Metodologias do Projecto   
 (adaptação do programa de Oficina de Artes do Ministério de Educação)


(...)
Pretende-se que os alunos, a par da compreensão sobre o funcionamento da linguagem plástica – elementos estruturais, conceitos, práticas e modos de formar –, possam desenvolver um fazer fundamentado, na perspectiva de um operador plástico cuja intervenção crítica só é eficaz se relevar de uma consciência simultaneamente histórica e estética.

Nesta disciplina, o processo de trabalho deve partir do incentivo à pesquisa, das opções relativas ao método de análise e síntese dos dados recolhidos, em ordem a um trabalho capaz de conjugar a poética do imaginário com o rigor da expressão.
Cada professor, perante os objectivos propostos, os meios disponíveis e as condicionantes da sua própria formação, determinará os percursos mais adequados a uma efectiva progressão do trabalho desenvolvido pelos alunos.

A questão metodológica de fundo deste programa situa-se nos domínios da pesquisa, da recolha e da experimentação.

A pesquisa e a recolha desenvolvem-se preferencialmente no exterior, incidindo sobre temas e materiais quotidianos, decorrendo a experimentação na sala de aula, onde se procederá à comparação e à conjugação de técnicas convencionais com materiais não ortodoxos, considerando sempre as resultantes expressivas daí decorrentes.

Neste sentido, recomenda-se que os alunos procedam, ao longo dos seus trajectos quotidianos, a pesquisas e recolhas gráficas, fotográficas, videográficas, literárias e/ou outras, que incidam sobre o espaço envolvente, a geografia urbana e humana, o(s) sistema(s) de transporte(s), o parque industrial, as actividades culturais e de recreio e o património construído. Também no exterior, os alunos podem recolher embalagens, jornais e revistas, trechos de publicidade, objectos diversos, postais, fotografias actuais e antigas, fragmentos de manuscritos, textos mecanográficos, formas naturais, etc., cuja triagem terá lugar na sala de aula. Os materiais recolhidos deverão constituir um conjunto de referências plásticas, a organizar numa espécie de banco de dados acessível a todas as áreas de pesquisa no campo das várias experimentações. 
(…)

          COMO SE FAZ UM TRABALHO DE GRUPO   

Grande parte da actividade que desenvolves em AP decorre em trabalho de grupo. Esta circunstância deve-se ao facto de o trabalho de grupo promover um conjunto de competências que vais necessitar na tua vida académica e profissional.

De entre as muitas vantagens do trabalho de equipa, que justificam o recurso a esta forma de trabalhar, destacaremos algumas competências que promovem: 

a cooperação entre os seus membros;
a discussão de ideias e a reflexão sobre as questões;
o aperfeiçoamento de técnicas de comunicação;
a organização do trabalho.

Um bom grupo de trabalho

Um bom grupo de trabalho tem de ter duas condições essenciais: ter objectivos claros e desejar ser bem sucedido. Contrariamente ao que vulgarmente se pensa, a heterogeneidade e a diferença dos membros que constituem um grupo são factores que promovem um trabalho mais produtivo e que favorecem a solidariedade entre os seus membros. Muitas vezes um grupo falha nos seus objectivos e a qualidade de trabalho fica aquém das expectativas porque o grupo é constituído por um conjunto de pessoas que partilham dos mesmos pontos de vista ou que estão ligadas fundamentalmente por questões de amizade.

Contudo, para que um grupo funcione e o trabalho renda, há um conjunto de regras que devem ser respeitadas:

os elementos que o compõem devem procurar tomar decisões por unanimidade;
cada elemento tem de ter disponibilidade para fazer concessões;
nenhum membro deve impor a sua opinião ou perspectiva;
deve-se encarar a crítica como um factor de promoção da qualidade do trabalho;
o conflito é inerente ao trabalho de grupo devendo ser visto como normal no processo de trabalho e como um factor de crescimento colectivo e individual;
todos os membros têm de trabalhar: se um membro não trabalha, o rendimento do grupo está comprometido e as relações entram em crise;
os elementos do grupo fazem a avaliação dos resultados do trabalho bem como da participação de cada um: fazer a auto e hetero-avaliação.

Como trabalhar

Para que uma sessão de trabalho renda, é preciso que todos os seus membros:

saibam claramente sobre o que se vai trabalhar
cheguem a acordo sobre os limites do tema ou subtema que estão a desenvolver;
definam prioridades e objectivos parcelares a atingir em cada etapa de trabalho;
partilhem a informação e os recursos;
registem as ideias, decisões e planos;
fixem prazos;
distribuam as tarefas e designem os responsáveis;
percebam e respeitem a distribuição das tarefas;
identifiquem os meios e recursos necessários para o desenvolvimento do trabalho;  
cheguem a conclusões;
sejam disciplinados e responsáveis;
tenham confiança e sejam solidários entre si.

Problemas no grupo

A diversidade e a heterogeneidade inerente a um bom grupo de trabalho geram conflitos: de opiniões, de perspectivas, de formas de actuação. Contudo, não são os conflitos que têm esta origem que podem pôr em causa o trabalho de grupo. Até são condição do desenvolvimento de um trabalho produtivo e de qualidade. Há no entanto, problemas que podem comprometer o rendimento de uma equipa.

Os principais problemas que podem surgir num grupo de trabalho são:

o desinteresse de um ou vários membros;
os conflitos de liderança;
a falta de lealdade;
as dificuldades na aplicação do plano de trabalho.

Se o grupo em que estás integrado vive alguns destes problemas, partilhem-nos com o professor. Um elemento experiente e externo ao grupo pode ajudar a superar a crise.

          COMO SE FAZ UM RELATÓRIO   
A consulta de um dicionário de Língua Portuguesa dá-nos a seguinte definição de relatório:
"exposição circunstanciada e objectiva, oral ou por escrito, daquilo que se viu, estudou, observou, analisou... "

Ao longo da tua vida académica e profissional, vais ter de produzir relatórios cujos objectivos são descrever situações, factos, actividades, comunicar um trabalho, uma pesquisa, um projecto desenvolvido. Para além do papel de comunicação que o relatório efectivamente tem, a sua elaboração permite uma análise crítica sobre o trabalho e a perspectivação da actividade futura. Daí que num relatório, não te possas limitar a descrever o que foi feito, mas como foi feito: deves registar os processos que te levaram a determinadas conclusões, as dificuldades sentidas, as hipóteses de trabalho levantadas, etc.

O professor avisa com antecedência o dia em que terás de apresentar o(s) relatório(s). Tens de reter dois aspectos muito importantes:
1 – Cumprimento do prazo – se entregas um relatório fora do prazo podes ser penalizado na avaliação. Na tua vida futura, pode até acontecer que o teu trabalho não seja aceite.

2 – Um relatório prepara-se com tempo. O conhecimento antecipado da data de entrega permite-te gerir o tempo da sua produção para que o documento final reflicta cuidado na apresentação e um conteúdo substancial, quer dizer, que reflicta de facto o teu trabalho.
Tipos de Relatório
No âmbito da AP vais ter de produzir diferentes tipos de relatórios:
1 - Relatório de actividade
2 - Relatório de desenvolvimento/processo
3 - Relatório do produto final
Vamos analisar os objectivos de cada um destes tipos de relatório e de seguida a estrutura que deves seguir para a sua elaboração.
1 - Relatório de actividade – o professor pode solicitar um relatório individual ou de grupo de uma iniciativa, de uma saída ou actividade de campo, de uma visita de estudo, de um conjunto de actividades produzidas num determinado período de tempo.
2 - Relatório de desenvolvimento/processo – está prevista a apresentação de um relatório do desenvolvimento do projecto em AP em dois momentos: * no fim do 1° período; * no Carnaval.
Contudo, o professor pode solicitar um relatório de desenvolvimento sempre que considere oportuno.
Os objectivos destes relatórios, também designados por relatórios de processo, são, entre outros, os seguintes:
  • permitem que o grupo e cada um dos seus elementos tome consciência do processo de execução do projecto e da participação de cada um;
  • ajudam a reflectir sobre as dificuldades e até bloqueios do projecto favorecendo a sua superação;
  • podem orientar a reformulação do projecto;
  • promovem a auto-avaliação;
  • constituem elementos de avaliação para o professor.
3 - Relatório do produto final – acompanha a apresentação do produto no fim do ano lectivo. O produto final é a concretização do projecto desenvolvido: integra a experiência do projecto.

Pode acontecer que ao longo do ano o professor solicite produtos do trabalho, e nesse caso, estás a apresentar um relatório de produto.
Em diferentes momentos terás de apresentar quer relatórios individuais, quer relatórios de grupo. A sua solicitação é geralmente acompanhada por um conjunto de instruções que te orientam na sua produção.
A estrutura de um relatório



Vamos apresentar-te um conjunto de elementos que poderás encarar como um guião para a elaboração de relatórios. Geralmente o relatório apresenta as seguintes partes: capa, índice, texto, anexos.

Capa
Na capa devem constar os seguintes elementos:
  • O nome da escola
  • O título (por exemplo. "Relatório do Trabalho de Projecto")
  • A tua identificação
  • A identificação do professor
  • A data
Apesar de a capa não ter registado o número de página, conta como página 1.

Índice
Na página 2 deves registar o índice, que tem como função apresentar a estrutura do relatório e a sua localização através do registo da página. Exemplo:
1 - Introdução .............................................. 3
2 - O carácter da Área de Projecto ................ 5
3 -............................................................... 7
4 - .............................................................. 11
5 - Bibliografia ............................................. 15
6 - Anexos .................................................. 17

Texto
Deves iniciar o teu texto com uma introdução em que justificas a razão de ser do relatório e os seus objectivos. Podes apresentar, brevemente, o plano do texto que produziste. No relatório, isto é no texto propriamente dito, identificas o objectivo do relatório, descreves o trabalho que realizaste, as metodologias utilizadas, os resultados e as dificuldades que encontraste, as questões que o trabalho suscitou.

Um relatório que se limite a descrever as actividades desenvolvidas é pobre: é a reflexão sobre as dificuldades que sentiste, a forma como as ultrapassaste, o modo como interagiste com os teus colegas e com outras pessoas com quem colaboraste que torna o teu relatório um documento único, porque reflecte a tua experiência pessoal. Mostra como organizaste e desenvolveste o trabalho e a tua contribuição para o grupo: integra, portanto, uma apreciação autocrítica do teu trabalho.

Deves incluir uma conclusão onde registes comentários finais, observações críticas e um balanço genérico da actividade ou do trabalho objecto do relatório.
No teu texto, há alguns aspectos éticos que deves respeitar:
  • só citar documentos selectivamente consultados;
  • citar as fontes a que recorreste, registando todos os dados que permitam a sua identificação;
  • ser rigoroso no registo dos dados e nos contactos que mantiveste;
  • ser autêntico na descrição das tuas experiências e na análise crítica que produzas.
Anexos
Nos anexos, deves integrar os documentos, gráficos, legislação, imagens, conforme o caso. Estes materiais devem ser numerados e a paginação deve continuar a do texto principal. Deves incluir também a bibliografia

Redacção e apresentação gráfica
No teu relatório, a forma como rediges tem muita importância.
Assim:
  • procura apresentar as tuas ideias de forma estruturada, com clareza e rigor;
  • as frases e os parágrafos não devem ser extensos;
  • a expressão deve ser correcta e clara. Procura fazer várias revisões para evitares erros ou frases mal construídas;
  • podes utilizar a primeira pessoa do singular ou a primeira do plural.
A apresentação gráfica do relatório é também relevante, devendo-se pautar pela descrição e pela regularidade. Apresentamos-te algumas sugestões:
  • tipo de letra: Deves escolher uma fonte que seja discreta e bem legível;
  • tamanho: os textos devem ter tamanho 12; as notas de rodapé devem ser escritas em tamanho 8;
  • os títulos devem ser escritos a bold (negrito), hierarquizados, isto é, usando diferentes tamanhos para os títulos e os subtítulos;
  • espaçamento – 1,5;
  • tipo de papel: A4 branco.
Avaliação do relatório

O teu professor de AP esclarecerá os critérios que terá em conta na avaliação.
Contudo, há alguns aspectos que são comuns à avaliação dos relatórios:

  • a organização do trabalho;
  • a descrição ordenada dos procedimentos;
  • a justificação das opções tomadas;
  • a organização das ideias e dos raciocínios; 
  • a clareza e correcção da linguagem utilizada;
  • a criatividade.

A título de exemplo, apresentamos dois modelos de relatórios.


RELATÓRIO DO 1° PERÍODO

O relatório que tens de apresentar para Área de Projecto é o primeiro. do ponto de vista formal. Informalmente, em diálogo com o professor ou com os teus colegas de grupo ou de turma, já produziste muitos relatórios informais. Reconheces afirmações como:

  • “Já percebo melhor o que se pretende com área de Projecto”;
  • “Não sabia que as consequências das faltas em AP eram tão graves”;
  • “Tenho tido problemas em aceder ao site x”;
  • “O tema que o meu grupo está a desenvolver dá mais trabalho do que imaginávamos”;
  • “Já sou capaz de organizar melhor as informações que recolho”;
  • “Já sou capaz de trabalhar melhor em equipa”.

Estas e muitas outras reflexões estão registadas, com certeza, no teu diário de bordo.
Tendo em conta o que acabámos de dizer e a orientação que tem sido desenvolvida na turma, propõe-se que elabores o teu relatório tendo em conta os seguintes itens:
  1. Analisar as expectativas em relação à AP.
  2. Reflectir sobre as mudanças que esta área exige e os desafios que coloca.
  3. Analisar as actividades que desenvolveste no âmbito das técnicas de investigação e das suas aplicações. Reflectir sobre as aprendizagens que fizeste.
  4. Descrever a forma como o tema foi escolhido e a sua relação com os teus interesses as tuas opções vocacionais e profissionais.
  5. A experiência do trabalho de grupo.
  6. Planificação do projecto.
  7. Perspectivas de trabalho.
O registo das dificuldades sentidas e a forma de as superar
Para elaborares o relatório irás recorrer aos diário de bordo, ao teu portefólio/dossier individual de projecto, onde tens os materiais organizados, aos registos pessoais que foste fazendo, à planificação das tarefas, etc.

          COMO SE FAZ UM PORTEFÓLIO   
"Em Área de Projecto, o portefólio é constituído pelo conjunto dos trabalhos produzidos ao longo do desenvolvimento do projecto.
Permite seguir o modo como vais construindo, com os outros, o projecto e reflectir o teu contributo pessoal. Implica organização, planeamento e contextualização dos materiais que reflectem a prática do teu trabalho.

O portefólio concretiza-se numa pasta, num dossier de argolas, que integra o material recolhido e produzido.

Pode também ser apresentado em suporte digital (por exemplo, CD). Permite a compreensão detalhada das várias componentes do processo de trabalho constituindo um importante meio de avaliação.

O portefólio é um registo global de um percurso, de um processo pessoal de aprendizagem, sendo portanto único. É um instrumento de trabalho em constante reformulação.

O que constitui o portefólio

Não é possível fazer uma listagem exaustiva dos materiais que constituem o portefólio porque este tem de reflectir o projecto, o trabalho concreto que está a ser desenvolvido. Contudo, a listagem que se segue é um indicador do que pode fazer parte de um portefólio:

documentos que são os produtos das investigações levadas a cabo e que podem ter várias origens: entrevistas, questionários, pesquisas bibliográficas, etc. Este material deve ser acompanhado por uma fundamentação rigorosa;

diários de bordo;

comentários e reflexões críticas;

relatórios de actividades e relatórios individuais de desenvolvimento;

sínteses, fichas de leitura e de análise de filmes;

mapas conceptuais;

levantamento de problemas;

grelhas de observação;

glossário;

fotografias e outras produções gráficas;

bibliografia e outros recursos;

comentários produzidos por outras pessoas;

auto-avaliação e hetero-avaliação.



Todos os materiais que reflictam o teu percurso pessoal de trabalho no desenvolvimento do projecto devem ser integrados no teu portefólio. Contudo, o portefólio não é uma acumulação mais ou menos volumosa de materiais. Se o fosse, confundia-se com um dossier.

Características de um portefólio

Que características devem ter os matérias seleccionados? Vamos apresentar algumas delas:

oportunidade/significado - no portefólio não se reúnem todos os materiais produzidos ou recolhidos. Tem de haver uma selecção, integrando aqueles que sejam significativos e adequados ao processo de desenvolvimento do trabalho. Isso não significa que não se incluam materiais que reconheces que não foram úteis para o trabalho. Nesse caso, justificas o motivo da sua exploração e posterior exclusão;

diversidade - o portefólio, para além de reflectir as diferentes fases da investigação e produção do projecto, traduz o recurso a várias fontes e pontos de vista. A lista que registámos no ponto anterior manifesta essa diversidade;

organização - enquanto que um dossier é uma colecção de documentos, o portefólio implica organização que se reflecte na integração dos documentos de modo regular e planificado. Seleccionados, tendo em conta os objectivos e o percurso de trabalho, os documentos devem ser datados e devidamente contextualizados;

criatividade — a apresentação de soluções originais é um elemento de valorização de um portefólio;

fundamentação - as opções tomadas devem ser fundamentadas, isto é, apresentam a justificação. A escolha dos documentos seleccionados deve ser também justificada;

reflexão - esta será uma das mais importantes componentes do portefólio dado que deve acompanhar os trabalhos ou realizações produzidas pelo seu autor. É a reflexão que está na base da selecção dos materiais. É pela reflexão que o aluno toma consciência dos seus progressos: distingue a forma como uma mesma actividade é encarada, por exemplo, por diferentes elementos do grupo que desenvolveram a mesma tarefa. O portefólio deve reflectir a identidade do seu autor.

Construído ao longo do ano, acompanhando a evolução do trabalho, vai assumindo diferentes versões. Por exemplo, no final do ano já integra a descrição do produto final, a avaliação da sua apresentação pública, o relatório do produto, etc. O portefólio cresce e evolui com o projecto.

Como organizar o portefólio

Como já afirmámos, o portefólio não é uma colecção, uma acumulação de materiais. Na base da concepção do portefólio está a planificação, a selecção e a organização do material. Estas características devem manifestar-se na forma como o organizas. Seguem-se algumas sugestões para a organização do portefólio:

folha de rosto com identificação;

inclusão de um índice ou sumário;

apresentação/justificação do projecto;

organização em partes que revelem uma estrutura adequada;

inclusão de separadores claramente identificados.

Deves ter muita atenção ao aspecto gráfico, que deve ser cuidado e motivador da sua consulta. Podes seguir algumas das instruções que já te demos sobre a apresentação gráfica quando abordámos o relatório. Para poderes auto-avaliar o teu portefólio, apresentamos-te uma sugestão de lista de verificação que te permitirá aferir alguns aspectos do teu produto:


          CAM: Olhar, Ver, Interpretar III - Leitura do efeito Luz/Sombra   
Rui Sanches, 2000
Escultura e espaço, dois aspectos inseparáveis. O efeito de luz/sombra na modelação de volumes e na projecção de sombras. As sombras são também elementos de leitura a tomar em conta. Sem luz não há cor, não há volumes.

Rui Sanches
S/título , 2000
Placas de contraplacado de tola
127 x 127 x 127 cm
Col. CAM – Fundação Calouste Gulbenkian

          Aspectos orientadores a levar em conta na Disciplina de Área de Projecto   
Eis um texto orientador da disciplina de Área de Projecto. Leiam-no com atenção, pois será importante tomarem-no como referencia no desenvolvimento do vosso trabalho.  (os bolds e os sublinhados são meus):
O Trabalho de Projecto é um método de trabalho que se centra na investigação, análise e resolução de problemas em grupo. O termo “projecto” vem do latim pro+jectare e significa “lançar para a frente, atirar”. Projectar significa investigar um tema, um problema, uma situação com o objectivo de a conhecer e, se possível, apresentar interpretações e/ou soluções novas.
Uma das características mais marcantes do Trabalho de Projecto é o papel do aluno no processo de aprendizagem; o trabalho está centrado nos alunos porque são eles que escolhem os temas, os problemas dos projectos que vão desenvolver, investigar e apresentar o produto final. 
A planificação do projecto e as tarefas inerentes à sua concretização baseiam-se na iniciativa dos alunos: cabe-lhes escolher e dividir entre si as tarefas, bem como proceder à sua execução, estando subjacente a planificação das actividades. Este tipo de trabalho exige, portanto, capacidade de gestão do tempo e das tarefas.
Cabe aos professores acompanhar, coordenar e avaliar a concretização das tarefas dos projectos e a sua divulgação, isto é, gerir, orientar avaliar o trabalho. Cabe-lhes, como orientadores, analisar as possibilidades reais de concretização do projecto tendo em conta os recursos e o tempo disponíveis. Assumem face ao projecto uma atitude de crítica construtiva, identificando os aspectos fortes e os aspectos fracos para melhorar o projecto. 
O trabalho dos alunos desenvolve-se em pequenos grupos em que os elementos que os constituem se apoiam e cooperam. Os alunos colaboram e, juntos, procuram desenvolver o projecto que se propuseram concretizar. É, portanto, uma aprendizagem cooperativa, isto é, o conhecimento constrói-se no processo de interacção entre os alunos, entre estes e o professor, bem como com outros elementos da comunidade. Um dos aspectos mais marcantes do Trabalho de Projecto é o facto de se fundar no trabalho de grupo o que permite desenvolver o sentido de responsabilidade, a solidariedade e o espírito de equipa. Este papel activo dos alunos confere-lhes mais responsabilidades: efectivamente, a autonomia do trabalho tem como complemento a responsabilização.
Por outro lado, e este é um dos aspectos mais importantes do Trabalho de Projecto, os conhecimentos, as experiências e os recursos dos alunos são valorizados constituindo estímulos para a aquisição de novos conhecimentos. 
O professor acompanha o desenrolar do trabalho dos grupos apoiando-os na ultrapassagem de dificuldades de desenvolvimento assim como na superação de crises, conflitos e bloqueios que surgem no decorrer do trabalho.
Conhecer, agir.
O trabalho de Projecto visa vários objectivos ao nível do saber. O desenvolvimento do projecto convoca um conjunto de conhecimentos que, geralmente, são apreendidos de forma fragmentada, veiculados nas diferentes disciplinas, o que conduz, muitas vezes, a uma visão distorcida da realidade. 
Ao desenvolver um projecto, os diferentes conhecimentos são convocados para, de forma interdisciplinar, os alunos conhecerem um problema, uma questão, recorrendo a várias áreas do saber para, de forma integrada, concretizarem o projecto.
Um outro aspecto muito importante desta metodologia consiste na aplicação dos conhecimentos à realidade concreta: este é o ponto de partida e de chegada do projecto. O trabalho desenvolve-se no contexto social.
É utilizando um conjunto de técnicas de pesquisa que os alunos produzirão conhecimento sobre a realidade e, poderão intervir nela: a relação teoria-prática é uma das características mais importantes do Trabalho de Projecto. Nesse processo de pesquisa e de acção, os alunos desenvolvem um conjunto de competências, de saberes-fazer que serão úteis na sua vida escolar e profissional.  
As fases do desenvolvimento de um projecto
Como já dissemos, um projecto visa conhecer um problema, uma situação. A escolha e a realização do trabalho desenvolvem-se em grupo, implicando uma prévia negociação entre os seus membros. Assim, o projecto deve corresponder às necessidades e interesses do grupo, não podendo ser imposto, porque implica a adesão e participação activa, motivada e interessada de todos. Apresentamos, de seguida, seis etapas ou fases do desenvolvimento de um projecto.(algumas propostas integram etapas, outras desdobram-nas).
1 – Identificação da situação-problema 
Esta fase corresponde à escolha da situação-problema que constituirá o projecto a desenvolver pelo grupo de trabalho. Depois de identificado o campo de problemas escolhe-se e formula-se o problema a investigar. Esta escolha tem de ser fundamentada, isto é, deve ser explicitada a razão ou razões da escolha. 
2 – Formulação de problemas parcelares 
A situação-problema deve ser descrita, enquadrada, caracterizada, o que permitirá o seu desdobramento em problemas parcelares.
3  – Esboço de planificação de trabalho 
Nesta fase procede-se ao levantamento dos recursos (meios de resolução do problema) e limitações condicionantes do desenvolvimento do trabalho. São definidas as tarefas a levar a cabo pelos diferentes elementos do grupo, a escolha dos métodos e técnicas de pesquisa e a respectiva calendarização. Este esboço de planificação está sujeito a várias reformulações.
4 – Investigação e produção 
O contacto com o meio através do trabalho de campo é o momento privilegiado da recolha de dados que depois terão de ser tratados. É a partir dos dados recolhidos e trabalhados, da integração dos conhecimentos relacionados com a realidade estudada, que se concretiza o produto ou os produtos. Estes reflectem a articulação entre a teoria e a prática, entre o saber e o saber-fazer.
5 – Apresentação dos trabalhos 
Os produtos finais são apresentados à comunidade podendo assumir formas diversas: relatórios, filmes, exposições, dramatizações, objectos, maquetes, etc.
6  – Avaliação 
A avaliação é feita ao longo do desenvolvimento do projecto. A avaliação contínua – auto e heteroavaliação – permite reformular estratégias e reflectir sobre a dinâmica do grupo de trabalho. A avaliação do produto final é uma avaliação global – do processo e do produto.
Manuela Matos Monteiro
(a partir de “Área de Projecto, Guia do Aluno” Porto Editora, pp. 87-90)

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          Drama and Its Elements   

Drama, one of the major types of literature, is the real ornament of theaters, television and other sources throughout the world. It is also different from other major types of literature because it is written or produced in order to perform on the stage before the audience, whereas the other types.


