable of fighting back. It is really too, too disheartening.
Innocence dies when hate rules!
I cannot be a part of those who encourage hate.
I was with the Ekta Manch marching from Parel to Azad Maidan singing “Hum hongey kaamyaab….” to promote brotherhood between fellow citizens of all faiths in 1993 after the horrendous riots followed by the heinous bomb blasts in Mumbai.
I marched to the Gateway of India to protest the utter failure & crass mishandling of 26/11 by the then Congress Govt in the State and the Centre in 2008.
I supported the Anna Hazare anti corruption movement when he waged the civil battle against the UPA 2 Govt at the Centre.
I was vocal about women’s safety after the horrendous rape & murder of Jyoti Singh as well as Pallavi Purkayastha as well as the sickening hacking of Swathi.
Today I stand firmly against the lynch mentality that has an active political patronage in our country.
I do not belong to any political party. I am a citizen of one of the finest democracies in the World. That is why it is so important for all of us to respect & protect the tenets of our Constitution.
I, as a proud citizen of India, do not conform to the views of anyone who actively or passively supports this lynching.
My allegiance lies with the Constitution of India.
If the Govt or any other body does anything to undermine the basic tenets of democracy in our country, I will vocally oppose it.
I so wanted to be a part of the peaceful civil protest at Carter Road today but I can’t. But I will not be a part of this hate!
I do not want my children to inherit this hate.
I will not have the blood of innocents on my hands.

NOT IN MY NAME!

 

 

 

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LA FONDATION DE LA VILLE DE BAGDAD 
ARTICLE PUBLIÉ LE 29/06/2015

http://www.lesclesdumoyenorient.com/local/cache-vignettes/L225xH292/arton1974-1b9db.jpg


http://www.lesclesdumoyenorient.com/La-fondation-de-la-ville-de-Bagdad.html
Par Louise Plun

La ville de Bagdad voit le jour sous le califat des Abbassides, dynastie fondée par Abû al-Abbas As Saffah, descendant de l’oncle du prophète. La période allant de 750 à 861 est une période de grand essor, de progrès et de faste ; tandis que la période allant de 861 à 946 voit se multiplier les difficultés intérieures conduisant à l’effacement progressif des souverains et au morcellement de l’Empire en nombreuses principautés autonomes.
Pendant cette période prospère, marquée par un pouvoir politique fort, un commerce florissant, l’essor de la culture et des idées intellectuelles, naissent et se développent les villes, en particulier Bagdad.

Le contexte politique

Au milieu du VIIème siècle, une conjonction de facteurs aboutit à la chute de la dynastie omeyyade et à l’avènement de la dynastie abbasside. En effet, la lente assimilation de la propagande anti omeyyade dans les régions mécontentes du califat, la permanence d’une agitation chiite restée fidèle à Ali, les difficultés de successions ajoutées aux obstacles d’ordres politique et militaire des califes omeyyades de Damas, ainsi que l’émergence d’un mouvement clandestin révolutionnaire abbasside ayant pour berceau le Khorasan, débouchent en 749 sur le renversement des Omeyyades. Le premier calife de la dynastie abbasside est proclamé : al Saffâh, dit le Généreux. En 754 lui succède son frère désigné, Abu Ja’far, né d’une mère berbère, qui prend le nom d’al-Mansûr. Cependant, cette succession se voit contestée et engendre une révolte. Dans ce contexte insurrectionnel, le nouveau calife répond dans un premier temps par la force. Cependant, dans le but d’ancrer sa dynastie dans le paysage politique, al-Mansûr fait le choix d’affirmer son pouvoir en décidant en 762 de la création d’une nouvelle capitale abbasside : Bagdad. Ce choix résulte également de la volonté de rompre avec le modèle omeyyade en dotant le nouvel Empire d’un nouveau centre. En effet, là où les Omeyyades s’appuyaient sur les Arabes syriens de Damas, les Abbassides s’appuient sur des contingents composés d’Arabes d’Iran et de convertis, les mawalis, originaires en grande majorité du Khorasan, berceau de la révolution abbasside. La capitale de la nouvelle dynastie se rapproche donc de ses alliés sans s’éloigner de ses ennemis politiques afin de les garder sous contrôle. Son emplacement s’ancre désormais dans les terres originelles du pouvoir perse achéménide, non loin de l’ancienne capitale, Babylone.

Entre mythe et réalité

Selon al-Ya’qûbî, fonctionnaire de l’administration califale, historien et géographe, le calife al-Mansûr aurait déclaré en arrivant sur le site de la future ville de Bagdad « c’est bien la ville qu’aux dires de mon père je dois fonder […]. Cette « île » bordée à l’Est par le Tigre et à l’Ouest par l’Euphrate, se révélera être le carrefour de l’univers ». Dès lors, c’est entre le mythe et la véracité historique que l’histoire de la fondation de Bagdad se révèle.
Selon la légende, l’emplacement de la ville abbasside aurait été prédestiné par Muhammad qui en aurait eu la révélation, moyen à l’époque d’enraciner le pouvoir abbasside dans les pas du prophète. En effet, selon ce dernier, l’air y aurait été pur, la terre fertile, la température équilibrée et les ressources abondantes et variées. La renommée de l’emplacement transparait encore aujourd’hui à travers le nom de la ville elle-même, puisqu’en persan, « bâgh » signifie « jardin ». Le lieu primitif de la ville était « Baghdalth », signifiant « Dieu donné ». Ainsi, le caractère religieux et prophétique de la ville est un aspect important de la fondation de la ville, et pose les bases d’une cité à l’avenir prometteur puisque prédéterminé par la volonté de Dieu.
Pourtant en Orient, la puissance d’une ville se mesure à son temps de prospérité. L’astrologue Noubaht, « nouvelle fortune » en persan, prédit pour Bagdad une durée de vie similaire au nombre 309 de la Sourate XVIII du Coran, symbolique du temps d’attente pendant lequel les Alides, fils du prophète, attendirent avant de retrouver leurs droits méconnus depuis la mort de ce dernier. Puis Bagdad se voit donner le nom de la ville de « la paix », réunissant en effet tous les critères de prospérité que le poète d’Al-Andalous, Mansour an Namary décrit ainsi : « As-tu vu de tes yeux sur la longueur et la largeur de la terre une maison pareille à Bagdad ? Certes c’est le paradis terrestre. »
Pour les historiens cependant, la ville n’a rien d’extraordinaire. Elle serait en effet désertique, les pluies y seraient rares, le climat y atteindrait des extrêmes. Ainsi, pour comprendre l’emplacement de la ville, il faut regarder à l’échelle de la Mésopotamie. La région de Bagdad est une zone plate constituée d’immenses étendues de plaines. A l’Est se situent les montagnes de Zagros, à l’Ouest, le désert de Syrie. Mais la présence des deux fleuves que sont le Tigre et l’Euphrate en fait, avec la région de la vallée du Nil, la région la plus fertile du Moyen-Orient, d’où son nom de « Croissant fertile ». D’autres facteurs topographiques sont à prendre en compte pour expliquer l’emplacement de la ville, en particulier sa position de coeur des voies de circulation : l’une suit l’Euphrate, l’autre le Tigre, la troisième le Satt al-Garraf, et la dernière passe à la limite du Zagros. Dès lors, c’est de Bagdad que l’on peut rejoindre le plus rapidement Alep, la côte méditerranéenne, l’Egypte, ainsi que les lieux saints de l’islam. D’un point de vue stratégique, le lieu est avantageusement protégé par les deux fleuves qui constituent un rempart naturel.
Dès lors, la fondation de Bagdad ne résulte pas d’un facteur décisif comme ce fut le cas pour Jérusalem, construite sur les ruines de l’Acropole jébuséenne primitive. Bagdad est une ville construite de toute pièce, dont la fondation reste l’un des événements les plus importants de l’histoire du monde arabe et islamique.

Bagdad : reflet d’une nouvelle conception du pouvoir

Pour déterminer l’emplacement exact de sa capitale, al-Mansûr fait appel à des spécialistes, des astronomes, des géomètres « habiles, des experts dans l’art de construire » [1], des physiciens, des ingénieurs, afin de déterminer la qualité des sols, de l’air, du climat. Al-Yaqûbî cite deux spécialistes : al-Fazâri, le premier à fabriquer des astrolabes (outils permettant de mesurer la hauteur des astres), Mâshallâh, astrologue personnel du calife et savant juif. Ainsi, les plans de la ville auraient été dressés en 758-759 au « mois de rabi’ I de l’an 141 » I [2], c’est-à-dire en juillet 758. Ainsi, la construction de la ville débute sous les auspices de la science. Al-Mansûr ne fait débuter les travaux que lorsqu’il « eut à sa disposition cent mille ouvriers et manoeuvres » [3]. La « ville ronde » nait. Cette forme géométrique reflète la volonté d’affirmation des Abbassides, forme nouvelle, géométrique parfaite et rigoureuse, à l’image de leur pouvoir. Effectivement, la figure géométrique ronde est le symbole de la perfection et du cycle permanent, un signe parfait déjà en vigueur chez les Grecs. La ville a donc cette particularité de s’inscrire à l’intérieur d’un rempart circulaire, alors que les villes du monde méditerranéen ont été plutôt carrées ou rectangulaires.
D’un périmètre d’environ dix kilomètres, la ville donne une vision solaire du pouvoir, reflétant la puissance du calife. Sur l’esplanade centrale se dresse le palais du calife et sa porte d’Or. Ce somptueux palais est le symbole d’une cité sensée se suffire à elle-même. Le palais possède une coupole verte d’une extrême magnificence, dans le but d’effacer le souvenir des coupoles vertes omeyyades de Damas ou de Wasit. Le calife reçoit, dans la plus grande solennité, au centre du palais, c’est-à-dire au centre des centres. A proximité du palais se situe la Grande Mosquée. Autour du palais, les bâtiments administratifs sont voisins des demeures princières, constituant ainsi le cercle le plus proche du calife. L’enceinte extérieure est aménagée de quatre portes se faisant face deux par deux : la porte de Kufa, la porte de Basra, la porte du Khurasan et la porte de Syrie. Ces quatre portes correspondent aux quatre avenues rejoignant le centre de la circonférence et débouchant parallèlement sur les principales régions composant l’Empire abbasside. Ainsi, le calife est, symboliquement, au centre de son Empire. Toujours à l’image du calife, une extrême richesse s’y déploie, quantité de bois précieux compose la ville. Al-Mansûr a ainsi une vision claire de sa politique, celle-ci passant dans un premier temps par l’image du lieu de son pouvoir, Bagdad étant en effet à la fois la vitrine et l’outils de celui-ci : un pouvoir centralisé et fort.
La ville de Bagdad ne se limite cependant pas à l’enceinte royale. Dans les alentours de la ville se situent les espaces commerçants nécessaires à la vie quotidienne. Les faubourgs sont également organisés selon un plan d’ensemble, divisés à leur tour en quatre quartiers, selon al-Yaqûbî. Ces quartiers accueillent chacun un corps de métiers, ce qui facilite non seulement leur gestion, mais également le juste et correct prélèvement des impôts et des taxes. Ainsi, autour de la ville ronde de trouvent les sûqs des librairies près de la porte de Basra, ceux des chevaux sur la route du Khorasan, ceux des tanneurs, bouchers, tisserands, métiers ayant des besoins d’approvisionnement en eau, marchands de produits de luxe, (épices, pierres…), bains mais également mosquées.
La situation géographique de Bagdad prédispose la ville à jouer un rôle de centre économique important, se trouvant au centre d’un califat s’étendant de l’Atlantique à l’Inde. « Le centre de ce bas monde, le nombril de la terre » [4] est également une ville cosmopolite dans laquelle se sont établis des marchands arabes ou étrangers. Les historiens estiment le nombre d’habitant de Bagdad à environ 1,5 million. A la mort de son fondateur, en 774, la ville est une métropole s’étendant sur les deux rives du Tigre.
A partir de 814, le calife ne réside plus dans la ville ronde et s’installe sur la rive orientale du Tigre. La capitale abbasside se déplace à Samarra, sous le règne du calife al Mu’tasim, qui prend en 833 la tête de la dynastie. En 865 cependant, le pouvoir retourne à Bagdad. La ville subit de terribles dommages au cours des siècles.
Aujourd’hui, seuls des plans théoriques de la ville nous sont parvenus, les fouilles étant impossibles, le site se trouvant sous les habitations d’aujourd’hui et du fait de la situation politique et militaire du pays qui freine les recherches archéologiques. Cependant, Bagdad, ville de pouvoir, ville cosmopolite, ville de savoir, a participé pendant des siècles à l’essor du monde musulman, d’un point de vue économique, intellectuel, scientifique, politique ce qui lui vaut sa renommée encore aujourd’hui.
Bibliographie :
- Encyclopédie islamique.
- Dominique Sourdel, L’Etat impérial des califes abbassides, Editions puf, 1999.
- Roger Arnaldez, Les grands siècles de Bagdad, Volume I, De la fondation de Bagdad au début du IVème au Xème siècle, SNED, 1985.
- Bagdad, volume spécial publié à l’occasion du mille deux centième anniversaire de la fondation, Leiden, Brill, 1962.
- Georges Salmon, Islamic Geography, Volume 86, Introduction topographique à l’histoire de Bagdad, 1904.
Notes :
[1Al-Ya’qûbî, Le Livre des Pays, édité et traduit par G. Wiet, Le Caire, 1937.
[2dem.
[3Idem.
[4Idem.

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THE broadest spectrum of parties ever to come together for political talks in South Africa gathers here today to plan a resumption of negotiations on the country's transition to democracy.

Ten months after multiparty talks broke down, the groups are returning to the table with a new sense of urgency. Three months of bilateral talks between the ruling National Party and the African National Congress (ANC) have cleared the way for a resumption of full negotiations.

"They're back at the table at last and this time there are more of them and the chemistry is looking good," says a Western diplomat monitoring the negotiation process.

Today's meeting, which will set a date for the resumption of full-blown multiparty talks, for the first time will include white right-wing parties and radical black rivals to the left of the ANC.

Participants are expected to include 23 delegations from 21 political groups - four more than the 19 delegations that attended the Convention for a Democratic South Africa, which deadlocked last May after five months of deliberations. Wide spectrum of parties

Among the attendees will be the militant Pan-Africanist Congress (PAC), which failed to reach agreement with the government in talks this week about the suspension of the armed struggle being waged by its radical military wing, the Azanian Peoples Liberation Army.

The right-wing Afrikaner Volks Unie, which broke away from the more hard-line Conservative Party last year, will take part in a six-party committee chairing the meeting. This marks the first direct involvement of a right-wing party in steering multiparty talks.

There is also cautious optimism that Chief Mangosuthu Buthelezi, leader of the Inkatha Freedom Party (IFP), is preparing to put his full weight behind multiparty talks.

Today's meeting will be attended by chief negotiators rather than political leaders. A delegation from the semi-autonomous KwaZulu homeland could provide the mechanism for the Zulu king, Goodwill Zwelithini, to attend the next round of talks.

There is still disagreement over the boundaries, powers, and functions of South Africa's regions and whether they should be bound in a federation or a looser arrangement. But consensus is growing among the parties that the new constitution will need to provide for a high degree of autonomy for regional governments to prevent secessions that could fragment the country.

In the past three months, the ANC has made major concessions in the direction of a federal-type system and ANC leader Nelson Mandela has gone out of his way to recognize the principle of self-determination in talks with white right-wing leaders.

Multiparty talks, which could be held this month, must reach agreement on the powers and functions of a Transitional Executive Committee (TEC), an independent Electoral Commission, and an independent Media Commission that will have the task of leveling the political playing field.

The TEC, a multiracial super-advisory body, will function with sub-councils that will establish multiparty management of the security forces during the run-up to the elections. The three commissions should be established by June, by which time the multiparty forum is expected to have agreed on an election date.

"I think by the time we get to July it will be all systems go for the election," says ANC Electoral Commission head Popo Molefe.

The talks take place in the wake of the March 2 massacre of six school pupils in the violence-racked hills around Pietermaritzburg, which has served as a grim reminder of the bitter war still raging between supporters of the ANC and the IFP in that province.

The killing of the pupils has evoked national outrage across the political spectrum and Law and Order Minister Hernus Kriel has offered an $80,000 reward for information leading to the arrest of those responsible.

Nobel peace laureate Archbishop Desmond Tutu visited the bereaved community with other church leaders yesterday in a bid to calm political passions and prevent revenge killings.

Figures published Wednesday by the Human Rights Commission, a civil rights group that monitors political violence, indicate that deaths this year from political violence have dropped to levels well below the 300-a-month average for 1992. Coalition government

Today's talks will take place against the backdrop of an understanding reached last month between the government and the ANC that the drafting of a democratic constitution after the first democratic ballot will be followed by a period of coalition rule lasting up to five years.

The coalition government will include all parties that win at least 5 percent of the vote. According to recent polls this is sure to include the ANC and the National Party and is likely to include the PAC, the IFP, and possibly the right-wing Conservative Party.

"One could say that the real challenge of the ballot will be about whether South Africa can hold a peaceful election rather than who will win the election," says Larry Garber, an official of the National Democratic Institute in Washington, which helps run a South African voter education program.

The major challenge prior to the election will be to educate an estimated electorate of 21 million - about 16 million of whom are blacks who have never voted before - in the basics of democracy and electoral procedures.

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Ce rapport porte sur une méthodologie qui permet d’évaluer la vulnérabilité des collectivités forestières aux impacts du changement climatique et aux risques associés au phénomène. Certaines collectivités sont particulièrement sensibles aux impacts du changement climatique et aux perturbations qui affectent la composition et la productivité de la forêt et qui interfèrent avec les agents responsables des processus de transformation de l’écosystème forestier (p. ex. les feux de forêt). Cette sensibilité particulière peut être due notamment à une faible capacité d’adaptation (« immobilité » relative des résidents, manque de diversité et d’autonomie économique, éloignement, etc.). Ce rapport définit certains des facteurs qui devraient être considérés dans l’évaluation de la vulnérabilité des collectivités forestières et décrit les paramètres que devraient suivre les spécialistes et les responsables locaux pour déterminer de manière systématique les principaux facteurs de vulnérabilité aux impacts du changement climatique. La première phase consiste à mobiliser la communauté pour établir les paramètres contextuels de l’évaluation, et à obtenir des données historiques et prospectives sur le régime climatique de la région. La deuxième consiste à interpréter ce qu’impliquent les effets prévus du changement climatique pour les forêts de la région et à déterminer les impacts sociaux et économiques qu’ils induiront sur divers plans : réserves de matière ligneuse; sources d’emplois et de revenus; augmentation du risque d’incendie forestier; viabilité économique des entreprises locales (changements structurels des marchés mondiaux); santé de la forêt; pêches, valeur esthétique du paysage forestier; qualité de l’eau et volume des réserves; activités traditionnelles et culturelles; activités récréatives; climat économique local. La troisième consiste à évaluer la capacité d’adaptation de la population locale, capacité qui dépend de plusieurs facteurs : prospérité, mobilité et niveau d’éducation de la population, réseaux sociaux, institutions, conception du risque en présence et ressources naturelles à disposition. Une importante considération est la capacité d’adaptation en termes individuels (ménages et entreprises) et collectifs (collectivité et économie locale). Par conséquent, le profil d’adaptabilité exact d’une région forestière donnée nécessite la prise de mesures à divers niveaux d’interaction. Il faut également souligner que la capacité d’adaptation peut varier selon qu’elle est évaluée sur le court terme (valeurs d’actif fixes) ou sur le long terme (valeurs d’actif variables). La démarche décrite dans ce document est un outil dont pourront se servir les collectivités pour recueillir l’information qui les aidera à déterminer les secteurs où elles sont le plus vulnérables aux impacts du changement climatique.
          A framework for assessing vulnerability of forest-based communities to climate change.   
Ce rapport porte sur une méthodologie qui permet d’évaluer la vulnérabilité des collectivités forestières aux impacts du changement climatique et aux risques associés au phénomène. Certaines collectivités sont particulièrement sensibles aux impacts du changement climatique et aux perturbations qui affectent la composition et la productivité de la forêt et qui interfèrent avec les agents responsables des processus de transformation de l’écosystème forestier (p. ex. les feux de forêt). Cette sensibilité particulière peut être due notamment à une faible capacité d’adaptation (« immobilité » relative des résidents, manque de diversité et d’autonomie économique, éloignement, etc.). Ce rapport définit certains des facteurs qui devraient être considérés dans l’évaluation de la vulnérabilité des collectivités forestières et décrit les paramètres que devraient suivre les spécialistes et les responsables locaux pour déterminer de manière systématique les principaux facteurs de vulnérabilité aux impacts du changement climatique. La première phase consiste à mobiliser la communauté pour établir les paramètres contextuels de l’évaluation, et à obtenir des données historiques et prospectives sur le régime climatique de la région. La deuxième consiste à interpréter ce qu’impliquent les effets prévus du changement climatique pour les forêts de la région et à déterminer les impacts sociaux et économiques qu’ils induiront sur divers plans : réserves de matière ligneuse; sources d’emplois et de revenus; augmentation du risque d’incendie forestier; viabilité économique des entreprises locales (changements structurels des marchés mondiaux); santé de la forêt; pêches, valeur esthétique du paysage forestier; qualité de l’eau et volume des réserves; activités traditionnelles et culturelles; activités récréatives; climat économique local. La troisième consiste à évaluer la capacité d’adaptation de la population locale, capacité qui dépend de plusieurs facteurs : prospérité, mobilité et niveau d’éducation de la population, réseaux sociaux, institutions, conception du risque en présence et ressources naturelles à disposition. Une importante considération est la capacité d’adaptation en termes individuels (ménages et entreprises) et collectifs (collectivité et économie locale). Par conséquent, le profil d’adaptabilité exact d’une région forestière donnée nécessite la prise de mesures à divers niveaux d’interaction. Il faut également souligner que la capacité d’adaptation peut varier selon qu’elle est évaluée sur le court terme (valeurs d’actif fixes) ou sur le long terme (valeurs d’actif variables). La démarche décrite dans ce document est un outil dont pourront se servir les collectivités pour recueillir l’information qui les aidera à déterminer les secteurs où elles sont le plus vulnérables aux impacts du changement climatique.
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          Centers of Excellence Commission Awards Funding Requests Totaling $2.26 Million   
By ND Commerce
The North Dakota Centers of Excellence Commission awarded funding requests for three Research ND grants, five Phase I Venture grants and one Base Realignment grant at its February meeting. The total funding request for the nine projects totaled $2,265,613.
 
The following requests were funded:
 
Research ND
 
  • NDSU Computer Science in partnership with Axelo, Inc. was awarded $103,458 to design and develop a low-cost, high reliability and high accuracy inertial measurement unit. These sensors will be used in unmanned aircraft systems and autonomous vehicles. 
  • UND Petroleum Engineering in partnership with McKenzie Energy Partners, LLC and Schlumberger was awarded $300,078 to build data models that will allow research of hydraulic fracturing and re-fracturing of wells in the Bakken and Three Forks formations. The results of the study will increase the level of oil recovery from these formations. 
  • NDSU Chemistry and Biochemistry in partnership with 3DIcon Corporation was awarded $150,000 to improve the yield and purity of the key ingredient required for an economical synthesis of cyclohexasilane an ingredient for making a variety of commercially important silicon-based materials and materials for lightweight batteries and lightweight solar cells. 
Phase 1 Venture Grant
 
  • UND Petroleum Engineering was awarded $99,932 to apply mathematical models to data from sensors in petroleum pipelines to determine the location and severity of blockages that may exist. 
  • NDSU Department of Pharmaceutical Sciences was awarded $100,000 to develop an antibiotic releasing, biodegradable putty to be used as a bone void-filler that will reduce infection associated with surgically or traumatically induced orthopedic defects. 
  • NDSU Electrical and Computer Engineering was awarded $100,000 to develop a low-cost portable embedded device to support advanced machine learning algorithms for real-time welding image processing. 
  • NDSU Electrical and Computer Engineering was awarded $100,000 to develop a Gallium Nitride based power converter that provides high efficiency and high power density that is more efficient than current silicon power semiconductor devices. 
  • UND Petroleum Engineering was awarded $100,000 to assess the business potential for an interactive software package suitable for performing data processing, modelling and simulation of unconventional shale oil reservoirs. 
Centers of Research Excellence Base Realignment Grant
 
  • UND Center for Innovation Foundation was awarded $1,212,145 for expenses involved in accessing the DASR-11 radar at the Grand Forks Air Force Base. The funds will purchase the necessary equipment and software and establish a temporary physical location to house the equipment and to serve as a base of operations. Funds will also be used to install and make the system operational and then begin providing radar observer services to the Northern Plains UAS Test Site and Grand Sky customers that will conduct research, training and beyond visual line of sight UAS operational activities. Customers include Elbit Systems of America, Northrop Grumman and General Atomics. 
Research ND promotes the development and commercialization of products and processes through industry/university research partnerships. Research ND provides matching funds to help companies pay for the university research.
 
The Venture Grant Program is a designed to help move university-developed technology into the marketplace through startup or spinout companies. The Venture Grant Program provides seed grants and matching funds to facilitate startup and spinout companies’ use of university technology.
 
Centers of Research Excellence Base Realignment Grants provide funding to provide grants to a research university or a nonprofit university-related foundation to enhance economic development and employment opportunities associated with the Grand Forks air force base.
 
The next deadline for Research ND and Research ND BIO and Phase 2 Venture Grant applications is May 19, 2017.
 
For additional information, please visit www.ResearchND.com.  

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          Inside Fargo, America's Most Undervalued Tech Hub   
By Fortune
Editor's Note: Congratulations to the many Fargo-area businesses mentioned in this article. Many of them have participate in ND Commerce programs such as Innovate ND, Centers of Excellence and Centers of Research Excellence, Research ND and the North Dakota Development Fund.

It gets 50 inches of snow a year and is so cold that its bikeshare moves inside for the winter. But its homegrown tech community is on fire.

The morning of Nov. 12, 2014 was well below freezing in Fargo, the largest city in North Dakota. By the time Shawn Muehler took the stage before an audience of 150, the theater, located just a few blocks west of the Red River, had warmed up. Entrepreneurs, students, professors and business leaders shuffled down the aisles with free cups of coffee. For the audience, it was time for Fargo’s 1 Million Cups, a robust startup community-building initiative from the Kaufman Foundation that’s a kind of church for entrepreneurs. For Muehler, it was time to talk about drones.

Standing on stage with one of his drones, Muehler—a Fargo native, Air Force officer, and seasoned pilot—had six minutes to present his business idea, the result of several months of white-board calculating, late-night brainstorming, and endless code tinkering. He described the collision risks found in an airspace that is increasingly crowded with aircraft and drones. The software that he and his small team of pilots, developers, and engineers wanted to build, he explained, would create a safety net for drone pilots, enabling them to track their unmanned vehicles in real time using existing cellular networks.

Muehler’s presentation was followed by vigorous applause and a round of questions. As is tradition at 1 Million Cups, the entrepreneur was asked one final query: “How can we as a community help you succeed?” And so he answered. Within five days, Muehler tells Fortune, he had five funding opportunities from people in the community. The ensuing $500,000 seed investment allowed him to double his workforce and move to a larger office downtown.

Last spring the company, now called Botlink, launched the beta version of its drone-tracking application, which it says is the world’s first commercially available drone safety and control platform. In June, Botlink announced a joint venture with Fargo’s power management company, Packet Digital, to raise $15 million on the same day that it co-hosted Fargo’s inaugural Drone Focus Conference. By this fall, the company had launched its first product: a piece of data-processing hardware that’s compatible with every drone on the market.

When I visited the Botlink office in September, the staff had just returned from a drone conference in Las Vegas where they’d run out of brochures the first day and flummoxed some West Coast startups who didn’t realize they had competitors in Fargo. Half-empty containers of drones now littered the floor around the reception desk, making the office look like the home of a robot family unpacking from a long trip. In the workshop down the hall, a plane with a 14-foot wingspan sat on a desk, and Muehler, wearing a Batman t-shirt, was one of the first to tell me what makes Fargo special.

Well before I arrived in Fargo, I’d heard about Silicon Prairie—the Heartland’s version of Silicon Valley—with noteworthy startup activity in larger cities like Omaha, Des Moines, and Kansas City. I knew Fargo was on the eastern border of the state, far from the oil activity in the Bakken region. I’d read that it’s home to the country’s third-largest Microsoft  MSFT 0.65% campus and nearly 30,000 college students. The average age of Fargo residents is 31. Its unemployment rate is among the lowest in the nation. I had already grasped enough about this city of 105,000 to easily dismiss the Siberia-esque picture painted in the 1996 Coen brothers film of the same name. I envisioned a burst of Technicolor popping from a vast expanse of plains.

The tech scene that I visited in September was markedly different from the one I had first heard about in 2013. Two years ago Emerging Prairie, a startup news and events organization, was beginning to establish itself; today it co-organizes wildly popular events such as 1 Million Cups, TEDxFargo, and a monthly gathering called Startup Drinks. Thanks to local startup Myriad Mobile, which spun out of a student-run incubator, Fargo has begun hosting the annual Midwest Mobile Summit. A nonprofit has started offering coding classes for women. Meetups have launched for hackers, gamers, developers, geeks, and even bitcoin enthusiasts.

Fargo companies are also beginning to appear in the national spotlight. Intelligent InSites, which provides tracking real-time operational intelligence for the healthcare industry, is experiencing explosive growth. So is Appareo Systems, a leader in electronic and computer products for the aerospace and defense industries. A handful of gaming companies have surfaced in the area; one is developing a virtual reality horror game and another is building a woodland survival adventure game called On My Ownfor Xbox One. A team from North Dakota State University has engineered an affordable, 3D-printed prosthetic arm. Two locals have started a funeral webcasting service. Another startup has developed an autonomous tractor.

With all of this activity, how does a place like Fargo end up as one of the most undervalued, overlooked tech communities in the United States? That’s why I wanted to meet Greg Tehven, the executive director and co-founder of Emerging Prairie and affectionately known as Fargo’s ambassador, when I visited the city this fall. On a warm Sunday afternoon, I found him at a community lunch for new Americans, set up for several hundred on a basketball court on the west side of town. Characteristic of the region, the wind blew like it was trying to prove something; strong guests sent naan cartwheeling across curry vegetables and off paper plates. Young Bhutanese girls danced barefoot on the asphalt in sequined dresses the color of Gerber daisies.

Tehven is a soft-spoken, dyed-in-the-wool millennial, a fifth-generation Fargoian who grew up on a farm and came of age during the Buffalo Commons era, when people debated a proposal to let buffalo take over the Great Plains. Tehven left Fargo for college, wandered around, felt unfulfilled and returned, determined to build the type of community he wanted to call home. Today, he travels around the country speaking about community-building and teaches social entrepreneurship in India.

“Barriers are being eliminated to contribute to the community here,” he told me. “People who have moved away know they can come back here and do things quickly.” He talked about a radically inclusive culture that has an extraordinary speed of trust. In economic terms, what’s happening in Fargo is that a magnetic downtown is attracting and retaining talent. But Tehven contends that it’s really about love.

“It’s about increasing the amount of love in our community,” he said, noting that it’s hard to be successful on your own. “There’s a co-dependence here.” He said people need each other, whether it’s for harvesting crops or recovering from a flood. If emotional support is absent, innovation will falter.

The next morning, I met Tehven at Prairie Den, a new coworking space in the center of town, above a Chinese restaurant called King House Buffet. Until this summer, it was run by Minneapolis-based CoCo, but they didn’t last a year, Tehven said, because they didn’t embrace the philosophy of giving before getting. Shortly after they left, the space was resurrected as the Den, a funky, art-filled workspace that’s home to Emerging Prairie and a couple start-ups. Hearing the story of this rebirth made me think of the new growth that quickly emerges in forests after controlled burns.

One of the reasons Emerging Prairie was created was to act as a publicity machine for locals who think it’s uncouth to celebrate one’s own achievements. The organization, which is in the process of becoming a nonprofit, now has a staff of four, including a writer, Marisa Jackels, who produces daily stories about the startup scene. She never runs out of content. Tehven has each new staff member read Startup Communities: Building an Entrepreneurial Ecosystem in Your City by Foundry Group co-founder Brad Feld.

If Fargo had to limit itself to a single story, it would be that of Great Plains Software, a fledgling startup built by North Dakotan Doug Burgum over nearly two decades and acquired by Microsoft in 2001 for $1.1 billion. Today, Microsoft is located on the south side of town and has grown to four buildings with more than 1,500 employees—the company’s third-largest campus in North America.

Burgum went on to found Kilbourne Group, a downtown redevelopment company, and co-found Arthur Ventures, a venture capital group that’s investing in software companies out of a $45 million fund raised in 2013. He’s as close to a godfather as the humble Fargo community will allow. Incidentally, it wasn’t until well after a conversation with a community leader named Joe—who started a downtown farmer’s market, worked on Uber-friendly legislation and is now building a giant mobile sauna—that I found out he was Burgum’s son.

Burgum said Great Plains employees focused on service and had a lot of humility and gratitude; he sees that today in the dozens of startups that employ Great Plains alumni. Like others, he told me that the region’s land and history play a role in today’s technology growth.

“Every farmer and rancher is an entrepreneur and tinkerer and inventor,” he said, “and there’s some of that DNA here. You wouldn’t have ended up here if you weren’t a risk-taker—moving your family from Sweden to a new land with no electricity and very little infrastructure.”

Shane Waslaski, president and CEO of Intelligent InSites, also grew up in the state and said the strong tech community in Fargo can be attributed to a pioneering spirit and an “altruistic desire to nourish each other.” Tenaciousness and perseverance are rooted in the heritage, he said.

From Prairie Den, Tehven and I walked around downtown, popping into offices and meetings unannounced and intercepting folks on Broadway and Roberts Street—as was his plan. I was reminded of the familiarity and ease with which students can have impromptu and rich conversations while walking across a college quad. Time and again, talking to Muehler and other entrepreneurs, I heard stories that made it easy to root for the underdog that is Fargo. I found a level of enthusiasm typically reserved for young political candidates offering hope and promising change. More than once, I saw someone get choked up talking about the place they call home.

We ran into Drew Spooner, a baby-faced serial entrepreneur who started the Hammock Initiative and speaks deadpan about the health benefits of swaying. He now has sponsors and a national following. Then we ran into the woman behind Unglued, a shop selling locally made crafts; and one of the brewers behind Fargo Brewing Company, which makes Wood Chipper India Pale Ale. Much of the day, Tehven, wearing jeans and flannel, walked around with a cup of coffee in his hand. He told me there’s a sense in Fargo that if you talk about something enough, it will become real—whether it’s a hammocking craze or a spontaneous tailgate party.

Among the challenges in a town with so much startup activity is making sure the entrepreneurs have enough support to get over the first-generation hump and maintain momentum even when the initial spotlight fades.

“In cities like San Francisco, Boston, New York, there’s a lot of experience and expertise,” said Miguel Danielson, another Emerging Prairie co-founder. “That’s great for entrepreneurs because it’s scary to do alone. So a lot of what we do at Emerging Prairie is try to bring these folks together.” He lovingly describes Fargo—remote, hundreds of miles from Minneapolis and Winnipeg—as a Gilligan’s Island of sorts. “You’re stuck with the folks you’ve got in the immediate vicinity, so you better be nice to them,” he said, adding that in a small place, he feels especially blessed when he finds others with common interests.

Danielson grew up in Fargo and left for college and Harvard Law School. If it weren’t for the startup culture—which is helping Midwestern communities fight brain drain–he may never have returned. After practicing in Cambridge for several years, he opened Danielson Legal in Fargo, specializing in technology law, and he created Fargo Startup House, where entrepreneurs can live for free.

In the next five years, Danielson predicts a more robust Fargo tech scene, with a few wild successes and some wild failures. When the city sees its first exit success story of this new era—someone who starts with nothing and ends up with hundreds of millions of dollars—he said that will be “one that looms in the minds of people forever.”

At the end of my day in Fargo, I returned to Prairie Den. Spooner was setting up hammocks for an evening event. An Emerging Prairie Tweet read, “We sway while we work.”

That night, I watched a video of Tehven’s TEDxFargo talk. He was speaking at the Fargo Civic Center in 2014, outside of which sits a stone slab with the Ten Commandments.

“The Coen brothers were wrong,” he told the audience. “It isn’t a place of barrenness. It isn’t a place of cold. It’s a place of the most amazing people in the world.”

The following week I had dinner back home with a friend who works in the technology industry, and I told him I thought he should move to Fargo. Yes, it’s a place that gets an average of 50 inches of snow a year, and it’s so cold that the bikeshare moves inside for the winter. But there’s a lot going on there, I told him. Shortly thereafter, I woke up from a dream in which I was on my way back to Fargo. In it, I was with someone—perhaps my tech friend—and felt a sense of urgency. Eager to find housing, I sped westward, not wanting to miss out.

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          UND, Sensurion Aerospace establish UAS Pipeline Program   
By UAS Magazine
A recent collaboration between Sensurion Aerospace and the University of North Dakota has resulted in a new unmanned aircraft system (UAS) Pipeline Program that’s designed to provide career-building opportunities for graduates of UND’s John D. Odegard School of Aerospace Sciences.

“We are thrilled to have access to top graduates from the country’s pre-eminent aerospace training program,” said Joe Burns, Sensurion CEO. “Our goal is to train and develop employees, retain top talent and grow future leaders.”

The Pipeline Program establishes a framework for broader collaborative efforts in the UAS arena, Sensurion said. A joint effort between the Sensurion Aerospace Training Department and UND Aerospace will formulate future curriculum recommendations, stay abreast of regulatory issues and partner on new education, training and internship programs.

“This is an excellent opportunity for our graduates, UND, and Sensurion,” said Al Palmer, director of UND Center of Excellence for UAS Research, Education, and Training.

“This will generate tremendous opportunities for both UND and Sensurion,” said Mark Hastings, chief UAS pilot, UND Aerospace. “We are excited to be at the forefront of the burgeoning field to UAS.”

In April, UND student, Kristopher Chacula, was presented with the first-ever UAS training scholarship. The scholarship, given to a senior graduating with a major in UAS, will provide both ground and flight training that is required for factory training in Sensurions’s MAGPIE MP-1.

“We recognize the hard work, the career-minded diligent efforts, and commitment to making the UAS industry the best it can be,” said Dan Johnson, Sensurion vice president for business development. “We sincerely value the relationship we have with UND and look forward to supporting their program and students for many years to come.”

Chacula’s training curriculum for the Minnesota-based company will include classroom instruction focusing on systems, operations and field maintenance; flight training that will put him side by side with a flight instructor at the controls of the MP-1; and operational training involving the aircraft’s Ground Control System.

Chacula is currently an intern with the Northern Plains UAS Test Site and was previously a console operator for UND and the National Aeronautics and Space Administration operating the International Space Station Agricultural Camera.

In March, Sensurion partnered with Blue-Chip UAS to provide UAS services across the oil and gas, wildlife, and agriculture and aerial photography industries under a U.S. Federal Aviation Administration UAS exemption.

Blue-Chip is prominent in the oil and gas industry right now, utilizing the Magpie to gain seismic collation data for oil and gas exploration.

“We have a client that we’re working with to monitor infrastructure—looking at well heads, oil pumps and pipelines—to look at some of the efficiencies,” said Clint Stevens, executive director and cofounder of Blue-Chip UAS.

The Magpie has a 6-foot wingspan, weighs 5.5 pounds and can carry up to five pounds of payload.

“What’s unique about this aircraft is that it’s the first FAA certified through its special airworthiness certificate, which they accomplished in conjunction with the Nevada Institute for Autonomous Systems test site,” said Stevens.

UND, Sensurion Aerospace establish UAS Pipeline Program - UAS Magazine

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          Wolfgang Back und Christoph von der Malsburg über Gesichtserkennung (13.03.2017, Heinz Schmitz)   

Prof. Dr. Christoph von der Malsburg ist einer der Pioniere der Gesichtserkennung durch Computer. Wolfgang Back kennt ihn schon seit der 1980-er Jahren. Die neusten Erkenntnisse der Bildanalyse, die Gesichtserkennung aber auch beim autonomen Fahren unerlässlich sind beschreibt der Wissenschaftler. Um das erfolgreich umzusetzen müssen Computer ähnlich dem Gehirn arbeiten. In seiner neuen Firma Platonite will diese Erkenntnisse in Software realisieren.


Das Video:
           EU Participation in the UNESCO Convention on the Protection and Promotion of the Diversity of Cultural Expressions: Some Constitutional Remarks    
Ferri, Delia (2005) EU Participation in the UNESCO Convention on the Protection and Promotion of the Diversity of Cultural Expressions: Some Constitutional Remarks. European Diversity and Autonomy Papers EDAP, 3. pp. 1-34. ISSN 1827-8361
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          Apple & other companies want Calif. DMV to change autonomous vehicle rules   
Apple & other companies want Calif. DMV to change autonomous vehicle rules

Dozens of tech companies, including Apple, Google’s Waymo and Tesla, have expressed their desire to see some changes in the California Department of Motor Vehicles’ self-driving car policies.

Apple, Waymo, Tesla and other companies like Uber, Lyft, Toyota and Ford recently submitted comments to the California DMV, which were then shared online. The suggestions range from deciding when a driver should take control of the self-driving vehicle to recommending paying passengers to be allowed to ride in autonomous vehicles.

Waymo, the self-driving car subsidiary of Google, said, “We’re encouraged by the DMV efforts to develop regulations for autonomous vehicles that would help California remain a leader in the development of self-driving cars. Waymo looks forward to deploying this life-saving technology in the state.”

Apple’s director of product integrity Steve Kenner said in a statement that the Cupertino-based tech giant wanted the DMV to make changes to three of its policies that relate to disengagement reporting, definitions and testing of vehicles without safety drivers.

The California DMV told reports that it is reviewing the public comments on the proposed self-driving vehicle regulations. In case it decides to make changes to the existing regulations, it will hold a fifteen-day public comment period to allow individuals and companies to weigh in.

Business: 
Technology: 

          Uber self-driving car chief stepping away from leadership role   
Uber self-driving car chief stepping away from leadership role

Anthony Levandowski, the controversial chief of Uber’s self-driving car project, is reportedly stepping away from the leadership role due to a lawsuit filed by Google’s autonomous car unit Waymo.

Levandowski announced that he was stepping away from the leadership role and would no longer be working on projects related to LiDAR technology and will instead concentrate on security and safety.

Announcing his decision, he added, “Making this organizational change means I will have absolutely no oversight over or input into our LiDAR work. Going forward, please make sure not to include me in meetings or email threads related to LiDAR, or ask me for advice on the topic.”

Waymo’s lawsuit alleges that Levandowski, who played a key role in Waymo’s success in developing the autonomous car technology, stole thousands of technical files from its servers and left the company.

Levandowski later founded his own autonomous truck business called Otto, which was later acquired by ride-hailing firm Uber. The Google subsidiary alleges that Uber’s autonomous cars are based on its stolen technology.

Business: 
Companies: 

          Waymo offering free rides to people in its self-driving minivans   
Waymo offering free rides to people in its self-driving minivans

Google Inc.’s self-driving car unit Waymo is offering free rides in its autonomous minivans to people in the greater Phoenix metropolitan area of Arizona, the company has confirmed.

Waymo announced that it’s offering its services to members of the public as part of its “early rider” program. The program is intended on cataloguing how autonomous cars will factor into everyday lives’ of people.

Interested people can sign up on Waymo’s official website, and the company will chose riders depending on the kinds of free trips they want to take as well as their willingness to use autonomous vehicles as their principal mode of haulage.

John Krafcik, chief executive of Waymo, said, “We want as many people as possible to experience our technology, and we want to bring self-driving cars to more communities sooner.”

Krafcik also made it clear that a test driver will be behind the wheel during the ride. However, he insisted that the vehicle will drive without any human intervention as long as possible.

The free rides are currently available only to residents of Phoenix and its surrounding towns, such as Chandler, Gilbert and Tempe.

Technology: 
Companies: 

          Waymo couldn’t be more wrong: Uber argues   
Waymo couldn’t be more wrong: Uber argues

Ride-hailing giant Uber Technologies Inc. continues to insist that the laser sensor technology that is being used in its self-driving cars has nothing to do with Waymo’s allegedly stolen laser sensor technology.

As per new filings in connection with the federal lawsuit alleging the theft of trade secrets, Uber attorneys claimed that Google’s self-driving unit Waymo is using a single-lens Lidar, while Uber is using a four-lens technology.

In the new filings, Uber attorneys wrote, “This fact alone demonstrates the misguided nature of Waymo’s request for ‘extraordinary and drastic relief,’ Waymo could not be more wrong, and Uber’s design could not be more different.”

The dispute started in February when Waymo filed the suit alleging that its former employee Anthony Levandowski stole 14,000 technical files from the company’s servers and launched his autonomous truck business called Otto, which was later acquired by Uber.

Uber called Waymo’s legal action a “baseless attempt” to hold back a competitor.

However, earlier this week, the judge presiding over the case indicated that Waymo’s request for a preliminary injunction might be granted. In that situation, Uber will have to stop testing its autonomous cars.

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          Extremisten sollen von G-20-Gipfel ferngehalten werden   
Berlin (dts Nachrichtenagentur) - Die Sicherheitsbehörden von Bund und Ländern wollen verhindern, dass gewaltbereite Extremisten zum G-20-Gipfel nach Hamburg reisen. In den vergangenen Wochen hat sich das Gemeinsame Extremismus- und Terrorismusabwehrzentrum (GETZ) in Köln mehrmals mit einschlägig bekannten Linksautonomen und Rechtsradikalen beschäftigt, berichtet der "Spiegel". Polizei und Verfassungsschutzämter verabredeten eine Reihe von Maßnahmen.

Kurz vor dem Treffen der Staats- und Regierungschefs am kommenden Wochenende wird es demnach gezielte "Gefährderansprachen" geben; zudem sollen Meldeauflagen und Betretungsverbote verhängt werden. Besprochen wurden auch Observationsmaßnahmen und Telefonüberwachungen. Obwohl es bislang keine Hinweise auf Anschläge oder eine Mobilisierung in der islamistischen Szene anlässlich des G-20-Treffens gebe, werde man in Einzelfällen auch dort die Überwachungsmaßnahmen hochfahren.