             

Limudah: Aproximação dos Guerim a Observância da Torah Traduzido do Original em Inglês ao Espanhol por Roberto Díaz Traduzido em partes ao Português por Uriel Ben Levy
O Limudah é um antigo escrito apostólico para os novos crentes do Mashiach, como uma maneira para que eles compreendam o que lhes será requerido a eles, isto foi e é para todos os crentes, Judeus e gentios, os elementos essenciais do principal. Bem, O Limudah indica o caminho da vida para todos os crentes, dá una idéia geral da conduta da primeira comunidade Apostólica, Todavia o que é mais importante, expôe que conduta se espera de um crente que não há nascido na fé Judaica. Sim, há uma chave na observância da Torah, então isto é para os crentes goyim[efraimitas & guerim]. Eu lhes asseguro que isto é somente um pequeno exemplo da instrução e a orientação neste manual de valor incalculável chamado de Limudah. Por favor, tenha em mente, que quando este livro (Limudah) foi escrito no havia um Novo Testamento. Sim, um Crente pode viver neste mundo e não estar em harmonia incluso com a fração da orientação listada aqui (no) Limudah, então ele não está em harmonia com a Torah, nem está familiarizado com a verdade do Caminho do Messias. Eu animo a todos os Crentes, e a todos os guerim em particular, a se aprofundar no Limudah / Didache. Este é seu "Manual do Usuario" para o estilo de vida de um Crente Apostólico. By Shaliach Rabban + Mar Andreos Beth haNesarim de Jerusalém http://ar.geocities.com/bibliaesword/didache-enfoque.html
_________________
*Limudah também conhecido como didache, tem o significado de: Instrução, Disciplina, Treinamento. Refere-se as decisões e as orientações básicas dos doze sh´luchim(apóstolos)e Zaquenim(Anciãos) sob a presidência de Mar Yaakov haTzadik aos Efraimitas e Guerim durante o primeiro concílio universal do Sanhedrin guedolah Netzarim de Jerusalém. Sabe-se que a Limudah foi redigida e enviada como uma epístola ás Kehilot da diáspora, portanto constitui-se no mais antigo documento doutrinário dos apóstolos aos crentes em Yahshua do Séc. I; este documento foi preservado pelos os antigos nazarenos orientais e Igrejas de diversas partes. O Ministério Sar Shalom está restaurando seu uso no seio da Comunidade Israelita Nazarena Brasileira.

          Trucuri utile pentru amenajarea livingului   
Exista o multitudine de modalitati prin care poti face un living mic sa para spatios. Important este sa alegi elementele potrivite in acest scop. Asta implica acele piese de mobilier de dimensiuni mici, in nuante deschise, dar si utilizarea unor textile care sa deschida locul. Se poate, deci, sa iti amenajezi si decorezi livingul in […]
          Pres. Duterte pinuri ng sambayanan sa kanyang isang taong paglilingkod sa bayan   
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SOURCE: PTV
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Sat, 01 Jul 2017 13:47:21 -0400
          WATCH | Philippine Army special forces Sniper in Action inside Marawi city.   
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SOURCE: TULFO News
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          WATCH | MIKE AT ARNOLD NAPATAWA SA BAGONG KANTA PARA KAY TRILLANES   
WATCH | MIKE AT ARNOLD NAPATAWA SA BAGONG KANTA PARA KAY TRILLANES
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SOURCE: DU30 PARA SA BAYAN
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          «Ηχηρές» απουσίες στην πρώτη μέρα του Συνεδρίου της ΔΗ.ΣΥ   
«Ηχηρές» απουσίες στην πρώτη μέρα του Συνεδρίου της ΔΗ.ΣΥ - Κεντρική Εικόνα/Video
Οι πρώτες μέρες των Συνεδρίων των κομμάτων, δεν συνηθίζεται να είναι ιδιαίτερα ενδιαφέρουσες ή ουσιώδεις για την έκβαση του ίδιου του Συνεδρίου.

Οι χαιρετισμοί των εκπροσώπων των υπόλοιπων παρατάξεων, μια γενική ομιλία του επικεφαλής και η πρώτη συνεδριακή ημέρα, συνήθως αποτελεί μια καλή ευκαιρία για να χαιρετιστούν «σύντροφοι» που έχουν καιρό να τα πουν.
Όχι όμως και στο Συνέδριο της Δημοκρατικής Συμπαράταξης. Πρόκειται άλλωστε για ένα συνέδριο, στο οποίο κατά τη διάρκεια της πρώτης του ημέρας, ανέβηκαν στο βήμα του, δυο πρώην πρωθυπουργοί (Σημίτης, Παπανδρέου) και τρεις αρχηγοί κοινοβουλευτικών κομμάτων (Γεννηματά, Μητσοτάκης, Θεοδωράκης).
Στην εισηγητική της ομιλία, η Φώφη Γεννηματά ανέπτυξε τον οδικό χάρτη προς τη δημιουργία ενιαίου φορέα μέχρι τον Δεκέμβριο, με εκλογή ηγεσίας από τη βάση, ως τον Οκτώβριο.
Τα πέντε βήματα που περιέγραψε η πρόεδρος του ΠΑΣΟΚ, έχουν ως εξής:
Πρώτον: Οι αποφάσεις του συνεδρίου μας καθώς και το πλαίσιο της Επιτροπής Θέσεων και Διαλόγου για την Κεντροαριστερά, αποτελούν ισχυρή προγραμματική βάση και διαμορφώνουν ξεκάθαρη ταυτότητα και πολιτικό στίγμα.
Δεύτερον: Εκλογή επικεφαλής από την κοινωνική βάση της παράταξης, μέσα από ανοιχτές και διαφανείς διαδικασίες. Εκλογή τον Οκτώβριο 2017. Άμεση συγκρότηση ανεξάρτητης επιτροπής δεοντολογίας και πιστοποίησης διαδικασιών, η οποία αναλαμβάνει την εποπτεία και εγγυάται την αξιοπιστία, την διαφάνεια και το αδιάβλητο της πορείας προς την εκλογή ηγεσίας και το ιδρυτικό συνέδριο του νέου ενιαίου προοδευτικού φορέα.
Τρίτον: Δημιουργία μητρώου του νέου φορέα με βάση τους πολίτες που προσήλθαν στην ψηφοφορία και όλους όσους άλλους το επιθυμούν.
Τέταρτον: Εκλογή συνέδρων με βάση το νέο μητρώο με διαφανείς διαδικασίες.
Πέμπτον: Ιδρυτικό συνέδριο της νέας παράταξης, και εκλογή των κεντρικών οργάνων της. Καταληκτική ημερομηνία για το συνέδριο ο Δεκέμβριος του 2017.
Ο Γιώργος Παπανδρέου που πήρε τη σκυτάλη και ο οποίος αποθεώθηκε κατά την είσοδό του στον χώρο του συνεδρίου, έβαλε ακόμα πιο ξεκάθαρα την διαχωριστική γραμμή με τον ΣΥΡΙΖΑ, καλώντας μάλιστα τη Δημοκρατική Συμπαράταξη, να παίξει τον ρόλο της «Αριστεράς της εποχής μας», ενώ από την άλλη αναφερόμενος στον ΣΥΡΙΖΑ μίλησε για «αριστερούς ψάλτες του καραμανλισμού».
Η ομιλία του Γιώργου Παπανδρέου, ήταν πιθανότατα ο λόγος που απουσίαζε ο Ευάγγελος Βενιζέλος, ο οποίος αναμένεται να μιλήσει το Σάββατο στο Συνέδριο.
Ιδιαίτερο ενδιαφέρον είχε η ομιλία του Σταύρου Θεοδωράκη, καθώς ο επικεφαλής του Ποταμιού, άφησε… ορθάνοιχτο το ενδεχόμενο συνεργασίας με τη Δημοκρατική Συμπαράταξη, αφήνοντας πάντως σαφέστατες «αιχμές» στον μηχανισμό του ΠΑΣΟΚ, για την «μεταγραφή βουλευτών» όπως την χαρακτήρισε και αναφερόμενος προφανώς στην περίπτωση του πρώην βουλευτή του Ποταμιού, Κώστα Μπαργιώτα που εντάχτηκε στη Δημοκρατική Συμπαράταξη, παίρνοντας μαζί και την έδρα του. «οι μεταγραφές βουλευτών στη μέση της κοινοβουλευτικής περιόδου - μετά από παζάρια και υποσχέσεις - δημιούργησαν ένα χάσμα στις σχέσεις μας. Οι αλαζονικές κινήσεις των μηχανισμών, δεν είναι πολιτική» είπε χαρακτηριστικά, από το βήμα του Συνεδρίου.
Επέστρεψε ο Ραγκούσης
Λίγη ώρα μετά την ομιλία της Φώφης Γεννηματά στο Συνέδριο της Δημοκρατικής Συμπαράταξης, ο Γιάννης Ραγκούσης, ανταποκρίθηκε μέσω social media στο κάλεσμά της, δηλώνοντας πως θα είναι παρών στη δεύτερη μέρα του Συνεδρίου.
Άκουσα με προσοχή τις σωστές προτάσεις της Φ.Γεννηματά για τα βήματα που πρέπει να γίνουν προς τη δημιουργία νέου προοδευτικού φορέα (1)

Είναι ευρύτατα γνωστό ότι επιδιώκω την επικράτηση σχεδόν των ίδιων προτάσεων.(2)

ανακοίνωσα στους οργανωτές του Συνεδρίου ΔΗΣΥ ότι αποδέχομαι την πρόσκληση ως ιδρ. μέλος της Ώρας Αποφάσεων για να παραστώ και να μιλήσω.(3)

Η Άννα Διαμαντοπούλου και ο Γιώργος Φλωρίδης, μαζί με τους οποίους είχε ιδρύσει την «Ώρα Αποφάσεων» τον έθεσαν γι αυτή του τη στάση «εκτός κίνησης».
Τα στελέχη της «Ώρας Αποφάσεων» είχαν κληθεί όχι ως κίνηση αλλά ως προσωπικότητες στο Συνέδριο, με συνέπεια να μην αποδεχτούν την πρόσκληση.
Οι παρουσίες
Στην έναρξη του συνεδρίου της ΔΗΣΥ παραβρέθηκαν μεταξύ άλλων ο πρώην πρωθυπουργός Κώστας Σημίτης, ο οποίος απηύθυνε χαιρετισμό, ο πρόεδρος της ΝΔ Κυριάκος Μητσοτάκης, ο επικεφαλής του Ποταμιού Σταύρος Θεοδωράκης, ενώ από τον ΣΥΡΙΖΑ χαιρέτησε ο κυβερνητικός εκπρόσωπος Δημήτρης Τζανακόπουλος.

Επίσης, παραβρέθηκαν οι δήμαρχοι Αθηναίων Γιώργος Καμίνης και Πειραιά Γιάννης Μώραλης, ο Κώστας Λαλιώτης, ο Παρασκευάς Αυγερινός, η Βάσω Παπανδρέου, ο Μιλτιάδης Παπαϊωάννου, ο Κώστας Γείτονας, ο Φίλιππος Πετσάλνικος, ο Χάρης Θεοχάρης, οι καθηγητές Τάσος Γιαννίτσης, Γιάννης Βούλγαρης, Γιώργος Σωτηρέλλης, ο πρόεδρος της ΓΣΕΕ Γιάννης Παναγόπουλος, ο πρώην νομάρχης Αττικής Γιάννης Σγουρός, ο πρόεδρος του ΕΒΕΑ Κωνσταντίνος Μίχαλος, νυν και πρώην ευρωβουλευτές και όλοι οι βουλευτές της Δημοκρατικής Συμπαράταξης.


          Tsuki ga capitulo 139   
–¿Realmente saldrá bien? –

Con una pequeña voz, expresé mi sorpresa por la situación que se estaba desarrollando de una manera favorable.

En problemas ajenos, usaría poder para forzar la situación en una dirección ventajosa para mí y así resolverlo.

Incluso cuando decidí hacerlo, todavía sentía oposición.

Porque ya sabes, el potencial de guerra que tenemos puede no estar en la escala de un país, pero está totalmente fuera de los límites de lo que tiene una compañía de pequeña escala.

Siento que seríamos capaz de eliminar a un grupo de mercenarios, e incluso si nos encontramos frente a un ejército, en el peor de los casos, podríamos escapar.

Tomoe, Mio y, dependiendo de la situación, Shiki también, son existencias que se podrían llamar un ejército de un solo hombre.

Si utilizamos ataques por sorpresa, creo como que podríamos abrumar a una cierta cantidad de tropas.

En verdad es la definición de ser un rival para un millar.

Reuniendo todas nuestras fuerzas, ni siquiera superaríamos el millar. Esto puede sonar como auto-orgullo, pero las razas en Asora son bastante fuertes.

Contandolos como parte de nuestro poder, Los moveré como una compañía.

Siempre y cuando no suceda nada extremo, creo que no vamos a caer.

Ahora que lo pienso, entrenar a los onis del bosque y hacer que vendan medicinas en los pueblos de los alrededores de las montañas fue posible debido a que han sido entrenados en las artes militares y les hicimos seguir un curso imposible.

No he encontrado extraño a eso para nada, y aún así, estoy apartándome de mi propio poder. Es realmente una historia contradictoria.

Es por eso que aún si tengo oposición hacia ello, me he acostumbrado.

Esto no es Japón.

Creo que esta será mi excusa número uno dentro de mí.

Dirijo mis ojos hacia los asientos de espectadores.

Allí, el grupo de Limia está mirando el combate en el escenario.

Con esto, sólo proporcionándoles seguridad, voy a poder crear una deuda con personas que tienen una alta posición en los países.

Está la posibilidad de que vaya a poder dar vuelta la presión de la gente que se quejó y se paró detrás del gremio, en contra de ellos.

Una sonrisa aparece naturalmente en mi boca.

–Bueno entonces, debería ponerme en marcha también. –(Makoto)

Paso por la niebla hacia el lugar donde están.

Aun así, ¿por qué dejó Tomoe la katana corta conmigo?

Bueno, ayuda como un arma secundaria cuando se usa una espada larga, y hay veces en que también puede ser usada como un arma arrojadiza pero… aún así, pensando en ella en términos de etiqueta, sería mejor no dejarle una espada corta a otra persona.

Miro a la katana que por alguna razón se le ha inventado que es un arma con capacidad de teletransportación.

Parecía como que Root también estaba conspirando con ella, así que debe haber alguna razón detrás de ello.

Puede que sea para ocultar el poder de teletransportación, pero por como fluyo el asunto, sólo cambiar la procedencia del poder de Tomoe a la katana corta, no va a ocultar la realidad en sí.

¿Solo por qué esos dos cambiaron el poder de teletransportación de una persona a un objeto?

Aún no lo entiendo.

Con esa falta de claridad dentro de mí, miro la katana corta que está en mis manos.

Podría ser, ¿que aún no entiendo este mundo adecuadamente?

Después de calmarme un poco, vamos a tratar de hablar de esto.

Si están haciendo esto a sabiendas, no voy a decir mucho al respecto.

Si el significado de ello es diferente de mi propio pensamiento, eso también está bien.

Si me dice que fue por una cosa insignificante, no puedo hacer mucho al respecto. Sólo dejaré que haga lo que desee.

Tratar de indagar en esto podría conducir a que simplemente me diga que fue por su hobby, así que si se está divirtiendo con esto, será para mejor.

[Perdón por la espera]

–No se preocupe, eso fue una teletransportación espléndida. Nuestro país se enorgullecía de ser el número de la raza hyumana en técnicas de teletransporte, pero esta es mi primera vez viendo este tipo de hechizo de punto a punto. Me gustaría tomar algún momento después de esto para oír hablar de eso en detalle, pero ahora tengo que observar esta pelea. Sin importar el resultado. –(Rey)

–… –

Como estaba pensando, llegué un poco tarde, así que me disculpé con el rey de Limia.

Creí que no había lugar para preocuparse por ello, y como esperaba, fácilmente lo dejó pasar.

Parece que el Rey ya está preparado para cualquier cosa que le suceda a la variante Ilumgand.

El Jefe de la familia Hopelace se estremeció ante las palabras del rey y se mordió los labios. Teniendo en cuenta la situación, ya soy consciente de alguna manera del destino de Ilumgand.

Es una variante que incluso Shiki dijo que sería difícil regresarlo a la normalidad.

La posibilidad de que regresen a Ilumgand a la normalidad con su conocimiento hyumano limitado es increíblemente bajo.

–No puedo sentir más una voluntad de él. Realmente está devastando como un Mamono. –(príncipe)

Hm.

El príncipe eh.

Podía sentir compasión de sus palabras.

Realeza y un alto noble.

Ambos probablemente se conocían entre sí, por lo que no se puede evitar.

–… Raidou. –

El Jefe de la familia Hopelace me habla de repente.

En esos ojos, mostró una clara hostilidad.

Aunque no le hice mucho a su hijo.

Yo sólo detuve su acoso después de todo.

Cuando me encuentre con la gente de Limia otra vez, también está la opción de hablar y despejar el malentendido.

Bueno, todo dependerá si él irá a estar dispuesto, así que no sé si va a ser posible.

[¿Qué sucede?]

–He oído que su tienda se encarga de un elevado número de medicinas. –

O más bien, lo investigaste.

[Sí, la mayor parte de mi mercancía son medicinas]

–¿No hay un elixir ahí que pueda regresar a mi hijo? –

[Lo siento pero, esta es la primera vez que veo tal transformación, por lo que la posibilidad de que mi medicina lo cure es baja. Con sólo una mirada, puedo decir que está utilizando el cuerpo hyumano como catalizador y parece ser que la fórmula del hechizo es bastante complejo. Para regresarlo a la normalidad, sería tan difícil como regresar un platillo a sus ingredientes]

Usando las palabras de Shiki como referencia, le doy una respuesta.

–¡¡!!–

Hopelace no dijo ninguna palabra, pero su rostro mostró varias emociones diferentes creando una expresión compleja.

Ira, tristeza, pesar… Obviamente, no podía ver ninguna emoción positiva allí.

Ya que ser testigo de que su hijo esté a punto de ser derrotado, como padre, es un hecho que le haría sentirse de esa manera.

–Qué manera espléndida de combatir. Son capaces de pelear apropiadamente contra Ilumgand, que fácilmente pudo derrotar a los capas púrpuras que eran alardeados por la Academia por ser capaces de utilizar todos los elementos. –(Rey)

Aunque creo que usar todos los elementos y dividir los elementos entre todos son dos cosas completamente diferentes.

–Pero parece que están teniendo un momento difícil. Como era de esperar, tal vez esto sea demasiado para unos estudiantes. –(príncipe)

El Rey y el Príncipe están viendo la pelea de una manera relativamente calmada.

–Raidou, los dos que están dando instrucciones, ¿están relacionados con usted? –(Rey)

El rey de Limia perspicazmente nota a Mio y Shiki.

[Sí. Uno de ellos me está ayudando en mis clases, su nombre es Shiki. La otra sirve sobre todo como mi guardaespaldas, Mio. Ambos son empleados que han estado conmigo desde hace mucho tiempo y que confío en ellos]

–Parece que no están peleando ¿o no? –(Rey)

[Quería que los estudiantes peleen ellos mismos. Si la situación se pone mal, les dije que los apoyen, pero en base, estoy haciendo que les den instrucciones en el combate. También-]

–¡¡Mi hijo no es un trampolín para sus estudiantes!! –

El repentino grito a mi lado hizo que detuviera mis palabras.

Pensé que saldría con eso, así que estaba a punto de dar una explicación. Que precipitado.

[Además, ya que eran estudiantes que asistían en la misma academia, tenía una pequeña esperanza de que tal vez podrían hacer regresar a Ilumgand-sama de nuevo a sus sentidos. Parece que por alguna razón esa persona me odia, así que pensé que si gente de nuestra compañía estaban en el escenario, la esperanza disminuiría]

–¡¡Kugh!! –

Hopelace, que se estaba alineando para la siguiente queja, se calló después de mi excusa.

Esas fueron palabras que originalmente se pensaron por si me preguntaba gente como el Rey de Limia o el director de la Academia, pero supongo que está bien hacer que él lo oiga.

–Joh… Que usted fuera tan considerado hacia un noble de nuestro país. Esa consideración me hace feliz. ¿Cierto, Hopelace? –(Rey)

En la segunda mitad, los duros ojos del Rey se dirigieron hacia Hopelace.

Puedo sentir que su objetivo es hacer que Hopelace me perdone.

Aunque bien, no hay una necesidad real.

[Es sólo un plan en donde lo dejo en las manos de mis estudiantes. No hay necesidad de agradecerme por ello]

Mientras saco lo mejor del tembloroso Hopelace, me dirijo hacia el rey y bajo la cabeza.

Además, por lo que veo, Jin y los otros no tienen ningún margen de maniobra para preocuparse por algo.

–En cualquier caso, está yendo hacia atrás y adelante. No puedo ver quién ganará. –(príncipe)

El príncipe habló.

–Joshua, tampoco puedes decirlo eh. –(Rey)

–Sí, pero hay algo que no entiendo. ¿Por qué utilizan únicamente el elemento fuego? Además, que todos ellos puedan utilizar el elemento fuego es extraño. –(príncipe)

Parece que no tiene mucho conocimiento sobre esa área.

La especialidad de la realeza y los nobles es, como era de esperar, la política, después de todo eh.

–Fumu. Raidou, ¿puede explicarlo? Si es que puede por favor. –(Rey)

¿Pero está bien que yo responda a eso?

Hay dos caballeros aquí después de todo.

¿No debería pedirles su opinión a ellos primero?

Dejando a un lado la parte sobre el elemento fuego, los caballeros deben tener sus propias opiniones sobre Ilumgand.

–Raidou, no me importa. Por favor, explíquelo. –(Rey)

Pensando en eso, dirigí mi mirada hacia los caballeros. Tal vez el rey comprendió lo que estaba pensando, lo ordenó de nuevo.

[Como puede ver, Ilumgand-sama se ha transformado en ese cuerpo gigante. Y bien, sobre todo porque la batalla ha pasado por un largo período de tiempo, puedo decir que la característica de la variante es principalmente el factor de la magia]

–Magia eh. –(Rey)

[Sí. El actual Ilumgand-sama posee una resistencia firme hacia la tierra, agua y viento; todos los elementos excepto el fuego]

Las explicaciones detalladas sobre absorción, resistencia, y anulación; en este caso, simplemente no la haré.

–A tres elementos dice. –(Rey)

[Por suerte, los estudiantes están todos entrenados para utilizar varios elementos, por lo que pueden pelear contra él con el único elemento que es eficaz contra él. Creo que la magia no elemental también funcionará, pero la eficacia obtenida comparado con el consumo de poder mágico es mala, así que creo que la decisión de ellos es correcta]

–Todos… ¿pueden utilizar varios elementos? ¿Entonces ha hecho que aprendan elementos distintos de aquel con el que nacieron? –(Príncipe)

Cuando el príncipe habla en una manera cortés, en lugar de un príncipe, suena más como un mayordomo.

Soy una parte de la clase baja, por lo que creo que debería estar actuando como las otras personas de clase alta.

[Sí, es por eso que pueden proporcionar una pelea decente]

–¿Entonces por qué no pueden hacerlo retroceder? –(Príncipe)

[Creo que la razón principal sería que la restricción elemental está limitando sus opciones. El elemento fuego originalmente posee pocas habilidades de restricción, y es más adecuado para atacar y auto-mejora. Además de eso, Ilumgand-sama está absorbiendo el poder mágico de sus compañeros de equipo y de los hyumanos de alrededor. Debido a que su poder mágico máximo es cada vez mayor, las magias de desmejora no funcionan para nada. Es más, sus heridas se están regenerando hasta cierto punto, por lo que si no lo terminan con un gran ataque, está el peligro de prolongar la pelea]

Mientras estaba dando la explicación, el Jefe de la familia Hopelace hace de repente una voz amarga.

Miro al escenario.

No lo vi, pero parece que han dado un gran ataque.

Sus brazos fueron arrancados desde el hombro hacia abajo, y el gigante está de rodillas.

¿Brazos?

¿Siguen peleando con el fin de incapacitarlo en lugar de derrotarle?

Parece que Mio decidió que les dio suficientes consejos, ella está mirando la pelea sin participar.

Shiki parece estar preparándose para la curación por si acaso y mira el progreso de la batalla.

Parece que los siete están bastante fatigados. Hasta el punto de que soy capaz de verlo incluso desde donde estoy.

De lo que puedo decir, están en un nivel en donde ya es difícil que ellos apunten a incapacitarlo.

[Parece que la batalla ha progresado un poco. Sin embargo, parece que sus voces no le llegan, y no tienen la resolución de acabar con él]

En términos de resistencia, Ilumgand es el que está en ventaja.

Además…

Mientras estaba pensando en algo que me molestaba, la cosa por lo que estaba preocupado, paso.

La regeneración de los brazos de Ilumgand.

Aaah…

Esto probablemente romperá sus espíritus.

–¿Qué?, ¡los brazos que perdió están! –

–Regenerándose… –

–Ilum… –

¿Hm?

Antes de que Jin y los demás se agitasen por la situación, una de las personas de allí tomó la iniciativa y se precipitó con la espada en su mano.

Misura.

¿Él está entusiasmado porque no tuvo mucha atención en las batallas en equipo?

Pero entrar en este momento y así levantar el espíritu es una buena idea.

En una situación en la que su resistencia está siendo socavada, sería malo que pierdan su fuerza de voluntad.

Él también debe estar cansado, pero parece que puede desviar adecuadamente la gran espada lamentable que ha sido absorbida en el brazo derecho de Ilumgand.

La batalla ha comenzado una vez más, hasta el punto en que tienen que darle otro gran ataque.

Gracias a la iniciativa de Misura, de alguna manera han logrado levantarse.

(Waka-sama)

¿Shiki?

¿Qué sucede? ¿Hay algún problema?

Afortunadamente, en este momento todos los de Limia están mirando al escenario.

Tengo algo de espacio para hablar con Shiki por transmisión de pensamiento.

(¿Qué? ¿Un problema?) (Makoto)

(Sí. Alrededor de dos) (Shiki)

(Oigámoslo) (Makoto)

(Primero, acerca de esta variante. Parece que va a ser imposible que los estudiantes lo incapaciten con dolor. Por otra parte, el hecho de que él era un ex estudiante está haciendo que no puedan demostrar su poder de batalla original, por lo que…) (Shiki)

(¿Probablemente no serán capaces de vencerlo?) (Makoto)

(… Sí. Si es sólo derrotarlo, ya han marcado a la médula oblonga como lo que parece ser su punto débil, pero puede ser difícil) (Shiki)

(Ya veo. Cuando parezca que es totalmente imposible, Shiki, intercambia con ellos e incapacítalo. ¿Y lo otro?) (Makoto)

(Parece que otro de ellos ha entrado aquí. Está el peligro de que pudiera dirigirse a los asientos de los espectadores, así que tenga cuidado) (Shiki)

(Oh, ya veo. Gracias, voy a tener cuidado) (Makoto)

Parece que nada especial ocurrió durante nuestra transmisión, y fui capaz de terminar de forma segura la transmisión de pensamiento con Shiki.

Hmph… Uno más está viniendo aquí eh.

Incluso si su mecanismo es el mismo, sus poderes pueden ser diferentes.

Tengo que estar en una distancia donde pueda proteger a esta gente en cualquier momento.

Ya que no estoy seguro de si seremos capaces de curar a Ilumgand, no sé si hay un punto en incapacitarlo.

Sólo pensé que sería más fácil hablar con el Jefe de la familia Hopelace si su hijo no muere.

¡¡¿?!!

De repente, la tensión alrededor nuestro aumentó.

Por un segundo pensé que la situación de la batalla cambió de nuevo, pero cuando miré, no hubo un cambio real.

El Rey de Limia y el Jefe de la familia Hopelace están en el lugar más cercano al escenario, en las barandillas de los asientos de los espectadores.

Y un paso detrás de ellos, está el Príncipe Joshua.

Pero esa composición se movió.

–Rey, por favor, ¡de un paso atrás! –

Uno de los caballeros gritó y los dos caballeros desenfundaron sus armas y corrieron hacia la parte de atrás.

Probablemente estaban usando percepción mágica y observando sus alrededores.

En el lugar a donde estaban corriendo no había nada visible, pero en un lugar un poco alejado de aquí, en el corredor de salida de los asientos de los espectadores, aparece la sombra de una variante de color gris.

Uwaaa… Su apariencia es bastante diferente.

Su cambio es tan grande que ni siquiera se parece más a un humanoide.

Una persona que se ha desarrollado de una manera anormal.

Tiene dos piernas, y más de la mitad de su parte superior no está compuesta por el torso, los brazos, y luego la cabeza.

Es sólo cabeza.

Y su boca sobresale como el pico de un pájaro, y aún así, tiene colmillos.

aún está bastante lejos, pero a pesar de eso, su boca es tan grande que puedo decir que tiene colmillos.

Además de eso, en comparación con una persona, sus ojos eran más parecidos a los de un caballo, grandes ojos negros situados a los lados de la cara.

Diciéndolo sin rodeos, es repugnante.

En lugar de pelo, su cabeza tiene varios tentáculos ondeando. Eso duplicó su nivel de repugnancia.

Los caballeros corrieron a pelear contra el monstruo probablemente para evitar pelear cerca del rey.

Ya veo. Estoy de acuerdo con eso.

En ese caso, daré un paso un poco hacia delante y …

–¡¡GYAAAAA!! –

¿Eeh?

Todavía debería haber una buena cantidad de espacio entre ellos, y a pesar de eso, ¿qué está pasando?

El grito del caballero hizo dudar de mis ojos.

Parece que esa cosa ya los alcanzó.

Esas piernas estúpidamente grandes no son solo de adorno.

Debe haber hecho una carrera con una tremenda potencia instantánea.

Viendo a la variante de color ceniza que cortó el cuerpo del caballero, junto con su armadura en mil pedazos, lo que creó un aerosol de color rojo y gritos, por alguna razón, lo asocié con una bala.

Otro grito se superpone.

No sé si es porque fue atrapado con la guardia baja, o porque sus habilidades no son tan grandes (Voy a dejarlo como que fue lo primero) pero de todos modos, no pasó mucho tiempo hasta que el otro caballero gritara igual.

Los tentáculos ondeantes se volvieron filosos y atravesaron el cuerpo del caballero.

La zona del torso, donde la armadura era más gruesa, no fue traspasado por los tentáculos, pero todas las demás partes lo fueron.

El cuello, los muslos, las articulaciones; áreas en las que la armadura no protegía, y los lugares donde no podían ser protegidos debido a su construcción, fueron perforados.

Probablemente fue fatal.

El lugar donde estaban peleando era un área a la que no podía llegar a tiempo, así que no pude protegerlos.

Podría usar [Sakai] para curarlos, pero si lo hago, esa variante también entraría en el rango.

Además, si pierdo mi supresión de poder mágico, lo que estoy ocultando podría ser descubierto.

Tch.

Pero definitivamente puedo proteger a estos tres.

Puede que no sea la mejor opción, pero tengo que encargarme de eso.

Tomando una posición como para iniciar una marcha con sólo sus piernas, coloca fuerza en ellas.La variante dirige su boca en forma de pico hacia mí.

Ah, esto no es una carrera.

De algún modo podía decir eso.

Parece que mi comparación era correcta.

Esa cosa dispara su cuerpo como una bala y se dirige hacia nuestra ubicación en línea recta.

De acuerdo, vamos a detenerlo y derrotarlo.

Cuando estaba a punto de detenerlo y di un paso hacia adelante, por alguna razón, una sombra paso a mi lado.

¡¡¿?!!

¡¿Príncipe Joshua?!

–¡Padre, por favor, corre! –(Príncipe)

Desenvainando una espada delgada brillante que sólo pensaría que era una decoración, ¡el príncipe se apresura hacia la variante con el fin de proteger al rey!

¡Ah!

¡¿Es un idiota?!

Esto es malo.

Que el príncipe sea herido sería extremadamente malo.

Cierto.

Incluso si no estoy tenso, eso no significa que los alrededores tampoco lo estén.

Aun así, este príncipe-sama es bastante…

Si yo no estuviera aquí, quién sabe lo que hubiera pasado.

(Perdón Shiki. personas heridas o tal vez bajas han aparecido. Quiero que vengas aquí y proporciones tratamiento médico. Mio puede quedarse allí, te dejaré el cuidado de los niños a ti, Mio. Cuento contigo, no dejes que los estudiantes mueran) (Makoto)

Para esos dos caballeros… es probable que sea demasiado tarde.

Pero si se trata de Shiki, tal vez pueda curarlos.

Ya que no tengo libertad de acción, acabo de darles esas órdenes a Shiki y Mio sin hacer una conversación real.

Desde aquí, no puedo decir si esos caballeros están respirando o no, aun así, por lo que veo, esas son definitivamente unas heridas fatales.

No parece como que hayan otros enemigos, por lo que sí sólo detengo a este estará bien.

Apresuradamente corrí detrás del príncipe.

La variante es rápida como se esperaba.

A este ritmo… No lo lograré.

Mi cuerpo no puede de repente pasar de cero a velocidad máxima.

En un instante comprendí que no iba a poder hacerlo, así que hice un “brazo invisible” con poder mágico en el espacio entre el príncipe y la variante, para protegerlo.

Tengo a [Sakai] para ocultarlo, por lo que debería ser invisible.

Si es herido todavía puede ser curado, pero si es posible, quiero que salga ileso.

Mi poder mágico atrapa a la variante cuando estaba llegando a su máxima velocidad.

Y así como así, muevo el “brazo” y lanzo a la variante para separarlo del príncipe.

Aunque aliviado por el hecho de que lo logré a tiempo, agarro al príncipe Joshua y escapo de ese lugar. Salto a un lugar donde la visión de esa cosa no alcance al príncipe.

Maldición. Me he separado ligeramente del rey.

Lo arrojé lejos, por lo que no llegará con otro ataque tan pronto pero, tengo que derrotarlo rápidamente.

[Príncipe, fue un desarrollo repentino, así que por favor perdóneme por mi rudeza. Me encargaré de esa cosa]

Escribir todo eso de una vez, empecé a preguntarme que era esa misteriosa sensación en mi mano.

¿Eh?

–¡¡¿?!! –

Cuando miro hacia abajo, veo la cara rígida del príncipe Joshua.

Tal vez por el impacto de hace un momento, o porque quedó atascado en algún lugar por el camino; una parte de su ropa estaba muy desgarrada y…

Mi mano está encima de eso…

No puede ser, esto es, ¿una teta?

¿Eh?

Mi cerebro está confundido.

–… Explicaré las circunstancias más tarde. En este momento, por favor, proteja a padre –(¿príncipe?)

Teñida en timidez, él, no, ¿ella? Oí su voz baja.

Me apresuré a separar mi mano de su cuerpo.

Incapaz de ocultar toda mi confusión, corregí mi postura como si saltara lejos.

Cierto.

Siento como que he hecho algo bastante malo, pero en este momento la prioridad es encargarme de esa cosa.

Genial, parece que la cosa todavía esta mareada.

Lo restrinjo con [Brid] y acorto la distancia.

Lo que use fue un [Brid] no elemental.

Sin canto ni elemento. Planee ganar con eso, pero no resultó ser una herida mortal.

Sin embargo, fue más que suficiente como para hacerlo retroceder.

Gracias a eso, pude acortar distancias más que suficiente. Envolví poder mágico en mi mano derecha y le di un puñetazo al lado de su cara.

La variante, salió volando con mi puñetazo, golpeó varios asientos y barandillas por el camino y fue frenado por ello.

Estupendo.

Con esto, el rey de Limia debería estar a salvo.

Hechizos no elementales tienen la tendencia de tener menos poder de fuego en comparación con los hechizos elementales del mismo nivel, pero por lo que vi recién, un [Brid] es lo suficiente como para derrotarlo.

Hago un aria rápida, y haciendo un gesto como si preparara un arco, disparo una flecha blanca.

El [Brid] que dio justo en el pico no lo perforó inmediatamente y envió a la variante entera a la parte de atrás, zigzagueando por su camino hacia una parte de los asiento de los espectadores.

Esto se debe a que he reducido el poder perforador a propósito.

No sé lo que podría hacer, así que pensé que sería mejor mantener la distancia.

Pero parece que mis preocupaciones fueron innecesarias.

La variante se hinchó como si unas burbujas comenzaron a aparecer en su interior, y después, se dispersó en todas las direcciones y murió.

Ah, estaba preocupado por un segundo.

Veo que Shiki ha comenzado con el tratamiento de uno de los caballeros y suspiro una vez.

Parece que al menos uno de ellos se salvará.

He terminado un trabajo ahora.

… Sobre el príncipe, espero que no se convierta en un nuevo problema. Pero bueno, no creo que eso sea posible.

Si fuera sólo la pelea sería muy simple…

Trato de no hacer contacto visual con el príncipe y la llevo hacia donde está el rey.

Mientras pensaba en todo eso, oí un grito incomparable a los anteriores.

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          Tsuki ga capitulo 137   
–¿Que está pasando? –

La pelea aún no ha comenzado.

Aun así, en mi camino, hice una pregunta a nadie en particular.

– – -La situación. – – –

El ex Ilumgand ha aumentado a casi el doble de su tamaño original y se ha convertido en una cosa con forma humanoide que brilla tenuemente.

El cuerpo que parece una bola de carne se ha vuelto ahora un tanto delgado.

Se ve como un gigante mal hecho.

Y en su mano, sostenía el cuerpo de uno de sus compañeros caídos.

El daño es terrible y con sólo una mirada se puede decir que esa persona está muerta.

Al mirar la boca del monstruo, puedo decir lo que pasó en cierta medida.

–Esa cosa se movió. Cuando él estaba comiendo, los estudiantes llegaron a detenerlo. Y así es como esta situación terminó así. –(Makoto)

Sin ninguna duda, eso come gente.

Creo que la voluntad de Ilumgand ya se ha ido.

No está haciendo ningún ruido extraño. Tal vez recibió una orden de algún tipo, ¿o será que simplemente se mueve por sus propios instintos violentos? Eso es aún desconocido.

Jin y los demás están de pie en el escenario en donde está Ilumgand en posición de batalla.

Puede ser leve, pero puedo sentir una vacilación, o más bien desconcierto, de todos allí.

Probablemente sintieron una emoción similar al temor después de ver a Ilumgand comerse a un compañero de equipo, en otras palabras, un compañero que asiste a su misma escuela.

–¿La Academia no está enviando ayuda? –(Makoto)

–Están saliendo justo ahora. –(Shiki)

Shiki me responde.

Después de lo que dijo, un grupo de personas vestidas de color púrpura salieron del pasillo que conecta con la sala de espera.

Pero que gustos.

Púrpura.

El grupo de alrededor de diez, apuntaron sus báculos a la espalda del gigante y comenzaron su arias.

Sus números son pocos, ¿pero tal vez tengan buenas habilidades?

¿O es el daño a otros lugares más grandes de lo esperado y no pueden mover a tanta gente?

Vamos a confiarle ese aspecto a Tomoe.

–Tomoe, quiero que vayas a captar el daño alrededor de la ciudad y que me lo reportes. No me importa si es sólo aproximado. ¿Puedes hacerlo? –(Makoto)

–Déjamelo a mí. –(Tomoe)

La pelea comenzó.

Jin y los demás todavía están en alerta sin participar.

Están esperando y viendo.

Parece que esos tipos de púrpura no les han dicho que peleen de repente, por lo que sólo le están dando prioridad a observar.

En el grupo púrpura son todos magos.

Tienen báculos equipados y también están haciendo arias mágicas, por lo que no debería haber ningún error.

… Tal mal balance.

–Shiki, ven a ayudar. –(Tomoe)

–Entendido. –(Shiki)

Shiki asiente a la orden sin-preguntas de ayudar de Tomoe.

El fuerte de Shiki es elemento tierra.

Tanto el viento como la tierra son buenos para la topografía.

Si ambos cooperan, seremos capaces de confirmar la situación de una manera bastante rápida.

Me siento y descanso mi barbilla en una mano.

Viendo el avance de la batalla, una vez más pienso en el método que debería tomar.

–Ara ara, los magos se están acercando tanto. ¿Pero que es lo que están pensando? –(Mio)

Mio es directa sobre la situación.

La fuerza de combate de la Academia no debería ser sólo esto.

A decir verdad, esta Ciudad Academia es una tierra sin experiencia en combates.

No hay peleas, por lo que incluso hay rumores que dicen que los gastos en materia de defensa están siendo puestas en otras áreas.

Aún así, deberían tener un poder de combate de un cachorro de tigre, por lo menos.

Especialmente en el festival escolar cuando las potencias de diferentes países los visitan.

Deberían tenerlos preparados por si acaso.

Los visitantes que vienen aquí deben tener sus propios guardias y un poco de poder de combate con ellos para protegerse a sí mismos.

El problema es si eso será suficiente.

Si eso no es suficiente, seguramente tendríamos que intervenir.

Si nos involucramos, la negociación con la raza demonio será más difícil.

–Eso es interesante-desu wa. Ese monstruo. De los 4 elementos básicos, está anulando a 3 de ellos. Para algo que es prácticamente un fracaso de una mezcla hyumana, está bastante bien hecho. ¿Será un subproducto, o un efecto esperado? –(Mio)

Hmm.

Al oír las palabras de Mio, levanto mi cabeza.

Los 4 elementos básicos eh.

Ella se refiere a los elementos de tierra, agua, fuego y viento.

La mayoría de los espíritus son de esos elementos y la mayoría los utilizan, entonces es así como son llamados.

A pesar de su apariencia exterior desagradable, tiene altas especificaciones.

Cuando miré, el lado de los magos púrpuras incrementaron repentinamente su poder.

Fue en un instante.

No parecía como si hubieran hecho algo. ¿Es posible ese tipo de fortalecimiento?

… Ah.

Me di cuenta de qué se trataba.

–La bendición. –(Makoto)

–Eso parece -desu. Pero solo aumentar la potencia de fuego no va a ayudar mucho en esta situación. Porque todo es magia de ataque. Y por si fuera poco, hay muy pocos usando el elemento efectivo, el fuego. Con eso, ellos sólo aumentarán su vigor wa-desu. –(Mio)

Dijo Mio muy sorprendida.

El progreso de la batalla se mueve como si coincidiera con sus palabras.

Los magos lanzaban sus magias e Ilumgand hacía un grito demoledor. No sonaba como si se estuviera debilitando. Eso fue un grito que se sentía como si se estaba fortaleciendo.

Ilumgand se dirige hacia el grupo de púrpura y acelera.

Mostró un gran poder instantáneo.

Bien entonces.

Parece que el turno de mis estudiantes no llegará por un tiempo.

Por lo tanto, sobre la manera de utilizar este disturbio.

El éxito de esto (aunque no sé cuál es el factor que indique el éxito del mismo) debería ser importante para la raza demonio en cierta medida.

Debe ser por eso que Rona no me dijo nada y así lo puso en acción.

Quiero Kaleneon, pero no puedo pasar por alto este alboroto hasta el final.

En ese caso, ¿cómo debo actuar?

Mientras que distraídamente… Echo un vistazo a la fuerza de combate de la academia que se rompe, me irrito por mis pensamientos que no muestran signos de organizarse.

–Waka, tengo una idea aproximada de la situación. Parece que hay unos 50 de esos monstruos alrededor de toda la zona. Las formaciones de teletransporte y las formaciones de teletransporte auxiliares están siendo atacadas activamente y fueron destruidas. Hay unos pocos en los pueblos de los alrededores, y muestran el mismo patrón. Además, la interferencia de la transmisión de pensamiento, puede ser débil en este momento, pero parece que es sólo el principio. Puede que no sea visible en Ciudad Academia, pero en los pueblos de los alrededores, se siente como que están cerrando lentamente el círculo. –(Tomoe)

Tomoe, eso fue rápido.

E incluso también captaste la situación de los pueblos de los alrededores.

Que gente aterradora.

–Ya veo. ¿Y la situación de la batalla? –(Makoto)

–No es buena. Tal vez estaban más acostumbrados a la paz de lo esperado. No han sido capaces de derrotar a uno solo aún. Parece que lo están haciendo bien en contener a uno de los monstruos que se dirige a la formación de teletransporte interna de la Academia, pero los otros lugares han recibido una gran cantidad de daños. –(Shiki)

Vaya vaya.

Ya veo. La están teniendo difícil.

Si no es sólo éste sino que son todos los que están afuera los que están teniendo esta negación mágica o lo que sea, puede que sea un rival difícil para los estudiantes y magos.

Puede colapsar la noción de la academia.

Bueno, no es de extrañar.

Este lugar no ha sido nada más que pacifico después de todo.

En comparación con Tsige y la base, este lugar prácticamente no tiene tensión.

Escuchando el informe de Shiki, he comprendido que la situación se pondrá mala si no nos unimos para suprimirla.

–Waka-sama, esos tipos han sido acabados-desu wa. –(Mio)

Oh.

Mio me notifica sobre que fueron acabados con un suspiro mezclado.

Para esos chicos de púrpura que sirvan sólo como una comida… ¿qué tan débiles pueden ser?