          No Muos: partita la manifestazione per le strade di Niscemi   
  Il movimento No Muos riparte da Niscemi. Sono circa 300 le persone che si sono già radunate in largo Marinnuzza per la manifestazione che si terrà per le strade del paese, mentre si attende ancora l’arrivo di un pullman da Catania e di altri manifestanti che in maniera autonoma raggiungeranno Niscemi.  Quello di oggi è un […]
          Customer Service Representative - De La Fontaine - Quebec   
In addition to having strong technical expertise in construction , the successful candidate is also structured, disciplined and very autonomous ....
From De La Fontaine - Thu, 29 Jun 2017 07:39:51 GMT - View all Quebec jobs
          Non chiamateli magazzini   

articolo tratto da http://www.volpescase.it


Una fortuna imprenditoriale è sempre anticipata da una capacità di visualizzazione creativa. L'intuizione, a volte, è superiore alla ragione ed è più grande del sapere.
Nessuna pianificazione, seppure raffinata, potrebbe sostituire un'unica intuitiva scintilla di genialità. Appartiene a questa elite di sognatori e cultori di utopie, anche Luigi Giovanni Carcano. L'imprenditore Varesino, e' infatti colui che, tra lo scetticismo generale, ha importato dagli stati uniti, un semplice quanto innovativo business, il self storage. Stiamo parlando di veri e propri "Hotel delle Cose", strutture extra large a cinque stelle che permettono di riservarsi la propria "suite"(minimo 2,5 metri quadrati fino ad oltre 100 metri quadrati), sicura ed areata, dove riporre tutto ciò che si vuole. Ogni singolo utente è?r dotato, come nei grandi alberghi, di una carta magnetica personalizzata, che gli permette di disattivare l' allarme del proprio spazio e accedere autonomamente e con orari flessibili sei giorni su sette. Il sottofondo di musica classica nei corridoi ampi e illuminati rende ancora più gradevole l'atmosfera. La sicurezza è garantita da telecamere a circuito chiuso, sofisticati sistemi di allarme e da pattugliamenti notturni della vigilanza.
CaSaforte L'hotel delle Cose, offre inoltre, una vasta gamma di servizi accessori, come ad esempio la copertura assicurativa, la vendita dei materiali di imballaggio necessari per conservare i propri beni in deposito e soprattutto il trasloco. l servizio si rivolge per il 60 per cento alle famiglie e single che sono in cerca della casa o la stanno ristrutturando. Il restante 40 per cento è diviso tra commercianti con surplus di magazzino, notai e avvocati che nelle stanze hanno organizzato i loro archivi, studenti fuori sede, associazioni ed istituzioni.
L'invenzione più originale è comunque un'altra: il sistema "Panta Rei"ovvero un self storage a domicilio. Prendendo spunto da Eraclito di Efeso, CaSaforte self storage, ha progettato una serie di contenitori da ben 17 metri cubi, che si muovono su rotaie. Il cubo viene portato al domicilio del cliente, lui lo riempie con calma e dopo qualche giorno tornano a prelevarlo. La sera questi 300 cubi vengo assemblati in un unico "blocco" inaccessibile.
Sicuramente, se 30 anni fa, ci avessero parlato di ricevere a casa una pizza a domicilio, avremmo trovato l'idea tanto innovativa quanto bizzarra, oggi è la regola, e lo sarà anche per il self storage.

          Escocia - Parte 2   
En enero de 2012 el Gobierno autnomo de Escocia anunci que en 2014 habr un referndum para decidir si los escoceses quieren o no separarse ... tags: autonomobretañacastellanoescociaespañolgobiernoiránEscocia - Parte 2
HispanTV
          Venezuela y Cuba, un matrimonio con dolores de cabeza   
Venezuela y Cuba, un matrimonio con dolores de cabeza
El chavismo ha perdido totalmente el rumbo. La Habana tiene la llave
para frenar la descomposición del régimen. Pero pesan viejas internas y
necesidades políticas.
Marcelo Cantelmi

Revolución Cubana
"Las cosas revelan su verdadera índole al final de sus días" Walter Benjamin

El mayor problema en torno a la crisis de Venezuela es Cuba. No lo es
así en el sentido que se cita con frecuencia respecto a un alineamiento
automático y nítido entre esos dos países que configuran una alianza que
ha tenido más dificultades de lo que supone o se sabe. O la noción más
arriesgada de que es La Habana la que dirige la pesadilla chavista. La
idea del problema cubano en la realidad venezolana se establece en una
dimensión por encima de esas miradas donde conviven tensiones y
movimientos anárquicos fuera de cualquier dirección. Para la isla
antillana, que reconoce su propio destino en problemas, implica la
confrontación con un asociado que se va desmarcando hasta límites de
incomodidad tanto por el dato realista de que no es imitable hoy el
régimen que hizo posible la revolución cubana -ni siquiera para los
cubanos-; como también por la deriva, mucho menos ideológica que
puramente corsaria, que rige al modelo venezolano.

Con la historia es posible hacer muchas cosas menos negar su dinámica.
La isla comunista esta pujando por coexistir con una apertura
capitalista tutelada, al estilo de Vietnam o China, arrastrada por una
crisis que si no se la identifica con claridad será la lapida del
proyecto y sus tripulantes. La gerontocracia cubana en ese sentido ha
probado que no es estática y entiende de precipicios. No sucede lo mismo
con su socio caribeño.

El vínculo de La Habana con Caracas está mediado por esa crisis. La
Venezuela de Hugo Chávez proporcionó con su herramienta de Petrocaribe
una ayuda económica espectacular a la isla que relevó y emuló en
proporción a la que le brindó la Unión Soviética. Lo hizo con el envío
diario de 100 mil barriles de petróleo que el régimen comunista
utilizaba en parte y vendía el remanente.

El doble desastre venezolano de la caída en picado del precio del crudo
y la ineficiencia espectacular de la gestión administrativa que desplomó
a la petrolera estatal pese a las extraordinarias reservas del país,
obligó a reducir sensiblemente esa ayuda. Hoy se cifra en menos de la
mitad de lo que era en el auge chavista. Esta es una de las razones,
junto con la convicción de que no existe salida posible para Venezuela,
lo que llevó a Cuba a buscar una negociación histórica con EE.UU. que
rompiera décadas de aislamiento para obtener inversiones urgentes y
cruciales.

Es interesante notar aquí que la ayuda venezolana tenía un propósito más
complejo que el proclamado auxilio al aliado. Esa potente presencia
configuraba un muro desde la perspectiva chavista a los enamoramientos
de los aperturistas cubanos, Raúl Castro particularmente, con la noción
de que las rigideces del modelo de la revolución debían admitir formas
más pragmáticas. El líder bolivariano se ocupó claramente de sostener el
status quo recortando la autonomía de estos aperturistas mano a mano con
los conservadores por medio de esos fondos.

No es extraño que en la historia de la alianza entre ambos países
aparecieran en Caracas con frecuencia personajes peculiares del poder
cubano como Ramiro Valdéz, un dirigente histórico, resistente a los
cambios y distante de cualquier acercamiento con EE.UU., o cambio de
modelo incluso en el molde de los "primos" comunistas asiáticos. Este
hombre que llego a detentar cargos públicos en la Venezuela de Chávez,
sostenía una muy compleja relación con Raúl Castro, a quien le torpedeó
a lo largo de la historia parte de sus protegidos, algunos de ellos de
marcada prosapia revolucionaria.

La crisis económica en ambos países y la mundial, desarmó a puro
realismo todo ese tinglado de internas. Es así que aun con las decisión
de Donald Trump de atacar el deshielo con la isla, un paso que
fortaleció a los halcones, Venezuela continua siendo y en proceso
agravado, una piedra en el camino futuro de Cuba que ya no puede volver
atrás.

A su vez, el plano inclinado de la descomposición del régimen chavista
se acelera por el dato sencillo de las necesidades no cubiertas de la
población. No es solo la garra de la inflación que este año alcanzaría
1.600%. La violencia se ha enseñoreado en el "paraíso" venezolano con
una tasa nacional de asesinatos de 91,8 sobre 100 mil habitantes que en
Caracas se eleva a 130/100.000. Como referencia, solo observar que en
México, con su historia de guerra entre bandas narcos, el nivel es 17
sobre 100 mil. La gente que gana un básico mensual de US$24 esta
expuesta a enfermedades como tuberculosis, malaria o difteria que
regresan por la ausencia de medicinas y asistencia púbica.

Quienes protestan en la calle lo hacen impulsados por este drama
cotidiano. Esa batalla alimenta una conciencia colectiva libertaria
cargada de la misma épica que marcaron las luchas contra las dictaduras
militares en los' 70 o contra el tirano Fulgencio Batista en Cuba o
Tacho y Tachito Somoza en Nicaragua. Todo el escenario es ya un fangal
ideológico para los patrocinadores del chavismo atenazados por la
amenaza de la repetición del reivindicado caracazo de 1989 contra los
ajustes del FMI. Para complicar aún más su imagen y aguar el discurso
revolucionario, entre brumas y silencios el régimen acaba de acordar con
Goldman Sachs la venta de US$ 2.800 millones en bonos garantizados por
la petrolera PDVSA a un precio de US$895 millones: irrisorios 31
centavos por dólar.

Sin salida, el gobierno de Nicolás Maduro se ha endurecido y esta semana
generó un zarpazo adicional sobre los focos cuestionadores del régimen,
en particular la fiscal general Luisa Ortega Diaz. A esta chavista
cerril que avaló la condena contra el preso político Leopoldo López,
ahora enardecida con el régimen, le prohibieron salir del país y le
decretaron una competencia de sus funciones con el defensor del pueblo,
de verticalidad total con la nomenclatura . Son pasos previos a la toma
total del poder con el atajo de la reforma constitucional que tendrá
efecto a partir de la votación de los constituyentes del 31 de julio.

Desde ese día todos los organismos del Estado, incluyendo al Parlamento
de mayoría opositora, quedarán en un limbo y Venezuela devendrá en una
autocracia sin dobleces. Es una expresión de fuerza pero no de
autoridad, una contradicción que Max Weber observó con agudeza al
definir que la dominación legítima rige cuando la autoridad es
reconocida y aceptada. Sin esa dominación el poder se mantiene por la
vía de la coerción sobre los individuos para persuadirlos de que carecen
de poder propio y por lo tanto necesitan de quien haga las cosas por ellos.

Cuando ese vínculo siniestro, típico de las autocracias, se deteriora
cae la colaboración de los que obedecen y las resistencias se
multiplican. Vacío de autoridad el poder apela entones a un mayor
hostigamiento para aferrarse al mando. Es lo que ocurre hoy en Venezuela
con la rebelión popular y la masacre represiva, un fenómeno que el
régimen intensificó con el relevo reciente de los jefes militares por
figuras muchos más inclementes.

La realidad prueba que no hay salida para estas crisis, más allá de lo
que puedan extenderse. Cuba puede operar para modificar el escenario
antes de que sus consecuencias se tornen inmanejables, pero está
atrapada por sus propias tensiones internas en las que la cuestión
venezolana define también los rumbos futuros de la isla. El régimen
castrista renueva el año que viene sus autoridades políticas y hasta
entonces la puja ente las dos veredas se acelerará hasta determinarse la
profundidad de ese cambio que, se verá hasta qué punto, correrá del
poder al hermano menor de Fidel. En esa línea, el abismo venezolano es
una baza para los enemigos del deshielo. El mismo resultado que alienta
a los anticastristas de Florida que impulsaron a Trump a entrecerrar esa
puerta histórica.

Source: Venezuela y Cuba, un matrimonio con dolores de cabeza -
https://www.clarin.com/mundo/venezuela-cuba-matrimonio-dolores-cabeza_0_rye_TLEVW.html
          Centrale Montemartini   

immagine

Un posto di quelli inaspettati. Di quelli che improvvisamente appaiono negli angoli più insoliti di questa città, e che fanno pensare a come a volte il tessuto urbano possa essere sfruttato al di la delle sue originali vocazioni.

Tra le altre una mostra di immagini da vedere, ma in questo caso associate ad opere di altro genere: sculture classiche e istallazioni multimediali in un luogo insolitamente meraviglioso. Vi allego la descrizione fatta sul sito ufficiale ed il link alla home page del museo.

15 Dicembre 2006 - 18 Febbraio 2007

Arterritory. Arte. Territorio. Memoria.

La Centrale Montemartini di Roma accoglie "Arterritory. Arte, Territorio e Memoria", una collettiva di 22 artisti selezionati per rappresentare un nuovo punto di vista, una nuova coordinata geografica capace di orientare e rafforzare il comune bisogno di appartenere ad un luogo e ad una cultura specifica.

Ideata da Dominique Lora e curata da Dominique Lora e Simona Cresci, la mostra Arterritory nasce come percorso interattivo che raccoglie frammenti di luoghi e coagula la visione dell'artista con l'esperienza degli spettatori. L'arte racconta come la realtà metropolitana continui a mutare e a spostare i suoi confini disegnando una mappa virtuale di memorie urbane e identità locali. Il motore dell'iniziativa parte ancora una volta dal desiderio di avvalersi del potere dell'immagine come forma di conoscenza autonoma in grado di penetrare l'intima essenza delle cose, in questo caso di luoghi abitati e vissuti.

La Centrale Montemartini rappresenta in tal senso il luogo ideale per la realizzazione di Arterritory, per la singolarità del luogo come esempio unico di dialogo tra archeologia industriale e statuaria antica. Il museo si configura come un'istituzione di raccordo tra la collettività e il territorio, che coinvolge il visitatore in un progetto più ampio di formazione dell'individuo, come cittadino responsabile di una società complessa e in continua evoluzione. Il carattere inusuale dato dalla contaminazione provocata all'interno degli spazi della Montemartini mira ad una riflessione sul recupero dell'antica fabbrica ma anche di tutta l'area urbana dell'Ostiense, da tempo oggetto di svariati interventi di riqualificazione.

La selezione è scaturita dalla ricerca specifica di questi artisti nell'ambito delle relazioni oscillanti tra spazio/tempo/uomo.
Le opere di pittura e scultura, installazioni e video art sono realizzate in una dimensione che comprende visioni del passato e del futuro nel segno di un'identità collettiva.

L'obiettivo principale di questa mostra è quello di coinvolgere il maggior numero di spettatori per mezzo di un esteso programma didattico pensato ad hoc per ogni fascia di età: giovedì per le scuole, sabato e domenica per i bambini (family day) e gli adulti (incontri con gli artisti e con la curatrice, percorso di archeologia industriale nel museo e nel territorio ostiense).

Artista/i

Maddalena Ambrosio, Matteo Basilé, Angelo Bellobono, Botto & Bruno, Paolo Buggiani, Tommaso Cascella, Andrea Chiesi, Giacomo Costa, Rocco Dubbini, Flavio Favelli, Carlos Garaicoa, Keith Haring Subway Drawings, Daniele Jost, Rafael Pareja, Marina Paris, Alex Pinna, Giuseppe Perone e Lucio Perone, Davide Sebastian, Spacexperience Stalker, Adrian Tranquilli, Massimo Vitali

Curatore/i

Dominique Lora e Simona Cresci

 

Centrale Montemartini

Via Ostiense 106 - 00154 Roma

Orario Martedì-domenica 9.00-19.00; 24 e 31 dicembre 9.00-14.00 (la biglietteria chiude mezz'ora prima)

Giorni chiusura Lunedì, 25 dicembre, 1 gennaio, 1 maggio

 

Biglietto d’ingresso

€ 6.00 intero; € 4.00 ridotto

Informazioni e prenotazioni tel. 06 82059127 (tutti i giorni ore 9.00 - 19.30)

http://www.centralemontemartini.org/

(Fotoraccontare)


          EDC (Every Day Carry) Coisas úteis para todos os dias,   
    EDC é uma prática cada vez mais comum. Muita gente já faz isso, mesmo sem saber que tem nome.
    As suas chaves, celular, documentos, dinheiro, cartão de crédito, são coisas que já levamos todos os dias. Para as mulheres isso é ainda mais comum.
    Bolsa de mulher tem de tudo: escovas de cabelo, batom, rímel, desodorante, agenda de papel (mesmo com a agenda do celular), absorvente, balinhas, chocolate, lencinhos humedecidos, álcool em gel, água, guarda-chuva e muito mais.
    Todos nós temos que carregar coisas que nos são úteis no dia-a-dia, assim a cultura do EDC tem cada vez mais adeptos. Os mais avançados na técnica conseguem carregar muita coisa, não só para uma necessidade corriqueira, mas em alguns casos para situações de emergência, como máscara de poeira, comprimidos de iodeto de potássio para contaminação radioativa, lona para construir um abrigo de emergência mesmo em ambiente urbano, filtro de água e as mais variadas combinações de equipamentos para um possível "Ataque Zumbi".
    Após alguma pesquisa, entre muitas sugestões de EDC's na internet, atualmente carrego diariamente alguns itens que fazem parte das minhas atividades diárias, ou uma emergência bem possível.


  Segue descrição do meu kit EDC:
    1. Carteira Victorinox. Bem resistente, já tem mais de 1 ano de uso e não apresenta nenhuma marca de desgaste.
    2. Kit de Lockpick. Em algumas ocasiões já precisei abrir a porta da minha casa pois a chave ficou dentro.
    3. Tubo estanque marca "EDC Gear". Feito em alumínio e pintado na cor laranja de fácil visualização. É usado para guardar com segurança e à prova d'água os seguintes itens:

  • "Band-Aids" da marca Nexcare (3M) resistentes a água
  • Fósforos
  • Cotonetes
  • Lixa de unha pequena
  • 4 Comprimidos de Clor.in para purificar 1 litro de água cada um
  • Pequeno kit de costura
  • Duas bolinhas de algodão
  • Kit de Lockpick
    4. Lanterna Fenix HL 10. Esta pequena lanterna vem com um suporte para ser utilizada como lanterna de cabeça, mas permite ser utilizada separadamente. Possui sua lente em um angulo de 90 graus com relação ao corpo. Utiliza apenas uma pilha palito mas ainda assim emite um facho de luz com respeitáveis 50 Lumens. No modo mais econômico emite cerca de 3 Lumens e tem autonomia de até 30 horas.


    5. Isqueiro Bic Mini com "Silver Tape" em sua volta. Acredito que não seja necessário explicar a função de um isqueiro entretanto a fita adesiva tem milhares de utilidades no dia-a-dia. 
    6. Celular com varios aplicativos de uso diário como: e-mail, GPS, Navegador de Internet, MP3 player, máquina fotográfica, filmadora, Facebook, Zap Zap (WhatsApp). Este modelo de celular é também resistente a água e pode ser até mesmo submerso em 1 metro de água. Sua bateria tem autonomia de até 1 semana com pouco uso ou cerca de dois dias inteiros em uso normal.
    7. Relógio com: Bussola, Altímetro, Barômetro, Termômetro, Cronômetro e até mesmo mostra as horas.
    8. Canivete multifunção Leatherman Wave. Esta magnifica ferramenta é muito útil diariamente, possui muitas utilidades como: Alicate de ponta fina, Alicate de corte, Decapador de fios, Lamina lisa, Lamina serrilhada, Lima, Tesoura, Serrote, Chave Philips média, Chave de Fenda média, Chave philips micro, Chave de fenda Micro (ótima para apertar parafuso de óculos), Abridor de latas, Abridor de garrafas, Régua de 8 polegadas, Régua de 20 centímetros.
    9. Pulseira de sobrevivência com: cerca de 5 metros de cordelete de paraquedas que suporta até 150Kg. Possui também um apito de emergência na fivela e ainda uma pequena pederneira de magnésio para acender fogo.

    Agora que você já sabe que todas as tralhas que carrega podem ser organizadas em um kit EDC acredito que não tem mais motivo ficar de fora.

    Obrigado pela visita.

Walgran e família.


          Lanterna Petzl Tikka RXP - Iluminação como você nunca viu.   
    Existem algumas inovações tecnológicas que não somente agregam facilidades e conforto, como aumentam muito a eficiência de dispositivos que nos parecem tão triviais como uma lanterna.



    Estamos falando da Lanterna de cabeça fabricada pela Petzl, modelo Tikka RXP, que é parte da linha Performance de iluminação desta marca francesa.




    A grande inovação deste produto é a chamada Iluminação Reativa, que permite que a lanterna auto ajuste a sua intensidade de acordo com a necessidade, ajudando a reduzir o consumo de energia e aumentando a autonomia da bateria. Na imagem acima podemos ver que a frente da lanterna possui 4 lentes: um sensor de luz; um farol baixo, com distribuição difusa e horizontal da luz; um farol alto, com foco bem dirigido e profundo e um farol vermelho.
    Quando você está lendo um mapa, a luz reflete no mapa e retorna para seus olhos, retornando também para o sensor que automaticamente reduz a intensidade da iluminação, bem como utiliza uma iluminação mais difusa e suave, facilitando a leitura. Nesta situação a intensidade é da ordem de 7 lumens. Este modo é mais do que suficiente para procurar coisas dentro da mochila, bem como qualquer outra tarefa dentro da barraca.





    Quando você levanta a sua cabeça e olha para um caminho mais distante do que o mapa, a luz que é refletida de volta para os seus olhos é drasticamente reduzida, sendo também percebida pelo sensor da lanterna que automaticamente aumenta a intensidade luminosa, bem como utiliza um combinação de fachos difusos e focados, aumentando a intensidade a até 215 lumens. Sendo que esta combinação de fachos permite uma perfeita visualização do caminho mais próximo dos seus pés, bem como o foco dirigido permite uma clara visão do caminho em distancias superiores a 150 metros.
    Toda esta variação de intensidade acontece de forma contínua e proporcional, suavemente variando entre o feixe de luz difuso e o farol dirigido de forma linear e suave.



    A iluminação com capacidade de atingir 215 lumens é algo realmente útil. É muita luz e o mais importante: A qualidade do conjunto óptico é incrível. Não existem manchas ou anéis no foco de luz. As lentes possuem difusores "Fresnel" e sua qualidade garante uma homogeneidade de luz que nunca vi em uma lanterna. Parece o foco dos farois de Xenon dos mais sofisticados carros importados.

    Um toque no botão superior permite alternar entre 3 níveis de intensidade máxima, ou seja, em todos os 3 modos a menor intensidade é de 7 lumens, mas a maior intensidade pode ser selecionada entre os 3 níveis, evitando ofuscamentos por luz em demasia, bem como mantendo a autonomia das baterias.
    O video abaixo está em inglês mas mostra o funcionamento desta tecnologia em mais detalhes.




    Como se não bastasse tudo isso, ela ainda tem outras surpresas. Você pode selecionar com um botão na lateral entre 3 modos: Reativo; Constante e Vermelho.
    O modo Reativo é o que acabei de explicar.
    O modo Constante desativa o sensor de luz e permite a iluminação com intensidade regulada, ou seja não varia de acordo com a carga da bateria, mas a intensidade é mantida com um valor de lumens continuo. Este modo também possui 3 níveis de intensidade estáticos e selecionáveis manualmente pelo botão superior.
    O modo vermelho é utilizado para sinalização, mas sua principal função é de não ofuscar nossos olhos, mantendo a visão noturna. Imagine que você está apreciando a noite com a luz de uma grande lua cheia, mas precisa pegar algo dentro da mochila. Se você acender uma luz branca, suas pupilas irão de contrair e sua visão noturna será grandemente reduzida por muitos minutos depois que você apagar a lanterna. Com a utilização da luz vermelha, suas pupilas terão apenas uma pequena variação e após o desligamento da lanterna, a sua sensibilidade a luz da lua estará pouco reduzida, eliminando a cegueira temporária até a acomodação dos seus olhos à luz natural.
    Além de tudo isso já mencionado, ainda tem mais... Acompanha o produto uma bateria inteligente de Lítio de 1800mA/h que pode ser recarregada por uma porta USB. O tempo de carga é inferior a 5 horas, mas o mais incrível é que esta porta USB pode ser conectada a um computador e com a utilização de um aplicativo, que pode ser baixado gratuitamente no site da Petzl, podemos programar como queremos que a lanterna se comporte. Isso mesmo, podemos programar como queremos que cada modo utilize as baterias, ou até qual distância queremos iluminar. Notem na imagem abaixo que você pode ajustar cada um dos 3 níveis, tanto para o modo Reativo, como para o de luz Constante. É possível escolher uma autonomia desejada em horas e ele vai calcular quanto de intensidade máxima será possível para garantir este tempo de trabalho. No meu caso eu já ajustei o nível de intensidade mais baixo para uma autonomia de 20 horas ao invés de 10 horas que era o padrão. Ainda assim, acredito que mesmo no modo econômico, seja bem forte para os trabalhos normais no acampamento.
    Ao final da carga da bateria em qualquer dos modos, existe ainda uma carga de segurança, onde a lanterna ainda possui capacidade para mais 1 hora de funcionamento na intensidade de 7 lumens. Isto para não te deixar na mão no meio de uma atividade.
 

    No modo econômico e com uma utilização de cerca de 4 horas por noite, ainda teremos uma autonomia garantida de 5 noites, podendo chegar a 10 noites antes de precisar de uma recarga, que pode ser feita facilmente com um carregador solar ou um modulo de bateria com saida USB, caso você não possua uma tomada por perto, isso em menos de 5 horas.

    Ainda com tudo isso, esta maravilha pesa apenas 115 gramas, ou seja, é muito leve se comparada a outras lanternas de mão. É claro que é pesada se comparada com minha outra lanterna da Petzl a e+lite que pesa apenas 27 gramas e uso como backup, as duas estão na minha mochila.

    Espero que vocês tenham gostado da novidade.
    Deixem seus comentários.

    Walgran e família.


          8 Bugigangas de Alta Tecnologia   
   Este post é dedicado aos "Nerds" que inventam tecnologias que podem ser até excêntricas hoje, mas que logo serão uma realidade nos campings e trilhas tupiniquins.


Sawyer Squeeze Water Filter System Água limpa com a facilidade de apenas encher o frasco flexível e espremer a água através do filtro. Vem com 3 frascos e é ultra leve e compacto quando vazio.

Petzl E+LITE® Ultra-compact emergency headlamp Esta lanterna de cabeça ultra compacta e leve, pesa apenas 27g, mas nem por isso faz feio. Sua bateria de Lítio (CR2032) em forma de botão é do tamanho de um botão de calça jeans, mas produz um facho de luz de 26 lumens e dura 30 horas. Ideal para se ter no porta luvas do carro, pois pode ser armazenada por até 10 anos com a pilha dentro. Ainda por cima é à prova d'água em até 1m.

CamelBak All Clear Bottle Encha o recipiente com água de origem duvidosa. Acenda a luz Ultra Violeta na tampa e agite por 60 segundos para ter água esterilizada. Utilize uma porta USB para carregar a bateria que suporta 80 "esterilizadas". Ideal se combinado como "Squeeze Water Filter" para filtrar antes de esterilizar.

Handspresso Wild Hybrid Esse foi o mais surpreendente que encontrei. É uma maquina de café expresso portátil. Basta bombear um êmbolo no cabo ate que o manômetro indique a pressão correta, Adicione água quente e o "sachet" de café, capuccino, chocolate e etc, segure sobre o copo e aperte o botão para liberar o ar com pressão. 

BioLite Campstove with Portable Grill Por incrível que pareça, isto abaixo é um fogão portátil com grill para acampamentos. Tem uma capacidade térmica bem alta, pois esta parte cor de laranja tem um ventilador para "avivar" o fogo. O mais peculiar deste equipamento é a fonte de energia elétrica para o ventilador: O próprio fogo! Ele utiliza um sistema que converte a diferença de temperatura entre dois lados de uma placa em energia elétrica. Exatamente o oposto, mas utilizando o mesmo princípio das geladeiras termo elétricas, utiliza o efeito "Peltier". Tem ainda uma saída USB para carregar algum dispositivo como um Smartphone ou lanterna.

Meet Earl Survival Tablet Este tablet de sobrevivência é incrível. GPS, Sensor Climático, Barômetro, Termômetro, Bússola, Rádio AM/FM/OC/OL, Carregador Solar, Bluetooth 4.0, Rádio "Walkie-Talkie" intercomunicador para até 20 milhas, Sistema Operacional Android 4.1 a ainda utiliza uma tela do tipo "e-ink" para uma longa autonomia da bateria. Pode se conectar a monitores cardíacos para registrar o percurso juntamente com o seu coração e ainda roda vários aplicativos do Android. Ahhh ainda é à prova d'água, podendo ser imerso até 1m.

Heimplanet Tent Esta barraca cabe em uma bolsa pequena e NÃO usa varetas. É sustentada por tubos infláveis em configuração diamante. Pode ser montada em cerca de 2 minutos. Este modelo para 2/3 pessoas pesa cerca de 5.2Kg. 

Victorinox Expedition Kit Uma Multi Ferramenta que cabe no bolso, combinando 41 funções incluindo: Relógio com alarme digital, Altímetro, Barômetro, Termômetro e lanterna LED.
   Cada um dos leitores tem necessidades e diferentes aplicações, mas imagino que vários destes itens são pelo menos uma curiosidade interessante.

Deixem seus comentários.

Walgran e família.

          Encontro Campista das Pedras   
Depois de algum tempo tentando, conseguimos combinar um encontro de alguns blogs campistas no Camping Fazenda das Pedras em Itú.
O fim de semana contou com a presença dos blogs:
Camping & TecnologiaCamping & FamiliaTripsOs Costas; e Podinha Camping Club e mais alguns convidados.
Eu como iniciante ainda não conhecia nenhum deles pessoalmente, e também estava ansioso para experimentar a minha nova Zeus da Guepardo, por isso consegui fugir de São Paulo por volta das 15:00hs e fui direto para o Camping. Chegamos lá por volta das 16:20hs e já fomos direto para o local combinado. Montei a barraca nova e gostei muito.
Eu tinha pesquisado muito entre várias opções de barracas médias, escolhi a Zeus da Guepardo, pois eu queria uma barraca mais fácil de montar do que a "Quechua T4.2 XL Air" que, apesar de imbatível no conforto, é bem trabalhosa para montar.
Podemos ver acima, as barracas na manhã do sábado. Como nós só pudemos ficar até o início da noite do sábado, não tivemos a oportunidade de conhecer a galera do blog Podinha Camping Clube, que chegou depois que saímos.
Foi realmente muito divertido. O pessoal tem muitas histórias pra contar e também muita experiência, sem contar as aventuras culinárias. Tínhamos combinado de fazer uma feijoada mas não achei que seria tão sofisticada. Usando palavras do Ricardo "Os loucos fizeram mesmo!!!" Eles explicaram que existem várias receitas de feijoada, mas optamos pela que chamaram de "Feijoada da Laje".
Para começar alinhamos nossos fogareiros de camping, pois com certeza somente um não teria autonomia suficiente para a tarefa de cozinhar a feijoada. Nesta receita as linguiças e outros aditivos são colocados para cozinhar junto com o feijão numa panelada só.
Descobrimos que da linha de Fogareiros da Nautika, o modelo "Cheff" é o mais poderoso. Tem um queimador bem grande, se comparado com os outros modelos, mas por outro lado também gasta mais rapidamente o tubo de gás. Sua chama é bem mais forte e ajudou a preparar a feijoada com a performance do fogão de casa.
Como estava ventando um pouco tivemos que fazer uma combinação de "Corta Ventos". Notem que o dedo do Tiago na foto, está apontando para o recipiente com as costelinhas pré cozidas, que foram adicionadas depois no cozimento da feijoada.
Em resumo. Feijoada, arroz, couve, farofa e vinagrete. Combinação perfeita de ingredientes. Definitivamente uma das melhores feijoadas que já comi.
Ricardo, Tiago, Eduardo e Eu.

Criamos também um estacionamento de geladeiras. Aliás estamos com galos na cabeça por causa deste quiosque super baixo. 

O camping é realmente muito bonito. Segue exemplos da paisagem.



Queria agradecer a todos pela oportunidade de curtir um ótimo acampamento. Gostamos muito de conhecer todos vocês.

Até a próxima acampada.

Walgran e família.


          Blic: LSV: Centralizacija uništava lokalne samouprave   
"Podaci govore da 90 odsto budžetskih prihoda ide u pravcu republičkih organa vlasti, a svega 10 odsto na Autonomnu Pokrajinu Vojvodinu i sve lokalne samouprave zajedno. Taj finansijski udar na lokalne sredine ostavlja ogromnu rupu u budžetu i poseže se za nepovoljnim zaduživanjima. LSV već 27 [...]
          Kosovo must not 'drag down' EU aspirant Serbia: Swedish FM   
The question of Kosovo's future status must not be allowed to harm Serbia in its bid to join the European Union, visiting Swedish Foreign Minister Carl Bildt said Thursday."The issue of Kosovo should not be allowed to drag Serbia down, Serbia should move forward to join the rest of the European countries," Bildt said after talks with Serbian Foreign Minister Vuk Draskovic.Bildt said the solution for the future status of the breakaway Serbian province of Kosovo should be "sustainable" and "in the interest of the entire region".Kosovo's ethnic Albanians, who make up 90 percent of its population, are calling for independence but Belgrade has only offered the southern province wide-ranging autonomy.Draskovic himself warned that the possible independence of Kosovo could destabilise Serbia as well as the whole Balkan region, and insisted that Belgrade and Pristina's rival stances were not irreconcilable."It is necessary to bridge Serbia's legitimate request not to breach its territorial integrity and fulfill justified and legitimate demands by (Kosovo) Albanians," Draskovic told reporters."But I will never consider legitimate a demand to create another Albanian state in the Balkans," said Draskovic.Kosovo has been run by the United Nations since 1999, when a NATO bombing campaign ended a crackdown by Belgrade forces on independence-seeking ethnic Albanians. It is still technically a part of Serbia.The UN's top Kosovo mediator, Martti Ahtisaari, said last week he would wait to reveal his plans for the future of the province until after Serbian general elections on January 21, delaying the previous end-of-year deadline.
          Poland backs 'free and independent' Kosovo: Albanian president   
Poland backs a "free and independent" Kosovo, Albanian President Albert Moisiu said Tuesday following a meeting with his Polish opposite number Lech Kaczynski."I was pleased to hear that President Kaczynski, Poland and the Polish nation are ready to support us in favour of stability in the Balkans, and for the freedom and independence of Kosovo," Moisiu told reporters during a joint press conference with Kaczynski.Kosovo's ethnic Albanians, who make up 90 percent of the small Serbian province's population, are demanding independence while Serbia is only prepared to grant the UN-administered region autonomy.The province has been run by a UN mission since 1999, when a NATO bombing campaign ended a crackdown in Kosovo by Belgrade.On Monday, European Union policy chief Javier Solana had said that a decision on the status of Kosovo should be delayed until after Serbia held legislative elections in January, to take the wind out the sails of Serbian hardliners.The Serbian parliament last week passed a new constitution -- backed by voters in a referendum -- that defines the province as an "integral" part of Serbia, but a final UN proposal is expected to grant Kosovo sovereignty.Kaczynski said that Albania played a "stablising role" in the troubled Balkan region and seemed "close" to joining NATO."But the road to European Union membership seems more difficult," he said, although he reaffirmed Poland's support of an "open-door" policy for potential new members of the 25-nation European bloc.Poland joined NATO in 1999 and the EU in 2004, after more than a decade of preparations following the collapse of communist rule.
          Kosovo PM prepared to declare independence unilaterally   
Kosovo could unilaterally declare independence if talks with Belgrade fail to answer the demands of its ethnic Albanian majority, the prime minister of the Serbian province said Thursday."This is not a threat. We see this as a possibility. Kosovo will certainly be an independent country," prime minister Agim Ceku told reporters."Of course, we prefer this to happen through a resolution of the (UN) Security Council, which will have a wide support," Ceku added.The negotiations on the future status of the southern Serbian province, administered by the United Nations since June 1999, began in February under the auspices of the UN.Kosovo's ethnic Albanians, who make up around 90 percent of the province's two million population, are seeking independence from Serbia.But the government in Belgrade and Kosovo's Serb minority insist the province -- which they consider the cradle of Serbian culture and history -- should only be granted greater autonomy.Meanwhile, Ceku's deputy Lutfi Haziri, together with opposition leader Veton Surroi, visited the Serb-populated enclave of Gracanica near the capital Pristina, in a bid to convince Kosovo Serbs to accept the government's option for Kosovo's future status.Haziri presented the plan to form a new municipality that would group Gracanica and all villages around it, with some 18,000 inhabitants."Kosovo Serbs will have competencies in the departments of healthcare, education, public services, infrastructure, culture and sport," Haziri told a small audience of several dozen Serbs.Most of some 6,000 Serbs living in Gracanica, about eight kilometers (five miles) southeast of Pristina, have boycotted ethnic Albanian officials.Randjel Nojkic, a local Serb representative, said it was "too late" to hold such meetings between ethnic Albanian officials and the Serbs."Serbs do not have confidence in Kosovo institutions," he said.Serbs also protested over the government's move to shut down transmitters for two Serbian mobile phone providers, located in Gracanica and other Serb-populated enclaves, saying they were set up illegally."How can you believe their promises for our bright future in independent Kosovo, when they remove these antennas that are our only connection with Serbia," said revolted Nada Vojicic, 46-year-old housewife.Since 1999, some 200,000 Serbs have fled the province fearing attacks from ethnic Albanian hardliners. Those who have remained live in enclaves under heavy protection from NATO troops.On Thursday, a 53-year-old Serb was wounded in his house in the village of Letnica in eastern Kosovo.Police arrested three ethnic Albanian suspects. Two were released after questioning, but the third remains in detention.Belgrade lost control of Kosovo in 1999 after a 78-day NATO bombing campaign halted a crackdown by Serbian forces against independence-seeking ethnic Albanian guerrillas.
          Self-driving cars can handle anything, except kangaroos   
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Self-driving cars can make it through ice, snow, thunderstorms, and the winding streets of Pittsburgh

What can't they handle? Kangaroos. 

Volvo admitted this week that its self-driving technology's "Large Animal Detection system" was flummoxed by kangaroos

SEE ALSO: Check out the first photos of Waymo's self-driving big rig

The cars can deal with roaming deer, elk, and caribou, but can't process kangaroos because of the animals' "unique method of movement," or hopping.

“Any company that would be working on the autonomous car concept would be having to do the same developmental work,” Volvo Australia Managing Director Kevin McCann said. “We brought our engineers into Australia to begin the exercise of gathering the data of how the animals can move and behave so the computers can understand it more.” Read more...

More about Tech, Australia, Volvo, Self Driving Cars, and Kangaroos
          Ayudante/a de Pastelero/a - Mac Hotels - Alcúdia, Valencia   
Auxiliar al jefe de pastelería en la pre elaboración, preparación, presentación y conservación de toda clase de productos de repostería con autonomía mediante...
De Mac Hotels - Fri, 05 May 2017 13:24:31 GMT - Ver todo: empleo en Alcúdia, Valencia
          RGB Recruitment ltd: Senior Quantity Surveyor   
50000.00 - 60000.00 GBP Annual + Benefits: Benefits Pack: RGB Recruitment ltd: Looking for an opportunity that offers autonomy, variety and progression? A well established local contracting business which prides itself in offering professional and attentive services to a broad range of clients is seeking an experienced Quantity Sur Plymouth
          Se vende - Vendo saveiro 1.6 Mi con gnc - $ 1   

Viedma R8500, Argentina
Saveiro 1.6, con gnc (320km autonomia) con vigia.
vivavisos.com.ar

           Student autonomy and awareness: vocational education and student‐centred learning in China    
Hua, Zhong, Harris, Ann and Ollin, Ros (2011) Student autonomy and awareness: vocational education and student‐centred learning in China. Journal of vocational education and training, 63 (2). pp. 191-203. ISSN 1363-6820
          Kein Burschentag auf dem Lorettoberg   
Wir unterstützen folgendes Communiqué der Autonomen Antifa gegen den Burschentag in Freiburg: In Freiburg gibt es 30 Studentenverbindungen unterschiedlicher Couleur. Die meisten dieser Korporationen genannten Vereine haben sich in Dachverbänden zusammengeschlossen. Wegen Naziskandalen in Verruf geraten ist in den letzten Jahren vor allem ein Dachverband: die „Deutsche Burschenschaft“ (DB). In Freiburg gehören mit der „Teutonia“ [...]
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          Préposé(e) aux élevages - Groupe Coopératif Dynaco - Quebec   
Votre autonomie, vos aptitudes au travail manuel ainsi que votre capacité à. Nous sommes présentement à la recherche d’un(e) :.... $14 an hour
From Groupe Coopératif Dynaco - Fri, 16 Jun 2017 00:58:31 GMT - View all Quebec jobs
          Commenti su TIM, 119 selfservice e carta di credito: 5 euro e passa la paura. di Francesco   
Mammamia quanta confusione, tua e di Tim (o meglio di Telecom Italia Spa, titolare del marchio Tim). 1. Il recesso d'ufficio non esiste. Ciascuna delle due parti può recedere dal contratto, ma in questo caso più che di recesso si tratterebbe di risoluzione per inadempimento. 2. La recessione non esiste. Esiste la rescissione, che è una cosa diversa dal recesso (e anche dalla risoluzione legale e dalla disdetta). 3. I dealers Tim sono rivenditori indipendenti da Telecom Italia Spa oppure negozi in franchising (in ogni caso società autonome rispetto a TI SpA). Dunque non possono far presente «in azienda» proprio niente... Bisogna vedere quale azienda intendi. 4. La Mastercard nativa non esiste. Mastercard è un circuito internazionale a cui afferiscono, a mo' di consorzio, diverse banche e altri istituti che svolgono le attività di issuing, cioè emissione carte, e acquiring, cioè, in sostanza, svolgimento delle transazioni lato PoS (in collegamento con l'issuer e con il circuito). A differenza di American express e Diners club international, che emettono direttamente le proprie carte (in alcuni paesi Diners le emette anche in associazione con il circuito Mastercard), non esiste al mondo una sola Mastercard (come pure una sola Visa) emessa direttamente dalla società americana che è titolare di questo marchio. In Italia esiste un unico issuer convenzionato con Mastercard e Visa: CartaSì SpA, ex Servizi interbancarî SpA (Cartasì deriva da Carta SI, cioè Carta Servizi Interbancari), del gruppo ICBPI (Istituto centrale delle banche popolari italiane). CartaSì ha altresì acquisito, mediante fusione per incorporazione, Key client card solutions Spa, nata da una costola di BankAmericard, divisione di Deutsche bank specializzata nell'emissione di carte di credito (una volta CartaSì era convenzionata sia con Mastercard sia con Visa, BankAmericard invece era nata come filiazione italiana di Visa; in precedenza c'era pure EuroCard, che era convenzionata solo con Mastercard). Attualmente tutte le banche italiane, TUTTE, comprese quelle che non lo dicono, si fanno emettere le carte da CartaSì. Tecnicamente la rete KeyClient è ancora rimasta separata e CartaSì la usa per le carte brandizzate direttamente dalle banche, nonché per le carte DB easy, rilasciate da Deutsche bank direttamente o per il tramite di istituti con essa convenzionati (tra cui Poste italiane Spa, che non è autorizzata all'esercizio diretto del credito). La differenza tra avere una carta co-branded CartaSì e una carta che non lo è è essenzialmente di tipo legale: se la mia banca mi rilascia una carta CartaSì (ad esempio fa così Banco popolare), io stipulerò un contratto con CartaSì, la lettera di addebito della carta di credito mi arriverà da quest'ultima e sarò obbligato nei suoi confronti. Se invece la mia banca (esempi: ING, BPM, MPS) mi rilascia una carta che ufficialmente è emessa direttamente, essa farà parte del contratto (ovvero di un contratto accessorio) stipulato direttamente dalla mia banca. Questo farà sì oltretutto che non vi sia l'addebito di una ulteriore imposta di bollo (le lettere di addebito sono considerate fiscalmente fatture esenti IVA e pertanto sono soggette al bollo di 2 euro, già 1.81, qualora registrino importi pari o superiori a euro 77.47; i rendiconti mensili delle carte di credito emesse direttamente dalle proprie banche sono invece assimilati agli estratti dei conti correnti e pertanto non soggetti a bolli per il principio dell'alternatività delle imposte). Di quanto sopra ci accorgiamo facilmente analizzando le ricevute dei nostri acquisti: qualora la carta sia una Key client o una Carta si, questi fungono da circuiti domestici e pertanto qualora il PoS giri sullo stesso circuito l'operazione non passa per il circuito internazionale ma rimane interna, il che è esplicitato nella sequenza di codici riportati sullo scontrino. Questo vale anche per altri circuiti domestici, quali Moneta (di Setefi, gruppo Intesa Sanpaolo, ereditato da Cariplo) e Aura (di Findomestic). In questo modo gli issuers risparmiano sulle transazioni, in quanto non debbono riconoscere alcuna provvigione al circuito internazionale (mentre la commissione che paga il negoziante è generalmente la stessa, o pressoché la stessa, sicché loro hanno un margine maggiore). Poi bisogna vedere il grado di autonomia accordato a ogni singola banca che funge da issuer "figurativo"; ad esempio MPS e soprattutto UniCredit consumer financing (ex Clarima), che (come DB) emette carte anche al pubblico (con addebito mediante SDD su qualsiasi conto corrente), si gestiscono da sole servizio clienti, reclami sugli addebiti e servizio blocchi (per quanto chiamando il servizio blocchi CartaSì sia comunque possibile bloccarle). DB vendendo Key client a CartaSì le ha in effetti ceduto l'attività di issuing di carte di credito per conto di banche (che prima eseguiva con il marchio Bankamericard), per poi continuare a collocare carte tramite Poste italiane, nonché direttamente a una clientela indistinta (con addebito su qualsiasi conto corrente). Ma la cosa curiosa è che DB ha mantenuto il servizio clienti proprio (numeri che iniziano con 0432-744, mentre quelli di Cartasì iniziano con 02.34.88 e in realtà il call center è a Roma; UniCredit 02.34.98 e pure il c.c. è a Roma) e lo gestisce pure per quelle carte emesse per conto di altre banche con i rispettivi marchi, ad esempio la carta Visa Oro di ING (che poi è una Visa classic, e non una Visa oro, rimarchiata) e CartImpronta di BPM. Ovviamente in caso di controversie io devo citare sia in conciliazione sia in giudizio il soggetto con cui detengo il rapporto contrattuale e che pertanto è obbligato nei miei confronti. Formalmente CartaSì è solamente un fornitore di ING bank (e a sua volta DB è un fornitore di CartaSì per le customer operations relative alla rete ex Key client) e io non sono neanche tenuto a saperlo (infatti ING mica me lo dice). American express e Diners invece sono sia titolari dei circuiti sia issuers sia acquirers: emettono in proprio le carte di credito (che al massimo possono essere co-branded), le appoggiano sui propri circuiti (Diners in alcuni paesi anche sul circuito Mastercard, che scatta in caso di mancata convenzione dell'esercente con il circuito proprio) e le fanno girare su propri PoS (infatti una volta che un negoziante ha preso un terminale PoS da una banca deve contattare Amex e DCI per potersi convenzionare anche con loro). 5. Sui 5 euro hai ancora diversi anni di tempo per recuperarli (prescrizione ordinaria). Se vuoi ti posso aiutare. Ciao
          Honkonga Ķīnas varā jau 20 gadus; amatā stājas jaunā līdere   
Honkongas jaunā līdere Kerija Lama sestdien deva svinīgo amata zvērestu ceremonijā, ko vadīja Ķīnas prezidents Sji Dziņpins, kurš pusautonomajā reģionā ieradies, lai atzīmētu 20. gadadienu kopš Lielbritānija atdeva varu Honkongā Ķīnai.
          ADLIB: Technical Lead - Massive eCommerce Leader, Java, build own team   
£65000 - £80000 per annum: ADLIB: The chance to work with a multi-national brand, setting up their brand new development office.Help build and grow your team; have plenty of opportunites to engage with the local development community.Large amount of autonomy in the role. An amazing opport Bristol
          Handler - Robert Transport - Canada   
Autonomy and attendance Groupe Robert offers you:. Your responsibilities will be as follows:....
From Robert Transport - Thu, 29 Jun 2017 23:30:16 GMT - View all Canada jobs
          Pallet repair clerk - Robert Transport - Canada   
Autonomy and resourcefulness Groupe Robert offers you:. Your responsibilities will be as follows:....
From Robert Transport - Tue, 20 Jun 2017 23:20:13 GMT - View all Canada jobs
          Forklift driver - Robert Transport - Canada   
Autonomy and resourcefulness Groupe Robert offers you:. Your responsibilities will be as follows:....
From Robert Transport - Fri, 16 Jun 2017 17:16:51 GMT - View all Canada jobs
          L'humain au cœur de l'action des coopératives en faveur de la réduction des inégalités dans le monde   
En mettant les individus au cœur de leur action, les coopératives jouent un rôle majeur dans la lutte contre pauvreté et la réalisation des Objectifs de développement durable (ODD), souligne les Nations Unies à l’occasion de la Journée internationale des coopératives (1er juillet 2017). Une coopérative est une association autonome de personnes volontairement unies pour [...]
          Recensione MotoGP 17, sfrecciar m’è dolce in questo motomondiale? – PS4, Xbox One, PC   

L'approdo di MotoGP 17 sul mercato era senz'altro atteso in maniera spasmodica dagli amanti dei motorsport su due ruote: dopo la release di MXGP 3, utile a saggiare sapientemente le velleità dei piloti digitali nell'offroad, il nuovo capitolo della serie legata alla competizione regina del motociclismo torna ancora una volta sulla cresta dell'onda, pronta a sfidare la prontezza di riflessi dei videogiocatori di tutto il mondo, sfidandoli ad eguagliare e superare le capacità sul manubrio dei vari Valentino Rossi, Marc Marquez e compagnia sfrecciante. È riuscita nella sua impresa, anche quest'anno?