–¿Jin y los otros no ayudaron? –(Makoto)

–Lo hicieron, pero su forma de lucha no fue una buena-desu wa ne. No se movieron como lo hicieron en los enfrentamientos. –(Mio)

Que inusual.

De los informes que he recibido de Eris, he oído que son capaces de moverse adecuadamente cuando pelean contra mamonos.

No se puede evitar. Parece que necesitan instrucciones.

Ahora que lo pienso, cuando me empujaron al sitio de entrenamiento real por Sensei, era torpe hasta que me acostumbré a ello.

Ellos también son estudiantes. Incluso si su cuerpo no se mueve como quieren, no hay nada de qué avergonzarse.

Bueno, no sería bueno si acaban muriendo a causa de eso, pero en este momento estoy aquí con ellos.

–Caray. Mi evaluación de ellos se había ido un poco más alta, y poco después, mostraron un comportamiento tan triste. –(Mio)

Uh, se siente como soy yo quien recibe esas palabras.

–Shiki, ¿no los mimaste demasiado? Utilizar tu elemento fuerte de una única manera, eso es un patrón de hyumanos. Deberías enseñarles adecuadamente cómo tener un campo de visión más amplio como en la vez en que estaban peleando en las batallas en equipo. –(Mio)

Que estricta, Mio.

¿Por qué es que? Siento como si toda su reprimenda está dirigida hacia mí.

Ah, yo soy del tipo que sólo puede hacer una cosa.

Además, soy del tipo que se pierde cuando estoy bajo presión.

Puedo hacer este tipo de peleas con facilidad, pero cuando se trata de negociaciones y de negocios, muestro mi verdadero yo de inmediato… ¿Mh?

–… ¿Eh?–

Utilizar tu fuerte con un campo de visión más amplio…

Mi fuerte…

Poder mágico y defensa. Además, la capacidad de hablar. {NTI: Probablemente se refiera a su capacidad para hablar con otras razas}

He usado mi capacidad de hablar y la hice brillar en diferentes aspectos, pero ¿qué pasa con mi poder de combate?

Odio amenazar con fuerza bruta, así que no lo hago, ¿pero hay muchas otras formas de usarlo aparte de esa?

En los negocios, en el trabajo, en las cosas dignas, pensé que tenía que hacerlo de manera correcta y justa.

En base, no ha cambiado incluso ahora, y es por eso que no he utilizado mercancías de tipo poder.

Porque si tuviera que poner mi poder de combate como mercancía, lo que sería óptimo para nosotros sería convertirnos en un grupo de mercenarios. Ya estamos utilizando Asora, por lo que ese sistema sería demasiado ventajoso para los comerciantes.

Intercambiar vidas por dinero se siente un poco mal para mí, esa es la mayor razón por la que no lo hago, pero…

Entonces, ¿cuáles serían las correctas y justas?

Siento que algo encaja ahí…

La violencia es también una de las cartas que tengo.

No, yo no estaría en peligro de forma activa.

Pero estar preocupado por algo que no voy a estar usando constantemente es… ¿inútil?

Si nuestros alrededores captan aunque sea sólo una impresión de que somos un grupo que posee diversas habilidades, aparte de los negocios, es obvio que nos verán como una amenaza.

Usando el respaldo del país, ellos ponen presión sobre otros comerciantes.

Utilizan la posición que han construido como ventaja frente a los recién llegados.

Creo que eso es una técnica de negocios obvia.

Entonces, poner tus activos en un uso diferente, ¿no es algo similar?

Contactos personales, activos, poder; ese es el poder de esos tipos.

Utilizar todo de ti para desafiar a algo no es extraño.

¿No es aún más extraño excluir la fuerza?

Es cierto que tal vez no sea bueno para tu imagen, pero hay otras formas utilizar la fuerza, aparte de hacerle daño a alguien.

Cierto. Por ejemplo: en una situación en la que hay una amenaza que utiliza la misma fuerza para causar daño.

Miro los asientos de los invitados.

Todavía veo a unas cuantas personas allí.

El jefe de la academia probablemente está allí también, usando la transmisión de pensamiento para transmitir órdenes.

Ver a su propia fuerza de combate derrotada tan fácilmente debe haber afectado a su espíritu.

… Sí.

Vamos a probarlo.

–Waka-sama, ¿qué ocurre? Parece que sus alumnos van a estar peleando. –(Mio)

–… Mio, y también Shiki. Por favor, denles instrucciones a Jin y los demás. Si están a punto de ser acabados, está bien que los ayuden. –(Makoto)

–¿Eh? –

–¿Jah? –

–Nn, ¿ no me escucharon? –(Makoto)

–¡No, no es eso! Entendido! –(Mio)

–Sus órdenes han sido recibidas. Voy a darles instrucciones como mejor pueda y haré que adquieran experiencia. –(Shiki)

Les pido de nuevo y Mio y Shiki que corran allí.

Después de llegar a la parte interna de los asientos de la audiencia donde está la barandilla, saltaron hacia el centro del terreno del Torneo, sobre el escenario.

También está la promesa que le hice a Rembrandt-san.

No dejaré que ni uno solo de mis estudiantes muera.

También, como dijo su esposa: “Experimentar la sensación de estar a punto de morir seguramente les servirá en el futuro.”

No como el ataque por sorpresa al dragón de bajo grado. Sin duda hay un significado diferente en pelear en un combate de frente.

Pues bien, aunque desde el momento en que llegué a este mundo, las peleas fueron en su mayoría fáciles para mí, así que no estoy en condiciones de decir eso.

–Tomoe, ven conmigo. –(Makoto)

–Como quieras. Parece que te has decidido sobre qué hacer. –(Tomoe)

–Sí. Por ahora, voy a proteger a esta ciudad detrás de la escena. Por favor haz que Lime y Mondo se muevan. Está bien que rescaten a los residentes. Si la situación no ha disminuido después de eso, pueden decidir libremente si quieren suprimirla. Y mientras están en eso, capturen a uno o dos como muestras y que los envíen a Asora. Dejaré los detalles de las ordenes a ti. –(Makoto)

–Permíteme confirmar esto, ¿está bien que yo entre en escena cuando lo crea apropiado? –(Tomoe)

–Sí, te lo dejo a ti. Te daré los detalles después de que este lugar esté totalmente bajo control. –(Makoto)

–Como quieras. Y entonces, ¿a dónde vamos ahora? –(Tomoe)

–Vamos a ayudar a las personas que se encuentran en el lado de los invitados. En esa parte, vamos a actuar como héroes justicieros. –(Makoto)

–… Ya veo. No vas a ir con los residentes, sino con las personas que tienen puestos en los países. –(Tomoe)

–… Te dejaré eso a tu imaginación. –(Makoto)

Tomoe probablemente sabe todo lo que estoy pensando.

Si quiero que los invitados escapen a un lugar seguro, tener a Tomoe sería la mejor opción.

Soy un comerciante, y ella es mi acompañante y ayudante cercana.

Si quiero que miren a la Compañía Kuzunoha, es más fácil que les muestre a Tomoe y a Mio.

Mi pensamiento es aún poco profundo, pero Tomoe se atiene a ello.

Puede ser difícil, pero estoy agradecido.

Mi pensamiento es simple.

Recompensa y castigo.

Ayudar e intimidar.

Lo que está bien que nosotros hagamos cuando utilizamos fuerza.

He empezado a pensar que las cosas que podemos hacer en realidad son muchas.

Siento que mi campo de visión se ha incrementado en un instante.

Puede ser grosero utilizar a los invitados que probablemente están asustados como mis primeros sujetos de prueba.

Hacer algo como esto, ¿dejará una buena impresión?

De hecho es una idea extremadamente simple.

Me dirijo a los asientos de los invitados con sentimientos como si tuviera que rendir un examen después de estudiar toda la noche.

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Tucked away further up Avenida Diagonal from the main stretch of clubs and bars, BeCool remains largely the preserve of in-the-know locals. Weekends are the highlights at this medium-size venue, with electronic music predominating. The line-ups tend to be impressive: John Tejada, D'Julz, and Aril Brikha are a few of the DJs recently billed. The revolving dancefloor adds an element of comedy to proceedings, and the pop, rock and indie nights in the upstairs bar attract a loyal following of cool kids with even cooler haircuts. A good solid choice for the weekend.
• Plaça Joan Llongueras 5, salabecool.com

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18 - Alexis Dabin This Proudhon and mutualism February 10, 2011

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Tier 1 PJ Proudhon
Proudhon's philosophy from what appears to be the two essential principles of his thought: Justice and mutuality.
These two concepts form the grid reading of the whole of his work . Proudhon envisaged as interpersonal relationships, economic or political relations in through the prism of these two principles. They allow him to navigate the maze of social issues and give concrete answers to the many problems affecting society.
The French Revolution is a milestone in the history of law. In the Old Regime, the society was organized hierarchically, with men were seen as inherently unequal. Proudhon said that with the French Revolution, "the spirit of morals and legislation [change] from top to bottom. More subordination of man to man, therefore more hierarchy, more church, more than dogma, more faith. " According to him, with the proclamation in 1789 of the principles of freedom and equal rights, social order is virtually transformed.

But if the Revolution was formally abolished the old social order and established the principles of a new organization of society, the revolutionaries could not deduce any practical consequences. They were unable to identify the specific rules of organization of society that guarantees everyone the freedom and equality rights. The law has not been reformed in all its branches according to newly proclaimed principles. Since this reform has not been fully resolved, the company remains the nineteenth century, in large part, subject to rules of the old legal order. The arbitrary standards, the system of privileges and social inequality that we hoped to have abolished, continue, still more virulent than under the old regime.
.............



          Avery Table Tents 5305   
Mohamed Hassan: "the causes of the revolution far beyond Tunisia Ben Ali and his party. "

Tunisians brought down the dictator Ben Ali. Today, they continue to fight against his men to head the transitional government. In this new chapter of our series "Understanding the Muslim world," Mohamed Hassan * ((photo-cons) explains the implications of the revolution of Tunisia and its root causes: how nationalism Liberal advocated by Tunisia under Bourguiba interests Western, plunging people into poverty, how a repressive state has put in place to maintain this system, why dictatorships in the Arab world are caused to fall, and how Islam became the condom imperialism




http://w41k.info//48669

(Gregory Lalieu Michel Collon)


In December 2010, riots broke out in Tunisia. A month later, President Ben Ali fled the country after twenty-three year reign. What are the causes of this revolution? And why is it popular movement succeeded in bringing down the dictator where other attempts have failed?

For there to be a revolution, it is necessary that people refuse to live as before and that the ruling class is no longer able to govern as before. On December 17, 2010, Mohamed Bouazizi, a young seller of fruits and vegetables, has sacrificed out of desperation after police had confiscated his goods himself, and that local authorities have to stop working. The conditions were ripe for a revolution broke out in Tunisia Bouazizi and suicide was the trigger.

Indeed, the Tunisians did not want to live as before: they were not accepting corruption, police repression, lack of freedom, unemployment, etc.. Moreover, the ruling class could no longer govern as before. Corruption under Ben Ali had taken a phenomenal amount while the majority of the population had to face insecurity. To maintain this status, police repression would be higher but it had reached its limits. The ruling elite was completely disconnected from the people for whom there was no interlocutor. Therefore, when popular revolts broke out, the ruling class had no choice but to quell the violence. But with the determination of the people, the repression reached its limit. This is one of the keys to the success of the popular revolution of Tunisia: it managed to reach all segments of society, including members of the army and police who sympathized with the demonstrators. The repressive apparatus could no longer function as before either. If a revolt occurs but is not able to combine different segments society, it can not lead a revolution.

Even after the departure of Ben Ali, the protests continue. The situation that Tunisians refuse is not the result of one man? For

signs "Ben Ali emerges" signs were followed by "CDR releases. Tunisians are attacking the president's political party because they fear that one of his men to take power. But in reality, the root causes that led to revolt Tunisians far outweigh Ben Ali and the RCD. It is not enough to turn the president for the people earns his freedom and improves living conditions.

corruption, unemployment, social inequality ... What are the effects of imperialist domination of the West over Tunisia. For Tunisia, after independence, became a project of the United States.

What do you mean by imperialism?


Imperialism is the process by which capitalist powers politically and economically dominated by foreign countries. Western multinationals plunder the resources of Africa, Latin America and Asia. They find opportunities for capital they will accumulate and exploit cheap labor market. I say that multinationals are not buying as they plunder the resources at their fair value and the local people not benefiting from these riches. And this looting would not be possible if these countries operated, there were no leaders to defend the interests of multinationals. These leaders are getting richer in the process. They constitute the so-called comprador bourgeoisie. They have no political vision for their own country does not produce wealth and do not develop a real economy. But personally enriched by trading resources their countries with multinationals. Obviously, the people are the biggest victim in all this!

When you're a nationalist anti-imperialist cons, you are looking to develop for yourself. You nationalize key sectors of your economy, rather than leaving the management to foreign companies. This will create a national economy in the country and you allow it to grow on the basis of independence. That's what I call a national democratic revolution: national independent because of the imperialist powers, democratic as against feudalism and the elements reactionaries in the country.

However, Bourguiba, Tunisia's first president, was considered a socialist. And during his reign, the state played a very important role in the economy.


Bourguiba's political party was socialist in name only. If the state played an important role, it was only for the benefit of an elite only. This is called state capitalism. In addition, Bourguiba has systematically eliminated all the progressive elements and anti-imperialist in his party. So that this party became the party of one man, completely subject to U.S. imperialism.

Habib Bourguiba , great actor in the struggle for independence, was president of Tunisia from 1957 to 1987


What Was Tunisia important for the United States?

To understand the importance of that country to the U.S. strategy, we must analyze the political context of the Arab world in years 50 and 60. In 1952, officers overthrew the monarchy of King Farouk of Egypt and proclaim a republic. With Nasser at the helm Egypt becomes the basis of Arab nationalism inspired with revolutionary ideas of socialism. As evidenced by the nationalization of the Suez Canal, Nasser's arrival in power is a blow to the West because the Egyptian president's policy is totally at odds with the hegemonic Western powers in the Near and Middle East. Worse still: the anti-imperialist ideas of Nasser are emulated in the region. In Yemen for example, where in 1962 a revolution divided the country, the South becoming a bastion of Arab revolutionary movement. The same year, the independence of Algeria sends a strong signal to Africa and the Third World, the imperialist powers put on alert. Libya also note the Qaddafi coup in 1969. The colonel took power and nationalized major sectors of the economy, to the chagrin of the West. The same year, the Islamic revolution in Iran toppled the Shah, one of the most important pillars of U.S. strategy in the Middle East.

short, at that time, an anti-imperialist movement defies strong strategic interests of the United States in the Arab world. Fortunately for Washington, all countries in the region do not follow the path of Nasser. It the case of Tunisia. In 1957, a year after the independence of Tunisia, Bourguiba was one of the first Arab leaders to send U.S. in the prestigious journal, Foreign Affairs. The title of the article? Nationalism best antidote to communism. For the United States who want to counter the influence of Nasser is a godsend! Bourguiba wrote in his article: "With the regard, Tunisia has chosen to make unequivocal its way into the free world from the West." We are in the Cold War. The Soviets argued that Nasser's influence grows in the region. And the U.S. needs pro-imperialist agents Bourguiba as not to lose strategic control of the Arab world.

Nasser announced the nationalization of the Suez Canal in 1956

Can we be both nationalist and pro-imperialist?

Bourguiba was a liberal nationalist with anti-communist ideas which led him to join the imperialist camp in the West. In fact, I feel like George Padmore Bourguiba Arabic. Padmore was a leading Pan-Caribbean origin. In 1956 he wrote a book called Pan-Africanism or Communism: The battle ahead in Africa. Like Bourguiba, he fed anti-communist ideas and even if he declared himself a nationalist, his political vision was largely subservient to the interests of imperialist powers. Nationalism served as a cover, their policy is far from being independent. Padmore had a great influence on the first president of Ghana, Kwame Nkrumah, one of the instigators of the African Union. Its pro-imperialist ideas were able to spread across the continent with the result that we see today is celebrated around the golden jubilee of independence in Africa, but many Africans know they have never become independent. President Nkrumah himself later regretted having taken the advice of Padmore.

In Tunisia too, the submission to imperialist interests has quickly been felt and it turned out that nationalism advocated by Bourguiba was a facade. In the 70s, for example, the President has passed a series of measures intended to attract foreign investors: tax exemption on company profits for ten years, exemption from all duties and taxes for twenty years, exemption from Tax Income property values, etc.. Tunisia has become a vast workshop of Western multinationals in recent repatriation of profits.

Tunisia did she not still been some good progress under Bourguiba?

Yes, there have been positive developments: education, status of women, etc.. First, because Tunisia were the progressives in his elite players, but they were quickly dismissed. Then, because Tunisia was to be dressed in his finest dress. Indeed, this country played a major role in the strategy of the United States to counter the influence of communism in the Arab world. But what had you on the other side? Progressive revolutionary movements that had toppled backward and monarchies who enjoyed popular support. You could not counteract this movement by advocating a feudal system. Saudi Arabia has done so because it could use its oil money for that. But Tunisia, unable to rely on such resources, should provide some progressive image. In the fight against communism, it was supposed to represent a successful Third World countries have chosen the path of liberal nationalism.

But behind the scenes was less flattering. As I said, Bourguiba has systematically eliminated the progressive elements that do not follow his steps. The anti-imperialists who wanted an independent Tunisia both economically and politically, those who wanted to assert their own position in the Third World and the Israeli-Palestinian conflict, all were opposed. Tunisia has in fact been used as a laboratory of the imperialist powers. And what was supposed to represent the success of liberal nationalism has become a dictatorship.

When Ben Ali Bourguiba succeeded in 1987, he continues on the same track?


Absolutely. One can even say that the submission to Western interests has grown. Ben Ali was a pure agent of U.S. imperialism. In 1980, as ambassador to Poland, he even served as a liaison between the CIA and Lech Walesa, the union leader who fought against the Soviet Union.

In 1987, when Ben Ali assumed the presidency of Tunisia, the country was deeply in debt by the capitalist crisis of 1973. Moreover, at that time, the ideas of Milton Friedman and his Chicago Boys were very popular. These ultra-liberal economists believed that the market is an entity capable of regulating themselves and that the state should certainly not interfere in the economy. The technical elite Tunisian largely from U.S. schools were highly influenced by theories of Friedman. Ben Ali then left the state capitalism in effect at the beginning of the era Bourguiba. Under the supervision of the IMF and World Bank, he began a privatization program much more massive than what his predecessor had already begun in the 70s.

What were the effects of this new economic policy?


First, privatization of the Tunisian economy has allowed Ben Ali and his wife's family, Trabelsi, personal enrichment. Corruption has reached a very high level, Tunisia has become a country totally subservient to imperialism, headed by a comprador bourgeoisie. Obviously, Ben Ali and his clan did not have many raw materials to selling out to Western multinationals. But they took advantage of the education system established under Bourguiba to develop a service economy. Indeed, the Tunisian workforce is highly educated and inexpensive at a time. It therefore attracts foreign investors.

Tourism has also developed strong as to become the mainstay of the Tunisian economy. Here we see the lack of political vision of the elite. Indeed, no country can develop its economy based on tourism if not first developed a national economic base. The tourism industry consumes a lot but reported very little to the Tunisian people. Imagine: while Western tourists consume hectoliters of water to bask in pools, Jacuzzis or golf course, the poor peasants in the south face of the drying soil.

But it's not just the farmers who have suffered from this policy. Overall, the social conditions of the Tunisian people deteriorated while the president's entourage has amassed a huge fortune. Everyone knew the regime was corrupt. So to maintain this system, the system should prevent any disputes. The repression became even more brutal penny Ben Ali simple criticism or even the desire for modernity and openness were not allowed. Such a situation could lead to popular revolt. Moreover, trying to monopolize his clan the wealth of the country, Ben Ali has also drew the ire of some of the traditional bourgeois Tunisia.


You say that political repression was very strong. Is there anyway today, opposition forces can guide the people's revolution now that Ben Ali has fallen?

Genuine opposition parties were banned under Ben Ali. However, some continued to exist underground. For example, the first Tunisian Communist Party could not live openly and organize like any political party in a democracy. But he continued to operate secretly through associations of civil society (teachers, farmers, doctors, prisoners ...). The PGWPP was able to form a social base and fired a solid experience of this period. It is exceptional in the Arab world.

I think two major challenges now await the opposition parties. First, they must come forward and make themselves known to the general public in Tunisia. Then they must organize a united front of resistance to imperialism. In fact, the imperialist powers seek to maintain the system without Ben Ali Ben Ali. We see now with the Union government National rejected the Tunisians, which is very positive. But the imperialist powers will not stop there. They will certainly seek to impose an International Electoral Commission to support candidates who defend to their best interests. It is therefore necessary to resist interference by creating a united front to build a true democracy.


Opposition parties are they able to overcome their differences to create such a front?

I know that some political parties were reluctant to associate Islamo-nationalist movement Ennahda. This movement emerged in the 80s. He advocated an anti-imperialist line and in fact, has suffered political repression. Why not combine Ennahda in front of resistance to the interference of foreign powers? Tunisia is a Muslim country. It is normal that a political force emerges with an Islamo-nationalist trend. You can not prevent that.

But each of these movements must be studied separately, with its own specificities. This was done by the communist PGWPP. They studied scientifically objective conditions that apply Tunisia. Their conclusion is that the Communists and Islamo-nationalists have been victims of political repression and that even though their programs differ, they share common ground: they want an end to dictatorship and the independence of Tunisia. The Communists have proposed an alliance with the Islamo-nationalists long ago. Of course, the PGWPP does not make Tunisia a Islamic state. Its political agenda is different from that of al-Nahda. But it is the Tunisian people who will judge these differences democratically. Elections should be a contest open to everyone. That is true democracy.

Precisely opposition parties gathered in front of 14 January to fight against the interim government of Mohamed Ghannouchi, a henchman of former President Ben Ali. A hopeful sign?

Absolutely, Tunisia is on the right track: all opposition parties banned so far have created a united front to prevent the system is maintained without Ben Ali Ben Ali. Also underline the role played by the base of the union UGTT. The head of the union authorized under Ben Ali was corrupt and working with the state police. But since the basis of the union put pressure on its leaders and members who UGTT were part of the transitional government have resigned. Although much remains to be done, democracy wins Tunisian institutions under pressure from the people.

Western powers opposed to that. They want to impose democracy in Tunisia where only low-intensity "good" candidates would be allowed to stand for election. If you look at the type of democracy that the United States enjoy, you come across Ethiopia. The U.S. government has provided $ 983 million to countries in the Horn of Africa for the year 2010. That same year, Prime Minister Meles Zenawi, in office since 16 years, was reelected with 99.5 percent of the vote! It's even better than Ben Ali! The reality is this: behind their rhetoric in support of the Tunisian people, the Western powers continue to actively support many other Ben Ali in the world.

The United States could not they support other candidates pro-imperialist, but in the eyes of Tunisians, were not associated with the Ben Ali era?

It would be difficult. There is a part of the comprador bourgeoisie which was lésinée by the corrupt system of Ben Ali. But this elite is not strong enough control the popular movement and not enough grounding in the Establishment to win.

The United States had also thought of another strategy: a few months ago, while Ben Ali was still in power, the U.S. ambassador has visited a Communist leader in prison. Officially, a simple observation visit in the framework of respect for human rights. Unofficially, the U.S. anticipated the departure of Ben Ali and wanted to test the waters. Their goal was to get the Communists against the Islamo-nationalists, divide the resistance to imperialism to weaken more. But the Communists Tunisia does not fall into the trap. They are very familiar with the strategy developed by Henry Kissinger in the 80s in the Middle East. They published a very good study on the subject and know they should not take orders from outside or adhere to ideologies manufactured by foreign powers.