Pilota o imprenditore?

Dopo l'ottimo lavoro svolto nella passata edizione, dove il franchise MotoGP ha lasciato provvisoriamente il posto al celebrativo Valentino Rossi The Game, MotoGP 17 torna quest'anno con aspettative molto alte: i contenuti dell'ultimo titolo, dedicato interamente alle gesta del “dottore” di Tavullia, erano numericamente elevati e qualitativamente eccelsi, e il primo sguardo a questo nuovo capitolo tradisce una leggera carenza sotto questo punto di vista. L'hub principale presenta infatti ben poca scelta, tra gara Modalità Veloci (Gran Premio, Campionato, Prova Cronometrata e Schermo Condiviso), Carriera Pilota e Carriera Manageriale, con le varie sfide storiche e la modalità multigiocatore a fare da contorno. Proprio la carriera manageriale è uno dei punti di forza di questo MotoGP 17: qui i giocatori potranno, una volta corsa la propria prima gara in qild cards, raccimolare il denaro sufficiente a dare vita alla propria scuderia, concorrendo inizialmente per il campionato mondiale in Moto 3 e poi, via via, approcciando alle categorie superiori. Tanti gli aspetti da tenere sotto controllo, dallo sviluppo delle moto alle richieste degli sponsor, che sapranno remunerare, in maniera differente, a seconda del rispetto delle richieste pre-gara, con la valuta utile per migliorare tutto quanto concerne la propria scuderia. Power up sostanziali saranno presenti poi nei vari reparti di ricerca e sviluppo, che permetteranno di mettere le mani su componenti meccanici sempre più performanti, utili a migliorare la resa della propria cavalcatura motorizzata, con investimenti che saranno progressivi e avranno una scadenza, e costringeranno quindi una pianificazione per ottimizzare le risorse a propria disposizione. Potenzialmente una modalità quindi decisamente accattivante, all'interno di MotoGP 17, salvo il fatto di scontrarsi ben presto con una certa ripetitività di fondo, che si risolverà ben presto quindi nell'esecuzione meccanica delle stesse mosse, utili e riproducibili all'infinito (a patto di essere abbastanza veloci in pista da strappare la vittoria e incamerare il denaro necessario, ovviamente, ndr). Nulla da segnalare sotto al sole per quanto concerne invece le altre modalità presenti in MotoGP 17, rispettivamente la Carriera Pilota, le Modalità Veloci e l'online, che si ripresentano praticamente invariate rispetto al passato, utili come sono, già nella loro forma attuale, a prestarsi a un gaming spensierato da chi è alla ricerca di un'esperienza piacevoli e che non badi troppo alla forma perfetta. MotoGP 17 001

Due facce della stessa medaglia

Sotto il profilo tecnico è fuori discussione che MotoGP 17 offra luci e ombre, che vanno a comporre un quadro molto diverso sotto numerosi aspetti: di pregevole fattura è il modello fisico delle moto, che scorrono beneficiando dei 60 fotogrammi al secondo sullo schermo e offrono una precisione nelle pieghe decisamente ottima, e che risponderanno in maniera assolutamente verosimile alle sollecitazioni meccaniche e fisiche. Ottima anche la resa delle diverse cilindrate, con le Moto 3, le Moto 2 e le MotoGP che avranno diversa risposta ai comandi, e che in MotoGP 17 richiederanno un sapiente uso di freno e acceleratore per evitare di finire lunghi o, peggio ancora, con il sedere per terra: in queste circostanze abbiamo riscontrato però una reazione abbastanza piatta del pilota, che si limita a rimbalzare abbastanza innaturalmente sul manto stradale, per poi tornare magicamente in sella dopo qualche secondo. Tanti i parametri da tenere in considerazione quando toccherà valutare le impostazioni della propria moto in MotoGP 17, con gli utenti che potranno tanto agire autonomamente sui vari settaggi quanto dare indicazioni ai propri ingegneri, che suggeriranno la mossa giusta per ovviare ai problemi riscontrati nella guida, con un feedback reale e palpabile delle modifiche che si sentirà tutto una volta tornati in pista. Se da un lato i 60 fotogrammi al secondo consentono di avere perfettamente sotto controllo tutto quanto concerne le reazioni della propria moto in pista, dall'altro è purtroppo palese che ciò metta sotto la luce dei riflettori un comparto grafico che ha un'evidente bisogno di una svecchiata: colpa ovviamente di un motore che ha dato il suo, e che si appresta ad andare in pensione, una pensione che è stata evidentemente ritardata per motivi tecnici, con Milestone che ha voluto “giocare in casa” con questo MotoGP 17, lasciando l'Unreal Engine 4 per la prossima edizione. Le maggiori magagne grafiche le abbiamo riscontrate, nel corso della nostra prova su PS4, soprattutto durante le cutscene introduttive, dove le texture che andavano a comporre il pilota giù dalla propria moto, ma anche nelle fasi “celebrative” post Gran Premio lasciavano parecchio a desiderare. MotoGP 17 002

Conclusioni

MotoGP 17 è un titolo adatto a tutti gli amanti del motorsport e in particolare agli appassionati delle due ruote: assolutamente ricco sotto il profilo delle licenze, il gioco Milestone sarà vera e propria manna dal cielo per chi mira alla completezza, e riuscirà a garantire un gradevole numero di ore (che varierà poi a seconda della durata impostata per i GP) a tutti coloro che avranno la forza di soprassedere alle magagne tecniche che indubbiamente sono presenti in questa edizione.

Pro

  • Tantissime licenze dalla MotoGP 17
  • Fisica delle moto verosimile...

Contro

  • … ma un po' meno quella dei piloti “in caduta”
  • Graficamente sotto le aspettative

VOTO FINALE: 7/10

 
          Verdetti sui problemi per Samsung Galaxy S7 e S7 Edge Wind post aggiornamento: situazione batteria   

Samsung Galaxy S7

Sono trascorse pochi giorni da quando in Italia sono scattate le segnalazioni da parte dei possessori di un Samsung Galaxy S7 Edge marchiato Wind (successivamente la stessa sorte è toccata ai modelli "flat") in merito alla disponibilità dell'aggiornamento contenente la patch di maggio, ma già da adesso possiamo fare un primissimo punto della situazione in merito agli effetti che il pacchetto software ha avuto verso una variante del device che non era toccata da upgrade da quasi sei mesi. Fondamentalmente, facendo anche un rapido giro all'interno del nostro gruppo Facebook dedicato al dispositivo, emerge che le differenze pre post aggiornamento sono davvero minime, come in parte vi avevo anticipato ad inizio settimana. Forse qualche lievissimo miglioramento in termini di prestazioni generali, mentre la questione più calda (nel vero senso della parola) resta quella del surriscaldamento dello stesso Samsung Galaxy S7 Edge Wind (a mio avviso complici le temperature pazzesche di questi giorni in gran parte del Paese). Confermata la risoluzione dei problemi di irraggiungibilità, come emerso in un secondo momento, mentre sono frequenti i casi da parte di coloro che si sono visti cancellate le app scaricate di recente, motivo per il quale potrebbe essere necessario un ripristino del device dopo il download. Aggiungo che al momento non esistono link al download ufficiali, ma solo alcune segnalazioni via OTA, che nelle prossime ore saranno estese agli altri S7 Edge Wind ancora non coperti dall'upgrade, ma soprattutto ai Samsung Galaxy S7 flat. Per quanto riguarda la questione batteria, al momento pare che il livello di autonomia non abbia subito scossoni, ma occhio ai prossimi giorni, quando avremo effettivamente un quadro della situazione più chiara considerando che al momento sono trascorse troppi pochi giorni dal rollout. Oltre al fatto che il campione è abbastanza ristretto. In ogni caso invito tutti i possessori di un Samsung Galaxy S7 Edge marchiato Wind a commentare l'articolo odierno, in modo tale da avere ulteriori contributi in merito all'impatto che l'aggiornamento ha avuto sul device.
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Sun, 18 Dec 2016 14:46:57 -0500
          Robotic police are about to start patrolling in Dubai   
With the immense wealth of the region, Dubai has quickly become one of the hottest places for companies to test out their newest, wildest future tech. It wasn't long ago that Dubai announced its plans to get flying taxis off the ground by the end of July, so it's quite fitting that robotic police — yes, actual autonomous police robots — will soon be patrolling the bustling city as well. What a time to be alive. The bots, which take the form of stout, four-wheeled driverless cars, are roughly the size of those small electric toy cars that kids can ride in, but obviously much more advanced. The cars can cruise along the road or patrol footpaths, and are equipped with a powerful camera system that scans the faces of anyone it comes across. That biometric data is then compared against known criminals and wanted individuals, alerting the police command center if it spots anyone who needs a closer look. But the ground-based patrol bot is really only half of the story; the bot comes with a built-in deployable drone which it can send skyward to get a better vantage point of anything it needs to investigate. The system will look for suspicious activity and report its findings back to officers. The bot can even head back to its base station to power up when its batteries are running low, patrolling at all hours of the day and covering more ground than the manned police force can on its own.
          RH17-18 Open pit Mine trainer - Canadian Royalties inc - Nunavik, QC   
Only those selected for an interview will be contacted. In all interventions, the trainer focuses on occupational. Dynamic, autonomous, positive attitude;...
From Canadian Royalties inc - Sun, 18 Jun 2017 18:38:53 GMT - View all Nunavik, QC jobs
          Direttore Commerciale Estero - Linkhr - Veneto   
La figura professionale ricercata, riportando al Management, in maniera autonoma svolgerà le seguenti mansioni: Assicura l’elaborazione degli obiettivi di
Da Linkhr - Mon, 12 Jun 2017 15:40:57 GMT - Visualizza tutte le offerte di lavoro a Veneto
          The role of machine learning in autonomous spectrum sharing   
AUSTIN, Texas. Speakers and attendees last month at NIWeek, National Instruments' (NI's) annual conference and exhibition, discussed the technological obstacles and potential solutions for enabling autonomous spectrum sharing and touted the U.S. Defense Advanced Research Projects Agency's (DARPA's) Spectrum Collaboration Challenge (SC2) as an excellent platform for finding such solutions.

          Propagandaschlachtfeld in Katalonien - In Spaniens Medien fehlt der unabhängige Blick   
Menschen tragen katalonische Fahnen (imago stock&people/ Matthias Oesterle)Am 1. Oktober wird in Katalonien über die Unabhängigkeit abgestimmt. Der politische Streit über die Selbstbestimmungsrechte der autonomen Gemeinschaft im Nordosten Spaniens spiegelt sich in den Medien. Sie haben kaum noch eine eigene Stimme. Stattdessen sind zum Megaphon von Politikern geworden.


www.deutschlandfunk.de, @mediasres
Hören bis: 04.01.2018 14:53
Direkter Link zur Audiodatei



          New conflicts threaten Syria after Islamic State defeat   

New conflicts threaten Syria after Islamic State defeatBy Michael Georgy and John Walcott RAQQA, Syria/WASHINGTON (Reuters) - Sheen Ibrahim's track record fighting ultra-hardline militants explains U.S. President Donald Trump's policy of arming Syrian Kurds like her as he seeks to eradicate Islamic State. Taught by her brother to fire an AK-47 at 15 and encouraged by her mother to fight for Syrian Kurdish autonomy, she says she has killed 50 people since she took up arms in Syria's six-year-old civil war, fighting first al Qaeda, then crossing into Iraq to help Kurds there against Islamic State. Now 26, she leads a 15-woman unit hunting down the hardline group in its global headquarters Raqqa, speeding through streets once controlled by the militants in a pick-up truck as fellow fighters comb through ruined buildings for booby traps.



          Quick notes: Tax-cut experiment, Car ownership...   
  • Tea party: Kansas’ experiment with tax cutting failed spectacularly — on its own terms. Fodder for Democrats.


  • End of car ownership: Startups such as Faraday Future envision selling subscriptions to a vehicle—for instance, allowing people to use it for a certain number of hours a day, on a regular schedule for a fixed price. Other companies are experimenting with the idea of allowing drivers to access more than just one kind of vehicle through a subscription—so, a driver might choose a compact model one day but a minivan another day if she needed more passenger space. Lexus is testing payment plans that let people subsidize the purchase of pricey cars by renting them through a service called Getaround.

    Because autonomous cars will likely be designed to be on the road longer with easily upgradable or replaceable parts, the results could be devastating to auto makers. “It may become more like the airline business where we see jets that have been in service for 50 years.”


  • Gujarat power plant losses: After steel and telecom, lenders brace for NPAs in power sector. Coal-fired power plants under extreme pressure due to fall in solar tariffs. Tata, Adani, Essar stare at huge writedowns.


  • Solar Wall: Trump confirms he wants a solar border wall.


  • Dutch PM gifts bicycle to Modi :
  • http://www.financialexpress.com/india-news/narendra-modi-gifted-cycle-by-premier-mark-rutte-delighted-pm-takes-to-twitter-shares-photos/738828/


  • Tow an SUV With This Incredible Electric Bike:



  • Solar on cars: Panasonic joins push to put photovoltaics on more car roofs


  • 30 miles per hour on water: China is building the world's fastest amphibious fighting vehicle



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          Etat islamique (ou ISIS, ou Daech) au jour le jour   
Qui sont les auteurs d'attaques terroristes en Occident ? (30/06/2017)
L'EI reprend un quartier de Raqqa (30/06/2017)
L'EI totalement retiré de la province d'Alep (30/06/2017)
Mossoul : dans les ruines laissées par Daech (29/06/2017)
L'EI subit deux revers en Irak et Syrie (29/06/2017)
Daech a perdu 60% de son territoire et 80% de ses revenus (29/06/2017)
EI/Philippines : la Chine promet d'aider (29/06/2017)
Roumanie : un arrestation en lien avec l'EI (29/06/2017)
Mossoul : les forces irakiennes annoncent avoir repris la mosquée Al-Nouri (29/06/2017)
L'interminable reconquête de Mossoul, la «capitale» irakienne de Daech (28/06/2017)
Offensive à Raqqa : « l'État Islamique n'existe plus » (09/06/2017)
Daech veut créer un califat aux Philippines (29/05/2017)
Syrie : six mois pour libérer Raqqa de l'État islamique (10/02/2017)

Qui sont les auteurs d'attaques terroristes en Occident ? (30/06/2017)
Par Le Figaro.fr avec AFPMis à jour le 30/06/2017 à 19:08 Publié le 30/06/2017 à 18:42

Les auteurs d'attaques terroristes en Europe et aux Etats-Unis étaient dans leur grande majorité des hommes jeunes et connus des autorités, selon une étude universitaire ayant passé au peigne fin les 51 attentats perpétrés en Occident depuis trois ans.

Depuis la proclamation du "califat" de l'Etat islamique le 29 juin 2014, il y a juste trois ans, 51 attentats ont été menés en Occident, dans un nombre limité de pays (8). La France a été le pays le plus touché, avec 17 attaques, suivie des Etats-Unis (16) et de l'Allemagne (7).


Ces attaques qui ont fait 395 morts et au moins 1.549 blessés, ont été perpétrées par 65 assaillants. Quarante-trois ont perdu la vie, 21 ont été arrêtés, 1 est en fuite.

L'âge moyen des auteurs s'élève ainsi à 27,3 ans. Le plus jeune avait 15 ans, le plus âgé 52. Sur les 65 assaillants, 63 étaient des hommes, soit 97% d'entre eux.

73% étaient citoyens du pays où ils ont mené l'attaque. 14% résidaient légalement dans le pays ou étaient en visite légalement depuis des pays proches, 5% étaient des réfugiés ou des demandeurs d'asile, tandis que 6% étaient présents illégalement sur le territoire ou attendaient d'être expulsés. 17% étaient des personnes qui se sont converties à l'islam.

82% étaient déjà connus d'une façon ou d'une autre des autorités avant l'attaque. 57% avaient un passé criminel et 18% avaient déjà effectué un séjour en prison. En revanche, seuls 18% d'entre eux s'étaient rendus à l'étranger pour combattre sur un terrain de guerre.

Concernant les attaques proprement dites, dans 8% des cas, l'ordre venait directement de dirigeants de l'Etat islamique. Dans 26%, les assaillants n'avaient pas de connexion avec l'EI ou d'autres groupes djihadistes, mais ont été inspirés par leur message. Enfin, dans 66% des cas, les auteurs avaient une forme de connexion avec l'EI ou d'autres groupes, mais ont agi de manière autonome.


Ce rapport baptisé "Djihadiste de la porte d'à côté. Radicalisation et attaques djihadistes en Occident" est le fruit d'une recherche approfondie conduite par Lorenzo Vidino, Francesco Marone et Eva Entenmann, dans le cadre du Programme sur l'extrémisme de l'Université George Washington, situé dans la capitale américaine, de l'Ispi (Institut pour les études de politique internationale) de Milan et de l'ICCT (centre international pour le contre-terrorisme) de La Haye. Ils ont étudié les 21 attentats perpétrés en Occident depuis 3 ans.

L'EI reprend un quartier de Raqqa (30/06/2017)
Par Le Figaro.fr avec AFPMis à jour le 30/06/2017 à 14:01 Publié le 30/06/2017 à 13:51

Le groupe État islamique (EI) a repris aujourd'hui un quartier du sud-est de la ville de Raqqa, son bastion en Syrie, près de trois semaines après l'avoir perdu, a affirmé l'Observatoire syrien des droits de l'Homme (OSDH).

"L'EI a totalement repris al-Senaa, le quartier le plus important dont s'était emparées les Forces démocratiques syriennes (FDS) le 12 juin", a indiqué à l'AFP Rami Abdel Rahmane, directeur de l'Observatoire, en référence à l'alliance kurdo-arabe appuyée par une coalition internationale menée par les Etats-Unis.



"En utilisant des tunnels, les jihadistes ont attaqué les FDS en utilisant des kamikazes ainsi que des drones transportant des charges explosives", a-t-il précisé. Al-Senaa, un quartier densément peuplé, se trouve à proximité de la vieille ville de Raqa.

Hier, une quarantaine de membres de l'EI, vêtus de l'uniforme des FDS pour tromper la vigilance de leurs adversaires, avaient attaqué al-Senaa et Mechleb, deux quartiers du sud-est. Ils avaient mené trois attaques suicide à la voiture piégées, actionné des drones avec des charges explosives, pour s'emparer de six positions tenues par les FDS.

Après l'attaque d'aujourd'hui , les FDS ont dû se replier sur le quartier adjacent de Mechleb "où elles renforcent leurs positions", a dit M. Abdel Rahmane. Après la perte d'al-Senaa, les FDS contrôlent toujours Mechleb à l'est et deux autres quartiers à l'ouest.

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L'EI totalement retiré de la province d'Alep (30/06/2017)
Par Le Figaro.fr avec AFPMis à jour le 30/06/2017 à 14:26 Publié le 30/06/2017 à 14:02

Le groupe jihadiste Etat Islamique (EI) s'est totalement retiré d'Alep, mettant fin à une présence de quatre ans de la province septentrionale de Syrie, a affirmé à l'AFP l'Observatoire syrien des droits de l'homme (OSDH).

"Daech s'est complétement retiré de la province d'Alep face à l'avance des forces du régime", a dit le chef de l'ONG, Rami Abdel Rahmane, en utilisant un acronyme en arabe de l'EI. Ce retrait d'Alep a été confirmé de source militaire syrienne.

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Mossoul : dans les ruines laissées par Daech (29/06/2017)
Par Luc Mathieu, Envoyé spécial à Mossoul Photos William Daniels — 29 juin 2017 à 20:26

Dans le vieux Mossoul, dimanche. 
Dans le vieux Mossoul, dimanche.  Photo William Daniels pour Libération 
Si la reprise de la mosquée Al-Nouri marque un tournant symbolique du conflit, les combats se poursuivent entre des jihadistes aux abois et une armée épuisée.

  Mossoul : dans les ruines laissées par Daech
Quand le vent se lève, la vieille ville de Mossoul disparaît. Le ciel gris et brûlant, les murs sales des maisons ravagées, la poussière des gravats, plus rien ne se distingue, tout se mêle. Seule ressort parfois la puanteur de cadavres oubliés. Les forces irakiennes ont avancé jeudi et dévoilé un paysage post-apocalyptique. Elles ont gagné quelques centaines de mètres sur l’Etat islamique. Cela paraît peu. Mais dans des venelles d’un mètre et demi de large où chaque pas risque de déclencher une mine artisanale, où chaque porte peut receler un piège, c’est beaucoup. L’avancée est aussi symbolique. Les forces spéciales se sont emparé de ce qu’il reste de la mosquée Al-Nouri et d’Al-Hadba, son minaret penché recouvert de mosaïques, le «bossu» comme le surnomment les Mossouliotes. Les jihadistes l’ont dynamité le 21 juin. Ils ne voulaient pas que les soldats puissent parader et faire des selfies devant le minbar où Abou Bakr Al-Baghdadi, le calife autodésigné, a fait sa seule apparition publique. C’était le 3 juillet 2014, l’Etat islamique était au faîte de sa puissance. Jeudi, l’armée irakienne a commencé à déminer les ruines de l’édifice. «D’ici quatre à cinq jours, nous aurons atteint le Tigre. La victoire est une question de jours. Daech n’est plus qu’un pain de glace qui fond sous le soleil», souffle le général Sami al-Arthy, à la tête de deux divisions des forces spéciales irakiennes.

Dans la poussière de la vieille ville, à côté de son blindé noir frappé d’une tête de mort, Nasser, 23 ans, soldat dans les forces spéciales, ne dit pas autre chose. «Dans dix jours, deux semaines peut-être, c’est réglé. On sent que les hommes de l’Etat islamique n’ont plus le moral, qu’ils ne pensent plus qu’à s’échapper. Ils ne savent plus se battre alors qu’il y a encore trois semaines, ils étaient des combattants redoutables.» La bataille a anéanti le vieux Mossoul. Pas une maison ne semble avoir été épargnée. Des toits se sont écroulés, laissant des blocs de béton pendre comme des guirlandes, seulement retenus par leurs armatures métalliques. Des voitures calcinées aux carcasses tordues disparaissent sous la chaussée. Des cratères creusés par des frappes aériennes ont aspiré camionnettes et bulldozers. Quand les avions de la coalition ne bombardent pas et que les combats cessent, un silence profond se répand, imperméable aux bruits de la vie qui a repris dans les autres quartiers.

Tréteaux de fer
Jeudi, comme à chaque progression de l’armée irakienne, des habitants sont apparus au détour des ruelles. Exténués, sales, regards tristes ou joyeux de croiser des militaires. Ils n’ont que quelques sacs et sont entourés d’enfants. Une vieille femme a les yeux dans le vague. Seuls ses deux fils qui la soutiennent l’empêchent de s’écrouler. Devant une maison écrasée par un bombardement il y a dix jours, un homme reste à côté de deux sacs de plastique noir d’où s’écoule une odeur de mort. «Ce sont les restes de mes parents, on vient de les sortir», dit-il calmement. Un autre attend à ses côtés que les secouristes de la Défense civile extraient le cadavre de son père. Il reste une douzaine de corps sous les décombres.

La bataille de Mossoul n’est pas finie, mais les soldats sont épuisés. Ils marchent lentement, s’accroupissent dès qu’ils le peuvent à l’ombre d’un mur éboulé ou d’un blindé. Ceux des forces spéciales n’ont en réalité jamais cessé de combattre depuis 2014. Ils ont mené les assauts à Samarra, Tikrit, Ramadi, Fallouja, Hit, Baji et désormais Mossoul. Le califat irakien est presque annihilé, mais l’enchaînement des combats les a usés.

Dans la cour d’une maison de la vieille ville au toit à moitié arraché, Ahmed, 29 ans, s’est avachi dans un vieux canapé. Il est 15 heures et la chaleur pèse comme un sac de ciment sur les épaules. Il fait près de 50 degrés. «Le plus dur n’est pas tellement la fatigue physique, mais celle liée à la perte d’amis au combat, dit-il. Si je ne compte que depuis le début de l’offensive dans l’ouest de Mossoul, j’en ai perdu quatorze. Mon frère aussi est mort durant un combat.» Il sort son smartphone et montre les photos où il pose en riant avec chacun d’eux. «Au fond, ma vie se résume à la guerre.» Comme la plupart des autres soldats, Ahmed porte les cicatrices de ces offensives qui n’en finissent pas. Il est sorti il y a un mois de l’hôpital après l’explosion d’un mortier qui l’a blessé aux deux jambes et à un bras. Dans la cour de la maison, l’un de ses copains montre son bras, transpercé par cinq balles qui ont laissé des cercles sombres sur la peau et une longue cicatrice. «J’ai aussi été touché au ventre par un éclat», dit le jeune soldat.

Depuis le début de la bataille de Mossoul, les blessés sont rapidement soignés dans de petits centres d’urgence qui se déplacent au gré de la ligne de front. Ils sont ensuite transférés dans des hôpitaux. Cette semaine, l’un des plus avancés est installé à côté de la mosquée Abou Zyan, à environ 500 mètres de la vieille ville, dans deux anciens ateliers. Il n’y a ni porte ni fenêtre et des machines-outils sont encore installées au fond, trop lourdes sans doute pour être pillées.

Les infirmiers ont installé cinq brancards sur des tréteaux de fer. Les cartons de compresses, seringues et perfusions s’entassent le long des murs. Des grappes de mouches bourdonnent autour de petites flaques de sang. Chaque jour, les blessés se succèdent, emmenés par de vieilles ambulances aux suspensions défoncées qui pilent devant les anciens ateliers. «Les blessures les plus courantes sont dues à des éclats de mortiers, de mines artisanales et de grenades. Il y a aussi des blessures par balle, mais c’est moins fréquent», explique un infirmier. Les cadavres sont enveloppés dans une couverture puis déposés dans des sacs mortuaires. La guerre contre l’Etat islamique a décimé les rangs de l’armée irakienne. Les forces spéciales ont perdu 40 % de leurs effectifs, blessés ou tués, depuis le début des combats, selon le Pentagone.

«Seul Dieu a des yeux»
La guerre ne sera pas pour autant terminée avec la fin de la bataille de Mossoul. Avant même le début des derniers assauts contre la vieille ville, l’Etat islamique a répliqué à sa manière, brutale et rapide. Dans la nuit de dimanche à lundi, une soixantaine de jihadistes ont attaqué deux quartiers de l’ouest de Mossoul, libérés il y a quelques mois, Tanak et Yarmouk. Ils ont investi le premier, avancé vers le second. Les habitants ont fui en quelques heures. Les autorités irakiennes ont d’abord blâmé des «cellules dormantes». La réalité est plus inquiétante. Les jihadistes n’attendaient pas cachés à Mossoul dans des caves ou des maisons abandonnées. Ils venaient de beaucoup plus loin, de Tall Afar, à la frontière syrienne, l’une des dernières villes irakiennes qu’ils contrôlent encore. «Ils ont marché durant une partie du trajet et ont réussi à passer nos lignes. Ils avaient des informateurs qui leur ont dit comment éviter les check-points et parvenir jusqu’à Mossoul. Tout était prêt pour eux quand ils sont arrivés», explique le général Haider Fadhel des forces spéciales. Au moins un soldat a été tué lors de l’assaut. Aucun civil n’aurait perdu la vie, selon l’armée irakienne.

Un jihadiste a été capturé. Il a 11 ans. Les autres ont tous été tués, selon le général. «La plupart avaient des vestes explosives. Nous en avons abattu quelques-uns», affirme-t-il. Le cadavre poussiéreux de l’un d’eux, barbe et cheveux longs, pantalon court, était accroché tête en bas lundi matin au poteau cassé d’un feu tricolore. «Ce sont les habitants qui l’ont mis là, pas nous», expliquait un soldat en faction. Quelques heures plus tard, le corps avait été décroché. Il gisait juste à côté sur un terre-plein. Des enfants lui jetaient des cailloux, lui défonçant le crâne. Des adolescents criaient : «C’est un Pakistanais ! Non, un Afghan !» «C’est un Tadjik», hurlait un autre. Un homme d’une quarantaine d’années répétait : «Seul Dieu a des yeux et sait ce qui s’est passé.»

Le jour même, l’armée s’est déployée dans plusieurs quartiers de l’ouest de Mossoul, à plusieurs kilomètres de la vieille ville et de ses combats. En milieu d’après-midi, une vingtaine de soldats ont investi le quartier de Tal Ruman. Ils frappent aux portes métalliques des maisons. La plupart s’ouvrent. Ils pénètrent dans la cour, le salon, jettent un œil dans la cuisine, montent vers les chambres, observent les portes à l’arrière. «Regardez ce que vous voulez, et partout», dit un propriétaire bedonnant en offrant des graines de tournesol. Les inspections ne durent que quelques minutes. Au coin d’une rue, deux blindés sont arrêtés. Des soldats ouvrent le coffre d’un Humvee noir. Un homme pieds nus en tee-shirt blanc est allongé. Il a une vingtaine d’années et l’air terrifié. Un militaire lui met une claque et le sort en le tirant par une oreille. Le jeune est poussé jusqu’à un commandant qui joue avec une petite barre de fer. «Je n’ai rien fait, je n’ai rien fait», répète l’homme en gardant la tête baissée. «Quoi que tu aies fait, quoi que tu fasses, si jamais c’est pour Daech, tu es mort», crie le commandant. Un peu à l’écart, un soldat aux yeux bleus dit : «On le pousse un peu mais c’est pour lui faire peur. On veut qu’il travaille pour nous.» L’homme est ramené au Humvee où il récupère son sac. Il est libre. Il s’éloigne aussi vite qu’il le peut.


Luc Mathieu Envoyé spécial à Mossoul Photos William Daniels


L'EI subit deux revers en Irak et Syrie (29/06/2017)
Par Le Figaro.fr avec AFPMis à jour le 29/06/2017 à 20:31 Publié le 29/06/2017 à 20:12

Les djihadistes du groupe Etat islamique (EI) ont enregistré aujourd'hui deux importants revers en Syrie et en Irak:En Irak, les forces gouvernementales ont repris le site de la mosquée emblématique d'Al-Nouri, dans la vieille ville de Mossoul où elles traquent les derniers jihadistes.

» Lire aussi - Le crépuscule de l'État islamique à Mossoul

C'est dans cette mosquée qu'Abou Bakr al-Baghdadi avait fait en juillet 2014 son unique apparition publique connue en tant que chef de l'EI, peu après que les jihadistes s'étaient emparés de la deuxième ville d'Irak. Il avait appelé dans un prêche les musulmans à lui obéir.

La mosquée Al-Nouri et le minaret penché, connu sous le nom d'"Al-Hadba" ("la bossue") et surnommé "la tour de Pise irakienne", avaient été détruits le 21 juin par les jihadistes qui les ont fait exploser alors que les forces irakiennes progressaient en direction de ce site. Le "califat", proclamé par l'EI il y a trois ans jour pour jour, touche à sa fin, a affirmé le Premier ministre irakien Haider al-Abadi.

Les Forces démocratiques syriennes (FDS) ont "pris le contrôle d'une région au sud de l'Euphrate, coupant ainsi la dernière route que l'EI pouvait utiliser pour se retirer de Raqqa", a expliqué à Rami Abdel Rahmane, directeur de l'OSDH. "Les FDS ont pu maintenant encercler complètement Raqa" a-t-il dit.

Quelque 2.500 jihadistes combattent dans la ville, selon le général britannique Rupert Jones, commandant en second de la coalition internationale. L'ONU a estimé mercredi que près de 100.000 civils étaient "pris au piège" à Raqqa, alors que des dizaines de milliers de civils seraient aussi bloqués dans la vieille ville de Mossoul.

Daech a perdu 60% de son territoire et 80% de ses revenus (étude) - 29/06/2017
Par Le Figaro.fr avec AFPMis à jour le 29/06/2017 à 16:44 Publié le 29/06/2017 à 16:43

Le groupe Etat islamique (EI) a perdu en trois ans 60% du territoire qu'il a occupé en Irak et en Syrie et 80% de ses revenus, selon une étude du cabinet d'analyse IHS Markit publiée jeudi. Le territoire du "califat" autoproclamé en juin 2014 à cheval sur ces deux pays est passé de 90.000 km² en janvier 2015 à 36.200 km² en juin 2017, explique cette firme basée à Londres. Une coalition internationale conduite par les Etats-Unis mène des frappes aériennes contre les jihadistes depuis l'été 2014.

Au sol, la bataille est engagée en Irak par l'armée et en Syrie principalement par les Forces démocratiques syriennes (FDS), une alliance de combattants kurdes et arabes anti-EI. "La montée et la chute de l'EI se caractérisent par une expansion rapide suivie d'un déclin continu. Trois ans après sa proclamation, il est évident que le projet de gouvernance du califat a échoué"', note Columb Strack, un expert du Moyen-Orient à IHS Markit. "Le reste du +califat+ devrait se désintégrer avant la fin de l'année et son projet sera réduit à une série de zones urbaines isolées qui devrait être reprise au cours de 2018", a-t-il ajouté.

Par ailleurs, les finances de l'EI se sont aussi effondrées. Les revenus mensuels sont passés de 81 millions de dollars au deuxième trimestre 2015 à 16 millions de dollars au second semestre 2017, soit une baisse de 80%. "Cela s'explique par un déclin continu de toutes les sources de financement, que ce soit la production de pétrole, les taxes et les confiscations ainsi que les autres activités illicites", note un autre expert d'IHS Ludovico Carlino. Ainsi les revenus générés par le pétrole sont tombés de 88% et les taxes et confiscations de 79% entre 2015 et 2017. Pour lui, "la perte de territoires est le principal facteur ayant entrainé les pertes de revenus".

"La perte de contrôle de régions peuplées comme Mossoul (en Irak) et de zones pétrolières dans les provinces de Raqa et Homs en Syrie ont eu un impact significatif sur la capacité du groupe à générer des revenus", a-t-il expliqué.

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EI/Philippines: la Chine promet d'aider (29/06/2017)
Par Le Figaro.fr avec AFPMis à jour le 29/06/2017 à 15:10 Publié le 29/06/2017 à 14:42

La Chine a promis aujourd'hui de continuer à fournir aux Philippines "l'aide nécessaire", au lendemain de la livraison par Pékin de milliers d'armes à Manille pour affronter des djihadistes qui occupent une ville de l'archipel.

Le 23 mai, des centaines de combattants brandissant le drapeau noir du groupe Etat islamique (EI) ont pris le contrôle de quartiers de Marawi, une localité de la région de Mindanao, dans le sud du pays. L'armée philippine mène actuellement une campagne de bombardements et de combats au sol mais n'a pas réussi à déloger les assaillants des poches où ils se sont retranchés.


"Hier, le premier lot d'aide d'urgence a été livré aux Philippines", a déclaré aujourd'hui le ministre chinois des Affaires étrangères Wang Yi lors d'une conférence de presse à Pékin.

"A l'avenir, conformément aux besoins des Philippines, nous continuerons à fournir l'assistance et l'aide nécessaires", a-t-il souligné aux côtés de son homologue philippin Alan Peter Cayetano, actuellement en visite en Chine. M. Wang a également promis le soutien chinois dans les opérations de reconstruction de Marawi.

Une cargaison chinoise de fusils d'assaut, fusils de sniper et de munitions est arrivée hier aux Philippines. C'est la première aide militaire de Pékin depuis que le président philippin Rodrigo Duterte a annoncé fin 2016 sa "séparation" d'avec les Etats-Unis - son allié militaire traditionnel - au profit de la Chine.

Cette livraison d'armes, d'une valeur de 50 millions de yuans (6,5 millions d'euros), "reflète l'avènement d'une nouvelle ère dans les relations philippino-chinoises", s'est réjouit M. Duterte.
L'ambassadeur chinois aux Philippines, Zhao Jianhua, a assuré qu'un "deuxième lot" d'armes chinoises sera bientôt livré.

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Roumanie: un arrestation en lien avec l'EI (29/06/2017)
Par Le Figaro.fr avec AFPMis à jour le 29/06/2017 à 15:11 Publié le 29/06/2017 à 13:13

Un Roumain de 39 ans soupçonné d'avoir collecté des données militaires au profit du groupe Etat islamique (EI) a été interpellé aujourd'hui, une première dans ce pays de l'Union européenne, ont indiqué les autorités roumaines.

Le suspect est accusé d'avoir effectué des repérages "au printemps 2015 à proximité d'une installation militaire du territoire roumain, observant attentivement les voies d'accès et les clôtures", a précisé le parquet chargé de combattre le crime organisé et le terrorisme (DIICOT) dans un communiqué.

Son "but déclaré était de contribuer à l'organisation d'un attentat terroriste contre cette base", a ajouté le Service roumain des renseignements, selon lequel l'homme avait déclaré son "adhésion" au groupe jihadiste EI.

Il voulait transmettre les informations collectées à "une cellule salafiste et pro-jihadiste d'un état de l'Union européenne", a ajouté le parquet. Selon ce dernier, cette cellule était en lien avec des auteurs des attentats terroristes du 13 novembre 2015 à Paris.

Les autorités ont organisé ce matin trois perquisitions dans le département d'Arges (sud) où habitait le suspect. Il est également poursuivi pour "propagande" en ligne en faveur du groupe EI et a été placé en garde à vue.


Surveillé depuis 2015, l'homme se serait radicalisé après avoir vécu plusieurs années à l'étranger, dans un pays de l'Union européenne où il était en lien avec des groupes jihadistes, a précisé le service des renseignements.

Mossoul: les forces irakiennes annoncent avoir repris la mosquée Al-Nouri (29/06/2017)
Par Le Figaro.fr avec AFPMis à jour le 29/06/2017 à 11:40 Publié le 29/06/2017 à 11:30

Les forces irakiennes ont annoncé aujourd'hui avoir pris le contrôle de la mosquée Al-Nouri où Abou Bakr al-Baghdadi avait donné en juillet 2014 son premier prêche en tant que chef du groupe Etat islamique (EI). Sa dernière apparition publique connue à ce jour.

Des membres de l'EI avaient fait exploser cette grande mosquée, minaret emblématique de la ville irakienne, le 21 juin dernier.

L'armée irakienne a fait savoir que les Forces spéciales avaient pris la mosquée aux jihadistes. Un commandant des Forces spéciales a lui indiqué que le site n'avait pas encore été repris mais que ses forces étaient sur le point de le faire.

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» L'interminable reconquête de Mossoul, la «capitale» irakienne de Daech

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L'interminable reconquête de Mossoul, la «capitale» irakienne de Daech (28.06.2017)
Par Adrien Jaulmes Mis à jour le 28/06/2017 à 21:32 Publié le 28/06/2017 à 19:50

VIDÉO - Après neuf mois de bataille, les forces irakiennes avancent sur le dernier refuge des combattants de Daech. Une ultime offensive qui s'oppose à la défense ingénieuse, retorse et acharnée des djihadistes.

La longue reconquête de Mossoul sur l'État islamique touche à sa fin. Acculés dans les ruines de la vieille ville, dans les décombres de ce qui fut le cœur de leur sinistre expérience étatique, les combattants djihadistes livrent leur dernier combat. L'issue de la bataille ne fait désormais plus aucun doute, mais les soldats irakiens devront néanmoins la livrer jusqu'au bout.

Il leur a fallu neuf mois de durs combats pour arriver jusqu'aux ruelles autour de la grande mosquée où fut proclamé le califat, en juillet 2014. Neuf mois au cours desquels les combattants fanatiques de l'EI ont reculé pied à pied, se battant maison par maison. Neuf mois pendant lesquels des ...

Offensive à Raqqa : « l'État Islamique n'existe plus » (09/06/2017)
Par Eloi Thiboud  Publié le 09/06/2017 à 12:33

FIGAROVOX/ENTRETIEN - Le 6 juin les Forces Démocratiques Syriennes soutenues par la coalition américaine, sont entrées dans Raqqa défendue par Daech. Spécialiste des questions internationales, Hadrien DESUIN décrypte le déclin de l'État islamique à Raqqa.

Spécialiste des questions internationales et de défense, Hadrien Desuin est essayiste. Il vient de publier La France atlantiste ou le naufrage de la diplomatie (éd. du Cerf, 2017).

FIGAROVOX. - Les forces arabes et kurdes, soutenues par les Américains, ont engagé l'offensive contre l'EI à Raqqa et sont entrées dans l'est de la ville le 6 juin. Que représente Raqqa pour l'EI aujourd'hui? La reconquête de Raqqa signifie-t-elle la chute de l'État Islamique?

D'un point de vue strictement territorial, «l'État islamique » n'existe plus.

Hadrien DESUIN. - Raqqa ne représente pas grand-chose dans la symbolique du Califat. Une ville comme Mossoul est plus intéressante car elle frappe l'imaginaire de la mythologie islamique. Tout comme Damas d'où est partie la reconquête de Saladin pour chasser les croisés de Jérusalem. Raqqa a toutefois été la plus grosse ville syrienne sous occupation de l'État islamique. Elle était donc la capitale économique de Daech en Syrie. Elle était très bien située quand l'organisation djihadiste était au faîte de sa puissance en 2014- 2015. 300 000 habitants, à très grande majorité arabes sunnites, ont donné de la substance à l'État islamique. Désormais encerclée, l'issue militaire de Raqqa ne fait pas de doute. Le siège sera long mais ce n'est qu'une question de temps. Les assaillants vont sans doute prendre le temps de laisser s'affaiblir les assiégés en coupant leur ravitaillement. En attendant, ils pourraient bien conforter leurs positions dans toute la province de Raqqa.

D'un point de vue strictement territorial, «l'État islamique» n'existe plus. Les liaisons sont très compliquées entre la Syrie et l'Irak. Il ne reste que des grosses poches de résistances, incapables de se coordonner entre elles. Plus aucune zone n'est sûre. Ces dernières vont persister encore longtemps car elles sont tenues par des fanatiques prêts à mourir plutôt que de se rendre. Dans certains quartiers très urbanisés, les petites équipes de snipers ou de tireur RPG peuvent considérablement ralentir la progression d'une troupe entraînée. Il faut 10 assaillants pour un défenseur à moins de raser la ville. Il s'agit toutefois d'un combat d'arrière-garde. Depuis que les contre-offensives des coalitions américaines et russes ont commencé, l'EI est revenu au modèle plus classique d'Al Qaïda : internationalisation du terrorisme et guérillas franchisées dans tout le monde musulman. N'oublions pas que Daech n'est au départ qu'une dissidence d'Al Qaïda en Irak et au Levant.

L'idéologie de Daech, et du djihadisme en général, ne peut pas vivre en dehors de la conquête. Dès qu'elle fut arrêtée aux portes de Bagdad, à Palmyre et dans Kobané, Daech a dû se réinventer pour survivre et maintenir sa folle cavalcade meurtrière.

Quels sont les intérêts des États-Unis à Raqqa ?