Why the U.S. have they abandoned Ben Ali? Had he gone too far in personal enrichment? According to a cable Wikileaks, the U.S. ambassador was very critical of the system of quasi-mafioso Tunisian president, organized corruption are obstacles to investments by foreign companies.

This is not the problem. The United States does not care about corruption. Instead, it is a key element of the system of domination on the U.S. South. In fact, Washington was aware of the internal situation in Tunisia and knew that Ben Ali would not be able to govern. The West must now ensure that the replacement of Ben Ali will continue to defend their interests. The stakes are high. The capitalist crisis is causing serious problems in the West. Besides this, China is getting stronger and now provides more loans than the World Bank and other imperialist powers combined. She even wants to buy a significant portion of the debt of the euro area partly because it has economic interests with European countries, on the other imperialist powers to divide, the EU is historically associated with states USA.

In such a context, the Tunisian people's movement, under the auspices of a revolutionary leadership, could establish an independent government and take advantage of this situation of a multipolar world. The imperialist powers fear that countries that were traditionally under his rule become economically independent, turning also to China. Tunisia could build relationships with the Asian giant to develop its commercial ports. And it would seriously question the concept of the Mediterranean Dialogue, this expansion of NATO to the countries of the Mediterranean that is not a dialogue but a mere instrument of Western domination.

Another country that seems to fear democracy in Tunisia and in the region, Israel. Deputy Prime Minister Silvan Shalom said shortly after the fall of Ben Ali that the development of democracy in Arab countries threaten Israel's security. This country often called only democracy in the Middle East, would he be afraid of competition?

Under a democratic facade, Israel is a fascist, apartheid state. In the region, it can not ally with repressive dictatorial states, led by comprador bourgeoisie that weaken the body of the Arab nation. Currently, these Arab states are rich countries inhabited by poor people. But if a democratic government in the full sense of the term emerges, it will increase economically the Arab nation as a whole. And this economic development will lead to an alliance of Arab countries against the state racist oppressing the Palestinians. Israel fears this course.

Moreover, there is a very big gap between the official positions of Arab dictatorships and the popular sentiment about the Israeli-Palestinian conflict. Since Egyptian President Sadat visited Israel in 1977, Egypt's position is "we want peace." But it is a position imposed by force to the population. And the current Egyptian government is not content to maintain peaceful relations with Tel Aviv. It participates actively in the strangulation of Gaza, while the majority of Egyptians in solidarity with Palestinians.

It's the same alignment of Arab dictatorships on Washington politics. Tunisia, Saudi Arabia and Egypt are allies of the United States while the populations of these countries are anti-imperialists. I was in Egypt when Muntadhar al-Zaidi, a journalist in Iraq, threw his shoes on George W. Bush. The Egyptian population was celebrated as a hero. I heard of fathers wanting to marry their daughter with the reporter. Still, Egyptian President Hosni Mubarak is one of the most faithful allies of Washington.

Do you think the revolution Tunisia a domino effect could cause the downfall of other dictatorships in the Arab world?

70% of the population in Arab countries is less than thirty years and knows that unemployment, police repression and corruption. But all these young people want to live. And to live, they need change. This is the reality of each country. It is therefore not even need a domino effect, the objective conditions are ripe for further revolutions erupt.

People no longer want to live as before. But for their part, the ruling classes are they unable to govern as before?

course. And we see in Egypt today. There are police everywhere in this country. But it is impossible to control everything. A state police has its limitations and the Arab world have reached.

Furthermore, information plays a very important role today. Tunisians, Egyptians and peoples of the Third World are better informed through Al-Jazeera as part of an Internet and social networks on the other. The evolution of information technology has increased the level of education and consciousness of people. The people no longer a mass of illiterate peasants. You have a lot of very smart young people, with a certain practical sense, able to circumvent censorship and of mobilizing the Internet.

there in these countries the opposition forces can guide the popular revolutions?

Why Punishment is so important if these dictators were not in danger? Why the comprador bourgeoisie, so greedy, she would spend so much money in the repressive apparatus if she was not afraid to be reversed? If there was no opposition, all this would not be necessary.

the side of Western observers, many fear that the collapse of these regimes Arab favors the rise of Islamism. As summarized so finely Christophe Barbier, editor of L'Express, "Ben Ali is better than the bearded." These fears proved on of Islamism are they based?

Islamism became the condom of imperialism. Western powers justify their strategy of domination in the Arab-Muslim world under the guise of fighting against Islam. There are Islamists everywhere today. Soon, we shall find even traces of Al-Qaeda on Mars if it is useful to the imperialists!

In reality, the West has always needed to invent an enemy to justify its hegemonic designs and incredible military spending (financed by taxpayers). After the fall of the Soviet Union and the demise of the communist enemy is Islam and Al Qaeda who have played the roles of villains villains.

But the West has no problem with Islamism. It adapts very well to this trend in countries like Saudi Arabia. Moreover, he himself fostered the rise of Islamist movements to counter the Arab nationalism at a time. The real problem for the West is anti-imperialism. That's why he tries to discredit any popular movement in the Arab world who is opposed to its interests by affixing the label "Islamist."

Finally, it should not be very smart to think that the Arab dictatorships are bulwarks against the rise of religious fanaticism. Instead, these repressive regimes have led some of the population to be radicalized. Who could afford to say that such and such people have no right to democracy? In a truly democratic country, different political forces may emerge. But the bourgeoisie comprador ruling in the Arab dictatorships can not convince people. She can not even face to face. To defend the imperialist interests, you must prevent other political forces to emerge because they are likely to convince the people against a corrupt elite. The West has always sought to maintain dictatorships that served its interests by waving the specter of Islamism. But the Arab peoples need democracy. They claim it today and nobody can not go against these claims.

Source: www.michelcollon.info
          Zumba Before And After Picutures   
Democratic Transition in Tunisia

"Tunisia is between radical and authoritarian democracy"
EROS BY SANA (January 31, 2011)

Source: http://www.bastamag .net/article1401.html

How to build the democratic transition in Tunisia? Vincent Geisser, a researcher at the Institute for Research and Studies on the Arab and Muslim world, analyzes the role played by different actors in Tunisia - political opponents, former regime of Ben Ali, "Islamist" party, army, police - and foreign powers. It describes possible scenarios of democratic consolidation in the coming weeks. Maintenance.

Basta! : Where is the revolution in Tunisia? What are the strategies of the opposing forces to build the "transition Democratic?

Vincent Geisser [1]: The "democrats" Tunisians who supported and accompanied the revolution are deeply divided over the future of the protest movement. There are those who feel the need to strengthen the nascent democracy by putting a definitive end to the protest process. They are supporters of a certain security standards, based on a historic compromise between the "doves" of the former regime, opponents and independent representatives UGTT single union (the General Union of Tunisian Workers). They want to consolidate the democratic transition, including by dealing with the army and the party more "healthy" of the security apparatus, as well as some former bosses of the regime known for their "openness." This is the position advocated by Najib Chebbi (Democratic Progressive Party), former opponent in Ben Ali, currently Minister of the transitional government.

Others want to eradicate all traces of the old regime and the party-state, and reject any compromise. This is where supporters of Marzouki (Congress for the Republic) and members of the Communist Party of Tunisian Workers (POCT). And of course leaders movement of "unemployed graduates" of the interior. They wish to push through the "democratic revolution" to give birth to a new political, economic and social development. Both camps have no real difference in political culture, they are animated by democratic ideals. What separates them fundamentally, the strategy of rupture and especially the "democracy agenda".

What remains of the old regime?


There is some disappointment today protesting actors, quite understandable - I think particularly young people "unemployed graduates". But there is no objective risk of returning to the old regime or system restore mafia. A break has occurred. The dictator is gone. This is a crucial element when it is known that while Tunisia was around him, with extreme personalization of power. mafia clans and profiteers - families Ben Ali, Trabelsi and others - have fled. Darkest segments of the security apparatus were largely dismantled.

If we can legitimately understand the disappointment of " radical democrats, "as Marzouki, Hammami, Nasraoui, and unemployed graduates who feel that their revolution was stolen, the former regime is ousted. We are in a transition phase. But this transition can lead to a regime that bastard would an independent candidate access to presidential power, with new elements but also with elements of the old regime. This will lead to reinforce a kind of "authoritarian democracy" or "democratic authoritarianism".

What role did the Tunisian army played in the revolution and what role can it play in the future?

The army has been in recent weeks a fundamental role, not supporting the plan of repression of Ben Ali. She clearly rejected the extreme policies of the supreme leader, and instead played a protective role players protesters. The reason? The army is not connected with the mafia and clan interests of power. Unlike Egypt, Syria or even Algeria, Tunisia army has no direct interest in industry or in the management of oil revenues. It is an army of about 35,000 men, composed of employees, officials, technicians and engineers.

should not be provided to paint a romantic portrait. The Tunisian army played a repressive role in 1978 to channel the social movements, and in 1981 and 1984 to quell the "bread riots". This time, she refused the role because the sources of legitimacy of the regime were exhausted. Ben Ali was discredited, corruption was widespread. Faced with this stalemate, the military has understood that the only solution was to replace the dictator.

This reaction - some would say "Republican" - is primarily dictated by pragmatic: generals and senior officers are convinced that a crackdown could lead to chaos and their own demise. As the "political fluidity" present, the Tunisian army can play a more important role in the constitutional process and the "pacification" social, oscillating between registry and registry security mediation with the forces of the country.

"security apparatus" Tunisia is it still present and operational?

France has 60 million inhabitants, Tunisia 9 million. Yet both countries have almost the same number of police officers: 135.000. is huge! Tunisia is one of the countries with the most police per capita. The security apparatus, through the Ministry of Interior is fully engaged in repression. Part of the police fired into the crowd with live ammunition. It is the security apparatus of Ben Ali who is responsible for nearly 70 deaths officially deplored and thousands injured. But the whole apparatus police is not corrupt: the "rotten" mafia of the security apparatus was largely dismantled.

There is more to fear from areas of the Department of the Interior directly to the clans and Ben Ali Trabelsi. They are currently in hiding. I do not believe in a return of "old demons" even if the future Tunisian democracy can deal with safety trends similar to those we see now in France with Nicolas Sarkozy. In this sense there is a danger of creating in Tunisia in the coming months an "authoritarian democracy".

What role can the "Islamists" in the democratic process?


The "Islamists" Tunisians have long been integrated into "democratic forums." They are "fundamentalists embedded" in the democratic debate in exile. They participated in Paris, London, Marseille numerous opposition rallies, alongside the left, communist, socialist, even anti-Islamic. Many leaders of the left Tunisian 'secular' leaders have frequently met with "Islamists". In many ways the 'fundamentalists' are already integrated into the political game of Tunisia.

For the party Ennahdha (Renaissance) Rached Ghannouchi, the model is not radical Islam or Islamism Salafi Saudi-style, but the AKP, which currently leads Turkey. This means accepting the parliamentary game and advocating economic liberalism tinged social, and especially a certain pragmatism with other Democrats. There is a huge myth about "Islamists" of Tunisia. The party Ennahdha is more of a liberal conservative party, which is not at all in a process of creating an Islamic state or Islamic theocracy. The Islamists classic "Tunisians are now looking to Ankara, they did nothing" green fascists. " How

react today Western countries and Arab neighbors?


The United States has played a leading role in the departure of Ben Ali.
support President Barack Obama to the social movement, even if he was shy, was much sharper than that of France. Beyond this symbolic support, it would seem that the Obama administration has given its support to the Tunisian army and "doves" of the regime (Mohamed Ghannouchi, Prime Minister and Kamel Morjane, the Minister of Foreign Affairs) to sacrifice Ben Ali. It is clear that the United States supported the transition scenario.

Regarding the Arab countries, we can really worry that some plans make every effort to derail the democratic process in Tunisia. Saudi Arabia, Libya, Algeria has no interest in a democracy can arise in the Arab world. A "loose coalition" of Arab dictators could be to sabotage or disrupt the democratic process in Tunisia.

Support from U.S., EU and France to Tunisian Democrats is essential. Either you play the card of democracy in the Arab world or, rather, play an ambiguous role and promotes the perverse game of Saudi Wahhabis, the megalomaniac dictatorship of the regime of Gaddafi and Algerian generals. In this case, we should not complain about the progress of the Salafist jihadist ideology!

How Does France have made such errors of analysis on the situation of Tunisia?

The official position of France was not based on an error analysis, but on a political logic of total and blind support for Ben Ali regime. Interpret the statements of Michele Alliot-Marie as a political mistake is wrong. This is not a political mistake, this is a failing policy. France has always supported authoritarian regimes . She believes that one does diplomacy in relations between States and civil societies are not important.

The United States have both supported Ben Ali and developed concrete relations with unions and all the dissidents of the regime. In contrast, France has always prohibited its diplomacy to have any contact with everything that could affect the quality of its relations with Ben Ali. This blindness is the logic of French policy towards the Arab world: "We support dictators against the risks of destabilization! It seems that France has included a number of mistakes. Hopefully it reorients its policy towards Tunisia openly supporting the democratic process.

What are the possible scenarios in the weeks and months ahead?

Tunisia has a choice between two options. Either authoritarian democratic consolidation that would lead the country until elections, with a broad coalition around an opponent as independent Nejib Chebbi (PDP), with some elements of former regime elements and the trade union left. In this case, the elections will certainly be "democratic" (at least in appearance), but the scenario is first "programmed" the government candidate will have particular ways superior to those of its opponents. This scenario of "managed democracy" is intended to protect Western interests and pursue the integration of Tunisia in the "world economy" in the footsteps of the Bank World Bank and the IMF. A scenario where the candidate would be a sort of "Tunisian Ouattara.

Another assumption: the pressure of the street continues or increases and pushes the government to resign or to go much further, with the dissolution of the party of Ben Ali (RCD), the establishment of a genuine process with the constitutional election of a constituent assembly. Total semi-democracy or democracy? Radical break with the old regime or consolidation autoritaro-democratic? This is how I would put the political future of Tunisia. A future which, in all cases, will be without Ben Ali.

Interview by Eros Sana



Notes [1] Vincent Geisser is a sociologist and researcher at the CNRS and the Institute for Research and Studies on the Arab and Muslim world (IREMAM). He is author, with Marzouki, dictators on borrowed time. A democratic path in the Arab world, editions of L'Atelier, 2009.

          Best Modular Helmet Snowmobile   
13 - Anne Clerval geographer, December 2, 2010

Play issuance
Clerval Anne invites us to look closely the history of Paris, which gradually empties the popular classes, relegated even further into the suburbs. How does this "gentrification", this gentrified city centers? With what tools to analyze the elements involved, or participated in the past?
translation on the map of these movements:

          Examples for Developers: Fix CSS coding standards errors   

Problem/Motivation

A recent branch test points out that there are CSS coding standards errors in examples: https://www.drupal.org/pift-ci-job/689152

Click the '9 coding standards messages' link to see the errors:

css/examples.icons.css
line 14	Background image '../images/examples.svg' was used multiple times, first declared at line 10, col 3.
field_permission_example/css/field_permission_example.css
10	Expected (<color>) but found '1000'.
17	Values of 0 shouldn't have units specified.
18	Values of 0 shouldn't have units specified.
18	Standard property 'box-shadow' should come after vendor-prefixed property '-moz-box-shadow'.
19	Values of 0 shouldn't have units specified.
19	Standard property 'box-shadow' should come after vendor-prefixed property '-webkit-box-shadow'.
js_example/css/jsweights.css
1	Don't use IDs in selectors.
1	Element (div#js-weights) is overqualified, just use #js-weights without element name.

Proposed resolution

Fix these errors.

How:

  • Identify errors to fix.
  • Submit a patch with those fixes.
  • The testbot result should provide a review of the files changed by the patch.
  • Repeat as needed.

Remaining tasks

User interface changes

API changes

Data model changes


          CONTRATOS POR PRESTACION DE SERVICIOS   
En el caso del contrato laboral, se debe regir por lo dispuesto en el código sustantivo del trabajo y otras normas. El contrato laboral resulta muy gravoso por las obligaciones legales que se adquieren, como son las prestaciones sociales, los aportes parafiscales, etc., razón por la cual muchas empresas optan vincular el personal mediante contrato de servicios, ya que este no implica nada mas que el valor y las condiciones que se pacten, el cual esta regulado por el código civil.
 
Para que exista un contrato o relación laboral, se deben cumplir tres presupuestos: subordinación, remuneración (Salario) y prestación personal de la labor, y mientras estos presupuestos de den, la vinculación debe ser necesariamente mediante contrato laboral.
Un contrato de servicios no supone las mismas condiciones ni requisitos de un contrato laboral, puesto que en el caso de un contrato de servicios, la obligación es de hacer algo, mas no de cumplir un horario ni de tener una subordinación permanente, aunque en los dos casos, obviamente hay remuneración.
 
Este tipo de contratos no genera relación laboral ni Prestaciones sociales y se celebran por el término estrictamente indispensable. Puede ser civil o comercial, dependiendo del encargo.
 
 
 
Sobre el “contrato de prestación de servicios”, la Corte Constitucional mediante Sentencia C-154/97,Magistrado Ponente HERNANDO HERRERA VERGARA, señaló que “un contrato de prestación de servicios era la actividad independiente desarrollada, que puede provenir de una persona juridica con la que no existe el elemento de la subordinación laboral o dependencia consistente en la potestad de impartir órdenes en la ejecución de la labor contratada.”
 
De igual forma mediante sentencia del 16 de mayo de 1991, proferida por el Consejo de Estado, sección primera, expediente 1323, Magistrado Ponente LIBARDO RODRÍGUEZ RODRÍGUEZ, se aclaró que a pesar de que ni el Código Civil ni el Código de Comercio definen lo que debe entenderse como contrato de Prestación de Servicios, de acuerdo con el Diccionario de la Real Academia de la Lengua y la concepción tradicional que se ha tenido de aquel, puede afirmarse que son aquellas actividades en las cuales predomina el ejercicio del intelecto y que han sido reconocidas por el Estado.
 
 Mas informacion

 

          Simple hierarchical select: Error when saving a view that uses taxonomy term filter   

Repeatable: Always
Steps to repeat:

  1. have shs module installed (error does not occur when shs is uninstalled)
  2. create a view (as simple as possible)
  3. add filter criteria "has taxonomy term", select the vocabulary to use, select any of the selection types
  4. choose 'is one of' and select a term, press apply
  5. check the preview panel of the view is working correctly (see attached screenshots of the view setup)
  6. save the view
  7. error thrown

Expected Results:
The view saves.

Actual results:
On save, error is thrown: The website encountered an unexpected error. Please try again later.

InvalidArgumentException: The configuration property display.default.display_options.filters.field_report_type_target_id.value.0 doesn't exist. in Drupal\Core\Config\Schema\ArrayElement->get() (line 74 of core/lib/Drupal/Core/Config/Schema/ArrayElement.php).

Error when trying to add a taxonomy term filter to a view, with a specified term when created with the UI. After adding the filter the preview on the view works correctly but after clicking save it throws this error:

I have tried various things to try to fix it, none of which work:
• using different taxonomies
• using the taxonomy term filter rather than the specific taxonomy field filter
• deleting the taxonomy, recreating it and readding filter
• creating a new simple view with just the content type filter and title field and adding the filter
• changing selection modes for the taxonomy term within the filter (dropdown, autofill, shs etc.)

If you add the filter with no specified term and expose the filter the view will save and it works correctly. If you expose the filter and select a term it throws the error. If you don’t expose the filter and select a term it throws the error.

I have found a few conversations around this:
https://www.drupal.org/node/2875656 see comment #7.
https://www.drupal.org/node/2369119 which is a different bug, but towards the end of the comments this error is talked about.

I does not seem to be a core issue as others have tested with a clean install.

When I uninstalled the shs module, went back to the view and added the filter the view saves and works correctly. So it seems like shs is causing the problem.

We are using 8.3.4. We didn’t seem to have this issue before updating to 8.3. I wonder if it is linked to comment #10 on https://www.drupal.org/node/2875656. Could shs be causing invalid config that is not ok with the updates in 8.3?

Any help on this would be really appreciated. Has anyone else experienced this?


          Bootstrap: Recent update for popovers breaks site that doesn't use them   

This is throwing a jQuery error "Uncaught TypeError: $(...).find(...).off(...).popover is not a function" when there are no popovers enabled and a page is updated via AJAX - currently experiencing it where I'm using the Views Load More button:

    detach: function (context) {
      // Destroy all popovers.
      $(context).find('[data-toggle="popover"]')
        .off('click.drupal.bootstrap.popover')
        .popover('destroy');
    }

The find function returns nothing and trying to call ".off" or ".popover" on the empty array throws the error. I tried turning off popovers from the sub theme level but it still breaks.

Should it be using something like the attach function like this to iterate the array so it doesn't work on empty arrays? (Not tested, just asking for suggestions)

var elements = $(context).find('[data-toggle=popover]').toArray();
for (var i = 0; i < elements.length; i++) {
  var $element = $(elements[i]);
  $element.off('click.drupal.bootstrap.popover')
     .popover('destroy');
}

          B&O Play H4 Black   
Neu seit 29.06.2017: B&O Play H4 Black Bluetooth Kopfhörer - ohrumschließend, Bluetooth 4.2 (unterstützt AAC- und SBC-Codes), bis zu 19 Stunden Betriebszeit, Bedienelemente an der Ohrmuschel, 40 mm Treiber, Impedanz 20...
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          January 25, 2010 Board Meeting   
The January 25, 2010 Board Meeting of the Olympia School District recorded at LP Brown Elementary School.
          October 26, 2009 Board Meeting   
The October 26, 2009 Board Meeting of the Olympia School District recorded at Hansen Elementary School.
          February 23, 2009 Board Meeting   
The February 23, 2009 Board Meeting of the Olympia School District recorded at Madison Elementary School.
          November 24, 2008 Board Meeting   
The November 24, 2008 Board Meeting of the Olympia School District recorded at Boston harbor Elementary School.
          September 22, 2008 Board Meeting   
The September 22, 2008 Board Meeting of the Olympia School District recorded at Roosevelt Elementary School.
          March 10, 2008 Board Meeting   
The March 10, 2008 Board Meeting of the Olympia School District recorded at Centennial Elementary School.
          October 22, 2007 Board Meeting   
The October 22, 2007 Board Meeting of the Olympia School District was recorded at Hansen Elementary School.
          May 21, 2007 Board Meeting   
The May 21, 2007 Board Meeting of the Olympia School District was recorded at Garfield Elementary School.
          Muere en enfrentamiento uno de los líderes del cártel de Jalisco   
Ricardo Pacheco Tello, ‘El Quino’, murió durante un operativo de la Marina en Puebla, donde fue localizado; el gobierno de Veracruz ofrecía un mdp de recompensa por datos que llevaran a su captura. Puebla, 01 de julio de 2017.- Elementos de la Marina abatieron esta tarde en Puebla a Ricardo Arturo Pacheco Tello, El Quino, identificado como uno ...
          March 26, 2007 Board Meeting   
The March 26, 2007 Board Meeting of the Olympia School District was recorded at LP Brown Elementary school.
          January 22, 2007   
The January 22, 2007 Board Meeting of the Olympia School District recorded at McLane Elementary School.
          October 23, 2006   
The October 23, 2006 Board Meeting of the Olympia School District recorded at Lincoln Elementary School. Featuring a song by the Lincoln Staff. Unfortunately recording difficulties reduced the quality. No business was handled after this recording ends.
          Glasketten, Halbedelsteine, Strass,   

Glasketten, Halbedelsteine, Strass, Glasketten (bunt und weiss), Kette mit Elementen aus Kokosnuss, Halbedelsteine (Rosenquarz, Achat, B...
CHF 30.00


          Shorty Rogers - Chances Are ... It Swings   
© -Steven Cerra, copyright protected; all rights reserved.


At the time of its issuance in 1959, I took the personnel on Shorty Rogers’ RCA album Chances Are It Swings [RD-27149 MONO; LSP-1978 Stereo] for granted.


I mean doesn’t every studio big band recording have the likes of Shorty, Don Fagerquist, Conte Candoli, Pete Candoli, Al Porcino, Ollie Mitchell and Ray Triscari in its trumpet section?


Can you imagine, seven, 7, SEVEN! first call trumpet players - with four of them bona fide lead trumpet players - made that album and that doesn’t include Conrad Gozzo, lead trumpet player par excellence.


The rest of the band reads like a Who’s Who of Los Angeles based studio-Jazz musicians including: Bob Enevoldsen on valve trombone, Harry Betts and Dick Nash, trombone, Kenny Shroyer, bass trombone; Paul Horn and Bud Shank, clarinet flute, alto sax, Richie Kamuca and Bill Holman, tenor sax and Chuck Gentry on baritone sax; Howard Roberts and Barney Kessel, guitar; Gene Estes on vibes [replaced by Red Norvo on 4 tracks]; Pete Jolly, piano; Joe Mondragon, bass [replaced by Monty Budwig on 4 tracks]; Mel Lewis, drums.


Wow - quel band!


And then there’s Shorty’s absolutely magnificent big band charts with their pleasing to the ear and very original voicings [in some places, the melodies are carried on flugelhorn, clarinet and vibes in unison].


The arrangements are full of surprises - bombastic trumpet “chords” used as short phrases to punctuate and pop the music, perfectly placed drums fill, kicks and licks and lopping sax soli - all in the cause of emphasizing continuous swing in the music.


Dating back to his work with Woody Herman in the mid-1940’s through to his association with Stan Kenton in the early 1950s, Shorty had accumulated a wealth of experience writing for a big bands.


But after leaving Kenton and joining Howard Rumsey’s All-Stars at the Lighthouse Cafe in Hermosa Beach, CA and concurringly forming his own quintet - The Giants - Shorty primarily concentrated on writing for small groups. Chances Are It Swings marked Shorty’s return to big band arranging, this time fronting his own band.


Obviously, with the lineup listed above, everyone in town wanted to be in it.


And why not? Shorty’s music was fun to play.


The music on Chances Are It Swings is drawn from a single composer - Robert Allen. Allen wrote a number of popular songs following  performed by Johnny Mathis, Tony Bennett, Perry Como, Billie Holiday, Jimmy Durante, Kate Smith, the Shirelles, the Four Lads and many other singers in the 1950's and 60's, and some became pop standards.


John Tynan describes more of the Rogers and Allen connection in the following liner notes to Chances Are It Swings after which you’ll find a video featuring Shorty’s band performing Chances Are.


“That fickle lass, Jazz, is a volatile wench of multicolored moods. She can be broadly bluesy or subtly cool, rubbing elbows with disparate sources from the guitar-strumming Mississippi cotton picker to the urbane Cole Porter. Though her demands may be finicky at times "La Jazz" imposes one basic prerequisite on those who would court her: the music on which she swings must be high caliber. This alliance of arranger-trumpeter Shorty Rogers and songwriter Robert Allen proves a happy combination of brilliant arranging and hit songs. Allen's songs pear melodic witness that real talent, no matter how long its incubation period, must express itself.


"I've been writing songs for only about six years" Allen explains, "Before 1952, I played jazz piano in New York night clubs. Nothing very far out. Certainly nothing to cheer about." After a half dozen years on the club circuit, the constant urge to write became a nagging ache. "I found myself thinking about writing all the time," says Allen. "It was bugging me. And I found myself losing the incentive to play. All I could think about was writing songs... it became an obsession." Allen's obsession turned out to be magnificent. In the past three years alone some 80 per cent of his tunes have been hits. There are no less than seven "smashes" in this album.


Of Rogers' work in adapting his songs to big jazz band interpretation, Allen waxes lyrical. "This album is today," he exults. "It's revolutionary in concept when you consider the popular music picture today. Unlike so much jazz being currently produced, this set is not living in yesterdays music... I'm firmly convinced that Shorty has established twelve standards with his treatment of my tunes." Positive that"... it's impossible lor things ready to swing unless you understand the material," the composer declares that Rogers has succeeded in revealing facets of his songs never before revealed. "You know," Allen muses, "when songs become popular hits, most people don't think of their chordal structure in jazz terms. They're played on the neighborhood jukeboxes, people whistle and hum them—but there's where their musical interest ends." Yet, in Allen's opinion, the heyday of big bands was marked by successful, valid jazz treatments of then current popular songs. He cites Jimmie Lunceford's "Ain't She Sweet," Count Basie’s "Cheek to Cheek" end Duke Ellington's "Caravan" and points out that some of the best jazz of the Thirties was blown on a pop song by Fats Waller — "Honeysuckle Rose."


The composer contends a similar approach should apply to good contemporary popular songs. "When the public hears an album of familiar pop songs with good jazz treatment," Allen conjectures, "maybe they'll like it well enough to buy it. And m passing they just might learn a thing or two about good music This worked in the old days; no reason why it shouldn't again." As Shorty Rogers' imaginative arrangements demonstrate, jazz can be written into and improvised on most music of real merit. As vehicles for the driving solos of both Shorty and some of the best jazz horn men in Hollywood (necessarily uncredited), the album turns out to be mighty creditable jazz indeed.


Shorty's tightly controlled modern trumpet style, born of Dizzy Gillespie and Miles Davis, had its genesis in the early days of the bebop era even before Shorty became one of the star soloists in Woody Herman's First Herd. Today he is no more a "typical bebopper" than is writer Allen. Domesticated in Southern California since 1947, the 34-year-old trumpeter is one of the busiest arrangers on the Coast. From the cluttered workroom behind his Van Nuys home, Shorty turns out arrangements for a wide variety of RCA Victor recordings— from commercial pop vocal singles to his own big band jazz albums such as CHANCES ARE IT SWINGS.

Needless to say, chances that this album swings are better than even. In fact, grins Shorty, the element of chance that it would not never once entered his mind.
—John Tynan”




          Mulgrew Miller: “Living in the Shadows of Giants”   

© -Steven Cerra, copyright protected; all rights reserved.


“Don’t cross a bridge to get home or to work:” I guess the expression contains more than a hint of caution and admonition, especially if you’ve lived some time in the San Francisco Bay area and seen the nightmarish traffic back-ups a closed bridge can cause on the local, television news.

Thankfully, I never experienced such a delay in all the years I lived and worked in San Francisco,

But I sure caught a taste of what such an experience would be like as I was headed north back to the Oakland, CA airport to catch a return flight to my relocated home in southern California following some business appointments in the Silicon Valley.

A major accident on the Bay Bridge between San Francisco and Oakland had caused a traffic back-up so serious that it extended south on US 880 to about 10 miles below the airport.

The was no alternative and plenty of later flights so I just relaxed and turned on the FM-Jazz station while I waited things out in the rental car that was crawling along at death-defying speed of 3 MPH.

The radio broadcast that I tuned into was an interview with pianist Mulgrew Miller who was appearing through the upcoming weekend with his trio at Yoshi’s Jazz Club located on a portion of the waterfront which the City of Oakland had reclaimed from surplus shipping docks and refurbished into a lovely commercial-cum-residential area.

I knew of Mulgrew’s work through recordings he had made during his long association with drummer Tony Williams’ quintet in the 1980s and 1990s, but I had never heard him play in person.

He sounded very warm and cordial during the radio interview and I thought, “Well, at the rate things are going with the crawling traffic, maybe I’ll just book into a local hotel and catch one of Mulgrew’s sets at Yoshi’s.”

Of all the remarks Mulgrew made during the exchange with the interviewer, one stayed with me: “It’s tough to get any recognition as a Jazz musician today because we are living in the shadow of Giants.”

This is not verbatim, but earlier in his talk, Mulgrew had said that many of the pianists  during the bebop era, for example Al Haig, Joe Albany, Dodo Marmarosa, John Lewis, and even some pianists during the later hard bop era like Sonny Clark, Horace Silver and Walter Bishop, Jr., were not original stylists.

They basically played in the manner of Bud Powell and gained a certain measure of recognition and approval for being able to do so.

But musicians like himself, who continue in this bebop piano tradition and perhaps add some of the newer influences like Ahmad Jamal, McCoy Tyner or Keith Jarrett to their approach get little respect because we are not “… the next Bud Powell or Art Tatum or Bill Evans.”

“Why? Not all of us can be giants like Bud and Art or Charlie Parker and Dizzy Gillespie. We are doing our part to keep the Jazz tradition alive and even move it forward a little, but we get little respect for what we do accomplish and put down for what we don’t.”


None of this was conveyed with animosity by Mulgrew, but you could certainly sense his disappointment and his displeasure.

The interview then trailed off and was replaced by the playing of one of Mulgrew’s recordings in its entirety.

By some miracle I was just pulling into the hired car parking lot when the interviewer returned so I did not get to hear the rest of Mulgrew’s talk.

The following year The Mulgrew Miller Trio Live at Yoshi’s was issued as a double CD on MaxJazz [[MXJ 212/208] and I picked up a copy along with the March 1, 2005 edition of Downbeatin which the following article about Mulgrew by Ted Panken appeared.

Mulgrew passed away on May 28, 2013 and the editorial staff at JazzProfiles thought it might be nice to remember him on these pages with a reprint of his Downbeat interview and the Nat Chinen obituary that was published in The New York Times.  

Copyright © Downbeat/Ted Panken/2005 Bell & Howell Information and Learning Company. All rights reserved.

Mulgrew Miller: No Apologies 

“Ironies abound in the world of Mulgrew Miller. On the one hand, the 49-year-old pianist is, as Eric Reed pointed out, "the most imitated pianist of the last 25 years." On the other, he finds it difficult to translate his exalted status into full-blown acceptance from the jazz business.

"It's a funny thing about my career," Miller said. "Promoters won't hire my band, but they'll book me as a sideman and make that the selling point of the gig. That boggles my mind."

Miller would seem to possess unsurpassed qualifications for leadership. As the 2004 trio release Live At Yoshi's (MaxJazz) makes evident, no pianist of Miller's generation brings such a wide stylistic palette to the table. A resolute modernist with an old-school attitude, he's assimilated the pentagonal contemporary canon of Bill Evans, McCoy Tyner, Herbie Hancock, Chick Corea and Keith Jarrett, as well as Woody Shaw's harmonic innovations, and created a fluid personal argot.

His concept draws on such piano-as-orchestra signposts as Art Tatum, Oscar Peterson, Ahmad Jamal and Erroll Garner, the "blowing piano" of Bud Powell, the disjunctive syncopations and voicings of Thelonious Monk, and the melodic ingenuity of gums like Hank Jones, Tommy Flanagan and Cedar Walton. With technique to burn, he finds ways to conjure beauty from pentatonics and odd intervals, infusing his lines with church and blues strains and propelling them with a joyous, incessant beat.


"I played with some of the greatest swinging people who ever played jazz, and I want to get the quality of feeling I heard with them," Miller said. "It's a sublime way to play music, and the most creative way to express myself. You can be both as intellectual and as soulful as you want, and the swing beat is powerful but subtle. I think you have to devote yourself to it exclusively to do it at that level."

Consequential apprenticeships with the Mercer Ellington Orchestra, Betty Carter, Johnny Griffin and Shaw launched Miller's career. A 1983-'86 stint with Art Blakey and the Jazz Messengers put his name on the map, and he cemented his reputation during a long association with Tony Williams' great cuspof-the-'90s band, a sink-or-swim environment in which Miller thrived, playing, as pianist Anthony Wonsey recalls, "with fire but also the maturity of not rushing."

By the mid '80s, Miller was a fixture on
New York's saloon scene. Later, he sidemanned extensively with Bobby Hutcherson, Benny Golson, James Moody and Joe Lovano, and from 1987 to 1996 he recorded nine trio and ensemble albums for Landmark and RCANovus.

Not long after his 40th birthday, Miller resolved to eschew club dates and one-offs, and to focus on his own original music. There followed a six-year recording hiatus, as companies snapped up young artists with tenuous ties to the legacy of hardcore jazz.

"I won't call any names," Miller says, "but a lot of people do what a friend of mine calls 'interview music.' You do something that's obviously different, and you get the interviews and a certain amount of attention. Jazz is part progressive art and part folk art, and I've observed it to be heavily critiqued by people who attribute progressivity to music that lacks a folk element. When Charlie Parker developed his great conception, the folk element was the same as Lester Young and the blues shouters before him. Even when Ornette Coleman and John Coltrane played their conceptions, the folk element was intact. But now, people almost get applauded if they don't include that in their expression. If I reflected a heavy involvement in Arnold Schoenberg or some other ultra-modern composers, then I would be viewed differently than I am. Guys who do what I am doing are viewed as passé.

"A lot of today's musicians learn the rudiments of playing straight-ahead, think they've got it covered, become bored, and say, 'Let me try something else,'" Miller continued. "They develop a vision of expanding through different areas - reggae here, hip-hop there, blues here, soul there, classical music over here and being able to function at a certain level within all those styles. Rather than try to do a lot of things pretty good, I have a vision more of spiraling down to a core understanding of the essence of what music is."

This being said, Miller-who once wrote a lovely tune called "Farewell To Dogma" -continues to adhere to the principle that "there is no one way to play jazz piano and no one way that jazz is supposed to sound." He is not to be confused with the jazz police. His drummer, Karriem Riggins, has a second career as a hip-hop producer, and has at his fingertips a lexicon of up-to-the-second beats. When the urge strikes, bassist Derrick Hodge might deviate from a walking bass line to slap the bass Larry Graham style. It's an approach familiar to Miller, who grew up in
Greenwood, Miss., playing the music of James Brown, Aretha Franklin and Al Green in various Upper Delta cover bands.

"It still hits me where I live," he says. "It's Black music. That's my roots. When I go home, they all know me as the church organist from years ago, so it's nothing for me to walk up to the organ and fit right in. I once discussed my early involvement in music with Abdullah Ibrahim, and he described what I went through as a community-based experience. Before I became or wanted to become a jazz player, I played in church, in school plays, for dances and for cocktail parties. I was already improvising, and always on some level it was emotional or soul or whatever you want to call it. I was finding out how to connect with people through music.

"By now, I have played jazz twice as long as I played popular music, and although that style of playing is part of my basic musical being, I don't particularly feel that I need to express myself through it," he continued. "It's all blues. The folk element of the music doesn't change. The blues in 1995 and in 1925 is the same thing. The technology is different. But the chords are the same, the phrasing is the same, the language is the same-exact same. I grew up on that. It's a folk music. Folk music is not concerned with evolving."

For all his devotion to roots, Miller is adamant that expansion and evolution are key imperatives that drive his tonal personality. "I left my hometown to grow, and early on I intended to embrace as many styles and conceptions as I could," he said. "When I came to
New York I had my favorites, but there was a less celebrated, also brilliant tier of pianists who played the duo rooms, and I tried to hear all of those guys and learn from them. The sound of my bands changes as the musicians expand in their own right. I'm open, and all things are open to interpretation. I trust my musicians-their musicianship, insights, judgments and taste-and they tend to bring things off in whatever direction they want to go. In the best groups I played with, spontaneity certainly was a strong element."

Quiet and laid-back, determined to follow his muse, Miller may never attain mass consumption. But he remains sanguine.

"I have moments, but I don't allow myself to stay discouraged for long," he said. "I worked hard to maintain a certain mental and emotional equilibrium. It's mostly due to my faith. I don't put all my eggs in that basket of being a rich and famous jazz guy. That allows me a certain amount of freedom, because I don't have to play music for money. I play music because I love it. I play the music I love with people I want to play with. I have a long career behind me. I don't have to apologize to anybody for any decisions I make." -Ted Panken” 

Mulgrew Miller, Dynamic Jazz Pianist, Dies at 57

Copyright © The New York Times/Nate Chinen/May 29, 2013.

“Mulgrew Miller, a jazz pianist whose soulful erudition, clarity of touch and rhythmic aplomb made him a fixture in the postbop mainstream for more than 30 years, died on Wednesday in Allentown, Pa. He was 57.

The cause was a stroke, said his longtime manager, Mark Gurley. Mr. Miller had been hospitalized since Friday.

Mr. Miller developed his voice in the 1970s, combining the bright precision of bebop, as exemplified by Bud Powell and Oscar Peterson, with the clattering intrigue of modal jazz, especially as defined by McCoy Tyner. His balanced but assertive style was a model of fluency, lucidity and bounce, and it influenced more than a generation of younger pianists.

He was a widely respected bandleader, working either with a trio or with the group he called Wingspan, after the title of his second album. The blend of alto saxophone and vibraphone on that album, released on Landmark Records in 1987, appealed enough to Mr. Miller that he revived it in 2002 on “The Sequel” (MaxJazz), working in both cases with the vibraphonist Steve Nelson. Among Mr. Miller’s releases in the last decade were an impeccable solo piano album and four live albums featuring his dynamic trio.


Mr. Miller could seem physically imposing on the bandstand — he stood taller than six feet, with a sturdy build — but his temperament was warm and gentlemanly. He was a dedicated mentor: his bands over the last decade included musicians in their 20s, and since 2005 he had been the director of jazz studies at William Paterson University in New Jersey.

If his sideman credentials overshadowed his solo career, it wasn’t hard to see why: he played on hundreds of albums and worked in a series of celebrated bands. His most visible recent work had been with the bassist Ron Carter, whose chamberlike Golden Striker Trio featured Mr. Miller and the guitarist Russell Malone on equal footing; the group released a live album, “San Sebastian” (In+Out), this year.

Born in Greenwood, Miss., on Aug. 13, 1955, Mr. Miller grew up immersed in Delta blues and gospel music. After picking out hymns by ear at the family piano, he began taking lessons at age 8. He played the organ in church and worked in soul cover bands, but devoted himself to jazz after seeing Mr. Peterson on television, a moment he later described as pivotal.

At Memphis State University, he befriended two pianists, James Williams and Donald Brown, both of whom later preceded him in Art Blakey’s Jazz Messengers. Mr. Miller spent several years with that band, just as he did with the trumpeter Woody Shaw, the singer Betty Carter and the Duke Ellington Orchestra, led by Ellington’s son, Mercer. Mr. Miller worked in an acclaimed quintet led by the drummer Tony Williams from the mid-1980s until shortly before Williams died in 1997.

Mr. Miller’s survivors include his wife, Tanya; his son, Darnell; his daughter, Leilani; and a grandson. He lived in Easton, Pa.

Though he harbored few resentments, Mr. Miller was clear about the limitations imposed on his career. “Jazz is part progressive art and part folk art,” he said in a 2005 interview with DownBeat magazine, differentiating his own unassuming style from the concept-laden, critically acclaimed fare that he described as “interview music.” He added, “Guys who do what I am doing are viewed as passé.”


But Mr. Miller worked with so many celebrated peers, like the alto saxophonist Kenny Garrett and the tenor saxophonist Joe Lovano, that his reputation among musicians was ironclad. And his legacy includes a formative imprint on some leading players of the next wave, including the drummer Karriem Riggins and the bassist Derrick Hodge, who were in one of his trios. The pianist Robert Glasper once recorded an original ballad called “One for ’Grew,” paying homage to a primary influence. On Monday, another prominent pianist, Geoffrey Keezer, attested on Twitter that seeing Mr. Miller one evening in 1986 was “what made me want to be a piano player professionally.”

In the performance from the At Yoshi’s 2004 double CD that forms the sound track for this video tribute to him, Mulgrew has cleverly adopted Comes Love to the arrangement Ahmad Jamal used on Poinciana from his At The Pershing Room Argo LP, one of the most successful Jazz recordings ever issued.

The insistent rhythm is formed by Karriem Riggins use of mallets on the drum set’s tom toms and the insistent accent played by the high hat on the 2nd and 4thbeat of each measure.

On the original version, instead of the usual “clicking” sound made by stepping on the high hat’s cymbals to close them, Ahmad’s drummer, Vernel Fournier, played the high hat cymbals open [barely touching them together] creating more of a “chinging” sound to simulate finger cymbals.

You can hear this effect in a more pronounced manner as played by Karriem at 4:21 minutes of Mulgrew’s version.





          The Clarke Boland Big Band is "All Smiles"   
© -Steven Cerra, copyright protected; all rights reserved.


Georges Paczynski, the author of the immensely important, Une Histoire de la Batterie de Jazz, which won the “Prix Charles Delauney 2000,” offered this succinct, background information about the Kenny Clarke/Francy Boland Big Band:

“The C.B.B.B. - The Clarke Boland Big Band - was formed in 1962 through the efforts of Francy Boland and Kenny Clarke. The pianist and the drummer wanted lo form a European orchestra whose sound would be instantly recognizable.

After recording in Cologne on May 18 and 19, 1961. with a smaller group - Kenny Clarke/Francy Boland (The Golden Eight) - the two leaders decided to put together a bigger band, and on December 13. 1961, the recording of Kenny Clarke/Francy Boland ("Jazz is Universal") took place. Among the thirteen musicians were the future mainstays of the band: the American trumpeter Benny Bailey, the English alto sax player Derek Humble, and the trombone player from Sweden, Aake Persson. After the success of this disc, the decision was made to increase the band even further; on January 25. 26 and 27. 1963 the Kenny Clarke/Francy Boland Big Band recorded in Cologne with 21 musicians. Throughout its career, the band never included less than 12 nationalities.

The personalities of the two leaders. Kenny and Francy. were directly opposite of those of the legendary big band leaders, iron-fisted megalomaniacs like Buddy Rich or Benny Goodman. Not only did Francy write the arrangements for a given instrument, but in thinking of a particular musician in the band, and composed according to the sound, phrasing and style of the individual. Team spirit reigned in the C.B.B.B. Each musician was aware of his importance in creating a good ensemble sound.

The name of Kenny Clarke is definitively associated with the birth of bop drumming. Following in the footsteps of Jo Jones and Sidney Catlett. it is to him that we owe the fact that still today the rhythm is played on the ride cymbal, with snare drum/bass drum punctuations. Jazz lovers see Kenny primarily as a small group drummer, forgetting that he was also a great big band drummer [check out Kenny’s playing in Dizzy Gillespie’s first big band in the 1940’s].

Drummer/leaders have existed from the earliest times in jazz. After "Papa Jack" Laine. there were Ben Pollack. Chick Webb, Gene Krupa. Buddy Rich, Don Lamond. Mel Lewis... the list (and the beat) goes on. The C.B.B.B. is situated in the grand traditions of the big bands. The basic musical concept was of a rhythmic foundation on which the entire orchestra reposed. Here the role of the drummer is clearly vital; along with the bassist, he plays throughout the piece, and is both accompanist and soloist.

But this key role is not without its disadvantages; the drummer has incomparably less freedom than in a small group. He has to memorize the arrangement, playing strictly what has already been laid down, while still leaving room for improvised fills. Some famous drummers have never succeeded in imposing such discipline on themselves. Others have adapted magnificently to it. Such was the case with Kenny, who was able to play with what I will call "controlled madness". In the big band, he played with a big band drummer's phrasing - unlike, for example. Mel Lewis, who in a big band setting performed with exactly the same vocabulary as in a quartet. ...