Les États-Unis ont voulu prendre Raqqa avant les Russes, les Iraniens et l'armée syrienne. Quitte à se fâcher avec les Turcs qui redoutent par-dessus tout l'extension du Kurdistan syrien. La prise de Raqqa marquera symboliquement la défaite de Daech en Syrie et donc la victoire de la coalition américaine. Pour Donald Trump, l'enjeu est d'importance après des années d'extrême prudence de la part de Barack Obama sur ce dossier. D'un point de vue géopolitique, la coalition irano-russe serait contrainte de laisser la vallée de l'Euphrate aux alliés des Américains. Il s'agit de confiner le plus possible la Russie et l'Iran qui sont toujours vus à Washington comme les principaux adversaires de l'Amérique à l'échelle du monde.

Les Forces Démocratiques Syriennes (FDS) soignent malgré tout leurs relations avec les Russes et donc avec le régime syrien car ils doivent se coordonner avec eux dans la poche d'Afrin, coupée du cœur du Rojava qui va de Kobané à Hassaké. En prenant Raqqa, les Américains veulent aussi rassurer l'Arabie Saoudite, le grand allié de Donald Trump : la Syrie de l'Est ne tombera pas dans l'escarcelle chiite. Cette vision saoudienne et confessionnelle est quelque peu caricaturale car le régime de Bachar a toujours su composer avec les populations sunnites dans le passé. En faire une secte arc-boutée sur un clan alaouite est très simpliste. La Syrie des années 2000 savait aussi jouer des rivalités entre l'Iran et l'Arabie Saoudite.

Qui tiendra la ville après le départ des djihadistes ?

Les membres arabes de l'alliance FDS sont en première ligne mais les Kurdes auront une place incontournable. Toutefois, ils devront s'appuyer impérativement sur les grandes familles de la ville qui ont subi l'oppression de l'État islamique pendant plus de cinq ans. Les Kurdes pourront réoccuper les quartiers dont ils ont été expulsés mais doivent rester en dehors des quartiers arabes s'ils veulent gagner la paix. Dans l'idéal, il faudrait qu'une municipalité sous l'égide des notables de Raqqa prenne les affaires socio-économiques en main, laissant aux FDS la défense militaire de la ville.

Pourquoi la coalition russe ne participe-t-elle pas à cet assaut ?

Parce que les Américains et les Russes ne sont jamais parvenus à se mettre d'accord sur le périmètre d'une éventuelle coalition commune. Les Russes sont alliés aux Iraniens, au Hezbollah et à l'armée de Bachar Al-Assad. Ni le Pentagone, ni la CIA ne peuvent accepter de combattre avec les alliés de la Russie. Ils soutiennent des rebelles sunnites qui se battent justement contre l'armée syrienne dans le sud du pays. Faute de s'entendre sur un partage des zones d'influence, la partition de la Syrie se fait par les armes. Chaque camp tente de prendre le maximum de terrain sur les décombres de Daech, un peu comme ce qui s'était passé à Manbij et Al-Bab.

Dans l'idéal, il faudrait qu'une municipalité sous l'égide des notables de Raqqa prenne les affaires socio-économiques en main, laissant aux FDS la défense militaire de la ville.

Pour la bataille de Raqqa, les forces soutenues par la Russie sont encore à 100km de la ville. Laquelle est déjà ceinturée par les FDS. Il est donc trop tard pour les troupes de Damas de participer à la prise de la ville. L'objectif est de consolider les territoires gagnés à l'est d'Alep et dans le centre du pays, autour de Palmyre. Il y a aussi les quartiers de Der Ez Zor à défendre, l'autre grande ville sur l'Euphrate. L'enclave qui résiste depuis des années à Daech est de nouveau sous l'intense pression des djihadistes.

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Daech veut créer un califat aux Philippines (29.05.2017)
Par Camille Bouscasse Mis à jour le 29/05/2017 à 12:42 Publié le 26/05/2017 à 18:39

VIDÉO - L'État islamique contrôle toujours la ville de Marawi sur l'île de Mindanao avec l'appui de djihadistes venus de pays asiatiques. Le président philippin Rodrigo Duterte évoque «une invasion».

La percée de groupuscules islamistes rattachés à l'État Islamique (EI) plonge l'île de Mindanao aux Philippines dans le chaos. Les islamistes philippins ont pris le contrôle de la ville de Marawi, un bastion musulman au sein d'un pays à majorité catholique.

«L'État Islamique a radicalisé un grand nombre de jeunes philippins musulmans»
José Calida, le solliciteur général des Philippines

Depuis le début des violences, et notamment depuis que le chef de police de Malabang s'est fait décapiter à un poste de contrôle des rebelles, les autorités philippines ont déployé les forces spéciales ainsi que plusieurs hélicoptères de combat. Après avoir instauré la loi martiale dans la région mardi dernier, le président philippin Rodrigo Duterte a insisté sur sa volonté de se montrer sévère et ferme envers les terroristes des groupes Mauteet Abou Sayyaf

Maute est une branche de Daech qui opère dans la région de Lanao du Sud sur l'île de Mindanao et qui s'est rendue célèbre en septembre 2016 lors d'une attaque à la bombe meurtrière à Davao, la plus grande ville de l'île de Mindanao. 

Quant à Abou Sayyaf, le groupe islamiste qui sévit depuis plus de vingt ans a récemment étendu son influence à toutes les îles du Sud des Philippines et est responsable d'une multitude d'attaques terroristes dans la région. Selon les autorités philippines, des combattants indonésiens et malaisiens, entre autres, seraient venus soutenir et renforcer les islamistes philippins. Pour Manille, la présence de ces forces étrangères dans les rangs des insurgés est due à un appel de ralliement lancé par Daech.

L'apport des combattants indonésiens et malaisiens révèle le nouveau mode opératoire de l'État Islamique (EI). Pour la première fois en Asie de l'Est des branches locales de Daech déploient leurs forces sur des territoires autres que les leurs. Cette capacité de mobilisation et de déplacement de terroristes étrangers visent à internationaliser le terrorisme en s'appuyant sur les sous-groupes lui ayant prêté allégeance. Daech qui veut instaurer un califat sur l'île de Mindanao cherche à territorialiser son influence.

Pendant les derniers jours, l'État Islamique a engagé une succession d'offensives, à l'instar du double attentat-suicide de Jakarta. L'ouverture de ces nombreux fronts inquiète d'autant plus les autorités philippines que, selon José Calida, le solliciteur général des Philippines, l'État Islamique «a radicalisé un grand nombre de jeunes philippins musulmans.» Qualifiés de «très déterminés» par l'armée, les djihadistes ont provoqué la fuite de nombre des 200.000 habitants de Marawi et la mort de 46 personnes.

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          Kurdistan, Rojava   
Syrie : l'envoyé américain auprès de la coalition à Ankara (30.06.2017)
Par Le Figaro.fr avec AFPMis à jour le 30/06/2017 à 13:24 Publié le 30/06/2017 à 13:07

L'envoyé américain auprès de la coalition internationale combattant le groupe Etat islamique (EI), Brett McGurk, effectuait aujourd'hui une visite à Ankara, qui voit d'un mauvais œil ses relations avec les milices kurdes de Syrie, selon des sources diplomatiques.

McGurk devait rencontrer un responsable du ministère des Affaires étrangères, a affirmé un responsable de la diplomatie turque sous couvert de l'anonymat, sans plus de précision sur l'ordre du jour des discussions prévues. Les médias turcs ont rapporté que l'envoyé américain rencontrerait également des responsables du ministère de la Défense.


Le ministre turc des Affaires étrangères Mevlut Cavusoglu avait appelé le 18 mai au départ de M. McGurk, l'accusant de soutenir les milices kurdes syriennes et les séparatistes kurdes turcs que la Turquie considère comme "terroristes". Washington avait répliqué en réitérant son soutien à son émissaire.

Les Etats-Unis considèrent les milices kurdes syriennes des YPG comme les seules forces locales capables de lutter au sol contre les jihadistes du groupe Etat islamique (EI) et leur fournit des armes, au grand dam de la Turquie pour qui ces groupes ne sont qu'une émanation des du Parti des Travailleurs du Kurdistan (PKK) classé comme une organisation terroriste par Ankara et ses allés occidentaux.

Brett McGurk était en visite mercredi et hier dans le nord de la Syrie, où il a rencontré des membres du Conseil civil de Tabqa, qui administre les affaires quotidiennes de la ville, et de Raqa, l'organe qui devrait gérer ce bastion de l'EI une fois chassés les jihadistes.



Patrice Franceschi : «À Raqqa se joue aussi l'avenir du Kurdistan syrien» (08/06/2017)

Par Alexis Feertchak Mis à jour le 08/06/2017 à 17:58 Publié le 08/06/2017 à 17:30

Photo de Patrice Franceschi prise par des combattants kurdes.
Photo de Patrice Franceschi prise par des combattants kurdes.

INTERVIEW - L'écrivain et voyageur raconte comment la bataille de Raqqa, à laquelle participent les Kurdes, est déterminante pour l'élimination de Daech, mais aussi pour la viabilité d'un futur Kurdistan autonome en Syrie.

Engagé depuis trente ans pour la cause kurde, l'écrivain et voyageur Patrice Franceschi accompagne les Kurdes de Syrie dans leur combat contre Daech depuis le début de la guerre. Il a notamment publié Mourir pour Kobané (éd. des Équateurs, 2015).

LE FIGARO. - Quelle place les Kurdes occupent-ils dans la bataille de Raqqa ?

Patrice FRANCESCHI. - Ce sont les Forces démocratiques syriennes (FDS), une coalition arabo-kurde, qui sont engagées contre Daech. Le commandement des FDS, ce sont indubitablement les Kurdes des Unités de protection du peuple (YPG en kurde). Mais, à la différence de la bataille de Manbij dans le nord-ouest de la Syrie l'été dernier, les Arabes sont aujourd'hui en première ligne et majoritaires, autour de 80% des combattants, car Raqqa est une ville proprement arabe. Il y a aussi quelques chrétiens, notamment syriaques. Pour les Kurdes, ce choix a tous les avantages, à commencer par celui d'épargner leurs hommes. Dans le nom même de cette coalition, l'appellation kurde n'apparaît pas. À la grande satisfaction des Arabes!

Depuis le siège de Kobané en 2014, les Kurdes sont devenus en Syrie le meilleur rempart contre Daech. Comment expliquez-vous leur détermination?

Jusqu'à Kobané, tout le monde me disait qu'ils allaient être balayés. Je savais que non, parce que les raisons pour lesquelles ils veulent créer de façon révolutionnaire leur Kurdistan dans le nord de la Syrie avec l'égalité hommes-femmes, la démocratie et la laïcité, s'accompagnent d'une ferveur incroyable. Je savais, pour les accompagner depuis le début de la guerre, que si les Occidentaux leur donnaient un coup de main militaire, non seulement ils résisteraient, mais ils pourraient gagner contre tous les autres mouvements islamistes et djihadistes. Ils ont une puissance intérieure supérieure à tous les autres.

Les Kurdes ont compris à Kobané qu'en allant jusqu'au bout, jusqu'au sacrifice, ils pourraient démontrer ainsi leur capacité auprès des Occidentaux. Leur rencontre avec François Hollande en janvier 2015 à Paris a été le moment de bascule. L'alliance avec les pays occidentaux, notamment avec Washington, commence alors vraiment. En deux ans et demi, leur avancée a été constante. S'ils vont à Raqqa aujourd'hui, c'est parce qu'ils ne pourront jamais vaincre l'État islamique sans que la capitale de celui-ci tombe définitivement.

Les Kurdes et le régime de Damas se sont jusqu'ici largement épargnés. L'avancée des FDS à Raqqa peut-elle changer la donne ?

Les Kurdes détestent le régime de Damas, mais sont capables de passer de manière pragmatique des accords de non-agression avec lui, mais il ne s'agit pas d'une alliance idéologique. Les négociations avec les Russes sont très difficiles parce qu'ils sont ensemble, avec les Kurdes et le régime syrien, dans la poche d'Afrin, au Nord, pour contenir les pressions turques, mais, en même temps, Moscou ne veut pas que les FDS, soutenues par Washington, avancent dans la région de Raqqa, voire aillent jusqu'à Deir Ezzor [ville de l'est syrien, partiellement tenue par le régime, mais assiégée par Daech]. Je pense néanmoins que les Russes, les Américains et les Kurdes sauront s'entendre pour délimiter l'avancée respective des FDS et du régime.

Les Kurdes sont très habiles pour ne pas aller trop loin. À l'automne, la bataille de Raqqa sera probablement gagnée, peut-être même avant. La dimension diplomatique du conflit pourra reprendre afin de décider de l'avenir du Rojava comme entité kurde autonome au nord de la Syrie. Ce sera une zone tampon pour les Occidentaux, débarrassée de tout islamisme. Il existe, en revanche, un risque réel que Recep Erdogan, isolé diplomatiquement, ne supporte pas cette poussée kurde en Syrie et tente une nouvelle intervention dans le nord de la Syrie. Moscou et Washington s'y opposeraient, mais cela pourrait faire durer la crise plus longtemps.

Après la Première Guerre mondiale, un État avait déjà été promis aux Kurdes qui s'étaient battus contre l'Empire ottoman. Mais avec le traité de Lausanne en 1923, le Kurdistan a été enterré. Les Kurdes ont-ils aujourd'hui des garanties ?

Ils s'en souviennent de cette époque... Ils ont toujours été trahis, savent bien qu'ils peuvent l'être à nouveau et essaient d'obtenir des contreparties pour préparer l'avenir. Ils prennent notamment des précautions territoriales en allant plus loin que le territoire kurde pour pouvoir le négocier ensuite. Surtout, ils savent que Daech va disparaître en tant qu'État mais pas comme mouvement idéologique. Les Occidentaux n'auront pas intérêt à les lâcher après sa chute car, sinon, tout sera à recommencer l'année suivante. Construire un Rojava autonome est le meilleur moyen d'endiguer l'islamisme dans cette région.

Dans quel état se trouve aujourd'hui le Rojava ? Les Kurdes du PKK en Turquie ne sont pas connus pour leur fonctionnement démocratique...

Ceux qui pensent cela ne connaissent pas la situation dans la Turquie de Recep Erdogan, où l'on est soit idéologiquement opposé à lui, soit avec lui. Par ailleurs, les Kurdes syriens du Parti de l'union démocratique (PYD) et les Kurdes turcs du PKK, ce n'est pas la même chose. Si le PYD est bien une émanation historique du PKK, leurs agendas sont différents. Qu'ils soient alliés, bien sûr, les Kurdes n'ont aucun intérêt à être en bisbille entre eux.

Les Kurdes syriens ont pris leur autonomie et administrent le Rojava par eux-mêmes. À l'échelle de la démocratie locale, ils sont très horizontaux dans leur gestion. Il y a partout des comités de village. C'est du communalisme et c'est tout à fait inédit, surtout au Moyen-Orient. Si toutes les frontières de Rojava sont en guerre, les trois à quatre millions d'habitants vivent en paix, certes dans une certaine pauvreté, mais moins qu'il y a un an, parce qu'ils ont redéveloppé une part de l'économie, ainsi que l'agriculture - on est dans le croissant fertile. Au fond, ils bâtissent un État, qui fait trois fois la taille du Liban.

Comment les Kurdes du Rojava agissent-ils vis-à-vis des minorités ethniques et religieuses ?

Les Kurdes partent du principe qu'il y a deux choix. Soit on combat les minorités, soit on les intègre. Ils ont joué le jeu de l'intégration. C'est pour ça qu'il y a aujourd'hui les FDS. Les Arabes combattent avec les Kurdes. Quel exploit ! Normalement c'est à feu et à sang dans ces pays-là.

Certes, ils imposent de nombreuses règles, mais dans des sociétés patriarcales et conservatrices, ils n'ont pas le choix pour mettre fin à la polygamie et appliquer la parité. Partout, il y a un homme et une femme pour diriger. Les cafés sont ouverts, les filles sont en jupe. Ils ont recréé un service militaire, mais nous aussi, autrefois, quand la patrie était en danger, il y avait la mobilisation générale. Les déserteurs pouvaient être fusillés. En matière militaire, ils ont une verticalité du commandement. Un chef à l'Est donne un ordre à l'Ouest, il est exécuté tout de suite. Ils ont la conscience collective d'être dans une guerre existentielle. S'ils n'agissent pas ainsi, ils perdront face à des États et des groupes terroristes infiniment plus riches et nombreux qu'eux. Je n'ai vu à aucun moment un abus d'autorité de quelque sorte.

Les Kurdes commencent à toucher les dividendes de cet effort collectif et de cette intelligence des situations. On oublie souvent qu'au-delà des aspects militaires comme aujourd'hui à Raqqa, il faut aussi qu'il y ait les structures d'un État durable. En Irak, quand Mossoul sera définitivement libéré, on n'est pas du tout certain du résultat parce que rien ne dit que les Irakiens, divisés, pourront reconstruire politiquement la région.

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Les Kurdes acceptent de payer le prix du sang pour triompher de l'islamisme en Syrie (20/08/2016)
Par Alexis Feertchak Mis à jour le 20/08/2016 à 13:35 Publié le 19/08/2016 à 20:50

Patrice Franceschi auprès des combattantes kurdes des YPJ - Crédits Photo: DR.
FIGAROVOX/GRAND ENTRETIEN - Dans un entretien fleuve, l'écrivain-voyageur Patrice Franceschi, grand défenseur de la cause kurde depuis trente ans, révèle les ressorts de ce peuple héroïque qui, en Syrie plus qu'en Irak, combat avec une énergie inégalée l'État islamique.

Patrice Franceschi est un écrivain français. Il est également cinéaste, aviateur, marin et officier de réserve. Il a reçu en 2015 le prix Goncourt de la nouvelle pour son livre Première personne au singulier. Militant de la cause kurde depuis près de trente ans, il se rend en Syrie auprès d'eux depuis le début du conflit. Auteur de Mourir pour Kobané (éd. des Equateurs, 2015), il est à l'origine du projet de création d'un Centre culturel français au Rojava, le territoire kurde au Nord de la Syrie, aujourd'hui largement autonome, qui combat en première ligne l'État islamique.

FIGAROVOX. - À partir du début de la Guerre civile syrienne en 2011, vous vous rendez régulièrement dans les cantons kurdes du Nord du pays. Vous avez pu suivre la bataille de Kobané, à la frontière turque, qui a duré de septembre 2014 à juin 2015. Non seulement les Kurdes ont réussi à tenir ce bastion face aux djihadistes, mais ils ne cessent depuis d'avancer face à Daech, avec notamment la reprise récente de la ville de Manbij. D'où vient l'énergie des combattant(e)s kurdes ?

Patrice FRANCESCHI. - Kobané a vraiment été le Stalingrad des Kurdes, le moment de basculement de leur propre histoire. Entre sa libération et maintenant, ils ont incroyablement progressé sur le terrain militaire contre les islamistes. La bataille de Manbij a été le dernier moment, véritablement homérique, de cette guerre puisque cette ville du Nord du pays est le principal verrou des djihadistes. Elle barre en effet la jonction entre la capitale de Daech, Raqqa, et les territoires qu'ils tiennent dans la poche aujourd'hui encerclée du canton d'Afrin. C'est une défaite majeure pour eux. Cette bataille a été sanglante, d'une extrême dureté. Les Kurdes ont payé le prix du sang : en deux mois, plus de 1000 combattants ont été tués ou blessés. De l'autre côté, 3000 djihadistes sont morts et l'on compte le double de blessés.

L'énergie des combattants des Unités de protection du peuple (YPG en kurde) et des combattantes des Unités de protection de la femme (YPJ) vient d'une chose relativement simple. Ils savent pertinemment pourquoi ils se battent et acceptent pour cela de souffrir et de mourir. Ils se battent pour leur liberté afin d'en finir avec des siècles d'oppression arabe, ils se battent pour la démocratie, l'égalité entre les hommes et les femmes, la laïcité et le respect des minorités. Ce sont des points d'incandescence pour les djihadistes ! Leur énergie provient aussi d'une jeunesse qui refuse de migrer. Les jeunes Kurdes veulent se battre et s'investissent complètement dans la construction d'un nouvel État qui sera un exemple pour le Moyen-Orient.

Dans un village qui venait d'être libéré autour de Manbij, je voyais des slogans de Daech écrits en arabe: «Nous ne voulons pas de la démocratie des mécréants, ni de leur laïcité maligne, nous voulons vivre sous la gouvernance d'Allah». Les Kurdes à côté avaient écrit : «Je ne migrerai pas, je n'abandonnerai pas mon pays à l'ennemi». Voilà ce qui les motive. Le combat est idéologique. Les Kurdes, c'est la démocratie contre la théocratie, la laïcité contre les religieux, le Code civil contre la charia. Ils mènent une guerre existentielle.

En mars 2016, le parti kurde de l'union démocratique (PYD) a proclamé une entité fédérale sous le nom de «Rojava» qui comprend une grande partie des territoires historiquement kurdes du Nord de la Syrie. À quoi ressemble aujourd'hui ce Rojava ?

Les Kurdes mettent en place un véritable État. Il ne s'agit pas d'un proto-État contrairement à ce que j'entends souvent. Dans les territoires contrôlés, l'État fonctionne certes avec de maigres moyens, mais il rouvre les écoles et dispose d'une administration, avec une police, une armée, une justice. En quatre ans, ils ont fait un travail prodigieux et sont portés par un véritable état de grâce. Pourquoi? Parce que leur foi dans la démocratie et dans les valeurs qu'ils portent est plus forte que celle des islamistes radicaux qui les combattent. Ils nous démontrent que c'est possible, à condition d'être prêt à payer le prix fort.

Et justement, sur le front militaire?

Au combat, leurs unités sont extrêmement organisées, disciplinées et opérationnelles. Pour la prise de Manbij par exemple, il y a eu énormément de combats rapprochés à la grenade. On ne pouvait pas faire appel à l'aviation alliée parce que les djihadistes se servaient des 20 000 civils comme de boucliers humains. Il a donc fallu se battre rue par rue, maison par maison, pendant deux mois. Et finalement, sur le terrain, le fanatisme religieux s'est révélé inférieur à la défense kurde de la démocratie.

Ce qui m'a frappé, c'est qu'il n'y avait aucun journaliste étranger pendant la bataille de Manbij. Une telle bataille était un enjeu majeur de civilisation en plus d'être un objectif stratégique considérable - la prise d'une ville de 100 000 habitants par encerclement. Ce tournant de la guerre aurait mérité un récit au quotidien. Si les djihadistes avaient gagné, le verrou vers leur capitale, Raqqa, n'aurait pas sauté. Avec la perte de Manbij, ils ont perdu et leur capitale finira par tomber.

Comment les populations arabes sunnites des régions contrôlées par les Kurdes considèrent la création de ce Rojava ?

La question nécessite d'abord de connaître l'histoire. Dans les trois cantons historiquement kurdes du Nord de la Syrie, les populations arabes sont parfois extrêmement nombreuses, comme dans la zone de Manbij, mais leur implantation est récente. La politique d'arabisation de Bachar el-Assad et de son père Hafez depuis une cinquantaine d'années a consisté à coloniser les zones kurdes avec des centaines de milliers d'arabes. Le régime de Damas confisquait les terres d'un village kurde et bâtissait en face une colonie arabe. Il faut avoir cette politique de colonisation à l'esprit quand on se demande ce qu'en pensent les arabes du coin. Les colons arabes sont des illégaux qui ont confisqué les terres des Kurdes.

Malgré cela, les Kurdes se refusent à les exproprier en récupérant leurs actes de propriété parce que le respect des minorités fait partie de leur constitution. Ils sont néanmoins bien embarrassés. Dans la population arabe, il y a deux catégories distinctes. D'un côté, il y a ceux qui sont très violemment anti-islamistes et qui ont rejoint depuis longtemps les Kurdes parce que ces derniers sont les seuls capables de les défendre. Les Chrétiens, notamment syriaques, font le même raisonnement. De l'autre côté, il y a ceux qui ne sont pas forcément islamistes, mais qui refusent le fait que les Kurdes, leurs anciens soumis, leurs valets qu'ils méprisaient, puissent gagner et diriger demain un État. Ceci leur est même insupportable. Les Kurdes font des efforts considérables pour les convaincre qu'ils ne seront pas des minorités opprimées dans leur État du Rojava. Le vice-Premier ministre est un arabe, le co-préfet de Djézireh est un arabe. Partout les Kurdes placent des arabes dans les administrations en leur proposant de participer à la nouvelle société qu'ils créent. Ce système fonctionne plutôt bien, mais des frictions demeurent dans certaines zones où les arabes se disent : effectivement, on ne voulait pas des djihadistes, franchement, c'était trop de se faire égorger en place publique, de se faire bastonner parce que l'on fume, etc. mais on aurait préféré finalement être libéré par Bachar el-Assad plutôt que par des Kurdes.

Quelles sont les relations du Kurdistan syrien de facto autonome avec le régime de Damas ?

On raconte souvent qu'il y a des collusions entre les Kurdes de Rojava et le régime de Damas. C'est là encore oublier l'histoire. La plupart des chefs politiques et militaires kurdes ont été en prison sous Bachar el-Assad. Ils détestent profondément le régime. Mais les combattants des YPG sont des gens pragmatiques. Ils savent très bien qu'ils ne peuvent pas mener de front deux batailles en même temps, à la fois contre Bachar el-Assad et contre les djihadistes. Ils passent là où il le faut, momentanément, tactiquement, des sortes d'accords de gentleman agreement avec le régime parce que l'intérêt commun est de faire front contre les djihadistes. Partout où il y a une faiblesse du régime - comme à Hassaké -, les Kurdes réattaquent le régime de Bachar el-Assad pour petit à petit le faire disparaître du territoire de Rojava.

Qamishli et Hassaké sont les deux derniers territoires du régime de Damas sur le territoire kurde. Très régulièrement, les Iraniens qui sont pro-Bachar tentent de fomenter des émeutes des arabes du coin contre les Kurdes pour les déstabiliser. L'objectif final de Bachar el-Assad sera de revenir au statu quo ante bellum, ce que les Kurdes savent très bien. Quand j'étais à Qamishli, je voyais les gens de Bachar tenter depuis leur petit réduit de sortir dans la ville pour f....e le b….l ! Penser qu'il y a une collusion entre les Kurdes et Bachar est une erreur grave. La réalité est qu'il s'agit seulement de moments tactiques.

Le Rojava est composé des trois cantons historiquement kurdes d'Afrin, de Kobané et de Djézireh (d'Ouest en Est) au Nord de la Syrie. Mais il y a encore une zone entre Afrin et Kobané près de Manbij que les Kurdes ne contrôlent pas. D'ici quelques mois, les Kurdes syriens pourront-ils réunifier ces trois cantons ?

Absolument. Pour réunifier le Rojava, il reste notamment à libérer le verrou d'Al-Bab sur la route d'Afrin, aujourd'hui aux mains de l'État islamique. L'objectif officiel de l'État-major kurde est de poursuivre l'offensive vers Al-Bab pour faire se rejoindre Afrin et Kobané. En même temps, cet objectif vital pour le Kurdistan syrien aura pour avantage de couper entièrement la route de ravitaillement des djihadistes vers la Turquie. Raqqa tombera après. Ce sont les plans à quelques mois de l'Etat-major kurde. Ils sont éminemment favorables aux Occidentaux puisque faire tomber Raqqa, la capitale de l'État islamique en Syrie, portera le coup final au Califat dans cette région.

Aujourd'hui, les combattants kurdes des YPG dominent le «Front démocratique syrien» qui regroupe également des combattants arabes et syriaques. Cette coalition pourrait-elle reprendre elle-même la ville de Raqqa, historiquement arabe, sans présence kurde ? Les FDS pourront-ils arriver à Raqqa avant l'Armée syrienne du régime de Damas ?

Les FDS - et pour parler franc les Kurdes - veulent prendre Raqqa. En 1944, les Alliés sont arrivés à Strasbourg. La France était entièrement libérée. Qu'ont fait les Français ? Ils sont allés jusqu'à Berlin! Les Kurdes savent très bien que s'ils s'arrêtent à la frontière du Rojava, face à un ennemi qui a voulu leur disparition, ils le laisseront se renforcer et Daech les réattaquera après. Pour les Kurdes, il est vital que Raqqa tombe, comme Berlin. Après, Raqqa est une vraie ville arabe, ce n'est pas une ville kurde colonisée par les arabes comme Manbij. Les Kurdes sont intelligents et le Front démocratique syrien va les servir car celui-ci, avec ses éléments arabes, va attaquer Raqqa. Ce ne sont pas directement les YPG kurdes qui attaqueront la capitale de Daech. Quand Raqqa sera tombé, les Kurdes laisseront les arabes qui les ont rejoints diriger la ville et la tenir pour eux. Raqqa deviendra une zone tampon pour protéger le Rojava kurde.

Pour répondre à votre deuxième question sur la course à Raqqa entre les FDS et le régime, il y a plusieurs choses. La priorité des Kurdes aujourd'hui est de contrôler entièrement la poche entre Afrin et Kobané pour réunifier le Rojava. Ce n'est donc pas dit qu'ils arrivent les premiers à Raqqa, même si, comme nous le voyions à Alep, les forces de Bachar el-Assad sont beaucoup moins efficaces que les Kurdes, et ce malgré l'appui russe et iranien.

La chute de Raqqa pourrait donc advenir dans les prochains mois. Mais les Kurdes sont très inquiets des grandes négociations qui ont lieu en ce moment entre la Syrie, la Turquie, la Russie et l'Iran. Ils se méfient de ces tractations qui pourraient leur voler leur victoire militaire.

Il y a des Kurdes au Nord-Ouest de l'Iran, qui sont proches du PKK turc. Quel rôle joue Téhéran vis-à-vis du Rojava ?

Téhéran soutient Bachar el-Assad, qui ne soutient pas vraiment les Kurdes de Syrie. Les Kurdes se méfient comme de la peste de l'Iran, comme de la Turquie ou des Arabes d'ailleurs. Ils ne connaissent pas encore très bien les implications du rapprochement des Occidentaux avec les Iraniens, mais aussi du rapprochement de l'Iran avec la Russie et la Turquie. Ils craignent de faire partie du festin…

Quel est le jeu de la Russie justement ? Historiquement, l'URSS était proche du PKK turc pour endiguer une Turquie membre de l'OTAN. Ils ont été les premiers par ailleurs à ouvrir un bureau de représentation du Rojava, à Moscou, dès l'automne 2015…

Il y a effectivement ce contexte historique qui remonte à l'époque de la Guerre froide. Mais aujourd'hui, surtout depuis le réchauffement entre Moscou et Ankara, il y a les contraintes immédiates qui sont pour les Russes la sauvegarde de Bachar el-Assad. Celle-ci pourrait se faire sur le dos des Kurdes si les Turcs parvenaient à convaincre les Russes d'un accord politique possible qui soit donnant/donnant. N'oublions pas que ce sont les Turcs qui financent les groupes rebelles contre Bachar el-Assad. Les enjeux actuels des négociations font craindre aux Kurdes qu'ils soient les dindons de la farce et que leur victoire militaire sur le terrain, qu'ils paient réellement du prix du sang, se transforme demain en échec politique. Les grandes nations pourraient détourner les yeux et laisser faire les nations régionales pour régler le problème kurde et l'éliminer définitivement. Les Kurdes ont déjà connu ça dans leur histoire !

Vous pensez au traité de Sèvres qui prévoyait en 1920 la création d'un État kurde ?

Effectivement. Les Kurdes avaient joué le jeu d'être avec les pays de l'Entente contre l'Empire ottoman et les Allemands en 1914. Ils leur avaient promis ce qu'ils méritent : un État-nation de 40 millions d'habitants qui n'est ni arabe ni ottoman, ni perse. Cette promesse d'un Kurdistan a été signée lors du traité de Sèvres de 1920 découpant en plusieurs États les restes de l'Empire ottoman. Mais ces accords n'ont jamais été appliqués et les accords de Lausanne de 1923 ont renié cette promesse d'un Kurdistan. Les Kurdes savent bien que la politique peut trahir leurs victoires militaires. Ils sont donc très inquiets pour la suite, d'autant plus que, depuis des mois, le Rojava est victime d'un blocus total, par les Turcs au Nord, au Sud et à l'Ouest par l'État islamique ou par Bachar el-Assad, mais aussi maintenant à l'Est par l'Irak. Contrairement aux années précédentes, entre le moment où j'ai voulu sortir de Rojava et le moment où j'y suis revenu, il s'est écoulé quatre semaines pour trouver une solution clandestine pour passer de nuit avec les chefs kurdes. Tout est fait actuellement pour empêcher les mouvements des chefs à l'étranger, aucun blessé - et il y en a des milliers - ne peut être évacué vers l'extérieur dans des hôpitaux corrects. Aucune aide humanitaire ne passe. Aucun journaliste et aucune ONG ne sont présents. Et malgré cette asphyxie, les Kurdes se battent et ils gagnent même. Je peux vous dire que ce n'était pas gagné d'avance !

Puisque vous parlez de l'Irak, quand on pense aux Kurdes, on pense plus souvent aux Kurdes d'Irak qu'à ceux de Syrie. Après l'intervention américaine de 2003, la Constitution irakienne de 2005 a reconnu la création d'un Kurdistan autonome au Nord du pays. Ce Kurdistan irakien avec ses «peshmergas» participe aux côtés de l'armée irakienne et de la coalition internationale à la lutte contre l'État islamique en Irak, notamment pour reprendre Mossoul, l'autre capitale régionale de Daech. Quels sont les liens entre le Kurdistan syrien et le Kurdistan irakien ?

Depuis qu'il est autonome, le Kurdistan irakien est divisé en deux. Au Nord, c'est le clan de Massoud Barzani, au Sud, celui de Jalal Talabani. Au Nord, Barzani, qui a le pétrole, est dans les mains des Turcs. Ils font des pressions colossales sur lui. Quand il n'obéit pas, les Turcs referment le robinet et il n'y a plus d'argent. Barzani ferme donc la frontière avec le Kurdistan syrien et ne soutient d'aucune manière le Rojava. Au Sud, et c'est par là qu'on peut passer, le clan de Jalal Talabani, leader de l'Union Patriotique du Kurdistan (UPK), est moins dans les mains des Turcs. Il soutient les gens du Rojava syrien et parvient à les alimenter. Ça fait un peu d'oxygène qui passe. Mais c'est très peu ! Les Turcs font des pressions colossales que même les Américains n'arrivent pas à lever réellement pour que les Kurdes d'Irak ne soutiennent pas ceux de Syrie, pour les asphyxier.

Je les connais bien pour aller depuis de longues années au Kurdistan irakien et je suis très déçu de leur part. Les «barzanistes» jouent le jeu de la Turquie et, de surcroît, ne font absolument pas ce qu'il faut contre l'ennemi commun qu'est l'État islamique. Je suis aussi souvent du côté irakien près de Mossoul et franchement les Kurdes irakiens ne se battent pas.

C'est ce qu'on avait dit en 2014, qu'ils avaient déguerpi et qu'ils n'avaient pas soutenu les Yazidis et les Chrétiens qui fuyaient Daech, quand ils n'avaient pas directement été massacrés par les djihadistes…

Ce sont les YPG syriens et le PKK turc qui ont sauvé les Chrétiens et les Yazidis, pas les peshmergas irakiens ! Les articles de presse sur les peshmergas de Barzani qui combattent les djihadistes sont à mourir de rire. Une poignée de soldats du Califat isolés dans des masures parviennent à tenir en respect un bataillon entier de peshmergas pendant une journée. Alors évidemment qu'à la fin de la journée, ces malheureux djihadistes sont morts! L'inverse serait inquiétant. Je connais bien les Peshmergas irakiens, ils ont pris vingt kilos en vingt ans de confort.

Les peshmergas de Barzani font la Une des médias parce que tout est organisé sur le terrain pour les médias. Ils ont des «fixeurs», qu'il suffit de payer 500 dollars la journée, pour accompagner les journalistes . Mais sur le terrain, c'est de la rigolade : en deux ans face à Mossoul, ils n'ont pas avancé d'un mètre. Alors, oui, il serait temps qu'ils s'y mettent un petit peu ! Les Américains leur ont fourni des blindés, des Humvee (blindés légers de l'Armée américaine, ndlr.) et quantité d'armements. À l'inverse, en deux ans, les YPG en Syrie ont conquis un territoire qui est grand comme trois fois le Liban et ce contre une armée djihadiste infiniment plus puissante, à la fois en nombre d'hommes et en matériel.

Quelle est la position des États-Unis vis-à-vis du Rojava syrien ? Ils sont bien à l'origine de la création du Front démocratique syrien…

Ce n'est pas comme ça que je dirais les choses. C'est une vision vue sous un angle trop occidental. À un moment donné, pour arriver dans les zones colonisées par les arabes, les Kurdes eux-mêmes ont réfléchi au fait qu'il était possible de réunir dans un même ensemble militaire tous les colons arabes qui les soutenaient et qui partageaient leur anti-islamisme. C'est ainsi que les YPG kurdes ont pensé à la création du Front démocratique syrien (FDS) regroupant des arabes et des syriaques. Une fois que ceci a été fait par les Kurdes, les Américains ont donné leur aval et depuis les soutiennent. Voilà comment ça s'est passé. Ce n'est pas l'inverse. Je peux vous assurer que sur le terrain, quand vous êtes avec les chefs politiques et militaires kurdes, ils ne s'en laissent pas conter. Ils sont prêts à payer le prix de leur indépendance et de leur autonomie.

Les Américains ont envoyé officiellement des forces spéciales, des «conseillers militaires» et appuient l'avancée des FDS avec des frappes aériennes. Comment se passe cette coordination entre les Kurdes et les Américains ?

Les forces spéciales sont effectivement présentes sur le terrain. C'est officiel et les frappes aériennes ont été efficaces. Mais dans la bataille très précise de Manbij, du fait que les djihadistes se sont immédiatement emparés des populations civiles pour en faire des boucliers humains, les frappes étaient impossibles, en tout cas à l'intérieur du théâtre d'opérations. Les frappes à l'extérieur servaient à empêcher le constant ravitaillement des djihadistes en hommes et en munitions. N'oublions pas que des renforts arrivaient tous les jours de Turquie !

Mais imaginer que les Kurdes de Syrie sont instrumentalisés par les Américains, c'est franchement une erreur d'appréciation. C'est incompatible avec la psychologie, la mentalité et la détermination des YPG. En réalité, la concordance des intérêts a fait que chacun a joué son rôle dans une autonomie extrêmement sourcilleuse. Je vais vous donner un exemple : A la fin de la bataille de Manbij, des négociations ont commencé avec les Kurdes et les 300 derniers djihadistes qui étaient encore présents dans la ville, avec leurs familles et 400 blessés. Mais ils retenaient encore en otage plusieurs milliers de civils. Les Kurdes ont réussi à les convaincre de quitter la ville et leur ont promis de ne pas leur tirer dessus s'ils abandonnaient leurs armes lourdes et tout le reste. Les djihadistes étaient d'accord, mais craignaient que les Américains les attendent de l'autre côté et, une fois dans la campagne vers la Turquie, les massacrent tous. Ils exigeaient donc comme condition que les Américains ne les attaquent pas une fois leur départ de Manbij. Les Kurdes ont obtenu cela des Américains. Sinon, la bataille continuait et les 20 000 civils n'auraient pas été sauvés. Les Kurdes me disaient récemment: «vous voulez qu'on explique à nos filles et à nos garçons qu'ils perdent leur vie pour vous, pour des choses qui ne sont pas l'intérêt de notre patrie ? Jamais !». Ce sont des durs à cuire. Ils ne sont pas instrumentalisés, ils cherchent des alliances et ils les passent d'égal à égal.

Quelles sont les relations du PYD syrien avec le PKK turc ?

Elles sont bonnes. Et heureusement qu'elles sont bonnes. Là encore, on dit souvent que le PYD syrien est une annexe du PKK. C'est faux. Comme disent les Kurdes de Syrie : « Nous, c'est nous, eux, c'est eux. Mais eux, ce sont vraiment nos frères ». Les relations sont donc excellentes, mais les Kurdes de Syrie jouent leur propre partition et leur propre agenda. Ce ne sont pas non plus des instruments du PKK même si, à l'origine, le PYD est une émanation du PKK turc. Le parti kurde syrien, en accord avec les Kurdes turcs, a ensuite pris son indépendance, conformément à un contexte syrien qui était différent. Hormis cela, le PYD peut compter en permanence sur le PKK, mais il dirige sa propre partition militaire et politique. Le PKK turc a joué un grand rôle pendant la bataille de Kobané pour sauver les Kurdes syriens, assiégés par Daech.

Pendant la Guerre froide, Hafez el-Assad entretenait des relations cordiales avec le PKK turc et mettait à sa disposition des bases d'entraînement au Nord de la Syrie pour endiguer la Turquie otanienne …

C'est tout à fait exact, mais il faut ajouter que Hafez el-Assad aidait effectivement le PKK turc … tout en oppressant les Kurdes de Syrie ! C'est précisément là que vous comprenez que les Kurdes syriens jouent leur propre partition. J'ai vécu cette situation paradoxale dans les années 1980. Vous aviez Hafez el-Assad qui opprimait les Kurdes de Syrie au point que 300 000 d'entre eux n'avaient pas de papiers d'identité. Ils étaient des apatrides dans leur propre pays. Ils étaient emprisonnés, comme le chef du PYD, Salih Muslim. Mais en même temps, Hafez el-Assad accueillait Abdullah Öcalan (le chef du PKK turc, ndlr) et lui fournissait des armes pour attaquer la Turquie. D'où l'animosité des Turcs aujourd'hui. Imaginez les relations qu'il pouvait y avoir entre les Kurdes turcs qui étaient aidés par Hafez el-Assad et les Kurdes de Syrie qui étaient oppressés par lui. On comprend mieux dès lors pourquoi les Kurdes syriens, même s'ils sont les frères des Kurdes turcs, ont leur propre agenda politique.

Abdullah Öcalan, le leader idéologique du PKK turc, a théorisé la doctrine du «confédéralisme démocratique», mêlant économie collectiviste, démocratie directe, écologie sociale, féminisme paritaire, laïcité et modèle d'autogestion presque anarchiste. Sur le terrain en Syrie, quelle forme prend ce confédéralisme démocratique au Rojava ?

Toutes les zones libérées vivent en paix et sont administrées. Un exemple de confédéralisme démocratique. Tout le monde peut se constituer en association ou en comité et ça fonctionne plutôt bien avec une sorte de foisonnement tropical. Parfois, on ne s'y retrouve plus ! S'il y a effectivement une forme d'autogestion, les administrations existent bien, ce n'est pas un proto-Etat. Comme je vous le disais en introduction, les écoles ont rouvert, les services publics comme la police, la justice ou les hôpitaux fonctionnent malgré de maigres moyens.

Il faut absolument leur laisser mener cette expérience. Pour l'instant, ils sont capables de faire fonctionner l'État du Rojava à leur manière et - croyez-moi - le Moyen-Orient a bien besoin de cette expérience politique démocratique. Je remarque notamment que, malgré l'état de guerre, la démocratie a été installée dans tous les territoires libérés. Quand vous voyez que dans toutes les mairies, toutes les préfectures, d'un seul coup, un homme et une femme commandent, et en plus souvent un arabe et une kurde (ou l'inverse), c'est extraordinaire. En plus, la polygamie a été immédiatement abolie parce que la laïcité est imposée. Évidemment dans les populations un peu conservatrices, ça a un peu de mal à passer. Mais les Kurdes font tout ce qu'il faut, avec toute la pommade nécessaire : on ne contraint personne, mais c'est le chemin à prendre.

Il y a quelque chose d'étonnant dans ce nouveau modèle de société. Je connais les Kurdes depuis Abdullah Öcalan. Il s'est passé trente ans. Les nouvelles générations sont montées, ont évolué, sont devenues plus pragmatiques. On peut dire aujourd'hui que c'est un mélange étonnant entre de vieilles idées de gauche plus ou moins marxistes, mâtinées de morale chrétienne et d'esprit des Lumières. Vous n'avez même pas idée combien ceci compte et on l'oublie trop souvent. Ce mélange provient d'influences diverses, mais aussi de leur francophilie. Les Kurdes citent Rousseau en permanence.

Les combattants ont par exemple des cours de morale. Quand on écoute ces cours, on a l'impression d'entendre le Nouveau Testament ! On ne se bat pas pour la vengeance, on ne se bat pas pour la revanche, on ne torture pas les prisonniers, etc. On se dit : heureusement qu'il y a des cours de morale pour que les combattants ne se comportent pas comme les djihadistes. Parce que l'envie de venger les camarades décapités, ça peut très vite dégénérer. Je connais bien les cellules où sont emprisonnés les prisonniers. Ce ne sont pas des chambres du Hilton, mais enfin, ce ne sont pas les geôles du régime de Bachar el-Assad. Ils les traitent humainement. Le modèle kurde, d'origine marxiste, mâtiné de différentes influences, n'a pas d'équivalent.

Depuis le début du conflit, la France a surtout pris le parti des «rebelles modérés», dont on sait aujourd'hui qu'ils sont pour la plupart islamistes ? Quel regard porte la diplomatie française sur la question du Rojava ?

Franchement, le Quai d'Orsay, pro-turc, a tout fait pour empêcher la France d'aider les Kurdes. Ce qui est intéressant, c'est l'Elysée. Du côté de François Hollande, depuis sa réception en janvier 2015 des combattants de Kobané, la position de la présidence a franchement évolué dans le bon sens. L'Elysée a pris conscience, contre l'avis du ministère des Affaires étrangères, que ceux qu'il fallait défendre dans notre intérêt commun étaient les Kurdes syriens. La France a dès lors commencé à mener des frappes aériennes et à déployer des forces spéciales auprès du Front démocratique syrien. On peut évidemment considérer que ce n'est pas assez, mais, au moins, la France a été en pointe sur le dossier kurde, avec les États-Unis. L'Elysée a simplement compris à un moment donné qu'il s'agissait d'une guerre existentielle. Quand Daech frappe notre territoire et menace nos femmes et nos enfants, le seul moyen de mettre un terme au problème, c'est d'attaquer le mal à la racine en Syrie et en Irak. Les Kurdes de Syrie sont nos meilleurs alliés. En plus, ce sont des alliés qui ne pourront jamais se retourner contre nous parce que tous les peuples qui les entourent veulent leur disparition : les Perses, les Ottomans et les Arabes. Donc, pour les Kurdes, il n'y a pas de jeu d'alliance. Ce n'est pas : «un jour avec toi, un jour contre toi». Ils sont seuls, mais sont formidablement efficaces. La politique française a changé. Mais contre l'avis du ministère des Affaires étrangères ! Ça, c'est clair. Après la Russie, la Suède et l'Allemagne, la France est ainsi le quatrième pays à avoir ouvert le 23 mai dernier un bureau de représentation du Rojava.

Vous êtes à l'origine du projet de création d'un Centre culturel français au Rojava. Quels sont les objectifs de ce lieu de culture qui verrait le jour dans un territoire dévasté par la guerre ? Où en est le projet ?

Ce projet fait partie de tout ce qu'un petit groupe de Français - dont Bernard Kouchner, Gérard Chaliand et moi - fait pour aider les Kurdes. Avec le Centre culturel français, nous nous battons dans un autre domaine, qui est celui des idées. Les Kurdes ont bien compris qu'il s'agissait d'une guerre existentielle : la part militaire n'est qu'un élément parmi d'autres. Ce sont les Kurdes qui m'ont demandé d'aller ouvrir un centre culturel francophone à Rojava pour aller combattre Daech sur le plan des idées, au Kurdistan même et en lien avec le peuple français. Compte tenu de l'immense propagande de Daech, la bataille des idées ne doit pas être menée après la guerre, mais au même moment. Pour les Kurdes, cette dimension est aussi importante que les aspects militaires et diplomatiques. Et en plus de ça, comme ils le répètent, le siècle des Lumières français est la souche de leur nouveau modèle de société. Ils sont très francophiles. Ils se souviennent tous qu'à l'époque du mandat français en Syrie, les Français les protégeaient contre les arabes. La France a la cote auprès des Kurdes. Les idées françaises encore plus. Pourquoi dès lors ne pas ouvrir un centre culturel francophone à Rojava ? Réapprendre le français, réapprendre les idées des Lumières pour notre jeunesse, aider le peuple de Rojava et l'utiliser en même temps pour créer des liens entre les Français et les Kurdes. Le centre culturel français du Rojava est un instrument de combat par les idées.

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          A CRISE FINANCEIRA MUNDIAL: IMPACTOS SOBRE O BRASIL   
Rafael Souza Lopes (1)
gurilei@yahoo.com.br
Eduardo Mauch Palmeira (2)
eduardopalmeira@brturbo.com.br

RESUMO

O presente texto trata da crise internacional e sua relação com o Brasil. Visto que, apesar dos mecanismos de contenção por parte dos governantes, já podemos sentir as conseqüências dessa crise se refletindo em todos os países, inclusive no Brasil. Já não podemos mais dizer que desconhecemos as causas da crise econômica e de juros aqui no Brasil. A pergunta é: como enfrentar essa crise internacional?

Palavras-chave: crise política, economia mundial, desenvolvimento, comércio exterior, Estados Unidos.


Para citar este artículo puede utilizar el siguiente formato:

Souza Lopes y Mauch Palmeira: "A crise financeira mundial: impactos sobre o Brasil" en Observatorio de la Economía Latinoamericana, Número 105, 2008. Texto completo en http://www.eumed.net/cursecon/ecolat/br/



A ciranda financeira dos mercados desregulados agrava a instabilidade global que ronda a economia internacional. Uma vez mais, os Estados Unidos frearam a ajuda dos países vizinhos, para impor as suas regras através do Fundo Monetário Internacional (FMI). Já no início de 2007 surgiam os primeiros sinais dessa crise aguda naquele país, o que não demorou muito a acontecer. A crise estava aí e não demorou muito para que seus efeitos fossem sentidos no mundo inteiro.

Todos sabem que o Fundo é uma agência obsoleta para os propósitos de regulação financeira internacional, que se limita a seguir a orientação do Tesouro americano. Este tenta impor as regras, mas não funciona bem como emprestador internacional de última instância. Na verdade não pode fazê-lo porque é devedor e não credor, como no após guerra. Entretanto, o maior país credor da atualidade, o Japão, aprofunda sua crise e a banca japonesa, por razões de equilíbrio patrimonial, ameaça retirar o dinheiro investido em títulos da dívida pública americana. Assim a instabilidade cambial internacional aumenta e os mercados financeiros desregulados contaminamse uns aos outros, podendo, no caso de agravar-se a crise japonesa, conduzir a uma crise global.

Outros sintomas da crise internacional começam a aparecer. Previsões recentes reduzem pela metade o crescimento em alguns países. Segundo previsões otimistas, como as do Fundo Monetário Internacional, os mercados financeiros só estarão plenamente restabelecidos a partir de 2010. A despeito da dificuldade de avaliação, não há dúvida que a crise provocou e provocará fortes impactos negativos na produção e no comércio mundial.

No âmbito da economia mundial, algumas previsões dão conta da desaceleração do crescimento que passará de 4,9%, em 2007, para 3,7% e 3,8%, respectivamente em 2008 e 2009. Existe ainda o cenário de que o crescimento mundial possa ficar abaixo de 3% em 2008 e 2009. Se estivermos diante de uma crise de insolvência, provavelmente se materializará o cenário desfavorável, representando o fim da atual fase de expansão da economia mundial. No que diz respeito à economia dos EUA, principal “locomotiva” do sistema, verificou-se a rápida e forte desaceleração do nível de atividade, dado que a crise mobiliário-financeira afetou negativamente o consumo das famílias e os investimentos totais, mais especificamente os investimentos em residências. As previsões do FMI para a economia dos EUA são de que o PIB deverá crescer apenas 0,5% e 0,6%, respectivamente até o final deste ano e também em 2009. Cenário este que caracterizaria uma prolongada fase de recessão econômica.

Além disso, os preços de exportação da indústria de informática despencam. Os preços do petróleo, cobre, grãos, estão em queda livre por excesso de oferta, apesar das baixas taxas de juros. A deflação de ativos está conduzindo à recessão e deflação de preços. A situação tornou-se crítica a tal ponto que em janeiro de 2008 o presidente Bush anunciou um pacote de incentivos fiscais da ordem de US$ 150 bilhões. O pacote de incentivos fiscais constitui-se na restituição de impostos, a milhões de contribuintes.

Por outro lado, as explosões atômicas da Índia e do Paquistão indicariam, na opinião de muitos analistas, que a crise não se limita aos aspectos financeiros e comerciais e avança também nos aspectos políticoestratégicos, pondo em questão a 'pax americana'. Ambas as tendências assustam a China, que reclama da falta de providências dos Estados Unidos na crise financeira asiática, mas não está disposta a submeter-se às regras de abertura descontrolada nem aceitar a arbitragem nuclear unilateral dosEstados Unidos na Ásia.

Tomando distância da conjuntura interna e olhando a longo prazo, dá para perceber que o Brasil – mesmo com economia menor e mais dependente do comércio exterior – teria mais possibilidades de resistir do que outros países e de ultrapassar a crise. Não por razões macroeconômicas, já que os desequilíbrios neste setor são violentos, mas porque é um dos poucos países que ainda podem enfrentar uma modificação no seu modelo de desenvolvimento de forma incorporadora, mudando o comportamento de submissão ao 'pensamento único' e às práticas neoliberais. As possibilidades de reorientar a alocação de recursos para aproveitar o potencial de crescimento do mercado interno de produtos básicos e de bens e serviços não transacionáveis são reais. Igualmente existem oportunidades de aumentar a eficiência e a divisão de trabalho com os países vizinhos da América do Sul tendo como base o Mercosul. No Brasil, as grandes massas nunca tiveram um destino minimamente claro via acesso à propriedade da terra, à educação e a uma relação salarial estável e progressiva, que foram os instrumentos mais importantes de incorporação em qualquer sociedade moderna. Analistas e economistas brasileiros mais otimistas tem argumentado que a atual crise financeira nos Estados Unidos tende a ter efeitos diretos de pequeno impacto sobre o Brasil.

Todos os países centrais trataram de estimular esses caminhos de integração, não apenas para expandir os respectivos mercados internos, mas para aumentar a própria capacidade de defesa, através da formação de povos de cidadãos. Aqui, nas crises, sempre “fugimos para a frente”, buscando defender os interesses das elites regionais e nacionais e ignorando os interesses e necessidades da maioria da população. Do ponto de vista da sociedade, construímos um país que só obteve êxito do ponto de vista do capital. Durante décadas crescemos mais do que todos, ora com democracia formal, ora com ditadura, mas nunca com democracia de massas. O povo assistiu embasbacado à Proclamação da República, ao golpe de Vargas, à morte do mesmo Vargas e ao golpe de 1964. Só deixou de estar paralisado a partir de 1977, quando participou ativamente da luta contra a ditadura e pelos direitos sindicais e sociais. Começamos a nos mover na rua por direitos há pouco tempo. O teste da democracia, entre nós, ainda não está terminado. Liquidamos a ditadura para tentar virar uma nação de cidadãos, mas aos poucos fomos perdendo esta perspectiva.

Hoje, frações do povo brasileiro lutam em todos os horizontes e só conseguem ganhar perspectiva e esperança nas eleições presidenciais. Lutam por direitos do cidadão, típicos do século XVIII, por direitos sindicais típicos do século XIX e por direitos sociais do século XX. Este século em muitos aspectos foi terrível, é verdade, mas também trouxe conquistas, que estão ameaçadas pelo atual domínio do capital financeiro internacional. Os trabalhadores estão tentando manter essas conquistas. Lutam no terreno dos direitos, sem rejeitar a herança da modernidade, mas ainda não conseguiram se incorporar de vez, até porque os seus representantes políticos nunca tiveram o direito à alternância democrática no poder, que foi a característica fundamental das democracias do século XX.

Os governos recentes foram ficando cada vez mais tecnocráticos a partir da ditadura. Os economistas, mesmo os da sociedade civil descontente, ficam buscando um 'modelo', quando a situação social e a crise internacional não permitem 'modelos', mas sim requerem opções e políticas claras a favor do povo. A pergunta é: como enfrentar a crise internacional? O Governo declara não saber o que fazer enquanto uma parte das elites progressistas que o acompanha, cada vez mais cansada de sua fatuidade, percebe que o 'modelo' está fazendo água em todo o mundo e parece optar pela visão de Keynes de que "qualquer coisa é preferível ao que os relatórios financeiros chamam de 'melhor opinião de Wall Street”. Em minha opinião, a atual crise internacional só pode ser enfrentada resistindo, negociando com seriedade, pondo os vastos recursos produtivos e a poupança forçada dos trabalhadores -que estão sendo desperdiçados -a favor de projetos que gerem emprego, modernizem as infraestruturas básicas e garantam a universalização dos direitos sociais. Esta é a matriz básica a partir da qual devem desdobrar-se todos os projetos concretos. Segundo previsões otimistas, como as do Fundo Monetário Internacional, os mercados financeiros só estarão plenamente restabelecidos a partir de 2010. Por isso, não há dúvida que a crise provocou e provocará fortes impactos negativos na produção e no comércio mundiais.

A Oposição tem um projeto nacional afirmativo claramente identificado com os interesses do povo brasileiro. Quaisquer que sejam as turbulências que nos atinjam, temos condições objetivas de levá-lo adiante, desde que se atue com determinação, utilizando os recursos primordialmente para melhorar a situação dos de baixo. O Brasil é um país continental, tem potencialidades de desenvolvimento, tem condições objetivas que independem do capital especulativo, que independem da globalização. Tem condições de dar alimentação, vestuário, calçado, escola e um mínimo de saúde e seguridade social à sua população. Embora possa levar algum tempo, existem condições objetivas de converter o país numa nação, como o fizeram, aliás, vários países no mundo, nas crises internacionais anteriores e nas situações mais diversas de desenvolvimento e organização social da produção e sistema político.

Não creio que com a extensão e profundidade da atual crise as elites de poder tenham condições de, uma vez mais, 'fugir para frente'. Agora a superação da crise, supõe mudanças efetivas na alocação dos recursos e reformas distintas das apregoadas pela ordem neoliberal, que só fazem ampliar o fosso da dependência e da apartação social e econômica. Não podemos mais delegar os destinos do país às tradicionais elites nacionais ou internacionais. A extensão, a profundidade e as conseqüências da crise ainda são elementos de difícil avaliação, haja vista a dificuldade de se saber se a crise é de liquidez ou de solvência dado que as perdas dos bancos comerciais e de investimentos podem ser ainda maiores do que as estimativas recentes.

Mais uma vez, a crise econômica nos Estados Unidos não se daria, contudo, sem afetar diretamente a autonomia dos demais países do mundo, incluindo o Brasil. Em face de tais fatos dessa crise na economia mundial e seus efeitos sobre a dimensão de um país, como o Brasil, deve haver um esforço conjunto de análise, à luz dos interesses do povo brasileiro. Desta vez, o povo tem que se posicionar frente ao mundo em relação à crise, que não interessa de forma alguma somente aos Estados Unidos, e como já foi dito, já não podemos mais dizer que desconhecemos as causas da crise econômica e de juros aqui no Brasil.

Nossos governantes precisam estar dispostos a atuar ativamente mostrando que também tem condições de lidar com a crise, criando possibilidades em participar de decisões no que se refere a economia do Brasil, para evitar ainda mais uma desaceleração e um menor crescimento da economia em nosso país.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Jornal Zero Hora. Crise econômica já chegou ao bolso do brasileiro. Porto Alegre, 11 de novembro de 2008.

_____ . Governadora prevê que crise mundial atingirá o RS. Porto Alegre, 2 de outubro de 2008.

_____. Ministro diz que crise mundial não prejudicará mercado de trabalho brasileiro. Porto Alegre, 20 de outubro de 2008.

Diário Catarinense. Edição online. Especialista explica como a crise econômica mundial afeta o bolso do brasileiro. Florianópolis, 29 de setembro de 2008.

Canal Rural (Reportagem). Crise econômica e retração do consumo entram em pauta durante a Sial 2008. 29 de outubro de 2008.

NOTAS

1. Acadêmicos do MBA Gestão Estratégica de Negócios- Faculdade Atlaântico Sul de Pelotas – AESA
2. Economista e Especialista em T.I. (UCPel-RS/Brasil), Economista da Universidade Federal do Pampa-UNIPAMPA (Bagé-RS/Brasil), Professor de Economia Empresarial do MBA Gestão Estratégica de Negócios- Faculdade Atlaântico Sul de Pelotas – AESA e Mestrando em Integración Económica Global y Regional- Universidad Internacional de Andalúcia- UNIA-ES (Orientador)


          O MÉTODO DA ECONOMIA POLÍTICA   

Quando estudamos um dado país do ponto de vista da Economia Política, começamos por sua população, sua divisão em classes, sua repartição entre cidades e campo, na orla marítima; os diferentes ramos da produção, a exportação e a importação, a produção e o consumo anuais, os preços das mercadorias etc. Parece que o correto é começar pelo real e pelo concreto, que são a pressuposição prévia e efetiva; assim, em Economia, por exemplo, começar-se-ia pela população, que é a base e o sujeito do ato social de produção como um todo. No entanto, graças a uma observação mais atenta, tomamos conhecimento de que isso é falso. A população é uma abstração, se desprezarmos, por exemplo, as classes que a compõem. Por seu lado, essas classes são uma palavra vazia de sentido se ignorarmos os elementos em que repousam, por exemplo: o trabalho assalariado, o capital etc. Estes supõem a troca, a divisão do trabalho, os preços etc. O capital, por exemplo, sem o trabalho assalariado, sem o valor, sem o dinheiro, sem o preço etc., não é nada. Assim, se começássemos pela população, teríamos uma representação caótica do todo, e através de uma determinação mais precisa, através de uma análise, chegaríamos a conceitos cada vez mais simples; do concreto idealizado passaríamos a abstrações cada vez mais tênues até atingirmos determinações as mais simples. Chegados a esse ponto, teríamos que voltar a fazer a viagem de modo inverso, até dar de novo com a população, mas desta vez não com uma representação caótica de um todo, porém com uma rica totalidade de determinações e relações diversas. O primeiro constitui o caminho que foi historicamente seguido pela nascente economia. Os economistas do século XVII, por exemplo, começam sempre pelo todo vivo: a população, a nação, o Estado, vários Estados etc.; mas terminam sempre por descobrir, por meio da análise, certo número de relações gerais abstratas que são determinantes, tais como a divisão do trabalho, o dinheiro, o valor etc. Esses elementos isolados, uma vez mais ou menos fixados e abstraídos, dão origem aos sistemas econômicos, que se elevam do simples, tal como trabalho, divisão do trabalho, necessidade, valor de troca, até o Estado, a troca entre as nações e o mercado mundial. O último método é manifestamente o método cientificamente exato. O concreto é concreto porque é a síntese de muitas determinações, isto é, unidade do diverso. Por isso o concreto aparece no pensamento como o processo da síntese, como resultado, não como ponto de partida, ainda que seja o ponto de partida efetivo e, portanto, o ponto de partida também, da intuição e da representação. No primeiro método, a representação plena volatiliza-se em determinações abstratas, no segundo, as determinações abstratas conduzem à reprodução do concreto por meio do pensamento. Por isso é que Hegel caiu na ilusão de conceber o real como resultado do pensamento que se sintetiza em si, se aprofunda em si, e se move por si mesmo; enquanto o método que consiste em elevar-se do abstrato ao concreto não é senão a maneira de proceder do pensamento para se apropriar do concreto, para reproduzi-lo como concreto pensado. Mas este não é de modo nenhum o processo da gênese do próprio concreto. A mais simples categoria econômica, suponhamos, por exemplo, o valor de troca, pressupõe a população, uma população produzindo em determinadas condições e também certos tipos de famílias, de comunidades ou Estados. O valor de troca nunca poderia existir de outro modo senão como relação unilateral, abstrata de um todo vivo e concreto já dado.

Como categoria, ao contrário, o valor de troca leva consigo um modo de ser antediluviano. Para a consciência – e a consciência filosófica é determinada de tal modo que, para ela, o pensamento que concebe é o homem efetivo, e o mundo concebido é como tal o único efetivo. Para a consciência, pois, o movimento das categorias aparece como o ato de produção efetivo – que recebe infelizmente apenas um impulso do exterior -, cujo resultado é o mundo, e isso é certo (aqui temos de novo uma tautologia) na medida em que a totalidade concreta, como totalidade de pensamentos, como um concreto de pensamentos, é de fato um produto do pensar, do conceber; não é de modo nenhum o produto do conceito que pensa separado e acima da intuição e da representação, e que se engendra a si mesmo, mas da elaboração da intuição e da representação em conceitos. O todo, tal como aparece no cérebro, como um todo de pensamento, é um produto do cérebro pensante que se apropria do mundo do único modo que lhe é possível, modo que difere do modo artístico, religioso e prático-mental de se apropriar dele. O sujeito real permanece subsistindo, agora como antes, em sua autonomia fora do cérebro, isto é, na medida em que o cérebro não se comporta senão especulativamente, teoricamente. Por isso também, no método teórico [da economia política}, o sujeito – a sociedade – deve figurar sempre na representação como pressuposição.

No entanto, esses categorias simples não possuem também uma existência independente histórica ou natural anterior às categorias mais concretas? Ça déprend (Depende). Hegel, por exemplo, começa corretamente sua Filosofia do Direito com a posse como a mais simples relação jurídica do sujeito. Todavia, não existe posse anterior à família e às relações de senhor e servo, que são relações muito mais concretas ainda. Ao contrário, seria justo dizer que existem famílias, tribos, que se limitam a possuir, mas não têm propriedade. A categoria mais simples aparece, pois, como relação de comunidades mais simples de famílias ou tribos, em comparação com a propriedade. Na sociedade mais desenvolvida aparece como a relação mais simples de um organismo mais desenvolvido, mas é sempre pressuposto o substrato mais concreto, cuja relação é posse. Pode-se imaginar um selvagem isolado possuindo coisas. Mas nesse caso a posse não é uma relação jurídica.

Não é correto que a posse evolui historicamente até a família. A posse sempre pressupõe essa “categoria jurídica mais concreta”. Entretanto, restaria sempre o seguinte: as categorias simples são a expressão de relações nas quais o concreto pouco desenvolvido pode ter se realizado sem haver estabelecido ainda a relação ou o relacionamento mais complexo, que se acha expresso mentalmente na categoria mais concreta, enquanto o concreto mais desenvolvido conserva a mesma categoria como uma relação subordinada. O dinheiro pode existir, e existiu historicamente, antes que existisse o capital, antes que existissem os Bancos, antes que existisse o trabalho assalariado. Desse ponto de vista, pode-se dizer que a categoria mais simples pode exprimir relações dominantes de um todo menos desenvolvido, ou relações subordinadas de um todo mais desenvolvido, relações que já existiam antes que o todo tivesses se desenvolvido, no sentido que se expressa em uma categoria mais concreta. Nessa medida, o curso do pensamento abstrato que se eleva do mais simples ao complexo corresponde ao processo histórico efetivo.

De outro lado, pode-se dizer que há formas de sociedades muito desenvolvidas, embora historicamente não tenham atingido ainda sua maturidade, nas quais se encontram as formas mais elevadas da Economia, tais como a cooperação, uma divisão do trabalho desenvolvida, sem que exista nelas o dinheiro; o Peru é um exemplo. Também nas comunidades eslavas, o dinheiro e a troca, que o condiciona, desempenham um papel insignificante ou nulo, mas aparecem em suas fronteiras, nas suas relações com as outras comunidades. É, pois, um erro situar o intercâmbio no interior das comunidades como elemento que as constitui originariamente. A princípio surge antes nas relações recíprocas entre as distintas comunidades, que nas relações entre os membros de uma mesma e única comunidade.

Além disso, embora o dinheiro tenha, muito cedo e por toda parte, desempenhado um papel, não assume papel de elemento dominante na Antigüidade, senão de modo unilateral e em determinadas nações – as nações comerciais. E mesmo na Antigüidade mais culta, entre os gregos e os romanos, não atinge seu completo desenvolvimento, que se pressupõe existir na moderna sociedade burguesa, a não ser no período de sua dissolução. Essa categoria, que é no entanto bem simples, só aparece portanto historicamente com todo o seu vigor nos Estados mais desenvolvidos da sociedade. E o dinheiro não entrava de modo nenhum em todas as relações econômicas; assim, no Império Romano, na época de seu perfeito desenvolvimento, permaneceram como fundamentais o imposto e as entregas em produtos. O sistema do dinheiro, propriamente dito, encontrava-se completamente desenvolvido apenas no exército, e jamais atingiu a totalidade do trabalho. De modo que, embora a categoria mais simples possa ter existido historicamente antes da mais concreta, pode precisamente pertencer em seu pleno desenvolvimento, intensivo e extensivo, a formas complexas de sociedade, enquanto a categoria mais concreta já se achava plenamente desenvolvida em uma forma de sociedade menos avançada.

O trabalho parece ser uma categoria muito simples. E também a representação do trabalho nesse sentido geral – como trabalho em geral – é muito antiga. Entretanto, concebido economicamente nessa simplicidade, o “trabalho” é uma categoria tão moderna como o são as relações que engendram essa abstração. Por exemplo, o sistema monetário situa a riqueza de forma ainda mais objetiva, como coisa exterior a si, no dinheiro. Desse ponto de vista, houve um grande progresso quando o sistema manufatureiro ou comercial colocou a fonte da riqueza não nesse objeto, mas na atividade subjetiva – no trabalho comercial e manufatureiro. Contudo concebia apenas essa atividade, limitadamente, como produto de dinheiro. Em face desse sistema, o sistema dos fisiocratas admite uma forma determinada de trabalho – a agricultura – como criadora de riqueza, e admite o próprio objeto não sob a forma dissimulada do dinheiro, mas como produto em geral, como resultado geral do trabalho. Esse produto, em virtude do caráter limitado da atividade, continua a ser ainda um produto determinado pela natureza, produto da agricultura, o produto da terra par excellence ( por excelência).

Um enorme progresso se deve a Adam Smith, que rejeitou toda determinação particular da atividade criadora de riqueza, considerando apenas o trabalho puro e simples, isto é, nem o trabalho industrial, nem o trabalho comercial, nem o trabalho agrícola, mas todas essas formas de trabalho. Com a generalidade abstrata da atividade criadora de riqueza, igualmente se manifesta então a generalidade do objeto determinador da riqueza, o produto em absoluto, ou ainda, o trabalho em geral, mas enquanto trabalho passado, trabalho objetivado. A dificuldade e importância dessa transição provam o fato de que o próprio Adam Smith torna a cair de quando em quando no sistema fisiocrático. Poderia parecer agora que, desse modo, se teria encontrado unicamente a relação abstrata mais simples e mais antiga em que entram os homens em qualquer forma de sociedade – enquanto são produtores. Isso é certo em um sentido. Mas não em outro.

A indiferença em relação ao gênero de trabalho determinado pressupõe uma totalidade muito desenvolvida de gênero de trabalho efetivos, nenhum dos quais domina os demais. Tampouco se produzem as abstrações mais gerais senão onde existe o desenvolvimento concreto mais rico, onde um aparece como comum a muitos, comum a todos. Então já não pode ser pensado somente sob uma forma particular. Por outro lado, essa abstração do trabalho em geral não é apenas o resultado intelectual de uma totalidade concreta de trabalhos. A indiferença em relação ao trabalho determinado corresponde a uma forma de sociedade na qual os indivíduos podem passar com facilidade de um trabalho a outro e na qual o gênero determinado de trabalho é fortuito, e, portanto, é-lhes indiferente. Nesse caso o trabalho se converteu não só como categoria, mas na efetividade em um meio de produzir riqueza em geral, deixando, como determinação, de se confundir com o indivíduo em sua particularidade. Esse estado de coisas se encontra mais desenvolvido na forma de existência mais moderna da sociedade burguesa – nos Estados Unidos. Aí, pois, a abstração da categoria “trabalho”, “trabalho em geral”, trabalho sans phrase (sem rodeios), ponto de partida da Economia moderna, torna-se pela primeira vez praticamente verdadeira. Assim, a abstração mais simples, que a Economia moderna situa em primeiro lugar e que exprime uma relação muito antiga e válida para todas as formas de sociedade, só aparece no entanto nessa abstração praticamente verdadeira como categoria da sociedade mais moderna. Poder-se-ia dizer que essa indiferença em relação a uma forma determinada de trabalho, que se apresenta nos Estados Unidos como produto histórico, se manifesta na Rússia, por exemplo, como uma disposição natural. Mas, por um lado, que diferença danada entre bárbaros que têm uma tendência natural para se deixar empregar em todos os trabalhos, e os civilizados que se empregam a si próprios. E, por outro lado, a essa indiferença para um trabalho determinado corresponde, na prática, entre os russos, a sua sujeição tradicional a um trabalho bem determinado, do qual só influências exteriores podem arrancá-los.

Esse exemplo mostra de maneira muito clara como até as categorias mais abstratas – precisamente por causa de sua natureza abstrata – , apesar de sua validade para todas as épocas, são, contudo, na determinidade dessa abstração, igualmente produto de condições históricas, e não possuem plena validez senão para essas condições e dentro dos limites destas.

A sociedade burguesa é a organização histórica mais desenvolvida, mais diferenciada da produção. As categorias que exprimem suas relações, a compreensão de sua própria articulação, permitem penetrar na articulação e nas relações de produção de todas as formas de sociedade desaparecidas, sobre cujas ruínas e elementos se acha edificada, e cujos vestígios, não ultrapassados ainda, leva de arrastão desenvolvendo tudo que fora antes apenas indicado que toma assim toda a sua significação etc. A anatomia do homem é a chave da anatomia do macaco. O que nas espécies animais inferiores indica uma forma superior não pode, ao contrário, ser compreendido senão quando se conhece a forma superior. A Economia burguesa fornece a chave da Economia da Antigüidade etc. Porém, não conforme o método dos economistas que fazem desaparecer todas as diferenças históricas e vêem a forma burguesa em todas as formas de sociedade. Pode-se compreender o tributo, o dízimo, quando se compreende a renda da terra. Mas não se deve identificá-los.

Como, além disso, a própria sociedade burguesa é apenas uma forma opositiva do desenvolvimento, certas relações pertencentes a formas anteriores nela só poderão ser novamente encontradas quando completamente atrofiadas, ou mesmo disfarçadas; por exemplo, a propriedade comunal. Se é certo, portanto, que as categorias da Economia burguesa possuem [o caráter de] verdade para todas as demais formas de sociedade, não se deve tornar isso senão cum grano salis.[1] Podem ser desenvolvidas, atrofiadas, caricaturadas, mas sempre essencialmente distintas. O chamado desenvolvimento histórico repousa em geral sobre o fato de a última forma considerar as formas passadas como etapas que levam a seu próprio grau de desenvolvimento, e dado que ela raramente é capaz de fazer a sua própria crítica, e isso em condições bem determinadas – concebe-os sempre sob um aspecto unilateral. A religião cristã só pôde ajudar a compreender objetivamente as mitologias anteriores depois de ter feito, até certo grau, por assim dizer dynamei, a sua própria crítica. Igualmente, a Economia burguesa só conseguiu compreender as sociedades feudal, antiga, oriental, quando começou a autocrítica da sociedade burguesa. Na medida em que a Economia burguesa, criando uma nova mitologia, não se identificou pura e simplesmente com o passado, a crítica que fez às sociedades anteriores, em particular, à sociedade feudal, contra a qual tinha ainda que lutar diretamente, assemelhou-se à crítica do paganismo feita pelo cristianismo, ou à do catolicismo feita pela religião protestante.

Do mesmo modo que em toda ciência histórica e social em geral é preciso ter sempre em conta, a propósito do curso das categorias econômicas, que o sujeito, nesse caso, a sociedade burguesa moderna, está dado tanto na realidade efetiva como no cérebro; que as categorias exprimem portanto formas de modos de ser, determinações de existência, freqüentemente aspectos isolados dessa sociedade determinada, desse sujeito, e que, por conseguinte, essa sociedade de maneira nenhuma se inicia, inclusive do ponto de vista científico, somente a partir do momento em que se trata dela como tal. Isso deve ser fixado porque dá imediatamente uma direção decisiva às seções que precisam ser estabelecidas. Nada parece mais natural, por exemplo, do que começar pela renda da terra, pela propriedade fundiária, dado que está ligada à terra, fonte de toda a produção e de todo modo de ser, e por ela ligada à primeira forma de produção de qualquer sociedade que atingiu um certo grau de estabilidade – à agricultura. Ora, nada seria mais errado. Em todas as formas de sociedade se encontra uma produção determinada, superior a todas as demais, e cuja situação aponta sua posição e influência sobre as outras. É uma luz universal de que se embebem todas as cores, e que as modifica em sua particularidade. É um éter especial, que determina o peso específico de todas as coisas emprestando relevo a seu modo de ser.

Consideremos, por exemplo, os povos pastores (os simples povos caçadores ou pescadores não chegaram ao ponto em que começa o verdadeiro desenvolvimento). Neles existe certa forma esporádica de lavoura. A propriedade de terra encontra-se determinada por ela. Essa propriedade é comum e conserva mais ou menos essa forma, conforme aqueles povos se aferrem mais ou menos a suas tradições; por exemplo, a propriedade comunal dos eslavos. Onde predomina a agricultura, praticada por povos estabelecidos – e isso já constituiu um grande progresso –, como na sociedade antiga e feudal, mesmo a indústria, com sua organização e formas da propriedade que lhe correspondem, tem em maior ou menor medida um caráter específico de propriedade rural. A [sociedade] ou bem está marcada inteiramente por esse caráter, como entre os antigos romanos, ou a organização da cidade imita, como na Idade Média, a organização do campo. O próprio capital – enquanto não seja simples capital-dinheiro – possui na Idade Média, como instrumento tradicional, por exemplo, esse caráter de propriedade fundiária.

Na sociedade burguesa acontece o contrário. A agricultura transforma-se mais e mais em simples ramos da indústria e é dominada completamente pelo capital. A mesma coisa ocorre com a renda da terra. Em todas as formas em que domina a propriedade fundiária, a relação com a natureza é ainda preponderante. Naquelas em que domina o capital, o que prevalece é o elemento produzido social e historicamente. Não se compreende a renda da terra sem o capital, entretanto compreende-se o capital sem a renda da terra. O capital é a potência econômica da sociedade burguesa, que domina tudo. Deve constituir o ponto inicial e o ponto final e ser desenvolvido antes da propriedade da terra. Depois de considerar particularmente um e outro deve-se estudar sua relação recíproca.

Seria, pois, impraticável e errôneo colocar as categorias econômicas na ordem segundo a qual tiveram historicamente uma ação determinante. A ordem em que se sucedem se acha determinada, ao contrário, pelo relacionamento que têm umas com as outras na sociedade burguesa moderna, e que é precisamente o inverso do que parece ser uma relação natural, ou do que corresponde à série do desenvolvimento histórico. Não se trata da relação que as relações econômicas assumem historicamente na sucessão das diferentes formas da sociedade. Muito menos sua ordem de sucessão “na idéia” (Proudhon) (representação nebulosa do movimento histórico). Trata-se da sua hierarquia no interior da moderna sociedade burguesa.

A pureza (determinidade abstrata) com que aparecem no mundo antigo os povos comerciantes – fenícios, cartagineses – é dada pela própria predominância dos povos agricultores. O capital, enquanto capital comercial ou capital de dinheiro, aparece precisamente sob essa forma abstrata sempre que o capital não é ainda o elemento dominante das sociedades. Lombardos e judeus ocupam a mesma situação diante das sociedades medievais que praticam a agricultura.

Outro exemplo de situação diferente ocupada por essas mesmas categorias em diferentes estádios da sociedade: uma das últimas formas da sociedade burguesa são as joint-stock-companies (sociedades por ações). Mas aparecem também no princípio da sociedade burguesa nas grandes companhias privilegiadas de comércio, que gozavam de um monopólio.

O próprio conceito de riqueza nacional se insinua entre os economistas do século XVII – a representação subsiste ainda em parte nos do século XVIII – desta forma: a riqueza é criada unicamente para o Estado, e o poder deste mede-se por essa riqueza. Esta era a forma ainda insconscientemente hipócrita em que a riqueza anuncia sua própria produção com a finalidade dos Estados modernos, tidos a partir de então unicamente como meio para a produção da riqueza.

As seções a adotar devem evidentemente ser as seguintes: 1 – as determinações abstratas gerais, que convêm portanto mais ou menos a todas as formas de sociedade, mas consideradas no sentido acima discutido; 2 – as categorias que constituem a articulação interna da sociedade burguesa e sobre as quais assentam as classes fundamentais. Capital, trabalho assalariado, propriedade fundiária. Os seus relacionamentos recíprocos. Cidade e campo. As três grandes classes sociais. A troca entre estas. A circulação. O sistema de crédito (privado); 3 – síntese da sociedade burguesa na forma do Estado. Considerado no seu relacionamento consigo próprio. As classes “improdutivas”. Os impostos. A dívida pública. O crédito público. A população. As colônias. A imigração; 4 – relações internacionais de produção. A divisão internacional do trabalho. A troca internacional. A exportação e a importação. A cotação do câmbio; 5 – o mercado mundial e as crises.


[1] Cum grano salis (com um grão de sal). Tradução da edição de Marx-Engels Werke: “em sentido bem determinado”. (n. do T.)


          A Questão Social no Brasil   

- os direitos econômicos e sociais como direitos fundamentais -

Maria Victoria Benevides
(socióloga, professora da Faculdade de Educa
ção da USP e diretora da Escola de Governo)

A Constituição brasileira vigente, dita “Cidadã” e promulgada após intensa participação popular, estabelece como objetivos da República: “construir uma sociedade livre, justa e solidária; garantir o desenvolvimento nacional; erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais; promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação” (art.3º). Como fundamentos do Estado democrático de Direito o texto constitucional afirma a soberania, a cidadania, a dignidade da pessoa humana, os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa e o pluralismo político. Os direitos sociais incluem educação, saúde, moradia, trabalho, lazer, segurança, previdência social, proteção à maternidade e à infância e assistência aos desamparados (art.6º).

Os direitos dos trabalhadores especificam conquistas sociais que em nada ficam a dever às democracias populares socialistas e as democracias progressistas do chamado primeiro mundo (art.7º). [1]

Nossa Carta Magna reflete, assim, uma feliz combinação de direitos humanos e de direitos do cidadão, de tal sorte que lutar pela cidadania democrática e enfrentar a questão social no Brasil praticamente se confunde com a luta pelos direitos humanos – ambos entendidos como resultado de uma longa história de lutas sociais e de reconhecimento, ético e político, da dignidade intrínseca de todo ser humano, independentemente de quaisquer distinções.

Temos uma bela Constituição social o que, sem dúvida, representa um avanço considerável em relação à história de um país regado com sangue de escravos. No entanto, ainda hoje, a realidade brasileira explode em violenta contradição com aqueles ideais proclamados. Sabemos todos que vivemos num país marcado por profunda desigualdade social, fruto de persistente política oligárquica e da mais escandalosa concentração de renda. E, hoje, ainda sofremos um processo de negação dos direitos sociais arduamente conquistados, na medida em que prospera a defesa de um “Estado mínimo”, que abandona o povo à sua sorte e que reduz a cidadania às liberdades civis e políticas, mantendo, em contrapartida, os privilégios dos “de cima” e a brutal carência de direitos dos “de baixo”. O mais recente relatório de indicadores sociais do PNUD coloca o Brasil em 79º lugar. O próprio Banco Mundial, insuspeito de simpatias “esquerdistas”, vem afirmando que a pobreza tem crescido muito devido à globalização econômica - e não o contrário, como apregoam nossos deslumbrados arautos do neoliberalismo.

Pretendo abordar o tema da questão social no Brasil vista do ângulo de sua vinculação com a democracia e os direitos dela decorrentes, com ênfase nos direitos econômicos e sociais, entendidos como direitos humanos fundamentais. Nesse sentido, estarei falando de democracia como, prioritariamente, o regime que propicia a consolidação e a expansão da cidadania social, com a garantia das liberdades e da efetiva e autônoma participação popular.

Democracia é, assim, entendida como o regime político fundado na soberania popular e no respeito integral aos direitos humanos. Esta breve definição tem a vantagem de agregar democracia política e democracia social. Em outros termos, reúne os pilares da “democracia dos antigos”, ou democracia política - tão bem explicitada por Benjamin Constant e Hannah Arendt , quando a definem como a liberdade para a participação na vida pública - e a democracia moderna, embasada no ideal republicano, nos valores do liberalismo político e da democracia social. Ou seja, reúne as exigências da cidadania plena, a única que engloba as liberdades civis e a participação política, ao mesmo tempo que reivindica a igualdade e a prática da solidariedade.

A questão social insere-se no contexto do empobrecimento da classe trabalhadora com a consolidação e expansão do capitalismo desde o início do século 19, bem como o quadro da luta e do reconhecimento dos direitos sociais e das políticas públicas correspondentes, além do espaço das organizações e movimentos por cidadania social. A primeira e inarredável constatação histórica se impõe: até o século 19 os trabalhadores ligados à terra não podiam ser expulsos; tinham, apesar da pobreza, um mínimo de segurança. O capitalismo (“tudo que é sólido desmancha no ar”) destruiu essa proteção social e provocou as hordas de excluídos de toda sorte. Se o Estado do Bem Estar Social - graças às lutas dos trabalhadores e aos ideais socialistas – conseguiu uma certa estabilidade social, com o reconhecimento dos direitos econômicos e sociais, o neoliberalismo veio provocar o segundo ato dessa tragédia: agora aqueles excluídos da terra, que conseguiram se afirmar como trabalhadores pela garantia das prestações sociais do Estado, tudo perdem, já não têm propriedade e são despojados dos direitos econômicos e sociais. São os novos proletários de terço final do século 20.

Historicamente, os direitos econômicos e sociais foram (e, de certa forma, continuam sendo) aqueles dificilmente vieram a ser reconhecidos – isto é, não apenas proclamados mas também acompanhados das devidas e eficazes garantias. São aqueles direitos das classes ou grupos despossuídos, sem poder econômico, sem autonomia cultural, sem poder político.

O primeiro grupo de direitos humanos – os direitos civís e políticos- foram declarados e garantidos contra o sistema de desigualdade de condição jurídica próprio do feudalismo: a divisão estamental.

Correspondem a afirmações da igualdade de direitos individuais, de autonomia do indivíduo contra os grupos sociais que tradicionalmente o abafavam, como a família, a corporação de ofícios, a Igreja, os estamentos. Dissolvida a sociedade estamental e afirmada a autonomia jurídica dos indivíduos, verifica-se, em pouco tempo (a partir do séc.19) que uma nova divisão social se afirmava, agora paradoxalmente sob o manto protetor da igualdade de direitos individuais : a divisão da sociedade em classes proprietárias e classes trabalhadoras, em ricos e pobres. Em 1847, afirmava Alexis de Tocqueville: “a Revolução Francesa, que aboliu todos os privilégios e destruiu os direitos exclusivos, deixou no entanto subsistir um, o da propriedade (...) Dentro em pouco, é entre os que têm posses e os que não têm, que se estabelecerá a luta política; o grande campo de batalha será a propriedade, e as principais questões da política passarão pelas modificações mais ou menos profundas a trazer ao direito de propriedade “(Souvenirs).

Foi contra a ascensão do capitalismo, como modo de vida – isto é, como um novo tipo de civilização na qual tudo se compra e tudo se vende – que se afirmaram os direitos econômicos e sociais, assim como os direitos individuais foram reconhecidos e garantidos contra o feudalismo. Portanto, a idéia central a ser enfatizada é a seguinte: sem a superação do capitalismo, os direitos econômicos e sociais não chegarão a se afirmar e se consolidar, principalmente nas sociedades ditas “periféricas”.

As liberdades individuais – locomoção, habeas-corpus, igualdade de voto, livre associação, segurança – foram o patamar sobre o qual se apoiou o movimento socialista do século 19 para reivindicar os grandes direitos econômicos e sociais. Efetivamente, sem as liberdades civis e políticas, o movimento sindical teria tido enorme dificuldade para se desenvolver. Os burgueses queriam a liberdade de associação para eles, mas não para os trabalhadores - e sabiam que estavam exteriorizando uma contradição injusta, do ponto de vista ético e jurídico.

É bastante conhecida a distinção histórica em gerações, ou dimensões dos direitos humanos, a partir do século 18, com os direitos individuais, os sociais e os coletivos da humanidade. No entanto, se para os países do primeiro mundo faz sentido essa sucessão histórica de direitos, para nós a questão se coloca de outra forma. Nunca tivemos uma “revolução burguesa”, no sentido de que as classes proprietárias não lutaram em defesa de liberdades civis e políticas que lhes tivessem sendo negadas (ver, a respeito, a análise de Sérgio Buarque de Hollanda quando afirma que, no Brasil, “a democracia sempre foi um lamentável mal-entendido”). Em nosso país, a consciência da dignidade humana na liberdade, na igualdade, na solidariedade nasceu ao mesmo tempo, de um só golpe, no século 20. É fato inegável, ademais, que sempre tivemos a supremacia dos direitos políticos sobre os direitos sociais. Criamos o sufrágio universal - o que é, evidentemente, uma conquista - mas, com ele, criou-se também a ilusão do respeito pelo cidadão. A realização periódica de eleições convive com o esmagamento da dignidade da pessoa humana, em todas as suas dimensões. Portanto, é possível afirmarmos que, ao contrário dos países europeus e da América do Norte, aqui ao sul do Equador os direitos econômicos e sociais são a condição essencial para a realização  das liberdades.. Ou seja, os direitos econômicos e sociais são, para nós, a condição da democracia, e não o contrário.

O grande problema dos direitos humanos é a sua não-efetividade, pois sua defesa dependerá sempre da institucionalização de um sistema de poder, de uma posição de poder na sociedade. Objeto dos direitos econômicos e sociais são políticas públicas ou programas de ação governamental, que visam a suprimir carências sociais. Os titulares desses direitos são os grupos carentes ou despossuídos – como sujeito coletivo, ou individualmente, para todas as pessoas que os compõem. É o que ocorre, por exemplo, com os direitos trabalhistas – de fruição coletiva e individual – e dos direitos em matéria de acesso ao ensino fundamental (ver Constituição Federal, art.208). O sujeito passivo de tais direitos sociais é o Estado, ou os particulares que detêm poder econômico – também no caso dos direitos trabalhistas e do direitos de acesso à propriedade.

É importante assinalar que os direitos fundamentais, justamente por serem direitos já reconhecidos e proclamados oficialmente – em nossa Constituição e em todas as convenções e pactos internacionais dos quais o Brasil é signatário – não podem ser revogados por emendas constitucionais, leis ou tratados internacionais posteriores. Os projetos de emenda constitucional da Presidência da República, no sentido do desmanche dos direitos trabalhistas é, portanto, inconstitucional. Isso significa que, além de naturais, universais e históricos, os direitos humanos são, também, indivisíveis e irreversíveis. São irreversíveis porque à medida que são proclamados, tornando-se direitos positivos fundamentais, não podem mais ser revogados. São indivisíveis porque, numa democracia efetiva, não se pode separar o respeito às liberdades individuais da garantia dos direitos sociais; não se pode considerar natural o fato de que o povo seja livre para votar mas continue preso às teias da pobreza absoluta.[2]

Dado o caráter inorgânico dos grupos sociais carentes no Brasil, um problema central diz respeito à necessidade de organização e de representação ; daí avulta o papel dos sindicatos, em relação à categoria dos trabalhadores, mesmo os não sindicalizados. Dentre as garantias judiciais , organizadas oficialmente, destacam-se o dissídio coletivo trabalhista,a ação civil pública, proposta pelo Ministério Público ou, excepcionalmente, por ONG (cuja legitimidade deve ser alargada, aliás) e a desapropriação para reforma agrária. Outra garantia judicial, não organizada oficialmente, é a ação direta de inconstitucionalidade em relação a políticas públicas determinadas. Dentre as garantias não-judiciais, temos aquelas reconhecidas oficialmente, como a greve, a Previdência Social, o sistema público de educação e o sistema único de saúde. Dentre as não-reconhecidas oficialmente (o que não significa que sejam ilegalidades ), está a ocupação de terras para produção agrícola ou de imóveis para habitação.