Running a big band poses all kinds of difficulties, financial and organizational among others. The C.B.B.B. lasted 11 years, and broke up in 1973. It was in no sense a revolutionary band, but there was within it a fundamental and precious element: an intense love of playing. Francy Boland and Kenny Clarke had the great merit of believing that the formation of a European jazz orchestra was possible, despite the supposedly insurmountable obstacles. They believed... and they were right... and we now reap the benefit.”

Georges overview of the Clarke Boland Big Band - known to its many fans as the CBBB - assumes a new relevance with the CD reissue with enhanced audio quality of one of its later recordings on MPS - The Kenny Clarke Francy Boland Big Band - “ALL SMILES."


Mike Bloom Media Relations PROMOTION SHEET offers the following details:


RELEASE DATE: June 23rd 2017

Artist: The Kenny Clarke Francy Boland Big Band
Title: ALL SMILES
Artists: Trumpets: B. Bailey, I. Sulieman, J. Deuchar, S.
Gray Trombones: A. Persson, N. Peck, E. v. Lier
Saxophones: D. Humble, J. Griffin, R. Scott, T. Coe, S.
Shihab Piano: F. Boland Bass: J. Woode Drums: K. Clarke
Vibes: D. Pike

Format: 1CD- Digipac
Cat. No.: 0211956MSW
PPD:7,49EUR~PC:ACR
Barcode: 4029759119562

TRACKLIST
1. Let's Face The Music And Dance - 3:23
2. I'm All Smiles-3:25
3. You Stepped Out Of A Dream - 3:03
4. I'm Glad There Is You-3:29
5. Get Out Of Town-4:47
6. By Strauss-3:35
7. When Your Lover Has Gone - 4:16
8. GLoria-4:21
9. Sweet And Lovely - 3:36
10. High School Cadets - 2:05


ABOUT THIS RECORD - by Stefan Franzen [translated by Martin Cook]

“Without ever making concessions to the trend of the moment, the Kenny Clarke Francy Boland Big Band was the embodiment of the timeless art of the jazz orchestra. Its play was proof positive that a jazz big band compiled of top-flite musicians from both sides of the Atlantic could take off and soar. Regarded as the most important big band outside of the US, this bi-continental orchestra recorded over two dozen albums, close to a third of these under the SABA and MRS labels. Recorded in May, 1968, All Smiles was one of the Bands highpoints. The album exhibits a style that became synonymous with this US-European enterprise: it not only swung it was the perfect vehicle for Bolands sophisticated modern arrangements. Trumpeters Benny Bailey and Idrees Sulieman, saxophonists Johnny Griffin and Ronnie Scott, as well as special guest vibraphonist Dave Pike are some of the jazz giants among the soloists in this 17-man combo who turn out some masterly short portraits. From the fleet-footed waltz I’m All Smiles to the bluesy party piece, By Strauss and the sensuous theme from Gloria, the journey continues on through to the furious John Phillip Sousa finale, High School Cadets. Preferring varicolored intricacy over massive walls of sound, The Kenny Clarke/Francy Boland Big Band stood up against the constant flow of momentary fads, remaining true to the inventive tradition of the great big bands.”

Original Liner Notes - by Manfred Miller

[Warning these have some syntactical and grammatical challenges for native speakers of English. I decided to represent them in their original translation as I do not speak enough German to attempt my own.]

The one window is open. Hubbub comes up from the street and into the room that is in Cologne's elegant Hohe Strasse/High Street (no thoroughfare!) on the first floor above the branch of some bank. The large, plain writing-table hides itself under paper. Telegrams, notes, contracts, excerpts pile up to several layers. Two of the three phones at least are constantly in operation. On the second table, in a corner, there, too, is scarcely a spot left for an ash-tray. Sheets of notes, a bunch of newspapers, at least ten tape boxes. If a film chose to feature a manager's office like that everybody would laugh at the cliche of overburdening.

The man who hired this room does work hard. It is not that sort of work, however, which the German treasury of proverbs has always rated higher than fun. The man offers his latest product music. Powerfully swinging, precise, intelligent music, music that interests head and feet and everything in between. “All Smiles" is going to be the title of the new Clarke-Boland Big Band album. The man has to shout to make that understood. The two loudspeakers are turned on to the limits of their capacity. The one window is still open...

Gigi Campi never listens to his tapes quietly. An American trombonist, who for some time belonged to the CBBB, once complained. "Funny band. No dynamics", to the protest of his colleague Nat Peck "Yes there are! One is loud, the other is louder..." An exaggerated sentence, no doubt. Yet like every good exaggeration it catches some truth. The CBBB does not play for self-forgetting, absorbed listeners. If it provokes self-forgetfulness, it is that of rhythmical ecstasy. The CBBB does not know the charms of the morbid. This is hopelessly sound and optimistic music. All Smiles.

The Clarke-Boland guys stand for Ellington's fundamental truth: "It don't mean a thing..." It is not by chance that this band plays with two drummers - as if Klook Clarke alone were not a deuce of a swinger. Once his near namemate Kenny Clare acted as a substitute for Clarke who was prevented from making a date. The Clarke indemnification thrilled the band, he was invited to the next session. Klook personally persuaded the English studio musician to become a constant member with the CBBB - as a percussionist.

"Then there was one number", Clare reports, "a Turkish march thing on which I played snare drum. On the playback it sounded pretty good together, just like one drummer. There were some talks. The next time would I bring my drums along, too? Let's see, if it works with both of us playing together. It worked."

Indeed, Clarke and Clare together play like one musician; only that one musician alone could never realise all they play together. Clare: "There are many who would like to get that springy kind of beat Klook gets. I would, too. When I'm with him I can play that way without even thinking about it. As soon as I'm away from him I can't do it anymore. Strange. I have yet to figure it out." Whatsoever may be the key to this secret - the result is a fabulous co-ordination of the two drummers. The first piece - LET'S FACE THE MUSIC AND DANCE - is an example of this. The fills Klook on the snare drum (for stereo listeners left channel) and Clare on the bass drum do in concert seem as if sprung up from one and the same feeling; and a swinging feeling into the bargain.

It would be wrong, however, to list the CBBB simply under the rubric "powerhouse.” The co-leader, arranger, and pianist Francy Boland has too many ideas for that. You will never catch upon Boland copying simple riffs nor - as the legend goes - exercising. SWEET AND LOVELY forces out of the standard melody continually fresh versions, new harmonic nuances and shades of sound, variations in a strict sense (into which Johnny Griffin excellently joins with a concentrated solo citing motives from the theme once and again): that is - also - an intellectual delight. As the British musical journalist Kenny Graham noted, Francy Boland does not care for trends. Harmonically scored choruses for the reed section have become rare in jazz. Yet Francy dedicates an entire number to the saxophones and with numbers such as YOU STEPPED OUT OF A DREAM, GET OUT OF TOWN and WHEN YOUR LOVER HAS GONE shows what other arrangers do not care to miss.

Certainly who besides Boland disposes of such a reed section? The musicians of the CBBB do not know a comparison to Derek Humble's lead alto that is relaxed and vigorous at once, and ever riding the tip of the beat wave - they give a tired shrug even to the most renowned names. Each of the three tenor saxophonists takes a fine solo - "Li'l Giant" Griffin justifies his nickname time and again. Ronnie Scott blows a virile and straight solo in Gershwin's homage to the king of waltz BY STRAUSS. Tony Coe tells of Dame GLORIA'S merits with rhapsodic vehemence (,,a masterpiece", says Gigi Campi): and Sahib Shihab, who in the Barbara-Streisand-title I'M ALL SMILES solos on flute, is “the outstanding baritone saxophonist of modern jazz" according to Joachim Ernst Berendt. Each of the five reed men is himself a star with a distinguished style of his own, and yet jointly they make up a homogenous and disciplined section. Whosoever generated the rumour that precision and musical temperament were exclusive to one another; he has to be refuted by these five musicians.

And the same applies to the other sections. Benny Bailey, the brilliant, willful lead trumpeter, blows the delicately musical flugelhorn solo in I'M GLAD THERE IS YOU. Cole Porter's GET OUT OF TOWN is meant for Jimmy Deuchar's elegant trumpet and for Ake Persson's powerful trombone-Idrees Sulieman, who in the Clarke-Boland combos mostly comes out with untamed attacca and splendid bop phrases, shows off a different side now: a simple melodic lead and a warm tone in LET'S FACE THE MUSIC AND DANCE and in the standard ballad of WHEN YOUR LOVER HAS GONE, from which he chooses the first few bars to set out a well-controlled improvisation that does not waste a note.

To those who are still in the dark the Sousa-march HIGH SCHOOL CADETS tells what is the matter with the CBBB. That drives on straight away like - well, no: a steam roller is not likely to go so easily at 250 km/h. You had better not try to sit still to these pieces: Let's face the music and dance. Still one thing to tell you: perhaps you really ought to shut that window now.”

TO EVERY AGE ITS SOUND by Dirk Sommer, reissue producer [Translated by Martin Cook]

Yes, we have worked on the sound of the music that was stored on tapes, some of which are over 40 years old, before they were transferred to the lacquers that are used for the vinyl record production. In the music business this is commonly known as remastering. However, it says nothing about how intensively and with what a sense of purpose mastering engineer Christoph Stickel and I have worked on modifying and improving the sound of the original tapes. Of course as with any LP that appears in the triple-a-series, all the procedures took place using only the finest analogue equipment. As the headline - modeled after the Vienna Secession movement's motto: 'to every age its art' - already indicates, every period has its own typical sound esthetic. We felt that fitting the MPS records to the way recordings sound today would be a sort of sacrilege. As a result, we have simply redressed a couple of traces of aging as well as small inconsistencies in the sound that, because of the technological limitations of that time, were not optimally dealt with on the original recordings. So enjoy some of the most exciting jazz albums of the 1970's and 80's the way they originally sounded - despite or because of our remasterings!”

The following video features the CBBB on Get Out of Town:



          Political contortionists must have no place   
The masses demand we must be informed by our own concrete conditions and experiences, that reflect elements of the best traditions of social democracy, which include: a system which places the needs of the poor and social issues as priority. The urgency is to identify and isolate these political contortionists within and without.
          Cubase 9.0.20   

Cubase to ponad 25 lat doświadczeń firmy Steinberg nad rozwojem jednej z najlepszych cyfrowych stacji roboczych. Zaprojektowany dla profesjonalistów, Cubase łączy najlepszą jakość dźwięku, intuicyjną obsługę i ogromny zbiór narzędzi narzędzi audio i MIDI przeznaczonych do nagrywania, edycji, miksowania i komponowania.

Cubase to przede wszystkim nowy mikser w postaci konsoli, wyższa jakość toru audio, całkiem nowe oraz udoskonalone funkcje wraz z dodatkowymi bibliotekami brzmień. Najnowsza wersja wprowadza zintegrowane moduły audio na każdej ścieżce, nowy Chord Track z inteligentnym asystowaniem przy komponowaniu czy funkcję VST Connect SE, która umożliwia nagrywanie przez internet w najlepszej jakości dźwięku.

Kompletnie nowa konsola – mikser (MixConsole) z ulepszonym torem audio - jeszcze efektywniejsze miksowanie, elastyczność pracy, zintegrowane procesory dynamiki oraz EQ. Program zawiera zestaw 8 wyjątkowych wirtualnych instrumentów z ponad 2800 brzmień w tym m.in. HALion Sonic SE, Padshop, Retrologue, LoopMash 2 oraz Groove Agent ONE.

Kompletny pakiet zawiera następujące elementy:

  • Cubase
  • Padshop
  • Retrologue
  • Eucon Adapter
  • Drum Loop Expansion 01
  • Midi Loop Library
  • Upload Manager
  • HALionSonic SE
  • Groove Agent ONE Content
  • Loopmash Content
  • Reverence Content


          F-Secure Anti-Virus 2016 16.5   

F-Secure Anti-Virus to cieszące się dużą skutecznością oprogramowanie antywirusowe. Stanowi skuteczną barierę przeciwko wielu rodzajom zagrożeń czyhających w sieci jak wirusy, programy szpiegowskie czy zainfekowane załączniki poczty elektronicznej.

Gwarancję ochrony przed najnowszymi niebezpieczeństwami daje z kolei mechanizm automatycznych aktualizacji oraz technologia DeepGuard. Niezwykle istotnym elementem jest także integracja z chmurą, gdzie analizie poddawane są podejrzane pliki.

Oprogramowanie szpiegujące może skrycie śledzić zwyczaje użytkownika związane z przeglądaniem Internetu i rejestrować preferencje dotyczące zakupów, a także przejmować kontrolę nad przeglądarką internetową lub nadużywać połączenia internetowego przez wysyłanie danych na zewnątrz. F-Secure Anti-Virus chroni prywatność użytkownika, wykrywając takie oprogramowanie i usuwając je z komputera.

Nie mogło zabraknąć modułu chroniącego komputer przez atakami z zewnątrz. Tym, co wyróżnia F-Secure Anti-Virus 2015 na tle szerokiej konkurencji jest śladowe zapotrzebowanie na zasoby komputera. Podczas pracy programu w trybie ochrony rezydentnej, użytkownik praktycznie nie odczuje jego działania i wpływu np. na płynność rozgrywki czy obsługę innych programów.

Kwestia podejścia do obsługi programu jest kolejnym istotnym aspektem. Tak naprawdę znaczna większość elementów pracy produktu już od samego początku jest tak skonfigurowana, że nie jest wymagany żaden wkład ze strony użytkownika. Podobnie sytuacja wygląda w przypadku wykrycia zagrożenia, które jest automatycznie neutralizowane. Wyświetlane jest tylko powiadomienie o działaniu zabezpieczeń.

Uwaga:

Aby uzyskać klucz licencyjny pozwalający na przetestowanie programu przez 30 dni, należy założyć konto na stronie producenta.


          Cubase 9.0.20   

Cubase dla OS X łączy najlepszą jakość dźwięku, intuicyjną obsługę i ogromny zbiór narzędzi narzędzi audio i MIDI przeznaczonych do nagrywania, edycji, miksowania i komponowania.

Cubase to przede wszystkim nowy mikser w postaci konsoli, wyższa jakość toru audio, całkiem nowe oraz udoskonalone funkcje wraz z dodatkowymi bibliotekami brzmień. Najnowsza wersja wprowadza zintegrowane moduły audio na każdej ścieżce, nowy Chord Track z inteligentnym asystowaniem przy komponowaniu czy funkcję VST Connect SE, która umożliwia nagrywanie przez internet w najlepszej jakości dźwięku.

Kompletnie nowa konsola – mikser (MixConsole) z ulepszonym torem audio - jeszcze efektywniejsze miksowanie, elastyczność pracy, zintegrowane procesory dynamiki oraz EQ. Program zawiera zestaw 8 wyjątkowych wirtualnych instrumentów z ponad 2800 brzmień w tym m.in. HALion Sonic SE, Padshop, Retrologue, LoopMash 2 oraz Groove Agent ONE.


Kompletny pakiet zawiera następujące elementy:

  • Cubase
  • Padshop
  • Retrologue
  • Eucon Adapter 6.5
  • Drum Loop Expansion 01
  • Midi Loop Library
  • Upload Manager
  • HALionSonic SE
  • Groove Agent ONE Content
  • Loopmash Content
  • Reverence Content


          BD Rebuilder 0.50.24   

BD Rebuilder jest bezpłatnym programem do kompresowania filmów zapisanych w formacie DVD lub Blu-ray. Przy użyciu programu można też stworzyć kopie zapasową materiałów wideo zapisanych na płycie jednowarstwowej DVD5, dwuwarstwowej DVD9 lub na Blu-ray.

BD Rebuilder kompresuje filmy Blu-ray wraz ze wszystkimi dodatkowymi elementami znajdującymi się na płycie (menu oraz inne dodatki), korzystające z kodowania H.264. Program usuwa niechciane ścieżki audio lub inne dodatkowe elementy przechowywane na płycie z filmem. Umożliwia zgrywanie filmu do pliku AVI, DVD Video lub MP4, przeznaczonego dla urządzeń iPad lub iPod.

Do prawidłowego funkcjonowania programu wymagane jest zainstalowanie w systemie pakietu Ffdshow oraz Haali Media Splitter i AviSynth.


          Pinegrow Web Editor 3.01   

Pinegrow Web Editor to propozycja do tworzenia stron internetowych skierowana przede wszystkim do początkujących użytkowników. Projektowanie witryn odbywa się na zasadzie przeciągania poszczególnych elementów. Oczywiście, istnieje możliwość prowadzenia edycji także w warstwie kodu.

Program oferuje całkiem obszerny zestaw składników stron jak przyciski, pola tekstowe, tabele, formularze, checkboxy, numeracja stron, zakładki, paski nawigacji itp.

Zachowanie i funkcjonalność każdego z poszczególnych obiektów może być indywidualnie personalizowana. Pinegrow Web Editor obsługuje również kodowanie w CSS.

Uwaga!
Oprogramowanie dostępne jest w 7-dniowej wersji testowej.


          Pinegrow Web Editor 3.01   

Pinegrow Web Editor to propozycja do tworzenia stron internetowych skierowana przede wszystkim do początkujących użytkowników. Projektowanie witryn odbywa się na zasadzie przeciągania poszczególnych elementów. Oczywiście, istnieje możliwość prowadzenia edycji także w warstwie kodu.

Program oferuje całkiem obszerny zestaw składników stron jak przyciski, pola tekstowe, tabele, formularze, checkboxy, numeracja stron, zakładki, paski nawigacji itp.

Zachowanie i funkcjonalność każdego z poszczególnych obiektów może być indywidualnie personalizowana. Pinegrow Web Editor obsługuje również kodowanie w CSS.

Uwaga!
Oprogramowanie dostępne jest w 7-dniowej wersji testowej.


          Pinegrow Web Editor 3.01   

Pinegrow Web Editor to propozycja do tworzenia stron internetowych skierowana przede wszystkim do początkujących użytkowników. Projektowanie witryn odbywa się na zasadzie przeciągania poszczególnych elementów. Oczywiście, istnieje możliwość prowadzenia edycji także w warstwie kodu.

Program oferuje całkiem obszerny zestaw składników stron jak przyciski, pola tekstowe, tabele, formularze, checkboxy, numeracja stron, zakładki, paski nawigacji itp.

Zachowanie i funkcjonalność każdego z poszczególnych obiektów może być indywidualnie personalizowana. Pinegrow Web Editor obsługuje również kodowanie w CSS.

Uwaga!
Oprogramowanie dostępne jest w 7-dniowej wersji testowej.


          System Obsługi Zleceń PL+ 2.1   

System Obsługi Zleceń PL+ to rozbudowane narzędzie wspomagające zarządzanie i obsługę zleceń na usługi, produkty, towary. Aplikacja pozwala na kontrola statusu oraz postępu prac nad sprawami zleconymi przez klientów, prowadzenie historia realizacji zleceń, czy też obsługa i kontrola płatności oraz planowanie prac nad zleceniami. Dodatkowo program umożliwia prowadzenie katalogu oraz cennika towarów i usług.

Najważniejsze funkcje:

  • Rejestr spraw zleconych przez klientów
  • Organizacja pracy poprzez przypisywanie zleceń do pracowników
  • Obsługa i kontrola płatności za zlecenia
  • Informowanie o należnościach przeterminowanych
  • Kontrola statusu oraz postępu prac nad zleceniami
  • Historia realizacji oraz wartości zleceń
  • Katalog oraz cennik towarów i usług
  • Sprawdzanie stanów magazynowych, informowanie o niedoborach towarów
  • Terminarz informujący o planowanych zdarzeniach
  • Eksport danych do arkuszy .CSV
  • Możliwość obsługi programu przez wiele osób w tym samym czasie - praca w sieci komputerowej
  • Administracja uprawnieniami użytkowników programu, system haseł i dostępu do poszczególnych opcji programu
  • Nieograniczona ilość elementów danych
  • Wieczysta licencja na użytkowanie programu

Najważniejsze raporty:
  • Zestawienie zleceń na wskazany miesiąc, rok, dowolny przedział czasu
  • Podsumowanie wartości zrealizowanych zleceń w danym przedziale czasowym
  • Zestawienie zleceń dla danego kontrahenta
  • Zestawienie zleceń na określoną usługę
  • Wydruk dokumentu zlecenia wraz z pełnym jego opisem
  • Szczegóły zlecenia wraz z historią jego realizacji
  • Raport dot. należności bieżących w tym należności przeterminowanych
  • Zestawienie zadań do wykonania dla wskazanego pracownika
  • Raport dotyczący zaplanowanych zdarzeń zapisanych w terminarzu
  • Zestawienie kontrahentów wg wskazanego rodzaju
  • Cennik towarów i usług, wraz ze stanem magazynowym

Po zainstalowaniu Demo należy podać następujące dane:
Login: admin
Hasło: admin


          Ewidencja wyposażenia PL+ 2.2   

EWIDENCJA WYPOSAŻENIA PL+, to ewidencja oprogramowania, komputerów, sprzętu i narzędzi w firmie, a także ewidencja napraw, dokumentów oraz terminarz planowanych wydarzeń takich jak przegląd gwarancyjny, wymiana materiałów eksploatacyjnych, wygaśnięcie licencji itp.

Do czego program przyda się w firmie...
Wydrukuje arkusz spisu z natury by sprawnie wykonać inwentaryzację
Poinformuje o konieczności przedłużenia licencji na oprogramowanie
Przypomni o konieczności wymiany środków BHP,przeprowadzeniu przeglądów sprzętu
Skontroluje odpowiedzialność pracowników za powierzony sprzęt


Program ten to również kontrola odpowiedzialności pracowników za przydzielone im narzędzia i oprogramowanie. To również analiza historii wykorzystania sprzętu i komputerów przez poszczególnych pracowników.

Najważniejsze funkcje:

  • ewidencja wyposażenia, sprzętu, narzędzi, itp.
  • ewidencja oprogramowania i licencji
  • ewidencja sprzętu komputerowego
  • ewidencja odzieży i śroków BHP
  • ewidencja osób odpowiedzialnych i korzystających z wyposażenia
  • ewidencja napraw i ich kosztów
  • ewidencja dokumentów związanych ze sprzętem i komputerami
  • terminarz automatycznie sprawdzający planowane zdarzenia
  • rejestr zleceń na wykorzystanie sprzętu
  • rejestr rozliczeń pracy sprzętu
  • rejestr zakupów środków i odzieży BHP
  • historia użytkowania sprzętu i komputerów, posiadania środków BHP
  • Kontrola zapotrzebowania oraz przypominanie o konieczności wymiany środków BHP
  • kilkanaście raportów i zestawień
  • eksport tabel do arkuszy .CSV
  • możliwość obsługi programu przez wiele osób w tym samym czasie - praca w sieci komputerowej
  • administracja uprawnieniami użytkowników programu, system haseł i dostępu do poszczególnych opcji programu
  • Nieograniczona ilość elementów wyposażenia oraz użytkowników
  • Wieczysta licencja na użytkowanie programu
  • ŁATWOŚĆ OBSŁUGI


Po zainstalowaniu Demo należy podać następujące dane:
Login: ADMIN
Hasło: admin


          Freehand Painter 0.93   

Freehand Painter to bezpłatny program do rysowania szkiców i malowania cyfrowych zdjęć. Aplikacja przeznaczona jest zarówno dla początkujących użytkowników, jak i również dla bardziej doświadczonych malarzy. Aplikacja posiada prosty i przejrzysty interfejs, a także znajdziemy w niej wszystkie najważniejsze funkcje do rysowania i malowania dzieł.

Program pozwala w prosty i szybki sposób tworzyć i rysować grafikę wektorową na komputerze. Oprócz tego pozwala na eksportowanie gotowego dzieła w formacie PNG, BMP, JPG i GIF, a także umożliwia podgląd rysunku w trybie pełnoekranowym. Freehand Painter posiada narzędzia do regulowania poziomu jasności, kontrastu i przejrzystości, a także umożliwia tworzenie żywych kolorów i realistyczne malowanie za pomocą pędzla.