A cidadania democrática pressupõe a igualdade diante da lei, a igualdade da participação política e a igualdade de condições sócio-econômicas básicas, para garantir a dignidade humana. Essa terceira igualdade é crucial, pois exige uma meta a ser alcançada, não só por meios de leis, mas pela correta implementação de políticas públicas, de programas de ação do Estado. É aqui que se afirma, como necessidade imperiosa, a organização popular para a legítima pressão sobre os poderes públicos. A cidadania ativa pode ser exercida de diversas maneiras, nas associações de base e movimentos sociais, em processos decisórios na esfera pública, como os conselhos, o orçamento participativo, iniciativa legislativa, consultas populares.

É importante deixar claro que a participação cidadã em entidades da sociedade civil não significa aceitar a diminuição do papel do Estado – este continua sendo o grande responsável pelo desenvolvimento nacional com a garantia efetiva dos direitos dos cidadãos. O êxito eventual de algumas parcerias, de obras do chamado “terceiro setor”, não pode obscurecer essa realidade. É dos poderes públicos que devem ser cobradas, por exemplo, as novas propostas de cidadania social, como os programas de renda mínima, de bolsa-escola, de banco do povo, de polícia comunitária, de saúde pública, de política agrária etc.

É conhecida a relação muitas vezes vista como dilemática entre igualdade e liberdade. Ora, os direitos civis e políticos exigem que todos gozem da mesma liberdade, mas são os direitos sociais que garantirão a redução das desigualdades de origem, para que a falta de igualdade não acabe gerando, justamente, a falta de liberdade. Por sua vez, não é menos verdade que a liberdade propicia as condições para a reivindicação de direitos sociais. Um exemplo histórico do direito social à educação parece-me eloqüente. Já em abril de 1792, Condorcet alertava, no Relatório sobre a Instrução Pública apresentado à Assembléia Legislativa : “os direitos humanos permanecerão formais se não se firmarem na base da igualdade efetiva dos indivíduos em relação à Educação e à Instrução”. É nesse sentido, aliás, que se posicionam todos os críticos das “mistificações igualitárias”, presentes nas teses das “oportunidades iguais” na escola, apesar do abismo das diferenças sociais.

Para se discutir a consciência de cidadania social numa determinada sociedade é necessário partir do reconhecimento da distância que separa, por um lado, leis e princípios fundantes de liberdades e direitos e, por outro lado, a própria consciência de tais direitos, além da existência (ou não) dos mecanismos institucionais e dos recursos para garantir a sua prática, ou a sua fruição. O reconhecimento dessa distância provoca, num primeiro momento, as seguintes indagações: em que espaços é exercida a reivindicação de direitos? A partir de quais relações sociais? Frente a quais instituições? Em relação a que demandas? (E. Jelin, 1994). Torna-se evidente, portanto, que a idéia de cidadania, assim como a de direitos, estão sempre em processo de construção e de mudança. Isso significa que não podemos congelar, num determinado período ou numa determinada sociedade, uma lista fechada de direitos específicos. Tal lista será sempre passível de transformação, sempre historicamente determinada. Como assinalou Hannah Arendt, o que permanece inarredável, como pressuposto básico, é o direito a ter direitos.

Percebe-se, assim, como a relação entre cidadania social e democracia explicita-se também no fato de que ambas são processos. Os cidadãos numa democracia não são apenas titulares de direitos já estabelecidos - mas existe, em aberto, a possibilidade de expansão, de criação de novos direitos, de novos espaços, de novos mecanismos. O processo, portanto, não se dá no vácuo. Lembra Marilena Chauí que a cidadania exige instituições, mediações e comportamentos próprios, constituindo-se na criação de espaços sociais de lutas (movimentos sociais, sindicais e populares) e na definição de instituições permanentes para a expressão política, como partidos, legislação, órgãos dos poderes públicos e mecanismos de participação popular (como conselhos, orçamento participativo, consultas populares como referendos e plebiscitos e a prática da iniciativa popular legislativa). Distingue-se, portanto, a cidadania passiva - aquela que é outorgada pelo Estado, com a idéia moral da tutela e do favor - da cidadania ativa, aquela que institui o cidadão como portador de direitos e deveres, mas essencialmente participante da esfera pública e criador de novos direitos para abrir espaços de participação.

A expansão da cidadania social implica, além de uma ação efetiva dos poderes públicos e da pressão popular, num tipo de mudança cultural, no sentido de mexer com o que está mais enraizado nas mentalidades marcadas por preconceitos, por discriminação, pela não aceitação dos direitos de todos, pela não aceitação da diferença. Trata-se, portanto, de uma mudança cultural especialmente importante no Brasil, pois implica a derrocada de valores e costumes arraigados entre nós, decorrentes de vários fatores historicamente definidos: nosso longo período de escravidão, que significou exatamente a violação de todos os princípios de respeito à dignidade da pessoa humana, a começar pelo direito à vida; nossa política oligárquica e patrimonial; nosso sistema de ensino autoritário, elitista, e com uma preocupação muito mais voltada para a moral privada do que para a ética pública; nossa complacência com a corrupção, dos governantes e das elites, assim como em relação aos privilégios concedidos aos cidadãos ditos de primeira classe ou acima de qualquer suspeita; nosso descaso com a violência, quando ela é exercida exclusivamente contra os pobres e os socialmente discriminados; nossas práticas religiosas essencialmente ligadas ao valor da caridade em detrimento do valor da justiça; nosso sistema familiar patriarcal e machista; nossa sociedade racista e preconceituosa contra todos os considerados diferentes; nosso desinteresse pela participação cidadã e pelo associativismo solidário; nosso individualismo consumista, decorrente de uma falsa idéia de “modernidade”.

É bem provável que os mais jovens aqui presentes jamais tenham ouvido algo sobre uma certa “democracia da gravata lavada”. No entanto, essa expressão já sintetizou, em dado período de nossa história, o sonho de construção de uma “sociedade ordeira e feliz”. Há quase um século e meio, o liberal mineiro Teófilo Otoni, por exemplo, proclamava a causa da “democracia da gravata lavada, a democracia pacífica da classe média, letrada e asseada, a única merecedora do gozo dos direitos políticos da cidadania” (Campanha do lenço branco, 1860).

Podemos sorrir dessa lembrança antiga, embora ela não reflita apenas uma curiosidade histórica: ainda hoje convivemos com a discriminação contra todos aqueles que não se encaixam no padrão excludente de “letrados e asseados” e, portanto, não são considerados cidadãos com plenos direitos. Há poucos anos  ouvimos de autoridade paulistana que “a prefeitura só pode atender aqueles que pagam impostos”, e, assim, se justificaria o abandono de importante parcela do povo vítima de enchentes e desabamentos. São também freqüentes as ocasiões em que se propõe a mutilação da cidadania por vários motivos - desde a cor da pele até o grau de instrução (ainda há, por exemplo, quem condene o voto do analfabeto!), passando pelo não-direito dos jovens aos cursos supletivos, pois a “educação de adultos” deixou de ser responsabilidade governamental (vide a emenda 14 à Constituição).

A mudança cultural necessária deve levar ao enfrentamento de herança histórica tão pesada e ainda ser instrumento de reação a duas grandes deturpações que fermentam em nosso meio social – como parte de uma certa “cultura política”- em relação ao entendimento do que sejam os direitos fundamentais do ser humano. A primeira delas, muito comentada atualmente e bastante difundida na sociedade, inclusive entre as classes populares, refere-se à identificação entre direitos humanos e “direitos dos bandidos”. Essa deturpação decorre certamente da ignorância e da desin- formação mas também de uma perversa e eficiente manipulação, sobretudo nos meios de comunicação de massa, como ocorre com certos programas de rádio e televisão, voltados para a exploração sensacionalista da violência e da miséria humana.

A segunda deturpação, evidente nos meios de maior nível de instrução (meio acadêmico, mas também de políticos e empresários), refere-se à crença de que direitos humanos se reduzem essencialmente às liberdades individuais do liberalismo clássico e, portanto, não se consideram como direitos fundamentais os direitos sociais, os direitos de solidariedade universal. Nesse sentido, os liberais adeptos dessa crença aceitam a defesa dos direitos humanos como direitos civís e políticos, direitos individuais à segurança e à propriedade; mas não aceitam a legitimidade da reivindicação, em nome dos direitos humanos, dos direitos econômicos e sociais, a serem usufruídos individual ou coletivamente, ou seja, aqueles vinculados ao mundo do trabalho, à educação, à saúde, à moradia, à previdência e seguridade social etc.

É contra tal quadro histórico e com tais deturpações - muitas vezes conscientes e deliberadas, de grupos ou pessoas interessadas em desmoralizar a luta pelos direitos humanos, porque querem manter seus privilégios ou porque querem controlar e usar a violência, sobretudo a institucional, apenas contra os pobres, contra aqueles considerados “classes perigosas”- que se dirige a luta pela nova e ampliada cidadania social.

Finalmente, gostaria de concluir levantando uma questão de ordem prática, relativa às possibilidades de transformação e de militância política. Partindo do pressuposto de que o socialismo não morreu – seus ideais continuam vivos e atuantes – pergunto qual deveria ser a opção das esquerdas no Brasil hoje.

Penso que as esquerdas poderiam se unir a partir de uma plataforma comum com dois eixos : 1) a crítica incisiva do capitalismo em sua fase mais selvagem de “globalização”, visando à sua superação; 2) a conquista da democracia efetiva e, em específico, da participação popular. Os dois eixos convergem no compromisso com a promoção dos direitos humanos e ideais humanistas, com ênfase nos direitos econômicos e sociais, aqueles historicamente consagrados nas lutas socialistas, o que já garante um mínimo de consenso entre as esquerdas de origem vária.

Quanto ao primeiro ponto, trata-se de denunciar, com o máximo rigor, a incompatibilidade entre democracia e capitalismo. Estou convencida de que, ao invés da tradicional aliança com a democracia liberal, o capitalismo hodierno mantém um casamento perfeito com o poder oligárquico - foram feitos um para o outro. Seu rebento mais notável é esse “neoliberalismo”, que de maneira absolutamente insana vem transformando os pobres em miseráveis e descartáveis. Nenhuma forma de democracia pode conviver com tal nível de exclusão social. No Brasil, esse verdadeiro “horror econômico” aparece no desmanche das mínimas garantias de seguridade social, como nas indecentes propostas de reforma da Previdência ou na defesa das vantagens do trabalho informal e “temporário”. Cabe às esquerdas insistir na solidariedade social como valor e como exigência inarredável da democracia. Não se trata mais de “humanizar o capitalismo”, pois no estágio atual isso já é impossível. Trata-se de propor sua superação por um sistema que combine a democracia participativa com eficientes instrumentos de proteção social (há várias formas em discussão, desde a renda mínima à reforma agrária , passando pelo banco popular para minicrédito e por novas políticas publicas de saúde e educação, aqui destacando-se o projeto da bolsa escola, o qual tem sido citado até pelo Presidente da República).

Quanto ao segundo eixo, sabemos que, mesmo entre nós, identificados com a herança generosa da revolução por “liberdade, igualdade, fraternidade”, a adesão concreta às práticas e instituições democráticas tem sido francamente insuficiente. Mas cabe às esquerdas, vítimas preferenciais da repressão no regime militar, lutar contra a doença mais grave de nosso sistema político, o abuso do poder. Contra esse mal só existe um remédio: voltar às raízes da democracia como soberania popular e cidadania ativa. Isto é, devolver ao povo o poder decisório que, em tese, é seu. Nesse sentido, o orçamento participativo do Partido dos Trabalhadores, o PT, é parte indis- pensável de programa comum das esquerdas. É evidente que outras práticas de demo- cracia participativa devem ser ampliadas, como os conselhos, as iniciativas legis- lativas e os plebiscitos, além do apoio explícito aos movimentos sociais e populares.

O abuso do poder é mais evidente na instância executiva. Uma das características de nossa história republicana é a tendência a se perverter o sistema presidencial de governo em dominação caudilhesca do Presidente da República - aquele “presidencialismo imperial” tão denunciado pelos atuais governantes quando, na oposição, defendiam o parlamentarismo. Lutar contra isso, hoje, é um dever funda-mental das esquerdas, se quiserem, ao vencer, exercer o poder democraticamente.

A principal questão permanece: para que unir as esquerdas em torno de um projeto eleitoral? Se for para continuar o mesmo jogo da política oligárquica, não vale a pena. Precisamos dizer, claramente, que queremos ganhar para mudar, tanto no enfrentamento do capitalismo “realmente existente” (o verdadeiro capitalismo selvagem) quanto na superação da contrafação democrática que vem sendo imposta pelo neoliberalismo triunfante.

A solidariedade é, hoje, mais urgente do que nunca. Significa que todos somos responsáveis pelo bem comum. Considero, portanto, como extremamente perigoso (por mais que entenda suas causas) o descrédito do povo nas instituições políticas, pois isso ultrapassa a figura das pessoas, dos governantes e parlamentares, para atingir o próprio cerne da ação política, acaba se transformando num descrédito na ação política e na sua capacidade transformadora. Não é possível ser cidadão consciente com rejeição à atividade política. O resultado da apatia pode ser uma atitude na vida social que é o oposto de qualquer idéia de cidadania democrática, que é o das estratégias individuais, do “salve-se quem puder”, da “justiça pelas próprias mãos”, excluindo qualquer possibilidade de ação coletiva, de solidariedade. Mas, como digo aos meus alunos, sou professora, logo... sou otimista. O pensador italiano Antonio Gramsci afirmava que “devemos ser pessimistas no diagnóstico, mas otimistas na ação”. Acompanho a criação de associações de luta em torno de interesses públicos e a atuação de movimentos sociais de grande importância – como o MST, Movimento dos Trabalhadores sem Terra - assim como percebo o crescimento constante da consciência política do povo (haja vista as recentes eleições em São Paulo e no país, com a vitória da oposição e do PT) e um novo entusiasmo na juventude para a participação cidadã.

Participo de novos projetos de educação em direitos humanos e para a cidadania e, há dez anos, faço parte da direção da Escola de Governo – escola de formação política, baseada nos princípios da democracia participativa, da ética na política, do compromisso com o desenvolvimento nacional e do respeito aos direitos humanos. “Para conjurarmos o risco da consolidação da barbárie”, escreve Fábio Konder Comparato – “precisamos construir urgentemente um mundo novo, uma civilização que assegure a todos os seres humanos, sem embargo das múltiplas diferenças biológicas e culturais que os distinguem entre si, o direito elementar à busca da felicidade”. Será pedir muito para o povo brasileiro?

No Brasil, a esperança é uma virtude revolucionária. Esta, como uma exigência contra a destruição feita pelo capitalismo predador neste mundo “globalizado” pelo mais perverso neoliberalismo econômico, é o grande desafio para o século 21.

Referências bibliográficas

ARENDT, Hannah - Da Revolução, São Paulo: Ática, 1988.

BENEVIDES, Maria Victoria de Mesquita - A Cidadania Ativa. São Paulo: Ática, 1991.

----- - Cidadania e Democracia, in Lua Nova, nº33,1994.

----- - Cidadania e Direitos Humanos, in Cadernos de Pesquisa, Fund. Carlos Chagas, nº 104, julho 1998.

CHAUÍ, Marilena - Cultura e Democracia. São Paulo: Moderna, 1984.

COMPARATO, Fábio Konder - "A Nova Cidadania", in Lua Nova, 28/29, 1993, pp. 85-106.

----------- - A Afirmação Histórica dos Direitos Humanos, São Paulo: Saraiva, 1999.

----------- - A Humanidade no século a grande opção, Univ. de Coimbra, fev.2000. Publ. na revista Praga.

JELIN, Elizabeth - "A Cidadania desde baixo", in Lua Nova, 32, 1994

TOCQUEVILLE, Alexis de - Souvenirs


Notas

[1] O direito à moradia é conquista recente, tendo sido incluído pela emenda constitucional nº26, de 14/02/2000.

[2] Ver resolução nº32/130 da ONU, de 1977 que estabelece : “é impossível a realização dos direitos civis políticos sem o usufruto dos direitos econômicos , sociais e culturais”.


          III Conferência Estadual de Políticas para Mulheres   


 

Toda Mulher é Mulher de verdade.

 

As Políticas Públicas voltadas à igualdade de direitos entre mulheres e homens, fortalecimento da autonomia feminina, erradicação da extrema pobreza, combate às formas de violência, foram temas discutidos durante a III Conferência Territorial de Políticas para as Mulheres, que aconteceu nos dias (20) e (21) de outubro de 2011. O evento aconteceu na Pousada Seabra reunir aproximadamente 23 cidades da região, numa parceria entre a Secretaria Estadual de Políticas para as Mulheres (SPM) e municípios.

A discussão levantou propostas prioritárias para o III Plano Estadual de Políticas para as Mulheres (PEPM), a ser executado nos próximos anos. Entre os desafios que cercam a Bahia está a redução dos altos índices de agressão às mulheres. Somente entre janeiro de 2009 e dezembro de 2010, mais de 65 mil foram ameaçadas; mais de 38 mil mulheres sofreram algum tipo de lesão corporal dolosa; 750 sofreram tentativa de homicídio. Também foram registrados 815 estupros e 474 casos de mulheres vítimas de homicídio doloso.

A Secretaria Estadual de Políticas para as Mulheres (SMP/BA) foi criada em maio deste ano, na perspectiva de ampliar e consolidar ações para o segmento. Foram estabelecidos dois eixos de ação: Autonomia das Mulheres e Enfrentamento da Violência Contra a Mulher, temáticas determinantes para a melhoria da qualidade de vida das mulheres baianas.O tema central da conferência territorial é: a análise da realidade baiana social, econômica, política e cultural e dos desafios para a construção da igualdade de gênero e avaliação e aprimoramento das ações e políticas que integram o II Plano Estadual de Políticas para as Mulheres (PEPM) e definição de prioridades para a construção do III PEPM.

As políticas públicas para as mulheres são resultado de uma intensa mobilização social das mulheres brasileiras organizados em movimento sociais, feministas, de mulheres e outros tipos de ativismos que consolidaram ao longo de nossa história uma trajetória de ações, vitórias e avanços nas condições de vida das mulheres. Porém ainda são as mulheres uma parte da sociedade  que requer atenção e  políticas específicas  e transversais de promoção, atenção, prevenção, planejamento e garantia de direitos. Neste sentido o Estado Brasileiro deve garantir políticas públicas que executem essas ações e garantam às mulheres brasileiras e baianas mais e melhor condições de vida.

            A Etapa Territorial começou com a seguinte programação ás 07:30 com credenciamento e café da manhã, logo em seguida a abertura solene com a composição da mesa e o hino de 02 de julho, foram convidadas para fazer parte da mesa Geisa Gabriele Neiva Silva – COT, Ana Maria Moreira – Direc, Manoela Nicodemos – SPM, Marly Araújo – Comitê de Mulheres, Sonia Almeida Oliveira – EBDA, Cassia Rosana Rabelo – Sec.Mun. Assistência Social de Barra da Estiva, Aldenise Carmo dos Santos – Diretora do Depto Reparação Racial de Souto Soares, Ana Azevedo – Direc 27.

            Após a Leitura e aprovação do Regimento Interno pela Assistente Social Iramaia Sousa Petronílio, a programação seguiu com a Palestrante Cristiane Nascimento e a Palestra Magna com Manoela Nicodemos. Após o Debate foram constituído os Grupos de Trabalho para construção do documento político, subdividindo em eixos conforme o Regimento Interno – Raça, Saúde, Autonomia, Educação, Violência e Comunicação e Cultura, no dia seguinte a apresentação e aprovação das propostas do documento político e terminando com a eleição das representantes para a III Conferência Estadual de Políticas para as Mulheres, que acontece no mês que vem, em Salvador.

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          After #NotinMyName at Jantar Mantar on June 28: Sanjay Kak for NotinMyName, Delhi   
Guest Post by Sanjay Kak, for  #Notinmyname / Statement from Not In My Name, Delhi Last evening’s (June 28th) spirited protest at Jantar Mantar, New Delhi, under the banner of Not In My Name, was an autonomous citizens protest against the recent spate of targeted lynchings of Muslims in India – the most recent of 16 …

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          Flow control device and flow control method   
Disclosed herein is an improved method for reversed flow through a self-adjustable (autonomous) valve or flow control device (2), comprising the step of providing an overpressure on the side of the valve (2) opposite of the side of the inlet (10) exceeding a predetermined biasing force of the resilient member (24) causing lifting of the inner body part (4a) within the outer body part (4b) against said biasing force from a first position of fluid flow between an inner and an outer side of the valve (2) via the flow path (11) and to a second position of reversed fluid flow between said inner and outer side through the second flow path (25). An improved self-adjustable (autonomous) valve or flow control device (2) and use of said improved valve or flow control device are also disclosed.
          Rencontre CENA- Classe politique : et si les absents étaient disqualifiés   
Rencontre CENA- Classe politique : et si les absents étaient disqualifiés La  Commission électorale nationale autonome (CENA) et la classe politique se sont retrouvées ce vendredi pour discuter  de la méthode à adopter pour le scrutin du 30 juillet prochain. Une rencontre de la plus haute importance mais qui n’a pas fait le plein. En […]
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          Two decades of deceit   
It was always a blatant lie that the Chinese Communist Party would allow Hong Kong to become a self-governing democracy. So it is a cheering testament to the human spirit that, 20 years after Britain relinquished sovereignty of its colony to Beijing, Hongkongers – and young Hongkongers in particular – continue to demand autonomy and […]
          Smartworking   


Approvato definitivamente al Senato il disegno di legge "Misure per la tutela del lavoro autonomo non imprenditoriale e misure volte a favorire l’articolazione flessibile nei tempi e nei luoghi del lavoro subordinato".


Presentiamo un estratto del documento:

Art. 17. (Protezione dei dati, custodia e riservatezza)

1. Il datore di lavoro deve adottare misure atte a garantire la protezione dei dati utilizzati ed elaborati dal lavoratore che svolge la prestazione lavorativa in modalità di lavoro agile.

2. Il lavoratore è tenuto a custodire con diligenza gli strumenti tecnologici messi a disposizione dal datore di lavoro ed è responsabile della riservatezza dei dati cui può accedere tramite l’uso di tali strumenti.

Art. 18. (Sicurezza sul lavoro)

1. Il datore di lavoro garantisce la salute e la sicurezza del lavoratore che svolge la prestazione in modalità di lavoro agile e, a tal fine, consegna altresì al lavoratore, con cadenza almeno annuale, un'informativa scritta nella quale sono individuati i rischi generali e i rischi specifici connessi alla particolare modalità di esecuzione del rapporto di lavoro.

2. Il lavoratore è tenuto a cooperare all'attuazione delle misure di prevenzione predisposte dal datore di lavoro per fronteggiare i rischi connessi all'esecuzione della prestazione all'esterno dei locali aziendali.

Art. 19. (Assicurazione obbligatoria per gli infortuni e le malattie professionali)

1. L'accordo per lo svolgimento della prestazione lavorativa in modalità di lavoro agile e le sue modificazioni sono oggetto delle comunicazioni di cui all'articolo 9-bis del decreto-legge 1º ottobre 1996, n. 510, convertito, con modificazioni, dalla legge 28 novembre 1996, n. 608, e successive modificazioni.

2. Il lavoratore ha diritto alla tutela contro gli infortuni sul lavoro e le malattie professionali dipendenti da rischi connessi alla prestazione lavorativa resa all'esterno dei locali aziendali.

3. Il lavoratore ha diritto alla tutela contro gli infortuni sul lavoro occorsi durante il normale percorso di andata e ritorno dal luogo di abitazione a quello prescelto per lo svolgimento della prestazione lavorativa all’esterno dei locali aziendali, nei limiti e alle condizioni di cui al terzo comma dell'articolo 2 del testo unico delle disposizioni per l’assicurazione obbligatoria contro gli infortuni sul lavoro e le malattie professionali, di cui al decreto del Presidente della Repubblica 30 giugno 1965, n. 1124, e successive modificazioni, quando la scelta del luogo della prestazione sia dettata da esigenze connesse alla prestazione stessa o dalla necessità del lavoratore di conciliare le esigenze di vita con quelle lavorative e risponda a criteri di ragionevolezza.


Fonte: Senato

          Rischio alcol e stupefacenti lavoro    


Con l’intesa tra il Governo, le Regioni e le Province autonome di Trento e di Bolzano sul documento "Indirizzi per la prevenzione di infortuni gravi e mortali correlati all'assunzione di alcolici e di sostanze stupefacenti, l'accertamento di condizioni di alcol dipendenza e di tossicodipendenza e il coordinamento nazionale delle attività di vigilanza" in materia di salute e di sicurezza sul lavoro, sono state individuate le attività lavorative che comportano, in caso di infortunio nell'espletamento delle relative mansioni un elevato rischio per la sicurezza, l'incolumità e la salute per i lavoratori e per i terzi.

Il documento d’intesa riporta in un unico elenco le attività ad elevato pericolo di infortunio, comportante gravi conseguenze per l'incolumità e la salute del lavoratore, degli altri lavoratori e dei terzi nello svolgimento delle mansioni specifiche. Vediamo alcune delle misure da adottare da parte del datore di lavoro per prevenire i rischi da assunzione di alcolici o di stupefacenti nelle attività ad elevato pericolo di infortuni con gravi conseguenze per l'incolumità e la salute del lavoratore e dei terzi per i quali è obbligatoria la sorveglianza sanitaria.

Il datore di lavoro deve:

  • Disporre e far osservare in azienda il divieto di somministrazione di qualsiasi bevanda alcolica e di assunzione di alcolici o sostanze stupefacenti o psicotrope durante l'orario di lavoro; 
  • Disporre la non accettazione al lavoro del lavoratore che ,all'inizio o alla ripresa o durante il turno lavorativo ,venga giudicato temporaneamente non idoneo all'effettuazione del turno lavorativo per assunzione di sostanze stupefacenti o psicotrope, con presenza ematica rilevabile di sostanze o metaboliti attivi di sostanze stupefacenti o psicotrope o con alcolemia uguale o superiore a 0,3 g/1, accertata dal medico competente in matrici che consentono una correlazione diretta con la concentrazione ematica , fatte salve le disposizioni contenute in norme specifiche di settore; 
  • Disporre l'attuazione di iniziative di sensibilizzazione finalizzate ad una corretta percezione dei rischi aggiuntivi derivanti dall'assunzione di alcolici e/o di sostanze stupefacenti o psicotrope in relazione ai rischi specifici della mansione, attraverso una idonea informazione su effetti acuti dell'alcol e delle sostanze stupefacenti o psicotrope sulle capacità psicofisiche e sugli effetti cronici, anche rispetto alle possibili interazioni negative con sostanze presenti nel ciclo lavorativo, avvalendosi della collaborazione del medico competente; 
  • Valutare l'opportunità di rendere disponibili sul posto di lavoro test rapidier l'autocontrollo del tasso alcolemico da parte dei lavoratori; 
  • Attivare attraverso il medico competente l'effettuazione dei controlli sanitari sui lavoratori.


Se dalla valutazione dei rischi emerga la presenza, di rischi particolari dovuti a condizioni di alcol dipendenza o di tossicodipendenza, il datore di lavoro per prevenire infortuni al lavoratore stesso o agli altri lavoratori deve richiedere l'effettuazione di controlli dell'idoneità al lavoro alla Commissione ex art. 5 L.300/70, costituita presso le ASL territorialmente competenti.

Il medico competente, nell'effettuare le valutazioni sanitarie per accertare l'idoneità alla mansione specifica e il perdurare nel tempo di tale idoneità, in relazione al rischio di assunzione di alcol e/o sostanze stupefacenti/psicotrope e per accertare l'assenza di condizioni di dipendenza, ha l'obbligo di ispirare il proprio comportamento ai principi del codice ICOH di tutela della salute dei lavoratori ivi compreso il recupero per il reinserimento lavorativo e contestualmente di tenere in considerazione le situazioni in cui le condizioni di salute dei lavoratori possono comportare un danno a terzi.

Le visite mediche di sorveglianza sanitaria che sono "altresì finalizzate alla verifica di assenza di condizioni di alcol dipendenza e di assunzione di sostanze psicotrope e stupefacenti" con periodicità e frequenza stabilita dal medico competente in funzione degli esiti della valutazione del rischio di assunzione  di alcol o di sostanze stupefacenti e comunque con periodicità almeno triennale. Tali visite comprendono una anamnesi ed un esame obiettivo.

          Haiti-Canada Municipal Cooperation Program - Federation of Canadian Municipalities - Petit, QC   
Particular emphasis is placed on the collection of autonomous revenue for the municipalities and federations, citizen involvement, effective service delivery,...
From Federation of Canadian Municipalities - Fri, 16 Jun 2017 20:07:18 GMT - View all Petit, QC jobs
          Corporate/ Continuous Improvement Daily Equipment (Massillon, OH)   

Are you a motivated, focused and eager leader looking for an opportunity where you can make a difference from day one? Then we want you! Here’s a few reasons to consider Shearer’s Snacks:



  •          Be a part of a company experiencing exciting, sustainable growth

  •          Experience company-wide spirit of teamwork and support

  •          Have immediate impact in your role

  •          Be heard and “counted at the table”

  •          Experience a culture of giving back

  •          Have an integral role in creating well-loved products

  •          Advance your career with an organization that prides itself on being the world's "go to manufacturer" for snack foods


You might not have heard of us, but you’ve certainly tasted our snacks! In fact, we’re the largest producer of the private label snacks America loves and the largest producer of kettle cooked chips in the world, and we’re looking for Production Supervisors in our 11 facilities nationwide.


 


Summary


As an experienced practitioner of continuous improvement methods within the Shearer’s Perfection System, this individual will model and teach the necessary systems and behaviors required to implement Daily Equipment Care (Total Productive Maintenance – Autonomous Maintenance) across all Shearer’s Manufacturing platforms.  This leader will coach and mentor through a high degree of on-site interaction with an emphasis on production floor adoption of TPM tools and behaviors aimed at improving key performance metrics.  Additionally, this individual will provide leadership to one or two corporate SPS pillars and own corresponding reporting and tracking systems.


 


Essential Duties and Responsibilities



  • Support a culture of accountability and team work at assigned location(s) by assisting with the achievement of individual and team metrics in the areas of:

    • Safety

    • Quality

    • Production attainment

    • Associate relations and retention

    • Labor and material variances



  • Lead effective change management.

  • Solve complex problems to root cause through formal methodology application and coach/train others to do the same.

  • Act as an internal consultant for location(s) by leading, defining, and developing Daily Equipment Care activities.

  • Champion loss elimination through capability building and on the floor experiences.

  • Work closely with all functions to achieve lowest possible down time and efficient use of plant and equipment.

  • Coordinate with external resources to improve current CI systems.

  • Share current CI best practices across the entire network.

  • Develop network CI and Operational Leaders.

  • Develop standardized work and implement at all levels of the organization.

  • Leverage regional networks.

  • Lead CI activities as a network pillar member and tool owner.


 


Essential Requirements



  • Four year degree in a related, business or technical field such as food science, operations management, engineering, or the equivalent in experience.

  • 3-5 years of experience in production management or supervision, preferably in the food processing industry.

  • Demonstrated successful performance in positions of increasing responsibility within Manufacturing/Operations (preferred previous Operations and CI experience)

  • Excellent interpersonal, communication, and organizational skills.

  • Effective mechanical aptitude.

  • Demonstrated coaching effectiveness & ability to inspire change.

  • Ability to work a varied schedule across entire network.


Apply now

          Lavoratori autonomi: i lombardi guadagnano di più, i calabresi di meno   
Lavoratori autonomi: i lombardi guadagnano di più, i calabresi di meno
Secondo la Cgia di Mestre, a dividere l'Italia in due sono anche i redditi dei liberi professionisti: ecco i dati dello studio.
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"Podaci govore da 90 odsto budžetskih prihoda ide u pravcu republičkih organa vlasti, a svega 10 odsto na Autonomnu Pokrajinu Vojvodinu i sve lokalne samouprave zajedno. Taj finansijski udar na lokalne sredine ostavlja ogromnu rupu u budžetu i poseže se za nepovoljnim zaduživanjima. LSV već 27 [...]
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Sans autonomie, la puissance n'est rien. Cette formule pourrait s'appliquer au Zenfone Zoom S, le nouveau smartphone d'Asus qui surprend par sa polyvalence.
          Self-driving cars can handle anything, except kangaroos   
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Self-driving cars can make it through ice, snow, thunderstorms, and the winding streets of Pittsburgh

What can't they handle? Kangaroos. 

Volvo admitted this week that its self-driving technology's "Large Animal Detection system" was flummoxed by kangaroos

SEE ALSO: Check out the first photos of Waymo's self-driving big rig

The cars can deal with roaming deer, elk, and caribou, but can't process kangaroos because of the animals' "unique method of movement," or hopping.

“Any company that would be working on the autonomous car concept would be having to do the same developmental work,” Volvo Australia Managing Director Kevin McCann said. “We brought our engineers into Australia to begin the exercise of gathering the data of how the animals can move and behave so the computers can understand it more.” Read more...

More about Tech, Australia, Volvo, Self Driving Cars, and Kangaroos
          Profesor nativo autonomo ingles   
Buscamos un profesor de inglés nativo y autónomo para dar un intensivo de 10 horas a domicilio, con la posibilidad de poder dar más horas. Abstenerse candidatos que no cumplan con los requisitos. El sueldo sería de 115€ netos. Interesados enviar correo o llamar.
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          Energy for Living Life | Healthy Mind | Alternative Health | Life Enthusiast Podcast | Podcast #276   
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Acid-Base or pH balance of your fluids is still the bottom line in all the following determinations. It is not known why yet, in physiological terms, but some people just don't do well on alkalinizing diets. Metabolic typing provides a good answer to this question and many others.

http://www.life-enthusiast.com/index/Education/Pleomorphism/Metabolic_Typing

The term biochemical individuality was coined by the biochemist Dr. Roger Williams. George Watson's book Nutrition and Your Mind: The Psychochemical Response, developed a protocol for assessing the health of individuals suffering from 'mental imbalances', based on the acidity or alkalinity of their venous blood. William L. Wolcott in 1983 showed that either the Oxidative or Autonomic control system determined a person's response to acid or alkaline foods.

Francis M. Pottenger, M.D. in the 1930s and 1940s developed the relationship of nutrition to the sympathetic and parasympathetic divisions of the autonomic nervous system which are delineated in his book, Symposium of Visceral Disease and Vincent who developed the BTA machine, Royal Lee who started Standard Process, and Dr. Donald Kelly, D.D.S. Together these gentlemen developed Metabolic Typing.

As a Certified Metabolic Typing® Advisor I will be able to assist you with the determination of your Metabolic Type® and with the interpretation of the results. I will also be able to assist you with the implementation of the changes. You will soon be seeing the positive effects of matching your food intake with your physiological needs.

http://life-enthusiast.com/usa/metabolic-typing-advanced-test-p-745.html


          How to Deal with Anxiety with Your Food | Healthy Mind | Alternative Health | Life Enthusiast Podcast | Podcast #275   
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Martin shares Metabolic Typing and how food immediately affects your mindset.

Discover your Metabolic Type: http://life-enthusiast.com/usa/metabolic-typing-advanced-test-p-745.html

Some foods, such as meat or sweet and acid foods, are good for certain people - and for these are not "problem" foods. On others, their effects are adverse. In order to gain a better understanding of this phenomenon and a deeper insight into the food-related causes of diseases, it is helpful to take a closer look at our metabolism.

Problems arise when the tension-relaxation cycle is not centered but remains one-sided. During work there may be too much tension, while the following rest period does not result in complete relaxation. If this condition becomes chronic, also other tension-related symptoms may develop, such as high blood pressure or restlessness.

To bring the body back into balance, remedies with a PNS influence may be applied, such as relaxation exercises, a vegetarian diet or magnesium supplements. On the other hand, if the body generally is too relaxed, too weak and soft for the daily tasks, and mind and emotions cannot be aroused, then tension-producing SNS influences may be applied, such as using flesh foods or calcium supplements.

Healthexcel System of Metabolic Typing®

In its complete form, The Healthexcel System of Metabolic Typing® analyzes 11 Fundamental Homeostatic Controls (FHC) to determine and define one's Metabolic Type®.

These Fundamental Homeostatic Controls are:

  1. Autonomic Nervous System (NeuroEndocrine-Sympathetic/Balanced/Parasympathetic),
  2. CarboOxidative (Fast/Slow/Mixed Oxidation),
  3. Steroidal Hormone Balance (Pregnenolone/DHEA/Androgens/Estrogens/Progesterone/Cortisol),
  4. Neurotransmitter Balance (Excitatory/Inhibitory),
  5. LipoOxidative (Anabolic/Catabolic),
  6. Electrolyte (Stress/Insufficiency),
  7. Acid/Alkaline (6 different kinds of imbalances),
  8. Endocrine Type,
  9. Blood Type,
  10. Constitutional Type,
  11. Prostaglandin Balance.

This Metabolic Typing® program can be expanded to include deeper levels of complexity of metabolic individuality:

Our Metabolic Typing® Testing Questionnaire is the most accurate method of determining Metabolic Types® available in the world today. It is the result of an evolutionary process spanning nearly 30 years and is based on the input of thousands of practitioners around the world and hundreds of thousands of users.


          Dignity realization of patients with stroke in hospital care: A grounded theory.   
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Dignity realization of patients with stroke in hospital care: A grounded theory.

Nurs Ethics. 2017 Jan 01;:969733017710984

Authors: Rannikko S, Stolt M, Suhonen R, Leino-Kilpi H

Abstract
BACKGROUND: Dignity is seen as an important but complex concept in the healthcare context. In this context, the discussion of dignity includes concepts of other ethical principles such as autonomy and privacy. Patients consider dignity to cover individuality, patient's feelings, communication, and the behavior of healthcare personnel. However, there is a lack of knowledge concerning the realization of patients' dignity in hospital care and the focus of the study is therefore on the realization of dignity of the vulnerable group of patients with stroke.
AIM: The aim of the study was to create a theoretical construct to describe the dignity realization of patients with stroke in hospital care. Research design and participants: Patients with stroke (n = 16) were interviewed in 2015 using a semi-structured interview containing open questions concerning dignity. The data were analyzed using constant comparison of Grounded Theory. Ethical considerations: Ethical approval for the research was obtained from the Ethics Committee of the University. The permission for the research was given by the hospital. Informed consent was obtained from participants.
FINDINGS: The "Theory of Dignity Realization of Patients with Stroke in Hospital Care" consists of a core category including generic elements of the new situation and dignity realization types. The core category was identified as "Dignity in a new situation" and the generic elements as health history, life history, individuality and stroke. Dignity of patients with stroke is realized through specific types of realization: person-related dignity type, control-related dignity type, independence-related dignity type, social-related dignity type, and care-related dignity type.
DISCUSSION: The theory has similar elements with the previous literature but the whole construct is new. The theory reveals possible special characteristics in dignity realization of patients with stroke.
CONCLUSION: For healthcare personnel, the theory provides a frame for a better understanding and recognition of how dignity of patients with stroke is realized.

PMID: 28659067 [PubMed - as supplied by publisher]


          #37 Delitos habituales cometidos por los empresarios contra los trabajadores y que no sabes que son delito   

#32 lo que #23 y yo (creo) que pretendemos explicar es que hay mucho profesional (trabajador, autónomo, policía, banquero) asignado por defecto a un bando que no es el suyo. La culpa de la extorsión a los empleados del Mercadona XXX es del sr. Roig del que no tienen queja en Valencia o del gerente del centro Mercadona XXX que no es empresario sino "obrero"? El el sr. Apple quien negocia directamente con Foxxcon y llegan al acuerdo de que lo mejor para ambas empresas es que la que ensambla explote a sus trabajadores? Tiene culpa el policía por vocación de las salvajadas que hacen sus compañeros antidisturbios, o el contable al que han contratado en un banco de lo que acuerden sus consejeros? Es justo que una pyme a base de esfuerzo y sudor prospere y en seguida se tilde al autonomo que la montó (empresario) de que "algo habrá hecho pa tener tanto dinero" y mientras curraba 12 horas al día el comentario era "menudo pringao, se monta una empresa y tiene que trabajar más que nadie". Solo estoy hablando contra las generalizaciones, porque en españa la mayoría de empresarios son autónomos, y dan cerca del 80% del empleo, y estáis tachándolos a todos de extorsionadores por culpa de un 20% (porcentajes del principio de pareto).

Los tiros, al menos los que son por mi parte, van por ese campo. En estos diez años he tenido algun conflicto con algún superior, pero nunca con el jefe o el contratante o la empresa, conflictos de otras indoles.

» autor: Bojan


          #11 Delitos habituales cometidos por los empresarios contra los trabajadores y que no sabes que son delito   

#9 Estoy de acuerdo en lo que dices, solo que en mi caso en concreto no he tenido problemas con los empresarios. No creo que todo empresario sea malo ni que tan siquiera una parte se pueda comparar con títulos nobiliarios heredados o puestos de poder a dedo. Creo que tener al empresario como el malo de la película siempre es algo anticuado de otras épocas. Y sí, seguro que las grandes empresas con grandes fortunas son las más extorsionadoras, pero la persona que tiene una tienda, un bar, un pequeño almacén, o una web de servicios también es empresaria. Mucho empresario es empresario y currante y pringa tanto o más que el resto, y no es algo anecdótico, paseate por cualquier pequeño polígono industrial donde no haya multinacionales y abunden las ventas, talleres mecánicos de chapa y pintura o similar, como en mi caso, y veras al jefe currar y sudar.

Generalizar de esa manera nos hace estar en una constante lucha de clase, metiendo en una clase a la que no le corresponde a autonomos y pequeños empresarios, banqueros con puestos de contable/cajero y demás fauna que pintamos como el mal, teniendo un enemigo a veces ficticio. Por cierto y sin que sirva como ejemplo de nada, más que otra anecdota, si he visto al trabajador extorsionar al empresario en mi puesto de trabajo actual, amenazando de denunciar cualquier motivo falso para tener una inspección, ya que algo siempre encuentran. En la oficina de TRABAJO de la diputación no hicieron caso a la empleada, ya que era una "conocida" en el gremio y su modus operandi era la extorsion una vez que era fija para que la despidieran de forma no objetiva y cobrar el finiquito y compensación. Ojo, que tampoco creo que esto sea una práctica habitual. Pero ni todo el obrero es explotado ni todo el empresario es explotador.

#3 Me corrijo, si conozco una empresa que extorsiona, aunque no en ese sentido, sino con otro tipo de acosos: Mercadona (al menos en Catalunya).

» autor: Bojan


          Senior UX Designer - Daimler - Sunnyvale, CA   
MBRDNA is headquartered in Silicon Valley, California, with key areas of Advanced Interaction Design, Digital User Experience, Machine Learning, Autonomous...
From Daimler - Thu, 01 Jun 2017 23:01:07 GMT - View all Sunnyvale, CA jobs
          Author Saturday Spotlight: 'Nathan Burgoine #Interview #Giveaway   



Ahhh it's my favorite day of the week. Not just because it's Saturday and I was able to sleep late and had coffee waiting for me in my new coffee pot but because it's Author Saturday Spotlight! I'm super excited about the author here today. He's never been on Diverse Reader so it's thrilling to have a new face here. But, he's not new to the genre and we're going to talk about his work and about his Triad Blood series. There's an interview and giveaway so stick around!




During the full moon the vampires gather to renew their bonds. It takes three, and those in groups have total power over those who are alone. Luc, alone since he was created, takes the full moon as a rare freedom. Hunting for blood that will satiate him for the month ahead, Luc finds instead a rival. Anders, a demon just as alone, with the same plan.

They choose the same prey: a handsome young man resistant to their supernatural charms. Neither a vampire’s glamour nor demon’s passion working, it becomes clear their only chance of success lies in the unthinkable: working together.

As Luc tastes blood and Anders devours soul, they gain a chance at something neither expected.

Freedom.








The law of three is unbroken: three vampires form a coterie, three demons make a pack, and three wizards are a coven. That is how it has always been, and how it was always to be.

But Luc, Anders, and Curtis—vampire, demon, and wizard—have cheated tradition. Their bond is not coterie, pack, or coven, but something else. Thrust into the supernatural politics ruling Ottawa from behind the shadows, they face Renard, a powerful vampire who harbors deadly secrets of his own and wishes to end their threat. The enemy they know conjures fire and death at every turn. The enemies they don’t know are worse.

Blood, soul, and magic gave them freedom. Now they need to survive it.








The law of three is everything: three vampires for a coterie, three demons for a pack, and three wizards for a coven. Those alone or in pairs are vulnerable to the rest. Luc, Anders, and Curtis—vampire, demon, and wizard—sidestepped tradition by binding themselves together.

When something starts brutally killing demons in Ottawa, the three find themselves once again moving among the powers who rule the city from the shadows—this time working with them to try to stop the killings before chaos and blood rule the streets.

Hunting a killer who seems to leave no trace behind, the triad are forced to work with allies they don’t dare trust, powers they barely understand, and for the good of those they already know to be corrupt.

They have the power of blood, soul, and magic. But they have to survive to keep it.





Interview


Thank you so much for being here today! I’m so excited to pick your brain a bit. You have a new book of your new series and I want to talk about that today. So, let’s get started.



There’s a saying- “It happens in threes.” Your book truly stands by that. Can you explain it to us? (I know but for those who don’t do tell.)

The Triad series was born from a brief moment of wondering when I was re-reading Dracula before an anthology call for a gay erotic vampire story. Dracula’s three brides show up for a little bit, and I remember thinking, “why are there three?” It’s never really explained. It stuck in my head, and I decided it would be interesting if all the major supernatural powers-that-be had to form groups of three (or more) to be considered autonomous. It evolved from there, and that first story I wrote was “Three.” “Three” introduced Luc, my French Canadian vampire when he was alone, and thus quite vulnerable to all the other vampires (not to mention demons and wizards) out here. Luc ends up forming a bond with Curtis (a wizard) and Anders (a demon), which satisfies the “law of three” that my supernatural world has, but they still broke with tradition: they formed a group that isn’t three-of-a-kind. That leads to all the problems that happen in Triad Blood, the first book, where they’re having to defend their unique group against those who’d rather them not exist, but who don’t have a choice but to respect that they are, indeed, a group.

Three wizards make a coven, three vampires make a coterie, three demons make a pack—but Luc, Curtis, and Anders have made something unique, and it turns out to be more powerful than anyone is comfortable with.

Also, it just adds so much fun to throw three in to the mix. They’re very different personalities, and I get to explore how they interact with each other as well as the whole, and the slow-bloom of their open and evolving relationship has been a joy to write.


Triad Blood is currently two books strong with a 0.5 before book one and two. Are there plans for more? Dare I say…Trilogy?

I absolutely have plans for a third book, Triad Magic, to follow Triad Blood and Triad Soul. Each book stands alone, but I did have an arching secondary plot I was conscious of from the first book. And of course if there are anthology calls that suit the guys, I’ll write more short stories (my first love is and always will be short fiction, and their first four appearances were in various anthologies, though you don’t need to read the shorts to get the novels).

After that? I don’t know. I think the short fiction will continue, absolutely, and there are a couple of side-characters I could imagine crafting narratives around. It will depend on inspiration.

What is your fascination with paranormal? What has inspired you?

I came into my love of storytelling from two angles. The first was comic books (and the X-Men in particular). Mutants were such an easy thing for a young queer kid to identify with: born to “normal” people, but different, and hated and feared for the difference? It’s a pretty clear allegory. In fact, my first novel, Light, was very much a love-letter to all things X-Men. When you’re a queer kid, you don’t really “see” yourself in most fiction out there, so the X-Men were huge to me.

My other love, when I first started working at the bookstore mumble-mumble years ago, was urban fantasies. Paranormal novels where it was our world, only magic, or psychic, or in some way “other”? This felt like a setting ripe for the queer identity again, but this time, even though I was reading as many of them as I could get my hands on, the mainstream titles really fell short. I mean, you had characters who were different, feared by those without their abilities, or monsters who had to keep parts of themselves hidden, and otherwise it was our world, but…everyone was pretty much straight. The books I read were really, really guilty of “bury your gays,” if they bothered to include any queer characters at all, and I got frustrated. After reading yet another novel where the only gay character (a werewolf) was killed, I actually walked away from the genre for a good long while, not reading it at all. When I started writing, I realized I could write the stories I’d wished I’d been reading, and that’s been where I’ve at pretty much since. So I guess the inspiration came from what felt like a missing piece. 


These days? I know where to look, and I know that the problem is rooted far more in the mainstream than the indies. I walked away from the series that didn’t include people like me, and went to the ones that did. It’s been great.

What paranormal creature would you want to be and with what power (s)?

Oh, that’s dangerous. I try very hard to be as good a person as I can, but I have a vengeance streak a mile wide (it’s not a good trait), so any power at all would likely be a truly bad idea for me. But that said, I’d love to have magic, so I’ll say wizard. I just don’t lay odds on how long I’d be allowed to wear a white hat. Curtis’s magic comes with a gift for easily understanding languages and learning languages, and I would love that. 


If the sky’s the limit, though, I’d also love telekinesis, which I gave Kieran in my first novel. But again, I don’t think it would be very long before I’d be mentally tying shoelaces together when people in line are being rude to cashiers.

Do you see this book series in your head play out like Game of Thrones or True Blood? If so, who would you like to see playing your beloved characters?

Like a lot of authors, I did pick “stand ins” for the characters when I started writing them, so I could keep a mental image of each. Curtis was modeled after an actor, Martin Rivas, though specifically when he was younger; Luc I pictured as a model named Roger Morin, though since “Three” was released as an e-short it has a cover model on it now that I’ve “updated” my mental image to represented Luc; Anders I pictured as Henry Cavil (but only when he was doing the scruffy oil rig scene in Man of Steel). Unlike Superman, Anders doesn’t shave.

As much as I’d love to see them on the small screen, I know that’s a pipe dream. But dreams are good.

Do you attend and conventions usually, or will you be? If so which ones? If no, what conventions would you like to?

I do! Most years, I attend The Saints & Sinners Literary Festival in New Orleans (I missed it this year, alas) and Naked Heart in Toronto, both of which are queer specific literary events. I also generally attend Can*Con and Romancing the Capital in Ottawa; Can*Con is a spec-fic/sci-fi convention, and RtC is romance-specific, but neither of those is specifically queer. It’s a little like having whiplash moving among those four conferences, as they’re all very different from each other, but they’re all awesome in different ways. And next year, I’m going to be a part of the Bold Strokes UK event in England, which I’m very chuffed to be doing. I’m from England originally, and it’s nice to visit there from time to time.

I would love to attend one of the larger queer romance conventions, but given the political climate in the US right now, I sort of backed off on any plans to cross the border. The Triad books aren’t specifically romance, they’re urban fantasy/paranormal, but I’ve written a few specifically romance novellas and would really love to enjoy a specifically queer-romance space.


Can you tell us what you’re currently working on or any of your future projects?

I have two projects under a contractual deadline with Bold Strokes Books right now: one is a YA, which is a first for me and has me sweating bullets. It’s called Exit Plans for Teenage Freaks and is about a gay high schooler about to graduate and start his adult life who develops a bit of a teleportation problem, which throws his entire life trajectory off course. The other is my first collection, Of Echoes Born, which is a complete joy to be working on. I love short fiction, and I’ve gathered some favorites, but I’ve also been writing madly to make sure there are many new tales included in the collection.


In the pipeline is a holiday romance novella from Ninestar Press, “Homemade Holidays,” which is my first queer holiday romance. It revisits a group year after year, over the course of fifteen Christmas seasons, and is heavily about the chosen family queer experience. It’s also got a sweet romance that weaves throughout, and I’m just really stoked to have a holiday story to offer.

How can your readers follow you? Twitter, Facebook, Website?

On Twitter, I’m @NathanBurgoine. On Facebook, I’m www.facebook.com/apostrophen, and my blog is apostrophen.wordpress.com.

Fast Fire Questions:

Summer or winter?
Winter (Assuming it’s still sunny).

Coffee or tea?
All the tea!

Dog or cat?
Cats, except for my dog.

Beer or wine?
Ice wine.

Favorite color?
Anything earth-toned.

Favorite holiday?
I don’t really have one, though I like Samhain.

Favorite smell?
The approach of rain.

Star Wars or Star Trek?
One only has to consider Janeway to be Trek, all the way!

Okay, ‘Nathan, thank you so very much for being here today.

Thank you for having me!


Check out all 'Nathan's work on Amazon

Giveaway

La investigación de la red de sobornos en Petrobras, que destapó en Brasil multimillonarios negocios ilegales entre constructoras y funcionarios públicos, ahora se expandirá fronteras afuera, afirmó el lunes el fiscal del área internacional del caso, Vladimir Aras.
 
En una entrevista con la AFP, Aras adelantó que habrá nuevas revelaciones en países, mayormente de América Latina y África, donde las empresas brasileñas hicieron grandes obras públicas, y que las ramificaciones internacionales seguirán aún después de que haya concluido la investigación en Brasil.
 
De hecho, los fiscales generales de once países decidieron la semana pasada armar equipos multilaterales para investigar la maquinaria de corrupción de la constructora brasileña Odebrecht, que jugó un rol central en el desvío de fondos para la política. A poco de que sean desclasificados los testimonios de 77 exejecutivos de esa firma, Aras reveló que hay por lo menos 10 empresas extranjeras bajo la lupa de la justicia brasileña.
 
A continuación, los principales pasajes del diálogo en la Procuraduría General de la República (PGR) en Brasilia.
 
P: ¿Aumentará el impacto internacional del caso?
 
R: Va a crecer mucho (...) Si contamos con la independencia y la autonomía de los ministerios públicos de la región, como tenemos en Brasil, es posible esperar que las investigaciones avancen y revelen otros esquemas corruptos paralelos a aquellos actos ilícitos que habrían sido practicados por empresas brasileñas, sobre todo constructoras, en otros países. 
 
La interacción indebida entre el sector público y el sector privado no es solo de Brasil o de sus empresas. Hay corrupción en todas partes.
 
P: ¿Podría haber más figuras de nivel presidencial involucradas? 
 
R: "Es algo difícil de decir, a nivel presidencial, pero seguramente habrá autoridades involucradas porque fueron contratadas grandes obras públicas y esos grandes contratos dependen de negociaciones de alto nivel. Es muy probable que si las prácticas corruptas que vimos en Brasil fueron reproducidas, exportadas, por nuestras empresas, evidentemente, el método también puede haber sido exportado.
 
[ndlr: el expresidente peruano Alejandro Toledo es buscado por la Justicia por este caso y hubo señalamientos sobre el mandatario colombiano, Juan Manuel Santos, y el brasileño, Michel Temer. Todos negaron los cargos]
 
P: ¿Están investigando a empresas extranjeras? 
 
R: Muchas empresas extranjeras que operaron en Brasil e hicieron contratos con Petrobras merecen ser y están siendo investigadas en sus países de origen (...) Son firmas que hicieron contratos con Petrobras en el segmento de exploración de petróleo y transporte. 
 
Es esperable que, además de que Brasil cumpla su papel de juzgar los delitos practicados por nuestras empresas en el exterior, los ministerios públicos europeos y de otras regiones también hagan su parte e investiguen y procesen a esas empresas por los delitos transnacionales que cometieron.
 
P: ¿Cuáles son?
 
R: No podemos decir los nombres (...) Tenemos idea de que cerca de una decena de empresas, por lo menos, están en ese grupo de compañías extranjeras bajo investigación o que ya deberían estar siendo investigadas en los países donde operan o tienen sus sedes.
 
P: ¿Cuánto tiempo más calcula que seguirá la investigación?
 
R: Va a durar uno o dos años más, imagino (...). Desde el punto de vista internacional, incluso cuando las investigaciones terminen en Brasil seguiremos recibiendo varios pedidos del exterior en función de las repercusiones que continuarán ocurriendo por la expansión internacional que se vio a partir del 2015, fuertemente en 2016, y ahora intensificándose en 2017.
 
P: ¿En la reunión de la semana pasada, los fiscales generales de América Latina hablaron sobre la posibilidad de que los políticos investigados busquen protegerse dictando leyes en su beneficio?
 
R: Eso se vio aquí en Brasil (...). En otros países es posible que haya reacciones semejantes y sabemos que en Angola ya se aprobó una legislación que en cierto modo amnistía conductas ilícitas que fueron practicadas.
 
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          Xi delivers tough speech on Hong Kong, as protests mark handover anniversary - The Boston Globe   

The Boston Globe

Xi delivers tough speech on Hong Kong, as protests mark handover anniversary
The Boston Globe
HONG KONG — President Xi Jinping of China delivered a tough speech Saturday at the end of a three-day visit to the semiautonomous Chinese city of Hong Kong, warning against politicizing disputes or challenging the authority of the central government.
Xi draws uncrossable 'red line'The Star Online
Hong Kong residents march to defend freedom as China's president draws a 'red line'Washington Post
Beijing warns Hong Kong marchers not to challenge mainland ruleThe Guardian
Malay Mail Online -The Straits Times -The Borneo Post -Deutsche Welle
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          La nueva Ley de Autónomos recibe el visto bueno definitivo en el Congreso   

El Congreso ha aprobado por unanimidad, aunque con las críticas del PSOE, Unidos Podemos y ERC, la nueva Ley de Medidas Urgentes al Trabajo Autónomo que contempla la extensión de la tarifa plana de 50 euros a un año, así como desgravaciones en los gastos de manutención diaria de los autónomos. La Comisión de Empleo …

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          [01/07] «Le Communiste-Libertaire» - «Die Brandfackel» - «La Conquista del Pan» - Atemptat de Lucchesi - «A Voz do Trabalhador» - «L'Action Anarquiste» - II Congrés Nacional de l'UCAI - «La Lanterna» - «Prolétariat» - Via Durruti - «Volontà» - Commemoració Bakunin - Conte - Ada Martí - Bernardi - Bakunin - Jordán - Abarca - Ulldemolins - Wieck - Sánchez Ferlosio - Casares - Martín Luengo   
[01/07] «Le Communiste-Libertaire» - «Die Brandfackel» - «La Conquista del Pan» - Atemptat de Lucchesi - «A Voz do Trabalhador» - «L'Action Anarquiste» - II Congrés Nacional de l'UCAI - «La Lanterna» - «Prolétariat» - Via Durruti - «Volontà» - Commemoració Bakunin - Conte - Ada Martí - Bernardi - Bakunin - Jordán - Abarca - Ulldemolins - Wieck - Sánchez Ferlosio - Casares - Martín Luengo

Anarcoefemèrides de l'1 de juliol

Esdeveniments

Capçalera del primer número de "Le Communiste-Libertaire"

Capçalera del primer número de Le Communiste-Libertaire

- Surt Le Communiste-Libertaire: Pel juliol de 1881 surt a Corning (Iowa, EUA) el primer número del periòdic mensual en llengua francesa Le Communiste-Libertaire. Organe de la Communauté icarienne. Liberté - Justice - Solidarité. Era continuació de La Jeune Icarie. Organe du communisme progressif, editada des de l'1 de maig de 1878. Publicació dels dissidents, estava redactada per Émile Péron i impresa a la tipogràfica de l'anarquista creient Jules Leroux. El seu representant a París era Claude Vallère. Va desaparèixer després d'uns pocs números, però pot ser considerada com una ramificació llibertària de la comunitat fundada per Étienne Cabet. En l'epígraf de la capçalera figurava la famosa cita anarcocomunista: «A cadascú segons les seves forces, a cadascú segon les seves necessitats».

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Portada del primer número de "Die Brandfackel"

Portada del primer número de Die Brandfackel

- Surt Die Brandfackel: Pel juliol de 1893 surt a Nova York (Nova York, EUA) el primer número del mensual anarcocomunista en llengua alemanya Die Brandfackel. Anarchistische Monatsschrift (La Torxa. Revista anarquista mensual). El primer número en dedicarà moltes pàgines a l'atemptat comès l'any anterior per Alexander Berkman contra l'empresari Henry Clay Frick. El periòdic, editat per Claus Timmermann, publicarà els primers assaigs d'Emma Goldman. Quan Timmermann va ser empresonat a l'illa Blackwell en 1893 el periòdic fou editat per Claus Niedermann. Deixarà de publicar-se el gener de 1895.

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Capçalera del primer número de "La Conquista del Pan"

Capçalera del primer número de La Conquista del Pan

- Surt La Conquista del Pan: L'1 de juliol de 1893 surt a Barcelona (Catalunya) el primer número del periòdic bimensual anarcocomunista La Conquista del Pan. Aquesta capçalera fa referència al títol d'una de les obres més importants i divulgades de l'intel·lectual anarquista Piotr Kropotkin. Tractà temes locals i internacionals sobre el moviment obrer, a més de textos de clàssics de l'anarquisme i de la filosofia (Mikhail Bakunin, Piotr Kropotkin, Carlo Cafiero, Élisée Reclus, Albert Parsons, Carlo Pisacane, Errico Malatesta, Nicolas Chamfort, Jean-Jacques Rousseau, Victor Hugo, etc.), sense oblidar els purament teòrics i de pensament. En sortiren cinc números, l'últim el 15 de setembre de 1893.

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L'atemptat de Lucchesi contra Bandi segons un dibuix de l'època

L'atemptat de Lucchesi contra Bandi segons un dibuix de l'època

- Lucchesi assassina Bandi: L'1 de juliol de 1894, a Liorna (Toscana, Itàlia), l'anarquista Oreste Lucchesi apunyala de mort el director del diari Il Telegrafo Giuseppe Bandi, autor d'articles antianarquistes, quan en una carrossa descoberta es dirigeix al periòdic. Lucchesi i els seus còmplices (Amerigo Franchi i Rosolino Romiti) seran jutjats entre el 2 i el 22 de maig de 1895 a Florència (Toscana, Itàlia) i condemnats a 30 anys de reclusió.

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Portada d'un número d'"A Voz do Trabalhador"

Portada d'un número d'A Voz do Trabalhador

- Surt A Voz do Trabalhador: L'1 de juliol de 1908 surt a Rio de Janeiro (Rio de Janeiro, Brasil) el primer número del periòdic anarcosindicalista A Voz do Trabalhador. Orgam da Condederação Operária Brazileira. Aquesta publicació de la Confederació Obrera Brasilera (COB) d'antuvi fou bimensual, després passà a setmanal, tornà a bimensual i acabà mensual. Informa sobre vagues, notícies sindicals i orgàniques, lluites socials, repressió policíaca, debats teòrics, cultura anarquista, literatura llibertària, pedagogia, notícies sobre la Revolució mexicana, etc. Arribà a tenir una tirada de 4.000 exemplars. Dirigit per Manuel Moscoso, hi van col·laborar Salvador Alacid, Mota Assunção, A. Barão, Lima Barreto, José Lima de Carvalho, João Crispim, Eurípedes Floreal, Juganço, José Martins, Amaro de Matos, Albino Moreira, Manuel Moscoso, João Penteado, Artur Torres, Marcelo Varema i Neno Vasco, entre d'altres. Patí dificultats financeres i persecucions policíaques. En sortiren 71 números, l'últim el 8 de juny de 1915. En 1985 el Centre de Memòria Sindical de la Secretaria de l'Estat de la Cultura de l'Estat de São Paulo en publicà una edició facsímil de tota la col·lecció amb un prefaci de Paulo Sérgio Pinheiro.

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Portada del primer número de "L'Action Anarchiste"

Portada del primer número de L'Action Anarchiste

- Surt L'Action Anarchiste: L'1 de juliol de 1914 surt a Uccle (Brussel·les, Bèlgica) el primer número del periòdic L'Action Anarchiste. Portava l'epígraf: «Mai no sereu dignes de la felicitat mentre que tingueu alguna cosa vostra i mentre que el vostre odi vers els burgesos vingui únicament del vostre desig rabiós de ser burgesos en el seu lloc.» El responsable d'aquesta publicació (gerent, administrador i redactor) va ser Armand Lebrun, amb el suport de Maurice Fister, Rhillon i Paul Ruscart. Només sortí un altre número, també figurava que era el primer, el 19 de juliol d'aquell any i portava el subtítol «Òrgan anarquista». En 1913 ja havia s'havia publicat a la valona Micheroux una publicació «revolucionària comunista» amb la mateixa capçalera.

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Portada de l'edició castellana, publicada a Buenos Aires (Argentina) de les resolucions del Congrés de Bolonya

Portada de l'edició castellana, publicada a Buenos Aires (Argentina) de les resolucions del Congrés de Bolonya

- II Congrés Nacional de l'UCAI: Entre l'1 i el 4 d'abril de 1920 se celebra a Bolonya (Emília-Romanya, Itàlia) el II Congrés Nacional de la Unió Comunista Anarquista d'Itàlia (UCAI). L'UCAI havia estat fundada en el Congrés de Florència (Toscana, Itàlia) celebrat entre el 12 i el 13 d'abril de 1919 i es definia com a una federació de grups autònoms i que entre congressos estava representada per una Comissió de Correspondència; les resolucions congressuals només eren vinculants per als grups que les acceptaven i per entrar-hi en la federació calia acceptar el «Programa anarquista» de 1919 redactar per Errico Malatesta. Els nombrosos delegats (Anselmo Acutis, Claudio Angelini, Ettore Bonometti, Armando Borghi, Arnaldo Cavallazzi, Luigi Fabbri, Enzo Fantozzi, Nello Garavini, Maurizio Garino, Nella Giacomelli, Diego Guadagnini, Errico Malatesta, Umberto Marzocchi, Armando Picciuti, Attilio Scaltri, Aldo Venturini, etc.), en representació de set-cents grups anarquistes, debateren en aquest II Congrés Nacional sobre els Consells de Fàbrica, el Front Únic i l'adhesió als sindicats, entre d'altres temes. Sota la influència d'Errico Malatesta, que redactà la declaració de principis, basada en el seu «Programa anarquista» de 1919, s'assumiren quatre punts d'acció: necessitat d'armar-se, creació d'un «Front Únic de Subversius», nou funcionament als camps i a les fàbriques i pas de les vagues a les ocupacions. Aquestes resolucions tingueren molta importància en el moviment d'ocupacions de fàbriques que es donà a Itàlia en aquell any. També es decidí abandonar en el nom de l'UCAI («organització de tendència») la referència al «comunisme», concepte desnaturalitzat pel bolxevisme, i d'aquesta manera va ser rebatejada com Unió Anarquista Italiana (UAI) («organització de síntesi»). En acabar el Congrés es decidí encarregar la tasca de la Comissió de Correspondència de l'UAI al Grup Anarquista de Bolonya, que va caure a les mans d'Aldo Venturini, pel que feia a la seva gestió tècnica (correspondència i administració), i a les d'Armando Picciuti i Luigi Fabbri, pel que feia els comunicats. Aquest congrés fou un dels més importants que ha tingut la història del moviment anarquista mundial.

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Capçalera de "La Lanterna" [CIRA-Lausana] Foto: Éric B. Coulaud

Capçalera de La Lanterna [CIRA-Lausana] Foto: Éric B. Coulaud

- Surt La Lanterna: L'1 de juliol de 1932 surt a Toló (Provença, Occitània) el primer número del periòdic en llengua italiana La Lanterna. Periodico Anarchico, editat pels llibertaris italians refugiats a l'Estat francès per ajudar les víctimes de la repressió política a la Itàlia feixista. El responsable en va ser Giuseppe Lucchetti i el gerent Antonin Simon. Hi van col·laborar Ugo Boccardi, Gigi Damiani, Virgilio Fabrucci, Ludovico Rossi i Edel Squadrini, entre d'altres. Exigí la llibertat de l'anarquista Pietro Cociancich, aleshores tancat a la presó marsellesa de Chave per atemptar contra la «Casa dels Italians» d'Aubagne, i de Marinus van der Lubbe, empresonat a Alemanya acusat pels nazis d'haver calat foc el Reichstag. Fou molt crític amb el Congrés d'Orleans de la Unió Anarquista Comunista Revolucionària (UACR) d'agost de 1933 i atacà durament els comunistes. A més de Toló, s'editarà més tard a Marsella i a Nimes. La periodicitat fou irregular i l'últim número sortí l'1 d'octubre de 1934.

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Capçalera del primer número de "Prolétariat"

Capçalera del primer número de Prolétariat

- Surt Prolétariat: L'1 de juliol de 1933 surt a París (França) el primer número de la revista mensual Prolétariat. Creada per Henry Poulaille al voltant del grup «Prolétarien» (Lucien Gachon, Léon Gerbe, Ludovic Massé, Édouard Peisson, Tristan Rémy) va consagrar-se a la divulgació de la literatura proletària i volia ser una «revista d'experimentació» al marge de qualsevol política de partit. Es van publicar 12 números fins a juliol de 1934. Hi van col·laborar Sylvain Massé, Charles Bontoux-Maurel, Henriette Valet, Lucien Brunel, Francis André, Nathan Katz, Émile Guillaumin, Joseph Voisin, Lucien Gachon, Henri Hisquin, Rose Combe, Stinj Streuvels, Loffler, Lucien Bourgeois, René Bonnet, entre d'altres.

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Via Durruti

Via Durruti

- Via Durruti: L'1 de juliol de 1937, a Barcelona (Catalunya), en plena guerra civil i després dels «Fets de Maig» d'aquell any, es ret un homenatge públic a Buenaventura Durruti, mort al front el 20 de novembre de 1936, i a la seva acció revolucionària. La Via Laietana, una de les artèries més importants de la ciutat i que passa davant la seu del Comitè Regional de la Confederació Nacional del Treball (CNT), és aleshores rebatejada oficialment com «Via Durruti». L'acte, que havia de realitzar-se l'anterior 27 de juny i que se suspengué pel mal temps, estava organitzat per la Conselleria Regidoria d'Urbanització i Obres de l'Ajuntament de Barcelona, amb el suport de la Federació Local de Sindicats Únics de la CNT barcelonina. Després de descobrir una làpida al·legòrica en marbre dedicada a Durruti, obra de l'escultor Enric Boleda, col·locada a la façana de la «Casa CNT-FAI», parlaren Muñoz, regidor de l'Ajuntament de Barcelona; Severino Campos Campos, en nom de la Federació Anarquista Ibèrica (FAI); Josep Xena Torrent, representant la Federació Local de Sindicats Únics de la CNT de Barcelona; Joan García Oliver, del Comitè Regional de Catalunya de la CNT; Frederica Montseny Mañé, pel Comitè Nacional confederal; i, a requeriment del públic, Ricard Sanz García , que no havia volgut parlar a causa del seu càrrec públic com a cap de la 26 Divisió. L'homenatge discorregué amb total normalitat.

Via Durruti

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Capçalera de "Volontà"

Capçalera de Volontà

- Surt Volontà: L'1 de juliol de 1946 surt a Nàpols (Campània, Itàlia) el primer número de Volontà. Rivista mensile del Movimento Anarchico di Lingua Italiana. Pia Turroni en va ser el redactor responsable i Giovanna Caleffi Berneri i Cesare Zaccaria hi participaran estretament.

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Convocatòria de la commemoració publicada en el periòdic tolosà "CNT" del 24 de juny de 1956

Convocatòria de la commemoració publicada en el periòdic tolosà CNT del 24 de juny de 1956

- Commemoració Bakunin: L'1 de juliol de 1956 se celebra a Berna (Berna, Suïssa) el 80 aniversari de la mort de Mikhail Bakunin. El grup anarquista «Le Réveil Anarchiste» de Ginebra (Ginebra, Suïssa) va fer la crida a totes les organitzacions, individus i simpatitzants anarquistes amb la finalitat d'aprofitar l'efemèride per prendre contacte amb els companys i companyes dispersos arreu de Suïssa i per intentar establir-hi un nexe d'unió. La jornada consistí en un dinar a la Casa del Poble de Berna, en una visita a la tomba de Bakunin i en una assemblea anarquista internacional a la Casa del Poble amb la finalitat d'impulsar el moviment llibertari i d'establir vincles. A l'acte van ser invitats companys i companyes dels moviments llibertaris italià, francès, belga i espanyol. L'esdeveniment va ser coordinat per André Bösiger des de Ginebra.

Anarcoefemèrides

Naixements

Giulio Conte (1953)

Giulio Conte (1953)

- Giulio Conte: L'1 de juliol de 1899 neix a San Nazario (Vèneto, Itàlia) l'anarquista i resistent antifeixista Giulio Conte, també conegut com Napoleone, Il Conte o Mario. Sos pares es deien Antonio Conte i Antonia Benacchio. Després de fer els estudis elementals començà a treballar de pintor i s'adherí d'antuvi al moviment socialista, però després de l'escissió de Liorna (Toscana, Itàlia), s'afilià al Cercle Juvenil Comunista. En 1922, pressionat per sa família, s'adherí al Partit Nacional Feixista (PNF) i prengué part en la «Marxa sobre Roma». En 1923 començà a treballar a la fàbrica d'acer Ansaldo de Cornigliano (Gènova, Ligúria, Itàlia), però caigué malalt i en 1925 s'instal·là a Milà (Llombardia, Itàlia) i acabà venent llibres per a una editorial. En aquesta època s'acostà a l'anarquisme i al sindicalisme de la mà de Gino Petracchini, Virgilio Salvatore i els anarcosindicalistes de la Unió Sindical Italiana (USI) Alibrando Giovannetti i Nicola Modugno. A Torí (Piemont, Itàlia) treballà durant un temps a la fàbrica Michelin, però va ser acomiadat de la feina i inscrit en la «Llista Negra» després de ser exclòs del PNF i d'haver rebutjar afiliar-se al sindicat feixista. En 1926 retornà a Gènvoa, l'agost es casà amb Eleonora Benazzi i el setembre s'exilià a Arpitània, instal·lant-se a Évian-les-Bainsk, on desenvolupà una intensa activitat antifeixista i esdevingué el responsable d'una secció de la Liga Italiana dei Diritti dell'Uomo (LIDU, Lliga Italiana dels Drets de l'Home). En 1928 la policia de fronteres el va inscriure com a «anarquista a vigilar». En aquests anys, a causa de la seva antiga afiliació al PNF, hagué de provar la seva bona fe i la seva adhesió al moviment antifeixista de l'emigració italiana. Un cop es reuní amb sa companya, en 1930 s'instal·là a Anemâsse (Roine-Alps, Arpitània) i continuà amb les seves activitats de propaganda anarquistes i antifeixistes. El 6 de novembre de 1934 va ser inscrit en la Llista núm. 2 dels anarquistes italians i en aquesta època mantingué estretes relacions amb els companys llibertaris de Gènova. No obstant això, en 1935 la policia anotà que aleshores no desenvolupava una gran activitat propagandística. El gener de 1936 participà a Gènova en una reunió sobre les dificultats que patia el moviment anarquista a França presidida per Luigi Bertoni. El setembre de 1936 marxà a Catalunya per fer costat la Revolució i s'enrolà com a milicià en la Secció Italiana de la «Columna Ascaso». Caigué malalt i passat uns mesos retornà a França, on participà en el Comitè de Suport a la Revolució Espanyola de Cambèri (Roine-Alps, Arpitània), amb Tomasso Serra, Enrico Zambonini i Dante Armanetti. Quan esclatà la II Guerra Mundial, va ser internat al camp de concentració de Vernet i, a finals d'abril de 1941, va ser lliurat a les autoritats feixistes italianes. Jutjat, el 23 de juliol de 1941 va ser condemnat a cinc anys de presó i confinat a l'illa de Ventotene. Amb la caiguda del feixisme, el 26 de juliol de 1943 va se alliberat i retornà a Gènova on el 30 d'octubre de 1943 s'integrà, sota el nom de Mario, en la Resistència partisana en un comando de la VI Zona Operativa del Corpo Voluntari della Libertà (Cos de Voluntaris de la Llibertat). Greument malalt de tuberculosi, Giulio Conte va morir el 25 de novembre de 1954 a l'Hospital de San Martino de Gènova (Ligúria, Itàlia). En 2007 la seva néta Rossana Conte publicà la biografia Non era un uomo qualunque. Giulio Conte (1899-1954).

Giulio Conte (1899-1954)

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Ada Martí

Ada Martí

- Ada Martí: L'1 de juliol de 1915 neix a Barcelona (Catalunya) l'escriptora, periodista i intel·lectual anarquista Maria de la Concepció Martí Fuster, més coneguda com Ada Martí. Nascuda en una família de classe mitjana catalana, estudià psicologia i fou alumna del metge anarquista Félix Martí Ibáñez. En aquests anys d'estudiant, formà part del grup d'afinitat llibertari i de l'escola racionalista «Los Idealistas Prácticos», fundat per Martí Ibáñez, i va ser una destacada militant de la Federació Estudiantil de Consciències Lliures (FECL), a més de freqüentar els cercles independentistes catalans. Intel·lectual cultíssima, vivia al Poblesec de Barcelona, en una habitació plena de llibres. Escrivia en català i en castellà, coneixia profundament importants filòsofs i escriptors (Kierkegaard, Schopenhauer, Nietzsche, Unamuno, Freud, Reich, Romand Rolland, Gide, Rabelais, etc.) i es cartejà amb Pío Baroja, a qui considerava el seu mestre. Durant els fets revolucionaris d'octubre de 1934, va ser ferida quan defensava, juntament amb l'independentista Jaume Compte Canelles, la seu del Centre Autonomista de Dependents del Comerç i de la Indústria (CADCI). Entre abril i octubre de 1936 publicà dos relats de la sèrie «La Novel·la ideal», publicada per les edicions de La Revista Blanca. Fou una assídua de les tertúlies que totes les tardes se celebraven al quart pis de la «Casa CNT-FAI», organitzades per Rodolfo González Pacheco i en les quals intervenien destacats llibertaris (Simón Radowitzki, Vicente Tomé, Antonio Casanova Prado, Dolores Cascante, José María Lunazzi, etc.). En aquestes tertúlies s'enamorà de Lunazzi, aleshores milicià de la «Columna Durruti», amb qui trencà la relació tallantment el dia que el va veure vestit de militar. Participà activament en els «Fets de Maig» de 1937. El juliol d'aquell any participà en el Ple Local Anarquista de Barcelona i a finals d'any fou delegada per Barcelona en el Congrés de la FECL celebrat a València on es fundà, amb el suport del Sindicat de Professions Liberals de la Confederació Nacional del Treball (CNT), la Federació Ibèrica Estudiantil Revolucionària (FIER), que publicà la revista Fuego, la qual dirigí. S'enfrontà a Serafín Aliaga, del Comitè Peninsular de la Federació Ibèrica de Joventuts Llibertàries (FIJL), perquè ella considerava que la FIER no havia de circumscriure's només a la teoria i que havia de jugar un paper important en la pràctica de la FIJL. Durant tota la guerra col·laborà assíduament amb «Mujeres Libres», ocupà la corresponsalia de Fragua Social a Barcelona i fou reportera al front de la revista Nosotros, a més de dirigir Evolución. Participà en els Instituts Obrers, que tenien com a objectiu facilitar els estudis superiors als joves obrers, encara que la seva tasca no fou fàcil a causa de l'allistament d'aquests. Durant els anys bèl·lics col·laborà en diferents publicacions llibertàries, com ara Acracia, El Amigo del Pueblo, Criticón, Días de Fuego, Esfuerzo, Estudios, Evolución, Fragua Social, Fuego, Libre-Studio, Mi Revista, Mujeres Libres, Nosotros, Ruta, Tierra y Libertad, etc. Mantingué posicions anticol·laboracionistes, fet pel qual va ser nomenada Pell Roja, i criticà la deïficació de determinats militants (Durruti, Ascaso, etc.). En 1939, amb el triomf franquista, passà a França i fou reclosa al camp de concentració d'Argelers. Durant la II Guerra Mundial portà una vida nòmada i semiclandestina, ajudant com pogué els refugiats espanyols concentrats als camps des de diverses agrupacions i sense participar en la Resistència francesa que considerava massa nacionalista. Per la seva independència, en 1946 el seu reingrés en la CNT se li va negar, malgrat els incondicionals avals d'Antonio García Birlán i de Gastón Leval. S'uní sentimentalment amb un professor i escriptor danès, del qual, el febrer de 1948, tingué un fill, Federico, i el setembre d'aquell mateix any es divorcià, obtenint la tutela del fill malgrat l'oposició del pare. En els anys cinquanta s'instal·là a París i visqué amb el llibreter rus Boris, amb qui en 1953 tingué una filla, Claudia, però qui finalment l'abandonà. Després de diversos amants i de deixar sos fills en un pensionat, visqué com pogué venent llibres d'ocasió (bouquiniste) al costat del Pont Neuf del Sena. Problemes de salut (deficient alimentació, insomni, etc.) i problemes vitals (penúries econòmiques, allunyament dels fills, impossibilitat de dedicar-se a la literatura, etc.) la sumiren en una creixent depressió. El 29 d'agost de 1959 morí son fill Federico, que no es va recuperar de l'anestèsia d'una intervenció quirúrgica de poc risc. Després de deixar sa filla en un pensionat de monges, intentà en diverses ocasions suïcidar-se. Ada Martí va morir l'1 de desembre de 1960 a París (França) a causa d'una sobredosi de somnífers, després d'una nit d'insomni, deliris i ansietat, i fou enterrada el 6 de desembre al Cementiri Parisenc de Thiais (Illa de França, França). Sa filla acabà en un convent de monges, sense que els companys llibertaris poguessin impedir-ho.

Ada Martí (1915-1960)

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Dario Bernardi durant la Trobada Anarquista Internacional de Venècia (setembre de 1984)

Dario Bernardi durant la Trobada Anarquista Internacional de Venècia (setembre de 1984)

- Dario Bernardi: L'1 de juliol de 1950 neix a Milà (Llombardia, Itàlia) el propagandista anarquista Dario Bernardi. Cap el 1974 començà a participar en les activitats del Cercle Anarquista «Ponte della Ghisolfa» i ben aviat esdevingué un actiu militant del grup «Bandiera Nera», adherit als Gruppi Anarchici Federati (GAF, Grups Anarquistes Federats). Participà en la primera època de la Llibreria Utopia, oberta en 1976, i des de la seva fundació en 1977 fou membre de la cooperativa editorial «Editrice A» (A, Libertaria, etc.). Formà part del Comitato Spagna Libertaria (CSL, Comitè Espanya Llibertària) i col·laborà en les edicions Antistato i en les publicacions Eleuthera, A i Bollettino Archivio G. Pinelli. També fou membre de la redacció de les revistes Volontà, de la qual va fer la catalogació dels números publicats entre 1946 i 1996, a més d'edició del número especial I cinquant'anni di Volontà, i Libertaria. Fou un dels fundadors, en 1976, del Centre d'Estudis Llibertaris «Archivio Giuseppe Pinelli», on s'ocupà especialment de l'organització de nombroses exposicions, com ara «Errico Malatesta» (1982), «Arte e Anarchia» (1984), «Turpitudini Sociali» (sobre les Turpitudes Sociales de Camille Pissarro), etc. Durant els anys vuitanta, amb un grup de companys dissenyadors, animà el col·lectiu milanès «Studio A», el qual treballà força en l'organització de la Trobada Anarquista Internacional de setembre de 1984 a Venècia (Vèneto, Itàlia). Entre 1985 i 1986 contribuí a la realització del «laboratori artístic» d'Enrico Baj, del qual derivà l'espectacle Re Ubu a Chernobyl, da Pinelli all'Apocalisse. Dario Bernardi va morir el 15 de març de 2010 a Milà (Llombardia, Itàlia) a causa d'un càncer i fou incinerat dos dies després al cementiri milanès de Lambrate.

Dario Bernardi (1950-2010)

Anarcoefemèrides

Defuncions

Mikhail Bakunin

Mikhail Bakunin

- Mikhail Bakunin: L'1 de juliol de 1876 mor a Berna (Berna, Suïssa) el revolucionari i pensador polític Mikhail Aleksandrovitx Bakunin, considerat el fundador del moviment anarquista internacional modern. Havia nascut el 30 de maig --el 18 de maig, segons el calendari julià-- de 1814 a Priamukhino, entre Torzhok i Kuvshinovo, al departament de Tver (Rússia) en una família aristocràtica terratinent d'idees liberals. Quan tenia 14 anys el van envair a l'Escola d'Artilleria de Sant Petersburg on va rebre entrenament militar i va sortir oficial d'artilleria amb 17 anys. En 1832 va completar estudis i en 1834 fou nomenat oficial subaltern de la Guàrdia Imperial Russa i enviat a Minsk i a Goradnia. L'estiu d'aquell any es va veure implicat en una disputa familiar, prenent partit per sa germana que es rebel·lava contra una matrimoni no desitjat. Desobeint els desigs de son pare, que volia que continués el servei militar o en l'administració de l'Estat, va abandonar ambdós en 1835 i marxà a Moscou amb la intenció d'estudiar filosofia. A la capital de l'Imperi va fer amistat amb un grup d'antics estudiants universitaris compromesos en l'estudi sistemàtic de la filosofia idealista (Vissarion Belinski, Aleksandr Gertsen, Nicolaj Ogarev) i agrupats al voltant del poeta Nikolaj Stankevitx. La filosofia de Kant va ser inicialment el centre del seus estudis, però van avançar estudiant Schelling, Fichte i Hegel. Durant la tardor de 1835 va planejar formar un cercle filosòfic al seu poble natal, Priamukhino. A començaments de 1836 va tornar a Moscou, on va publicar diverses traduccions d'obres de Fichte. En 1842 viatjà a Alemanya i va fer contacte amb els capdavanters del jove moviment socialista alemany a Berlín i va estudiar els neohegelians d'esquerra (Fouerbach, Ruge). En 1844 marxà a París, on va conèixer Proudhon i George Sand, a més de relacionar-se amb els exiliats polonesos i els cercles socialistes (Fourier, Louis Blanc, Cabet, Proudhon). De París va viatjar a Suïssa, on es va instal·lar una temporada fent costat els moviments socialistes de la zona. Durant la seva estada a Suïssa, el govern rus li va ordenar la tornada a Rússia i davant la seva desobediència li van ser confiscades les seves propietats. En 1848, de bell nou a París, publicà una encesa diatriba contra Rússia, fet pel qual serà expulsat de França. Va prendre part activa en el moviment revolucionari de 1848 i va participar en el Congrés Eslau de Praga, i per la seva participació en la insurrecció de Dresde de 1849 va ser detingut i tancat a la fortalesa de Königstein, i condemnat a mort el 14 de gener de 1850 per un tribunal saxó, pena que va ser commutada per la de cadena perpètua. Finalment, va ser extraditat a Àustria i el 17 de maig de 1851 fou lliurat a la policia tsarista que l'empresonà. Tancat a la fortalesa de Pere i Pau de Sant Petersburg, va decidir fer una confessió dirigida al tsar Nicolau I que va tenir com a resultat la seva deportació a perpetuïtat. En 1857 li van fixar la residència a Tomsk, Sibèria occidental. A l'exili siberià es va casar amb Antonia Kviatkowska, filla d'un comerciant polonès, i treballà un temps en una companyia comercial. Traslladat a Irkoutsk i aprofitant un permís, va fugir, gràcies al seu cosí i amic de la infància, el governador Mouraviev-Amourski, al Japó per Vladivostok i després passà a San Francisco (Califòrnia, EUA); a través del canal de Panamà arribarà a la ciutat de Nova York, on va ser rebut per diversos personatges nord-americans, com ara l'escriptor Henry Longfellow. Després d'una temporada als Estats Units fent contactes amb el seu moviment obrer, va marxar a Londres (Anglaterra) el 27 de desembre de 1861. La resta de sa vida va transcórrer a l'exili europeu, actuant des de Suècia a Itàlia, però especialment a Suïssa. En aquells anys confiava poder aprofitar les ànsies irredentistes dels pobles eslaus, oprimits per l'Imperi rus, com a ferments de la revolució universal. Fracassada la revolució polonesa, en 1864 es va traslladar a Itàlia; a partir d'aleshores considerà el moviment obrer, i no les minories nacionals oprimides, el principal ferment revolucionari. En 1867 es va instal·lar a Ginebra i prengué part en el primer congrés de la «Lliga de la Pau i de la Llibertat», organització patrocinada per Victor Hugo, John Stuart Mill, Louis Blanc, Pierre Leroux, Karl Grün i Giuseppe Garibaldi. En 1868 es va adherir a la secció ginebrina de l'Associació Internacional dels Treballadors (AIT). Decebut de la «Lliga de la Pau i de la Llibertat», considerada «demòcrata», el 25 de setembre de 1868 va fundar l'Aliança Internacional de la Democràcia Socialista, el programa de la qual reivindicava una sèrie de punts que constituïen la base del seu pensament polític: la supressió dels Estats nacionals i la formació en el seu lloc de federacions constituïdes per lliures associacions agrícoles i industrials; l'abolició de les classes socials i de l'herència; la igualtat de sexes; i l'organització dels obrers al marge dels partits polítics. L'entrada de l'Aliança en l'AIT va ser rebutjada, ja que es tractava d'una organització internacional i només eren admeses organitzacions nacionals. Per aquest motiu l'Aliança es va desfer i els seus membres s'integraren individualment en la Internacional. En 1869 va conèixer el revolucionari rus Netxaiev, autor del Catecisme revolucionari, moltes vegades atribuït erròniament a Bakunin. El 15 de setembre de 1870 va fundar el Comitè per a la Salvació de França, associació que va dirigir la insurrecció de la Comuna de Lió i que va proclamar l'abolició de l'Estat i la instauració de comunes revolucionàries, però que va fracassar el 28 de setembre i va haver de fugir. El 12 de setembre de 1871, a Sonvillier, les seccions de l'AIT del Jura, seduïts per les idees bakuninistes, va formar la Federació del Jura. Les diferències entres les seves idees i les de Karl Marx en el si de la Internacional van portar a l'expulsió dels anarquistes de l'organització arran del Congrés de l'Haia, celebrat en 1872, i d'aleshores els bakuninistes realitzarien els seus propis congressos al marge dels marxistes. El juliol de 1874 va marxar a Bolonya (Itàlia) per participar en el moviment insurreccional, però un cop fracassat pogué arribar a Locarno (Suïssa), on Carlo Cafiero el va refugiar. Va passar els dos últims anys a Suïssa malalt i fatigat, vivint pobrament i sense més suport que la correspondència que mantenia amb els diversos grups anarquistes. Mikhail Aleksandrovitx Bakunin va morir d'urèmia l'1 de juliol de 1876 a Berna (Suïssa) i fou enterrat al Bremgartenfriedhof de Berna. La seva militància en la francmaçoneria responia al desig d'usar-la com a un instrument més en les lluites socials i en la propagació de les seves idees anarquistes. Bakunin, juntament amb Proudhon i després Kropotkin, és un dels teòrics més importants de l'anarquisme, i és el primer gran impulsor de l'anarquisme organitzat com a moviment polític i popular. El seu anarquisme (anarcocol·lectivisme o anarquisme col·lectivista) suposa una societat lliure sense necessitat de govern ni d'autoritat oficial, el centre de gravetat del qual se situa en el treball (mitjans, producció i distribució). La societat bakuninista s'organitzaria mitjançant la federació de productors i de consumidors que es coordinarien entre elles gràcies a confederacions. No caldrien governs, sistemes legislatius, poders executius, etc., monopolitzadors de la violència. Segons el bakuninisme a cadascú se li ha de retribuir segons la feina realitzada, a fi i efecte d'impedir el sorgiment d'una classe ociosa que parasités el treball de les associacions lliures. El pensament bakuninista va ser exposat en una monumental obra i fou James Guillaume, deixeble de Bakunin, qui, entre els anys 1907 i 1913 a París, va recopilar i editar les obres completes. Entre les seves obres destaquen Anruf an die Slaven von einem russischen Patrioten (1848), Catéchisme révolutionnaire (1866), Fédéralisme, Socialisme, antithéologisme (1868), L'empire knouto-germanique et la révolution sociale (1871), Gosudarstvennost' i anarkhija (1873), Dieu et l'état (1882, pòstum).

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Francisco Jordán (1911)

Francisco Jordán (1911)

- Francisco Jordán: L'1 de juliol de 1921 mor assassinat a Barcelona (Catalunya) el destacat militant anarcosindicalista i mestre racionalista Francisco Jordán Gallego --també citat com Gallegos. Havia nascut el 13 de setembre de 1886 a Valdepeñas (Ciudad Real, Castella, Espanya) --altres fonts citen Jaén (Andalusia, Espanya). Sos pares es deien Esteban Jordán i Ana Gallego. Instal·lat a la localitat granadina de Pinos Puente, es dedicà a l'ofici de fuster i milità en el moviment anarquista. Amb Juan Linares López, Gabriel Torribas Carrasco i altres, animaren el Cercle d'Obrers de Pinos Puente, que tenia una escola racionalista que ensenyava amb els llibres de Francesc Ferrer i Guàrdia --alguns diuen que el conegué personalment i que hi va fer bona amistat--; finalment el Cercle d'Obrers va ser clausurat pel governador conservador de Granada Luis Soler y Casajuana. El febrer de 1910 marxà a Barcelona (Catalunya). Afiliat al Sindicat de Fusters de Solidaritat Obrera, el 29 de maig d'aquell any va ser detingut després de trobar 25 cartutxos de dinamita, a més de llibres i periòdics anarquistes, durant l'escorcoll dirigit pel cap superior de Policia Millán Astray de la casa d'hostes, al carrer Ponent de la capital catalana, on habitava. Durant la investigació d'aquesta operació es van detenir a Pinos Puente com a còmplices Esteban Jordán, Juan Linares i Gabriel Torribas. Processat, a la presó redactà pamflets induint els companys a violar la disciplina penal i a negar-se a anar a missa i per la qual cosa va ser tancat en una cel·la de càstig. El 28 de setembre de 1911 va ser jutjat per l'Audiència de Barcelona per un delicte de tinença d'explosius i condemnat a quatre anys de presó. El març de 1916, cridat pel seu amic Antonio García Birlán, s'establí fins al maig a Castro del Río (Còrdova), on va fer de mestre a l'Escola Racionalista del Centre Instructiu d'Obrers del Sindicat d'Oficis Diversos d'aquesta localitat i alhora va fer una bona amistat amb l'escriptor llibertari Salvador Cordón Avellán. Aquest mateix any va fer una gira propagandística i pro presos amb Sánchez Rosa per les comarques cordoveses, entre les que destaca el gran míting de Castro del Río del 29 de juny. Després retornà a Barcelona on fou assidu, amb altres companys (Agustí Castellà Trulls, Josep Godayol, Antoni Borobio Abasola, Salvador Quemades Barcia, etc.), del Centre Obrer del carrer Serrallonga. Assistí a l'Assemblea de València d'aquell any i, amb Manuel Andreu i Francisco Miranda, va ser un dels principals reorganitzadors de la Confederació Nacional del Treball (CNT) catalana després d'uns anys en la clandestinitat. El 24 d'agost de 1916 va ser elegit pel Ple Nacional de la CNT secretari del seu Comitè Nacional. El 15 d'octubre i el 18 de novembre de 1916 participà en els mítings conjunts amb la Unió General del Treball (UGT) celebrats a la Casa del Poble de Madrid per demanar l'abaratiment de les subsistències, treball i amnistia per als presos i processats per qüestions polítiques i socials. Participà activament en l'organització de la vaga general de 24 hores del 18 de desembre de 1916. El 28 de gener de 1917 va ser detingut a Barcelona per resistir-se als agent de l'autoritat i empresonat governativament, presentant la dimissió com a secretari del Comitè Nacional de la CNT el febrer d'aquell any; fou amollat en llibertat provisional el 16 de març de 1917. Determinada premsa l'acusà de rebre diners de les autoritats alemanyes durant la Gran Guerra. En 1917 publicà el Catecismo sindicalista. El sindicalismo y su objeto i en 1920 La dictadura del proletariado --fullet reeditat en 1922 a Mèxic--, on palesa el seu antibolxevisme. Entre 1919 i 1920 col·laborà en El Productor de Sevilla. Francisco Jordán Gallego va ser ferit de mort a trets per sicaris del Sindicat Lliure el 30 de juny de 1921 a la plaça de les Beates de Barcelona (Catalunya) i morí a primeres hores de l'endemà 1 de juliol a l'Hospital Clínic de la capital catalana.

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Antoni Abarca Càmara

Antoni Abarca Càmara

- Antoni Abarca Càmara: L'1 de juliol de 1988 mor a l'Hospital de Badalona (Barcelonès, Catalunya) l'anarcosindicalista Antoni Abarca Càmara. Havia nascut en 1921 a Barcelona (Catalunya). Va militar des de la seva joventut en el Sindicat de Químiques de la Confederació Nacional del Treball (CNT). Participà activament durant les jornades de juliol de 1936 contra l'aixecament feixista. Era un assidu d'assemblees i de plens locals i regionals, i gairebé sempre era el portaveu del seu sindicat.

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Necrològia de Trinitat Ulldemolins apareguda en el periòdic tolosà "Cenit" de l'1 d'octubre de 1991

Necrològia de Trinitat Ulldemolins apareguda en el periòdic tolosà Cenit de l'1 d'octubre de 1991

- Trinitat Ulldemolins: L'1 de juliol de 1991 mor a Pàmies (Llenguadoc, Occitània) l'anarcosindicalista Trinitat Ulldemolins. Havia nascut en 1912 a Pena-roja (El Matarranya, Franja de Ponent). Abans de la guerra civil visqué a Arnes (Terra Alta, Catalunya) amb son company, l'anarcosindicalista José Cuello. En 1939, amb el triomf franquista, passà a França on fou reclosa en un refugi a Sarlat (Aquitània, Occitània) mentre que son company va ser enviat a una Companyia de Treballadors Estrangers (CTE). Més tard visqué amb una família de refugiats en una granja situada entre Montinhac i Tenon (Aquitània, França), on a començaments de 1944 aconseguí arribar Cuello. Durant els combats de l'Alliberament José Cuello va ser assassinat i el seu cos cremat per les tropes alemanys en retirada. En 1945 s'instal·là a Las Cabanas (Llenguadoc, Occitània) on esdevingué companya de Lope Massaguer Bruch, participant en les activitats de la Federació Local de la Confederació Nacional del Treball (CNT) de la localitat. Trinitat Ulldemolins va morir l'1 de juliol de 1991 a l'Hospital de Pàmies (Llenguadoc, Occitània), després de patir dues operacions, i fou enterrada al cementiri de Las Cabanas.

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Continua...

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          Edición 623 del Sábado 19 de Marzo de 2011   

La Casa del Trovador en TANTI
Domingo 20 de marzo a partir de las 12 horas

DUATLON DESAFÍO LOS GIGANTES - TANTI
Domingo 20 de marzo

IMPORTANTE ALLANAMIENTO

ENÉRGICO RECLAMO DE EMPLEADOS MUNICIPALES

CARTA de LECTORES

En Tanti vivieron muchas personas que por sus características, por su forma de ser, por las anécdotas de las cuales fueron protagonistas, cariñosamente se las podría denominar personajes. Alguna vez se me ocurrió inventar un personaje que contuviera algo de cada una de ellas, algo así como un Frankenstein chelquero. Como es nula mi capacidad para andar creando seres con autonomía propia, como así también es nula mi capacidad para recrear una imagen a través de la pintura, a lo único que logre acceder, y con mucha dificultad, fue a una composición poética, mas precisamente un gato.
El titulo del mismo es: Soy de Tanti. Los escasos conocidos y allegados que por una cuestión de mera casualidad, tuvieron la posibilidad de conocerlo, opinaron que el titulo mas adecuado hubiese sido:

El Humilde Soy de Tanti.

Soy de Tanti y este gato
Viene a ilustrar mi presencia
Por un triunfo de la ciencia
Yo he nacido en este pago
Lo digo con mucho halago
De mi pueblo soy su esencia

Soy cantor, soy vidalero
Toco el bombo y la guitarra
No esquivo ninguna farra
Y en las fiestas soy primero

Bailo zamba y chacarera
Y zapateando me floreo

Por una gracia divina
tengo un cuerpo muy esbelto
soy mundano, soy muy suelto
mas de lo que se imagina

soy de Tanti, aqui me tiene
Para lo que usted me pida

En amores me caliento
Como hornalla de cocina
Cuando me gusta una china
Ahí nomás yo me le acerco
Soy romantico y es cierto
No hay prenda que se resista

Si doy una serenata
ruiseñor siento que exclaman
No puedo evitar la fama
Ya que mi voz me delata

Pero la suerte es ingrata
Si es que a vino se refiere

Igual que con las mujeres
Soy su admirador constante
No hay botella que se aguante
Si uno mucho las requiere

Soy de Tanti Pa`que mande
Por eso es que aquí me tiene

Un abrazo, Jorge Portela

CONVOCATORIA


Gente de Tanti estén atentos a la próxima convocatoria de las
Asambleas Unidas de la Sierras
La próxima reunión de las “Aun Si” será el domingo 20/3 a las
10 de la mañana, en Casacuevas Tenis Club en Ruta 28 (Tanti).
Capilla del Monte Despierta

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INFORMA PARTIDO GEN TANTI
Comunica a los vecinos que se ha puesto en funcionamiento un ROPERO COMUNITARIO que funcionará los días
Martes y viernes de 9:30 a 12:30 horas en
Pasaje Río Paraná 404 ( fte canchita calle Sta. Fe) TANTI- Centro.

¿ LA PLAZA TAN ESPERADA ?
Por Roberto Guerra

No existe pueblo que no ostente con orgullo su plaza principal, con su fuente de agua, su Centro Cívico y su Iglesia.
Pero parece que Tanti es la excepción a la regla, ya que todavía no pudo o no supo concretar este ansiado sueño.
Pasaron los días, meses y años.....
Muchos Intendentes desfilaron por las oficinas de la Municipalidad y la plaza sigue siendo la obra jamás realizada.
La actual gestión municipal hizo - y sigue haciendo- innumerables acciones en su tarea pública, pero todavía tiene este saldo negativo como deuda hacia la sociedad.
No hace falta tanto presupuesto para aprovechar las tres hectáreas que rodean el C.C.I. y convertirlas en una hermosa plaza mayor. Tiene cerca la Capilla fundacional de Tanti, las actuales oficinas que se recuperaron a nuevas podrían adaptarse a un mini Centro Cívico. Hay varios mástiles en Tanti, pueden colocarse en la nueva plaza.
Habría que tener en cuenta la instalación de juegos infantiles pintados con vivos colores, hamacas, toboganes, mini calesitas, areneros, etc que hagan las delicias de los más pequeños.
Cada vez que vienen mis nietos a visitarme no tengo un lugar apto para que jueguen al aire libre. El 50 % de la población de Tanti son niños.... ¿ A nadie se le ocurrió respetar sus derechos ?.
En fin....el espacio físico está. Haría falta voluntad y decisión, una buena capacidad técnica para darle forma y color a través de algún buen proyecto.
Contamos con profesionales competentes para que presenten sus ideas.
Esta gestión municipal realizó obras públicas de mucha envergadura económica. Construir una plaza no necesita de Tanti presupuesto. Además, contaríamos con una nueva atracción turística, ya que Tanti tiene muy pocas: la Gruta, la Cascada, el Templo Parroquial y el recién inaugurado Anfiteatro Municipal.
El 4 de agosto de 2007 publiqué en El Diarito una extensa nota sobre este tema que me ocupa. Si a algún vecino le interesa puede pedir a la Redacción copia de la misma.
Pero a pesar de todo lo dicho, construir una plaza pública contemplaría una cuestión que, tendría absoluta prioridad: estimular tempranamente a toda la población para que coadyuven en el contacto físico y espiritual que entrega la comunión de los adolescentes, la gente y las familias y la alegría que daremos a nuestros mayores el poder contar con un centro de recreación y esparcimiento.

“...El desarrollo de la personalidad se basa fundamentalmente en la experiencia vivida en la niñez. Está claro que en la personalidad del individuo juegan factores genéticos, de la estructura biológica, pues la persona nace con determinadas posibilidades psicológicas, con un troquelado afectivo más o menos mediatizado. La manera de estructurar la personalidad es a través de las vivencias sociales, de los contactos y relaciones con su entrono...” Mónica Colazo (Haciendo Camino)

“...Se sabe que los primeros años de vida son decisivos en la conformación de la identidad, de la inteligencia y de la sociabilidad, y que de ello depende lograr una sociedad más sana, equitativa y justa...” Mariana Otero (La Voz del Interior)

Autoridades municipales:
¡¡ HAGAMOS LA PLAZA QUE TANTI SE MERECE !!

NECESIDAD DE PARTICIPACIÓN POLITICA

La vida social de nuestro pueblo se convulsionó ante la proximidad de elecciones, con internas en los Partidos mayoritarios, nuevos partidos, religiones o cultos con participación obligada, inquietudes de los llamados independientes, todos con una inquietud común: por lo vivido hacer algo para mejorar la calidad de vida.
Esto ya es “participar en política” y debe incentivarse para pasar de espectadores a actores y tomar decisiones. Las intenciones e ideas deben ser concretadas.
Política es la actividad humana que tiende a gobernar o dirigir la acción del Estado en beneficio de la sociedad y la consecución del bien común, Partido Político es un grupo de personas con ideas que propone a sus integrantes para que desde la función pública concreten los objetivos de la política y los gobernantes debe ser integradores de la sociedad, gobernando para todos y no para unos pocos, son empleados de la sociedad que les otorga un mandato.
Los partidos deben controlar a los gobernantes que asumieron al ser propuestos por ellos y por consiguiente partícipes necesarios del gobierno. Es primer control en un régimen republicano, no existen funcionarios aislados con total poder de decisión y acción, son parte de los partidos que los propusieron.
Bertolt Brech europeo nacido en 1898 - dijo "El peor analfabeto es el analfabeto político. No oye, no habla, no participa de los acontecimientos políticos … El analfabeto político se enorgullece y ensancha el pecho diciendo que odia la política. No sabe que de su ignorancia

política nace la prostituta, el menor abandonado y el peor de todos los bandidos que es el político corrupto, mequetrefe y lacayo ..”, esta frase nos debe llevar a la reflexión porque puede ser gracioso que Woody Allen diga "El mago hizo un gesto y desapareció el hambre, hizo otro gesto y desapareció la injusticia, hizo otro gesto y se acabo la guerra. El político hizo un gesto y desapareció el mago.", pero tristes sus consecuencias, "El mayor castigo para quienes no se interesan por la política es que serán gobernados por personas que sí se interesan."(A.J.Toynbee)
Nos debemos unir y no dividir, es de necios vernos como enemigos en el hacer de la política, no somos rivales somos parte de un todo, TANTI, donde no deben existir los pocos con derechos y los muchos con obligaciones, debemos hacer con humildad, desinterés personal, inteligencia y promover la participación de todos para garantizar una buena gestión de gobierno.
Nuestra desidia e inacción deja el barco de la sociedad sin timón o al timonel solo para que nos conduzca como y donde quiera.
Ante de las elecciones se promete mucho, hasta corregir lo incorregible en las conductas humanas, pero elegiremos a quienes nos gobernarán y esa elección debe ser por un equipo de trabajo con proyectos y voluntad de gestión, no sólo a una persona. Lo peor es elegir por sentimientos, simpatías o banderas que ya no tienen contenido.
Para elegir también es necesario participar.
ALFREDO TOLEDO
DNI Nº 07.990.334

TANTI SIERRAS CLUB


Se encuentran abiertas las inscripciones para todas las disciplinas Voley , Basquet , Patín , Karate,Gimnasia Rítmica, Futbol. NUEVOS PROFESORES.
Inscripciones Oficina del Club lunes , miércoles, viernes de 9 a 12. 30 horas y de 14 a 21 horas. Cable de las Sierras. TE. 03541 - 15599140 498193

INFORME DE BOMBEROS

13 de marzo, 08:50 horas : Se dirige una unidad liviana a un domicilio en el barrio Villa Parque Lago San Roque para asistir a una mujer mayor de edad y con heridas de arma de fuego. Se le brinda la primera atención y luego es trasladada por la ambulancia municipal al Hospital Domingo Funes.

15 de marzo, 15 :03 horas: Se dirige una unidad liviana a un accidente vehicular sobre calle San Martín, a la altura de la curva denominada Taco Sisaj. Al llegar al lugar se observan que habían colisionado una moto y una camioneta, sufriendo traumatismos leves el conductor del rodado menor, al cual se lo inmoviliza y se lo traslada con la ambulancia local hacia el Hospital Dom ingo Funes.

21:45 horas: Se dirige un móvil liviano a un accidente ocurrido sobre ruta 28, en la cercanía de la entrada de la Colonia Banco Provincia. Al llegar al lugar se constata que colisionaron un Fiat Regatta y una moto. Como consecuencia del accidente resultaron con politraumatismos y heridas cortantes los ocupantes del rodado menor. Se les realiza la primera atención, se los ,inmoviliza y se traslada a uno de los heridos en un móvil del cuartel y el otro en ambulancia local hacia el hospital Domingo Funes.

PARTE DE PRENSA :
Comisaría Distrito TANTI

El día 16 de Marzo del corriente, en horas de la mañana, personal de esta Dependencia a cargo de la Comisario Luisa Farias, dio cumplimiento a Orden Judicial emanada por el Juzgado de Control de Villa Carlos Paz, en un domicilio del barrio Villa Douma de esta localidad, resultando el mismo positivo, procediendo al secuestro de un revolver calibre 32 corto, un arma de fuego calibre 22, una escopeta calibre 12/70, un rifle calibre 22, un rifle aire comprimido a gas, una garrafa para la carga de dicho rifle, munición punta hueca calibre 22 largo y corto; un cargador de FAL (Fusil Automático Liviano) con 4 cartuchos, una canana para cartuchos de escopeta; 189 cartuchos de escopeta calibre 12/70, 06 cartuchos de escopeta calibre 28; 06 cartuchos de escopeta calibre 16; 05 cartuchos de pistola calibre 11.25, equipos de comunicación portátil (handy) y base con antena; y una planta de marihuana de un metro de altura aproximadamente, tomando participación personal de la Sub Delegación Drogas Peligrosas de la Departamental Punilla.

Y AHORA, LAS CONSECUENCIAS…

La naturaleza sorprendió, una vez más, a miles de personas que jamás imaginaron pasar por una situación tan desastrosa; como la que sufren actualmente los habitantes de las ciudades afectadas por el terremoto y el posterior- tsunami, en Japón.

Sin embargo, cuando suceden este tipo de catástrofes surgen distintos interrogantes que recaen en los científicos, para que éstos puedan encontrar el motivo por el que no se pudo anticipar semejante problema y tratar de evitar el mayor daño posible en una futura situación similar. No obstante, ¿alguien responde a las advertencias que -los entendidos en el tema- realizan para prevenir los desastres naturales, debido a la manera en que el hombre trata al medio ambiente?

Desde la semana pasada, y con la destrucción total causada por el potente sismo, aún se esperan peores consecuencias debido a las explosiones de una planta atómica dañada por los sucesos ocurridos. Fukushima I está contaminando y elevó el nivel de radiactividad peligrosamente. El alerta se extiende cada vez a más lugares del territorio japonés y a países cercanos. El temor por una crisis nuclear se acrecienta con el paso de los días y el pánico general aumenta mucho más rápido.

Al igual que sucede con distintos temas, cuando los gobiernos se ven afectados por tragedias tan devastadoras comienzan a aparecer
declaraciones o avisos que, quizás pasaron desapercibidos en su momento y ahora gracias a la facilidad de acceder a la información por distintos medios, remarcan una posible solución; una pequeña ayuda no tenida en cuenta que podría haber evitado el desastre.

Así es como los famosos cables filtrados de “WikiLeaks” reaparecen en escena. Mediante uno de estos informes, el Organismo Internacional de Energía Atómica, (OIEA), afirmó que existirían “posibles deficiencias en la seguridad antisísmica de las centrales nucleares japonesas”. El organismo indicó en 2008- que esas instalaciones sólo resistirían “un sismo de hasta 7 grados de magnitud en la escala de Richter”, no uno de 8.9 como sufrieron el pasado viernes.

Asimismo, aclararon que el país se comprometió a mejorar el nivel de seguridad de sus centrales atómicas, aunque esto se efectuó teniendo como peligro máximo un terremoto de 7 grados de magnitud. Entonces, si encima nos referimos a una nación sísmicamente activa, resulta que el trabajo en materia de prevención no fue tomado realmente en cuenta o no importó demasiado, porque tal vez se provocarían problemas sobre intereses mucho más costosos.

En consecuencia, se les presentó un inconveniente muy peligroso y devastador. Algo inimaginable -si pensamos en el avance de la ciencia y los diferentes estudios que pretenden anticipar catástrofes como éstas, para evitar daños aún peores-, que ahora se convirtió en realidad.

Leslie Grasso

ESCUELA DOMINGO F. SARMIENTO

El Diarito entrevistó a la Sra. Directora de la escuela Domingo F. Sarmiento, Nelia Molina, quien nos respondió muy gentilmente:
A fines del año pasado dada la infraestructura del comedor de la escuela debió cerrarse.
¿ Este año vuelve a funcionar? ¿ Tienen pensado comenzar una obra para remediar esta situación?

"..No, el gobierno a través de PAICOR nos informó que no tiene dinero para construir comedores, por ello nosotros con la ayuda invalorable de la Cooperadora lo que hicimos fue ponerlo en mejores condiciones, hemos cambiado los cerámicos, la Municipalidad nos colaboró con la desinfección del lugar, para que sea un ámbito mas higiénico; para que los chicos puedan comer. Ahora probablemente tengamos una importante donación de pintura, así que también aprovecharemos para pintarlo. Hemos corrido 15 minutos antes el turno de la mañana para que entren y nos quede más espacio, así los chicos pueden comer sin tanto apuro y además para que a nosotros no nos perjudique porque el turno de la tarde estaba perdiendo todos los días minutos de clase que significan horas a lo largo del mes.
Es todo lo que tenemos por el momento, y si se nos complica vamos a tener que suspender y entregar módulos como tuvimos que hacer antes. La empresa que nos provee no tiene ningún tipo de inconvenientes, y si bien a los chicos les ha costado acostumbrarse al gusto de la comida, ya que no es lo mismo que cuando las señoras lo preparaban, es muy buena, muy bien balanceada. Digamos que el único inconveniente que tiene esta escuela es el espacio físico para el comedor.."

Como pudimos observar a principio del año lectivo se han incorporado a la escuela dos aulas nuevas, ¿ estas obras ya están terminadas?

"..Exactamente. El viernes llegaron, a través de la Municipalidad, los muebles que fueron retirados de Córdoba (bancos, sillas),y ahora estamos viendo con la Cooperadora el hecho de la falta de pizarrones, para que a más tardar el viernes los chicos puedan utilizar las aulas.
Con respectos a las obras está pedido un SUM (Salón de Usos Múltiples), con el aval de los papás de los niños que tienen alguna discapacidad, porque es prioridad para estos chicos también que sean incluidos, ya que muchas veces no pueden salir a los patios, así que esperemos que algún día nos lo construyan.."

Una de las inquietudes que nos llegó a la Redacción de El Diarito fue, que si era posible implementar un primario para adultos, ya que muchos, dado a que no han terminado el nivel inicial no pueden empezar el secundario.

"..La primaria para adultos está incluida en otro régimen, si bien este es un colegio primario, el nivel de educación de adultos es diferente, aunque siempre que tenga que ver con la educación las puertas de la escuela están abiertas, pero se necesita conectarse con ese nivel de adultos para ver cuales son los requisitos para poder abrir un primario, me parece que si hay un numero de personas que necesitan terminar su escuela primaria, en buena hora que se pueda hacer, se necesita a alguien que pueda gestionar esto a nivel de educación...”

En esta oportunidad la Sra Directora expuso su preocupación en el incumplimiento del llamado "Operativo Blanco", que consistía que en el horario de entre las 12.15hs a las 13.30hs haya un móvil velando por la seguridad de los chicos, ya que no hay un control, .."lamentablemente han venido pocas veces, yo no se si tienen problemas con los móviles o en el personal, pero eso no se ha podido cumplir..".

También nos comentó que próximamente comenzará a funcionar el CAI (Centro de Actividades Infantiles), que funcionará los días sábados en el establecimiento.
Si bien todavía se están armando las actividades y los profesores, ya se sabe que las maestras comunitarias serán: Andrea Durán y Sandra Mazzocato que ya desde el año pasado vienen cumpliendo con esa tarea.

Grupo AMEN


El Ministerio de Educación comenzó a realizar trabajos de relevamiento en la Escuela de Villa Garcia con el compromiso de dar comienzo en los próximos meses a las obras de reacondicionamiento edilicio
El miércoles 9 de marzo el Grupo AMEN de Tanti acompañado por Roberto Fariña y la Directora de Escuelas Rurales de la Provincia, Mirta Urbano se trasladaron al Ministerio de Educación de la Provincia en la ciudad de Córdoba donde mantuvieron una reunión por espacio de más de una hora y media con el Ministro, Prof. Walter Mario Grahovac y el Director de Infraestrura, Prof. Carlos Osvaldo Pedetta, con la finalidad de revisar el proyecto presentado en los primeros días del mes de agosto -primer encuentro realizado en el 2010 en La Mesa de Ciudadania- denominado “Educación Con Dignidad” que contempla trabajos edilicios en la Escuela “Coronel José Francisco J. Diaz” de Villa Garcia.
Durante la misma se intercambiaron opiniones sobre el plano realizado por el arq. Raúl Pastor, quien fuera el encargado de llevar adealante un exhaustivo relevamiento de las diversas necesidad que se presentan en el edificio educativo.
En tanto que autoridades educacionales se mostraron muy satisfechas por el cúmulo de información obtenida y se comprometieron a llevar a cabo obras en los próximos 90 días, destinadas al área de Jardín y reacondicionamiento en general.
Técnicos de Educación comenzaron las tareas en la Escuela
En tanto que el martes 15 de Marzo la directora de la Escuela, Cintia Vodopivec recibió a media mañana la visita de una comisión de la Dirección de Infraestructura (Educación) encabezada por Tania Haefeli con la finalidad de llevar a cabo una entrevista y realizar diversos trabajos de campo del orden técnico y confirmación de datos.
Además el personal dependiente del Ministerio de Educación se reunió con el Grupo AMEN quienes monitorearán a partir de ahora las diferentes etapas de los trabajos que se llevarán adelante. Estuvo presente en el lugar el actual administrador de la Asociación Bancaria en representación del concesionario, Alejandro Ruiz.
Durante la jornada se estableció como prioridad los trabajos urgentes a realizar en las instalaciones eléctricas del edificio y la inminente separación de la sala donde actualmente funciona el Jardín de Infantes - dividido por un tabique - pero que en realidad es el comedor donde los niños que asisten al establecimiento reciben el almuerzo diariamente a través del Programa de Asistencia Integral Córdoba (P.A.I.COR.),destinado a todos los niños carenciados en edad escolar de la Provincia de Córdoba.
Si bien no se a estipulado una fecha fija para el comienzo de los trabajos por parte del Ministerio, se pudo saber que “la intención inicial es hacer un edificio nuevo destinado al Jardín de Infantes y remodelar en general las instalaciones en el actual edificio”.
Ver proyecto completo:http://www.mesadeciudadania.org/p/educacion-con-dignidad_17.html
www.diarioelchelco.com

ENÉRGICO RECLAMO DE EMPLEADOS MUNICIPALES DE TANTI
Empleados Municipales se acercaron a esta Redacción para informarnos de algunas irregularidades que se vienen produciendo en el ámbito municipal, tales como la reciente elección del Delegado sindical, el cual no fue propuesto por sus compañeros, sino impuesto por el Señor Intendente, no dando el tiempo suficiente para presentar listas, ya que se dio aviso de las elecciones un día antes de la concreción de las mismas
Nos informan que hace dos años que se vienen soportando estas situaciones , recordando que se realizó un paro por reclamo salarial, tanto de planta permanente como contratados .
El personal viene reclamando un aumento en sus haberes del 50 % retroactivo a enero.
Al no sentirse representados quisieron cambiarse al Sindicato de Carlos Paz pero se les impone por la fuerza el Sindicato ( de Cosquín y Santa María) que no tiene jurisdicción en Tanti, según Ordenanza N*622 /10, siendo que por la Ordenanza solo tiene jurisdicción la Federación de Sindicatos de Trabajadores Municipales de la Provincia de Córdoba.
Aducen además, que un pariente directo empleado en el Sindicato de Cosquín, responde al Gobierno en lugar de hacerlo a sus representados..

CONCEJO DELIBERANTE

Sesión Ordinaria
Día: 11 de marzo de 2011 - 18.30 horas

ORDEN DEL DÍA
Lectura Acta anterior
Asuntos entrados
1- Toma posesión del cargo Concejal Fermina Arguello.
2- Proyecto Ordenanza DEM Compra Camioneta.
Deriva a Comisión.
3- Proyecto Ordenanza DEM Régimen Electoral Municipal
Deriva a Comisión.
4- Proyecto Ordenanza C.D. Aceptación donación con cargo.
Ordenanza 672
5- Proyecto Resolución C.D. VIVIENDA INTERÉS SOCIAL
Resolución 003.

CAPACITACIÓN
El día jueves 17 del corriente, se llevó a cabo en el Centro Cultural Tanti, la Capacitación en la buenas practicas de manipulación de alimentos a cargo de la Secretaria de Alimentos de la Provincia de Córdoba; la que contó con la presencia de elaboradores, comerciantes y público en general.
Dicha capacitación se viene llevando a cabo desde el año 2008, de la mano de: Abel Echeguía, María José Belvedere y Saira Alvarez y trata sobre el código alimenticio argentino, las buenas practicas de manufactura, los procesos operativos, la calidad de la materia prima, los factores críticos, la rotulación, entre otros temas

BIBLIOTECA ROSA AREAL DE MOLINA

Nuevos Horarios de Danza Contemporánea:
El día martes se da inicio a las clases de Danza Contemporánea
Los días martes y jueves de 15 a 16 hs
Los días sábados de 11 a 12 hs expresión corporal con orientación de Danza Clásica.
Para mayor información llamar al teléfono 03541- 15337204
Maestra Nacional de Danza Laura di Paolo

El candidato a presidente del Justicialismo, Adrián Paredes, quiere presentar a su pueblo, los compañeros que lo acompañan como candidatos a consejeros de circuito y departamental, integrantes de la Lista RENOVACIÓN.
Todos ellos invitan a los afiliados a participar de las próximas internas JUSTICIALISTAS.-
La lista Renovación tiene como propósito lograr un partido de puertas abiertas; transparente, moderno e innovador, que premie la militancia, con vocación para gobernar y que haga sentir orgullosos a sus afiliados.

LISTA PARTIDO JUSTICIALISTA 212- LISTA RENOVACIÓN
ELECCIONES INTERNAS DEL
CIRCUITO TANTI

-Dpto. PUNILLA-DISTRITO CORDOBA
VOTO PARA CONSEJEROS DE CIRCUITO
TITULARES: 1. Paredes Carlos Adrián-2.Barros Vanina Laura-3. Ceballos Emilio Roberto-4. Agüero Patricia del Milagro-5. Suarez Hugo Daniel-
6. Romero Eliana María-7. Coria Roberto Carlos-8. Del Prado Mirta Susana-9. Peralta José Hernán-10. Catrina Cristina del Valle
SUPLENTES:1. Argüello Gustavo Anibal-2. Bustos Andrea
Silvana- 3. Randazzo Ramiro Lucas-4. Bertona
Vanina Cristel-5.Castro Juan Dardo
VOTO PARA UNINOMINAL AL CONSEJO DEPARTAMENTAL
TITULAR:Heredia Daniel Augusto


          Nigerians are extremely docile, It can be frustrating –Banire, APC Legal Adviser   
he National Legal Adviser of the ruling All Progressives Congress, Dr. Muiz Banire, in this interview with TUNDE AJAJA, speaks on the issues of lack of internal democracy in the party, the performance of the incumbent government so far and why he seems to hold a different view from the majority in the party

Your party made a mockery of internal democracy at the recently held local government primary election in Lagos State, by trying to impose candidates. Was that the decision at the national level or the electoral committee and the state chapter acted alone?
As far as I’m concerned, there was no primary election, because the election didn’t take place at all. That is my own position, from my vantage position, from my observation and from the point of law. There was no primary, so nothing happened on that day.
But the drama at the Teslim Balogun Stadium that day was as a result of your primary election that was to hold.
That must have just been an assemblage of human beings, the purpose of which I wouldn’t know, but certainly not for primaries. My own view is clear, which is nothing personal. Our constitution is very clear on the way to go about it. If you look at Article 20 of our (APC) constitution, it says a lot about the procedure for nomination of candidates at all levels, from councillorship to the President and that is what must be followed. That has been my own position from time immemorial. If you recall the run-up to the primaries for the governorship election in 2014, that was the same posture I maintained, and all over the nation up till today, I maintain the same posture. The good news is that the Supreme Court in Nigeria has consistently been telling us its position that people must comply with the party’s constitution. That is why I always counsel to avoid this pitfall, and it is not peculiar to Lagos alone. So, for me, it’s nothing personal and what the constitution requires is not optional.
We have reports that high-ranking members of your party who should know what the law requires are guilty of that attempt to impose candidates on the people. For example, Asiwaju Bola Tinubu was said to have reeled out those names even before the election. Is that the kind of practice APC wants to be known for?
Let me tell you my understanding. People said to me that Asiwaju had earlier announced some 18 candidates for chairmen. Even at that, I said he must have been misquoted because there is a difference between endorsement and nomination. They are two different things. I reserve the right to endorse anybody, but when it comes to elections, then I don’t have the right of imposition. So, I told them clearly that they must have been misquoting him because he (Asiwaju) certainly has a right to preference.
He wouldn’t have been misquoted because it was the names that were mentioned that were eventually announced as the candidates.
I heard he said 18, but what happened covered the entire state. Then, you yourself must have seen that the process was hijacked.
Can we say it was hijacked, when members of the party waiting to vote simply resisted imposition?
Let me tell you, there are so many godfathers, for selfish reasons, all about bread and butter and it is not in APC alone. It’s in all political parties and that is the essence of having a constitution because the tendency of every human being is to be domineering. It’s innate in us and that is why we agree as members of the same club to say we must have rules and regulations that would bind us and regulate our affairs. And having subscribed to it, then, you are bound by it. The APC is a bigger party, unlike AD, AC, ACN, etc. It’s a conglomeration of several interests and that is why for you not to have an implosion, you must consistently be bound by the rules and regulations.
But there is currently an implosion because some of the aspirants described the Lagos APC as undemocratic and fraudulent. Are those not clear signals?
They are signals. Personally, I think I owe it as a duty as the custodian of the APC constitution to ensure it does not happen. That is why I kept on saying and warning every day that don’t do this thing, do the right and proper thing. If we all agree that all these people are our party members, why discriminate against them. Allow all of them a level-playing ground. Whoever emerges is an APC candidate; simple and straightforward. Are the governor, the President and many others not proud that they went through the primaries before the 2015 election? In fact, part of what put our party on global map today was the presidential primary election we had; that everybody saw and witnessed it. We will not give up because we know it’s not easy for people to change.
One would expect that, as the National Legal Adviser, you would have advised them against that decision, because the imposition was already a matter of discourse before the day of the primary?
Yes, you’re right. That wasn’t our consensus when I attended their meeting. The meeting we had with all the local government officials, the stakeholders and the state executive, I was there and I advised them. They were very happy, they all subscribed to everything in the constitution. In fact, I was very proud of them that day, just for them to somersault suddenly because we had some scavengers who were able to profit from the venture; because people were just selling the party ticket all over the whole place. That was the problem. So, in order for me not to be guilty of standing by, that was why I even had to write them to say I heard something, please do not allow it to happen, follow the constitution.
Those who masterminded the charade are senior party men, like the party chairman in the state, Chief Henry Ajomale and Senator Tokunbo Afikuyomi, who have tried to defend their action.
Well, I do not even see Afikuyomi as a senior party man; he’s just like any other party member in Lagos. He doesn’t hold any position in the party, and being the chairman of the electoral committee was only a transient thing. Several of them we appoint every day. Some mess themselves up and some will perform creditably and commendably.
In that duty, has he performed creditably?
As far as I’m concerned, he has not even done it or discharged the responsibility.
But he read the pre-selected names, which is part of his responsibility as the chairman of the electoral committee.
He announced names of people he felt that he wanted. As a person, did you witness any primary? Nomination presupposes voting, and was there any voting? Up till now, there was no voting and there must be. If any other person who succeeds me decides to introduce anarchy, so be it, but while I’m still there, I will ensure that the proper thing is done.
It seems criminal to sell forms to aspirants and still want to impose people on them. Is the party going to refund them?
It’s not even a matter of refunding them, it’s about allowing internal democracy to prevail in the party. People tend to trivialise this issue but it’s an issue that I’ve signed into. There has been several intimidation, harassment and deprivation every day, but I’m not bothered. As far as I’m concerned, all those issues won’t work for me, because my religion preaches dying for what is just and proper. For me, I suffer it every day, from the security agents to government and people all over; that I’m their stumbling block, but I’m nobody’s stumbling block. I only believe that proper things must be done.
Will the party now hold another primary?
It’s not my role to organise primary, as the National Legal Adviser. It’s for the state to do the right thing, subject to guidelines from the national.
The national chairman of your party, Chief John Odigie-Oyegun, has not said anything on this matter, and some would think it is because of the issue he had with Tinubu that he chose to stay off Lagos matters?
For me too, it’s a possibility. I would reckon the same way, but I don’t know the reason why a pronouncement has not been made, which is allowing court action to fester. My expectation is that the Vice Chairman, South West, Chief Pius Akinyelure, the Deputy National Chairman, South, Mr. Segun Oni, and others should have intervened. Look at cries all over and the way the thing disparaged the party all over. They should have called a meeting urgently on the issue. That’s my expectation because I’m from this state and I don’t want to push anybody. In other states, ask them at the national, I would trigger the process and force the meeting on.
But should you fold your arms in your own state?
The assumption would be that I’m biased and that’s why I’m distancing myself from it a bit. But I know that the way things are going, they themselves would wake up shortly.
Now that election is fast approaching and another date has not been announced for the primary, what if the party goes ahead with those names. What will happen?
Nothing will happen if no aspirant challenges the party. Some have challenged them, my own role is to go and defend. And I’ve told them I will not lie. I’m a very senior member of the bar. I’m a bencher and a senior advocate, so you won’t expect me to go to court and say we did primary where we did not. Of course, I will submit to judgment. It has happened before, where we submitted to judgement. In such cases, I would simply tell the court that My Lord, they did not follow our constitution. So, if anybody goes to court and the matter is to be defended, we will go to court and tell the truth. I will never lie in court to protect party and I often tell our party people not to put us in a position where they would expect us in the legal department to lie, because we won’t.
Also, governors, those under your platform inclusive, find it difficult to conduct local government election. Is it that you don’t advise them?
Well, again, I have advised them on that. That is why most of the states are doing it now. One charlatan recently placed an advert in your newspaper referring to it that I had the effrontery to ask the governor why he appointed sole administrators. It’s my duty to tell anybody. Those are the people that mislead them. In fact, one must commend the governor for saying okay let’s conduct the election. Look at Osun State, it has not conducted election for almost seven years, which is unfortunate and absurd. It’s an impeachable offence. The constitution says no local government must be run by any less than democratically elected leaders. The Supreme Court has pronounced it in Imo and Ekiti states condemning it and I’m sure the apex court would be excited dealing with such issues now because they have made several pronouncements condemning that practice. No governor can substitute his own opinion of what true federalism is for the position of the law, which is clear. My expectation is that people themselves should wake up. Nigerians should wake up.
If refusal to conduct that election is an impeachable offence, and given the quietness across the board, would you say Nigerians are docile?
Extremely docile. I’ve never seen this kind of people in my life. I must confess to you, ha! I get frustrated. At times, when some people decide and say let me take their battle on, what do you find out? The people would even be the first set of people to persecute that person, they would ask him which one is his own? Is he the only one? I start wondering that me I’m okay, it’s because of you that I’m doing this. So, they are just too docile. Ha! It’s too much.
Given the prominent role the party plays in our type of democracy, why has the party not been able to call people elected on its platform to order?
Well, our democracy is still developing. My personal opinion is that it’s because of the financial status of most parties. They tend to rely heavily on these offices rather than on membership dues.
But that itself is wrong; using state funds to run parties.
That is what we are aggressively trying to correct in APC now. The moment we are able to get everybody to be paying their membership dues, the party would be able to flow on its own financially, have a life and be able to take position on issues.
Given your stand on several issues and many of such you have had to deal with over time, are you sometimes embarrassed by some actions of the big men in your party?
Yes, a lot. Honestly. I get embarrassed and that is why I’m even anxious to quickly finish the tenure. Let me tell you something, which is another point that needs to be made clearly to a lot of people. We are sacrificing for the party. We are not paid officials. I’m not being paid anything. I go to Abuja practically every week with my money, I pay for my hotel, maybe occasionally when we have NWC meeting, they used to pay N100,000 now N120,000. My ticket alone is almost N140,000, my hotel is not less than N60,000 per night, apart from the internal transportation and other things. But it’s all about sacrifice. We don’t derive any pecuniary gain from it but we are happy doing it for now, and that is why I maintain that don’t rubbish me over what I’m even doing gratuitously. We just believe that some of us must be able to add value to the system and at least set the template that will outlive us and that is my ambition every day, and that is why when people continuously fight me, particularly in Lagos here, I just laugh. All these things are not personal. I’m not fighting anybody; everybody is my friend. But when it comes to the rule of law, I apologise, I can’t compromise it. It’s as simple as that. I’m unable to compromise it. That’s all I’m living for, that’s all I’m about.
But the big men in your party do these things and get away with it?
Again, that is another thing I normally have issues with. I don’t believe there are strong men in any political party. For me, party is party. Apart from the officers of the party, all members are equal. Once I pay my dues, I’m entitled to the same powers and privileges in the party. The moment we continuously discriminate against some people, that is the source of our woes. That is my own position. That is why given what happened in Lagos, everything I do, I direct to the state chairman. I don’t recognise any other person as the person controlling the party machinery in Lagos. It’s the state chairman that bears responsibility under the constitution for whatever happens. What happens behind, under, beneath, I don’t know about it. By the time you are talking about people that are not officially responsible, you are descending into their arena which is not your business. I don’t have a problem with anyone pulling so much weight, but my problem is where there is no compliance with the rules.
Are you saying you don’t recognise the position of the National Leader, Asiwaju Bola Tinubu, who lives in Lagos?
Officially, the only person I can interact with officially are the party officials. That is what I mean.
People see him as the godfather of APC in Lagos…
(Cuts…) Let me tell you, I do not even see Asiwaju as a godfather, because he is not the person directly involved in that charade. He once drew my attention to it, that Muiz, are you saying I don’t have a right to endorse a candidate, and I told him, sir, I concede. Asiwaju wasn’t the one that came to the field to destabilise the process. Blame the party structure in the state.
People believe he did it underground.
I can equally do anything underground but you can’t hold me for it. How do you prove that?
But some have pointed out that it seems you don’t agree with him on certain things and that you don’t let him have his way sometimes.
It’s not true, let me tell you, it’s people that are hungry that are saying so. I, personally, am telling you I have no problem with Asiwaju at all. Asiwaju is my boss any day but the responsibility on my shoulder makes me not to see him regularly like before. Those people always want to create problem. If you don’t go and poison his mind or misdirect him, there is no problem. When has he himself come to say all of you must vote for a particular person? Some people only do name-dropping for their personal reasons. Same way they said the President told them to pick Yahaya Bello as the candidate for Kogi election at that time. At times, most of these people are innocent, people are only using their name to perpetrate evil.
Are you saying  you have a cordial relationship with him?
As of this time I’m talking to you, there is no enmity between us. Let me even tell you, there is nothing I’m doing that I didn’t learn from him. Look at his antecedents. He is the greatest rebel of our time. He taught us how to be rebellious. He’s a very courageous man and he taught us courage. He taught us to hold our views and be tenacious. In fact, he enjoys me facing and disagreeing with him.
Would you then get in touch with the APC chairman in Lagos to do the right thing as regards the imposition issue?
I have written; I don’t talk to them by mouth because they would deny it. I have written to them, I mean several letters. I keep on writing our people to do the right thing, even beyond Lagos. What does it cost people to stand by the truth? Even if they would sack you tomorrow, let them sack you and you go to your house. The problem is that majority of the people that are in politics today, especially at elective level or appointed level, are people without alternative contact address. They have no other job in their lives, so, they can kill or do anything, because they are always desperate to remain in the corridor of power. That is the problem.
There have been several calls for restructuring of Nigeria, and fortunately the first item on your manifesto is that you would restructure the country. Now that people are calling for it, your party that promised it has gone silent. Is that fair?
Again, that is an issue I want to bring up at our next meeting. Personally, I subscribe to it. My only area of conflict is the perception of the restructuring itself, because from what I’ve seen, restructuring means different things to different people. Some would say fiscal, national, complete, organisational restructuring and so on.
Perhaps that is what you get when you leave people to speculate and you maintain silence at the wrong time.
We must fundamentally agree on the type of restructuring that we want to embark upon. Let it be clear to everybody. When it is clear, all of us will go to the next stage and I think that is where the party needs to trigger a process, towards aggregating opinions on what we even mean by restructuring. Let’s agree. When we do that, we can then draw the timetable.
But when you were preparing your manifesto, what kind of restructuring did you have in mind?
We had our own conception of it, but I’ve read several other versions. If it’s our own we are already implementing, but not in the manner people are saying now.
Could you tell us the ones you have done?
Most of the ones we are looking at is fiscal restructuring and that has started. We used to have inequality in appointment of ministers; some have two while some have one, but that has been eliminated now. A lot is also happening on the issue of local government autonomy and the judiciary. Look at the issue of appeal, not every appeal will now go to the Supreme Court and that has gone far at the National Assembly. But people want more than that and I have no problem with that.
But why has your party not taken a stand in response to the calls for it from everywhere?
Like I said to you, some of these issues, I might be the one to trigger the process, maybe because the party is overwhelmed; running from one election to another regularly and it doesn’t even have so much logistics to anchor some of these programmes.
If you have been overwhelmed with winning elections, does it mean the APC is only concerned with winning elections, not minding if the promises made earlier had been fulfilled?
Certainly, you know that for every election, there must be campaign and you campaign on the manifesto. So, we can’t run away from them. If we are not implementing, people would see them and they would have raised it. There are also issues with the one people are calling for now. It seems we are doing it in piecemeal at the moment, maybe what we need, which I agree to, is a holistic approach to it. I’m sure the party is not averse to it conceptually.