Freehand Painter oferuje też błyskawiczne usuwanie i oczyszczanie elementów i obiektów z danego rysunku, a także posiada funkcje Undo i Redo, umożliwiające cofanie wykonanych czynności i poprawianie swoich błędów. Program w pełni obsługuje monitory wielodotykowe oraz format ISF (Ink Serialized Format).


          Screenpresso 1.6.8.18   

Screenpresso to darmowe i w pełni funkcjonalne narzędzie do przechwytywania ekranu i nagrywania sekwencji wideo z całego pulpitu systemowego.

Korzystając z programu możemy przechwytywać cały ekran pulpitu, jego wybrany obszar lub aktywne okno za pomocą jednego skrótu klawiszowego. Screenpresso przechwytuje również strony internetowe oraz nagrywa filmy w jakości HD – z możliwością eksportu do formatu HTML5. Wyróżniającym elementem programu jest funkcja autoprzewijania, która jest w stanie przechwycić wszystko to co nie mieści się na ekranie monitora.

W Screenpresso znajdziemy też wbudowany edytor do modyfikowania przechwyconych zrzutów ekranowych. Możemy z nim przycinać, podświetlać, zamieszczać komentarze, zaokrąglać rogi oraz dodawać rozmaite efekty wizualne. Użytkownicy mogą udostępniać z poziomu programu swoje zrzuty ekranowe przez dysk Google, Twitter, Facebook, Flickr, DropBox, Imgur czy serwer FTP. Program możemy zainstalować na dysku twardym bądź skorzystać z jego wersji przenośnej i uruchomić go od razu po ściągnięciu.

Uwaga!
Aby zaktualizować program do najnowszej wersji, należy poszukać opcji "O Programie" i nacisnąć przycisk - Sprawdź aktualizacje.

Program jest dostępny za darmo i posiada liczne ograniczenia. Listę różnic pomiędzy wersją bezpłatną a komercyjną - znajdziecie na oficjalnej stronie producenta.

Program wymaga zainstalowanych bibliotek .NET Framework 4 lub nowsze.


          Loaris Trojan Remover 3.0.8   

Loaris Trojan Remover jest skutecznym narzędziem do usuwania złośliwego oprogramowania – koni trojańskich, robaków, adware i aplikacji szpiegowskich.

Loaris Trojan Remover może służyć jako uzupełnienie dla zainstalowanych już w systemie programów zabezpieczających typu zapory ogniowe czy antywirusy. Posiada cztery tryby skanowania – standardowy, pełny, dowolny i dodatkowy skaner przeznaczony dla urządzeń podłączanych przez USB.

W programie znajdziemy też dodatkowe narzędzia do resetowania ustawień przeglądarek internetowych i elementów związanych z aktualizowaniem systemu Windows. Oprócz tego przywraca do domyślnych ustawień pliki HOSTS. Tego typu narzędzia są niezbędne, gdy złośliwe oprogramowania zainfekują i uszkodzą ważne elementy systemu Windows.


          Google Maps For iPad Is Finally Here   

Google Maps has been updated to 2.0 for iOS, which means that it finally has a native iPad interface. No longer will iPad users have to deal with stupidly-oversized navigation elements on the 2x pixel-doubled screen. The app is pretty much the same as last week’s Android update, only prettier because its on iOS. Along […]

(via Cult of Mac - Tech and culture through an Apple lens)


          Until Dawn y Juego de Tronos destacan entre los juegos de un julio estupendo para los usuarios de PlayStation Plus   

Ps Plus 755x425

Puede que llevemos menos de una semana metidos en verano, pero con la remesa de propuestas que llegarán a los suscriptores de PlayStation Plus este mes de julio estamos muy seguros de que el invierno se aproxima con la propuesta de terror de Supermassive Games y la adaptación de Telltale Games de la obra de G.R.R. Martins.

Sin embargo, uno de los máximos atractivos este mes es que además de los dos juegos habituales que podremos descargar en cada consola de Sony (sin contar con los cross-play), podremos disfrutar sin coste alguno del primer título del sello PlayLink, la gama de juegos diseñados para jugar en grupo desde smartphones y tablets.

Juegos gratuitos para PS4

Sony es muy consciente de la expectación que hay en torno al estreno de la nueva temporada de Juego de Tronos, y para caldear el ambiente nos propone disfrutar de la primera temporada completa de 'Game of Thrones – A Telltale Series'. Sin embargo, el plato fuerte del mes -al menos en lo jugable- será 'Until Dawn', un survival inspirado en las slasher movies que no tardó en convertirse en uno de los primeros grandes exclusivos de la sobremesa de Sony.

La propuesta en PS4 se completa con ¡Has Sido Tu!, una propuesta social para seis jugadores en la que podremos interactuar desde nuestros dispositivos móviles respondiendo cientos de preguntas y participando en toda clase de retos y 'Don’t Die Mr Robot', el cual recibiremos gracias a la opcion de cross-buy con la portátil de Sony.

  • Until Dawn
  • Game of Thrones: A Telltale Series
  • ¡Has sido tú! – PS4
  • Don’t Die Mr Robot (cross-buy para PS4)

Juegos de PS Vita y PS3

Por su parte, Sony sigue reforzando el catálogo de juegos de los usuarios de PS3 con dos propuestas variadas pero especialmente sugerentes: 'Tokyo Jungle' convierte la capital de Japón en un enorme entorno absorbido por la naturaleza y en el que tomaremos el control de varios animales.

Por otro lado, 'DarkStalkers Resurrection' es el regreso de una de las mejores sagas de lucha de Capcom con una actualización visual y juego online que no puede faltar a ningún amante del género.

  • Tokyo Jungle – PS3
  • Darkstalkers Resurrection – PS3

Para terminar, 'Don’t Die Mr Robot' es un arcade que -pese a su aspecto simplón- esconde un desafiante bullet hell a través de cuatro modos de juego que podremos disfrutar tanto en PS Vita como en PS4, y 'Element4l' se presenta como un plataformas de scroll lateral muy en la línea de Limbo.

  • Don’t Die Mr Robot – PS Vita (cross-buy para PS4)
  • Element4l – PS Vita

Definitivamente una estupenda manera de arrancar la segunda mitad del año y que podremos descargar sin coste a partir del 4 de julio. ¿Mantendrán la línea los cinco meses restantes? en aproximadamente 30 días lo averiguaremos.


          HONG KONG | 20 ANOS DEPOIS DO REGRESSO À CHINA   


Milhares nas ruas pedem democracia e libertação de Liu Xiaobo

01 de Julho de 2017, 23:48

Hong Kong, China, 01 jul (Lusa) -- Milhares de pessoas saíram hoje à rua em Hong Kong, para pedir mais liberdades políticas e a libertação do ativista chinês Liu Xiaobo, no dia do vigésimo aniversário da transição da antiga colónia britânica para a China.

A Civil Human Rigthts Front [Frente Civil dos Direitos Humanos], que todos os anos organiza o protesto de 01 de julho, estimou o número de participantes em mais de 60.000, enquanto a polícia referiu 14.500, segundo a imprensa local.

Os números foram inferiores aos do ano passado, com a organização a estimar cerca de 110.000 participantes e a polícia 19.300.

A marcha saiu do Parque Vitória em direção ao Conselho Legislativo (LegCo, o parlamento) pelas 15:00 (08:00 em Lisboa), já depois de o Presidente chinês, Xi Jinping, ter deixado a cidade, no final de uma visita de três dias, marcada por detenções de ativistas em protestos e pela advertência de que não será tolerada qualquer ameaça contra o poder de Pequim.

"Penso que todos os que vieram à manifestação vieram porque pensam que este ano é muito especial: são os 20 anos desde a transição", disse à agência Lusa Au Nok-hin, da Frente Civil dos Direitos Humanos, a entidade que organiza a manifestação.

"Há muitos problemas por resolver por parte do Governo de Hong Kong", acrescentou o também membro do Partido Democrata.

Nesse sentido, Au Nok-hin criticou as declarações do porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, que na sexta-feira disse que a Declaração Conjunta sino-britânica -- assinada em 1984 e na qual assenta o princípio "Um país, dois sistemas" e ao abrigo do qual foi realizada a transição de Hong Kong para a China em 1997 --, "é um documento histórico e não tem qualquer significado prático".

O mesmo responsável disse que esperava que o Governo central reconsiderasse as declarações daquele ministério.

"Muitos de nós estão preocupados com o futuro de Hong Kong, sobretudo com as recentes limitações à liberdade de reunião", acrescentou, em alusão às restrições impostas pela polícia para os protestos dos ativistas durante a visita de Xi Jinping à cidade.

No protesto marcaram também presença os ativistas que esta manhã foram detidos pela polícia, incluindo o rosto dos protestos pró-democracia de 2014, o jovem Joshua Wong e o deputado conhecido como 'Cabelo Comprido'.

Este ano, os manifestantes viram reduzido o espaço que anualmente lhes é atribuído no Parque Vitória, de onde parte a tradicional marcha pró-democracia, uma vez que grande parte da área estava reservada a uma exposição promovida por uma coligação de grupos de cerca de 40 grupos pró-Pequim (Hong Kong Celebrations Association).

Antes de iniciarem a marcha pelas ruas, no palco montado sobre o relvado do parque, vários ativistas usaram da palavra, incluindo Lam Wing-kee, um dos cinco livreiros que em 2015 desapareceram em condições misteriosas para reaparecerem, mais tarde, detidos na China e a confessarem crimes através da televisão estatal chinesa.

Lam Wing-kee pediu a libertação de Liu Xiaobo e apelou aos manifestantes para não desistirem de lutar pela democracia.

Liu Xiaobo, de 61 anos, que em 2010 foi distinguido com o prémio Nobel da Paz por promover a reforma política da China, viu esta semana ser-lhe concedida liberdade condicional depois de lhe ter sido diagnosticado um cancro no fígado em fase terminal.

O ativista foi condenado em 2009 a 11 anos de reclusão por subversão.

O protesto decorreu de forma pacífica, sob calor intenso e alguns períodos debaixo de chuva intensa, com os manifestantes a percorrerem cerca de três quilómetros entre o Parque Vitória do LegCo, durante mais de três horas.

Os manifestantes reclamaram também uma ação legal contra o ex-chefe do executivo CY Leung, por pagamentos recebidos da empresa de engenharia australiana UGL enquanto líder da cidade, o desenvolvimento sustentável da cidade, a defesa dos direitos dos homossexuais e da diversidade étnica.

O protesto, dominado por guarda-chuvas amarelos e outros símbolos pró-democracia, contou com defensores pró-independência da cidade, que apareceram em alguns cruzamentos por onde a marcha passava com bandeiras a remeter para os tempos da colónia britânica.

A chuva acabou por levar a organização a cancelar uma concentração prevista no Tamar Park, onde estão situados o LegCo e a sede do Governo do território.

As manifestações pró-democracia são realizadas anualmente desde 01 de julho de 1997 e atingiram uma dimensão significativa desde 2003, quando meio milhão de pessoas saiu em protesto contra o plano do governo de regulamentar o artigo 23.º da Lei Básica, que prevê punir crimes de traição à pátria, secessão e subversão.

FV // VM

Pequim vai garantir aplicação firme de "um país, dois sistemas" em Hong Kong

01 de Julho de 2017, 12:58

Hong Kong, China, 01 jul (Lusa) - O Presidente chinês sublinhou hoje que Pequim vai garantir a aplicação "com firmeza" do princípio "um país, dois sistemas" em Hong Kong.

O Governo de Hong Kong "deve manter-se fiel a esta direção e respeitar integralmente" aquele princípio, afirmou Xi Jinping, perante mais de dois mil convidados que assistiram, momentos antes, à cerimónia de posse da chefe do Executivo, Carrie Lam, primeira mulher a desempenhar o cargo.

Este conceito foi criado para defender a unidade do país e qualquer desafio à soberania ou apoio à oposição representa uma rutura do princípio "um país, dois sistemas", acrescentou.

"Qualquer tentativa que ponha em perigo a soberania e segurança da China, desafie o poder do Governo central e a autoridade da Lei Básica de Hong Kong (...) é absolutamente inadmissível", declarou.

O respeito e aplicação do princípio "um país, dois sistemas" responde às necessidades da população de Hong Kong, de manter a prosperidade e estabilidade de Hong Kong, serve os interesses fundamentais da nação e as aspirações partilhadas de todos os chineses, disse, de acordo com a agência noticiosa chinesa Xinhua.

Mas o Governo de Hong Kong deve fazer mais para responder aos desafios colocados pela economia, habitação, segurança e aumentar a educação patriótica, considerou.

Xi Jinping ofereceu a ajuda e força económica da China como "uma oportunidade" para revitalizar Hong Kong, numa altura em que o preço das habitações é incomportável para os residentes e a competitividade internacional do território diminuiu.

"Criar deliberadamente divergências políticas e provocar a confrontação não vai resolver os problemas. Pelo contrário, só vai impedir gravemente o desenvolvimento económico e social de Hong Kong", advertiu.

Antes, Carrie Lam, de 60 anos, e os seus secretários juraram servir a China e Hong Kong e respeitar a Lei Básica, a miniconstituição do território.

O Presidente chinês chegou na quinta-feira a Hong Kong para as cerimónias do 20.º aniversário da transferência de soberania do Reino Unido para a China - 01 de julho de 1997 - e para investir a nova chefe do Executivo da Região Administrativa especial chinesa.

A cerca de um quilómetro de distância, um pequeno grupo de ativistas pró-democracia confrontou-se com a polícia e manifestantes pró-China. Pelo menos nove militantes pró-democracia foram detidos, indicou a agência noticiosa espanhola Efe.

EJ // DM

Ativistas condenam "abuso de poder" da polícia após libertação

01 de Julho de 2017, 15:21

Hong Kong, China, 01 jul (Lusa) -- Ativistas pró-democracia, detidos hoje em Honk Kong e libertados pouco tempo depois, condenaram a atuação da polícia, que acusaram de os ter deixado à mercê de ataque de grupos pró-China e tríades.

Pelo menos nove ativistas pró-democracia de Hong Kong foram detidos cerca das 08:00 (01:00 em Lisboa) após confrontos com manifestantes pró-China, no centro da cidade, onde decorrem as cerimónias do 20.º aniversário da transferência de soberania, tendo saído em liberdade ainda durante a manhã.

Joshua Wong, que já tinha sido detido na quarta-feira, juntamente com 25 ativistas, durante uma concentração realizada na praça Bauhinia, no centro da cidade, e libertado, foi um dos detidos de hoje.

De novo em liberdade, o líder dos protestos pró-democracia de 2014 disse em conferência de imprensa, que apesar de o protesto ter sido autorizado pelas autoridades, os manifestantes foram alvo de "ataques violentos" por grupos pró-China durante a manifestação em Wan Chai.

Os ativistas seguiam em direção ao centro de convenções, onde decorria a cerimónia de tomada de posse da nova chefe do Executivo, Carrie Lam.

"O que nós encontrámos foi gangues pró-China e tríades (...) que nos cercaram e bloquearam a nossa manifestação a pedir a democracia e a libertação [do ativista chinês] Liu Xiaobo", disse Joshua Wong, num dos vídeos de uma conferência de imprensa divulgada através da rede de mensagens instantâneas Twitter.

"Durante os ataques violentos constatámos que a polícia não fez nada e permitiu que aqueles gangues empunhassem a bandeira nacional e nos perturbassem até às 08:00 [01:00 em Lisboa, quando começaram as cerimónias oficiais]", acrescentou.

Joshua Wong classificou a situação de "absolutamente inaceitável" e "sem base legal", descrevendo que ele próprio foi algemado e que outros ativistas foram alvo de agressões de agentes no carro da polícia a caminho da esquadra.

"Condenamos veementemente a atuação da polícia por não proteger os manifestantes pacíficos e por permitir -- se não arranjou, pelo menos deixou -- estes 'gangues' atacar-nos", afirmou.

O também secretário-geral do partido Demosisto disse ainda que espera que "na manifestação de 01 de julho, na tarde de hoje, em vez de permitirem que os grupos leais pró-China continuem a perturbar o nosso protesto".

Na conferência de imprensa, Avery Ng, da Liga dos Sociais Democratas, descreveu aos jornalistas que os ativistas receberam informações contraditórias de diferentes agentes sobre se estavam ou não detidos.

"Assim que o veículo entrou em andamento, eu perguntei repetidamente aos agentes se estavámos detidos. Inicialmente, responderam que não sabiam, mas alguns minutos depois disseram que sim", contou Avery Ng. "Perguntei sob que acusações mas não responderam", afirmou.

"Assim que o veículo chegou à esquadra da polícia, outro grupo de polícias disse-nos: 'Vocês não estão presos, vocês estão livres, podem ir embora'. Este é o facto", acrescentou.

O ativista sublinhou que "a polícia está claramente a abusar do seu poder".

"Esta manhã, o objetivo era muito simples. Na verdade os objetivos tanto da polícia como das tríades são muito parecidos. O seu dever era impedir-nos de ir à cerimónia da manhã para protestar contra [o presidente da China] Xi Jinping", sublinhou.

Avery Ng acrescentou que "nas passadas 72 horas, a Liga dos Sociais Democratas foi alvo de detenções múltiplas e ataques violentos por elementos das tríades".

"O número supera a centena. Ao mesmo tempo, mais de 100 polícias foram destacados para seguir alguns dos nossos principais membros nos últimos três dias. Isto é o tipo de recursos que eles usam para reprimir um só partido político", adiantou.

Na conferência de imprensa, Joshua Wong e Avery Ng surgiram acompanhados por outros ativistas que também tinham sido levados pela polícia, como o deputado Leung Kwok-hung (conhecido por "Long hair" ou "Cabelo comprido") e pelo deputado Eddie Chu, entre outros.

O Presidente chinês chegou na quinta-feira a Hong Kong para as cerimónias do 20.º aniversário da transferência de soberania do Reino Unido para a China - 01 de julho de 1997 - e para investir a nova chefe do Executivo da Região Administrativa especial chinesa.

FV (EJ) // EJ

"Fazer barulho" nas ruas é a opção para quem não tem direito a voto

02 de Julho de 2017, 02:40

Hong Kong, China, 02 jul (Lusa) -- Aos 12 anos, Lum Lum é uma entre milhares de pessoas que, hoje, saíram à rua em Hong Kong para reclamar a eleição direta do líder da região.

Cerca de 60.000 pessoas, segundo a organização, ou 14.500, para a polícia, participaram na manifestação. Qualquer dos números está bastante aquém das manifestações realizadas há alguns anos, com muitos residentes frustrados com a falta de resultados dos protestos de rua.

Apesar de longe do 'fôlego' do "Occupy", que em 2014 paralisou durante 79 dias várias zonas da antiga colónia britânica para pedir a eleição do chefe do Executivo por sufrágio universal, os protestos continuam a fazer parte da cultura de Hong Kong, que assinalou os 20 anos da transição para a China.

Da família de Lum Lum só a irmã mais velha faltou à manifestação, "porque tinha muito para estudar", contou à agência Lusa, sob o olhar atento dos pais e de uma tia, enquanto caminhava desde o Parque Vitória em direção ao Conselho Legislativo (o parlamento da cidade).

"Estamos aqui porque queremos eleger o nosso chefe do Executivo e também porque não queremos mais corrupção no governo", disse Lum Lum à Lusa.

A pequena "ativista" começou a participar nos protestos pacíficos "desde os 3 ou 4 anos", por iniciativa do pai. Atenta ao que se passa na Região Especial Chinesa, a menina disse que a visita do Presidente chinês, Xi Jinping, não lhe despertou nenhum sentimento.

"Também não tenho qualquer mensagem para ele, porque se tivesse ele não me ia ouvir", acrescentou.

Já em relação aos ativistas que ao longo da semana foram sendo detidos e libertados, a menina mostrou determinação nas palavras. "Sinto tristeza e raiva. Eles não fizeram nada e tiveram problemas apenas porque queriam dizer ao Governo o que está mal em Hong Kong", afirmou.

Ao contrário de Lum Lum, a professora de Economia Anson Suen, de 31 anos, não é uma presença assídua nos protestos de rua. Juntou-se à grande manifestação em 2003, quando meio milhão saiu à rua, e no 20.º aniversário da região sob a soberania chinesa também achou que fazia "todo o sentido".

"Se o Governo central quer que nós amemos o país, então devia permitir mais liberdade de expressão, respeitar as nossas instituições e dar-nos a verdadeira democracia", disse.

Anson Suen seguia com um grupo de amigas, incluindo a também professora Dodo Lo, de 35 anos, que explicou o que a move nos protestos de rua.

"Talvez não faça a diferença, mas pelo menos fazemos barulho para demonstrar o nosso descontentamento. Queremos que eles saibam que não estamos felizes, mas eles ignoram-nos", disse.

Hong Kong foi integrada na República Popular da China em 1997, ao abrigo da fórmula idealizada por Deng Xiaoping para a reunificação do país, a qual permite a continuação por mais 50 anos do "modo de vida" do território, nomeadamente as liberdades de expressão, imprensa e de associação, desconhecidas no resto do continente.

Mas nos últimos anos, muitos residentes têm manifestado preocupações crescentes, denunciando interferências de Pequim nos assuntos da cidade e a erosão das liberdades.

É essa preocupação com o futuro de Hong Kong que continua a levar Choi, uma mulher de 39 anos, todos os anos à manifestação realizada a 01 de julho.

"Os padrões de vida e das liberdades têm vindo a diminuir, sobretudo nos últimos anos", afirmou, acrescentando que "a questão da democracia está pior do que há alguns anos".

Pequim prometera deixar os residentes de Hong Kong escolherem em 2017 o líder por voto direto, o que poria fim ao atual sistema de eleição através de um colégio eleitoral, mas com a condição de que os candidatos fossem aprovados por um comité de nomeação, algo que os pró-democratas contestaram, alegando que só os candidatos pró-Pequim teriam "luz verde".

Depois do "Occupy", essa reforma política foi chumbada pelo Conselho Legislativo de Hong Kong em junho de 2015, com o campo pró-democrata a votar em bloco contra a proposta.

Carrie Lam, a nova líder de Hong Kong eleita em março passado, foi escolhida por um colégio eleitoral composto por 1.200 membros. Primeira mulher a exercer o cargo, Lam obteve 777 votos.

Quando foi eleita, Carrie Lam prometeu "unir a sociedade", mas sem se comprometer com um calendário para iniciar um eventual novo processo de reforma política.

No sábado de manhã, Xi Jinping empossou Lam no cargo, no último dos três dias de uma visita oficial a Hong Kong, para assinalar a data.

FV (DM) // JLG


          Has the Government's Welcome Home Loan scheme under-performed because of banks' relaxed credit policies?   

By Gareth Vaughan

Housing New Zealand's Welcome Home Loan scheme has not grown as the Government wanted it to.

We've had senior government ministers eagerly promote it, and a bank CEO extolling its virtues to participating lenders by pointing out; "It really carries no risk on our balance sheet because it's all government guaranteed."

The ministers were John Key and Nick Smith, and the CEO quoted above is SBS Bank's Shaun Drylie.

Housing NZ says, as of May 31 this year, it was "at risk" for 6,650 loans through Welcome Home Loan, with an original value of $1.469 billion. That's 150 less loans than the 6,800 - with an original loan value of $1.335 billion - at June 30, 2013. The drop, Housing NZ says, is because more loans have been repaid than taken on.

June 2013 is just before the Reserve Bank restrictions on banks' high loan to value ratio (LVR) residential mortgage lending were unveiled. Welcome Home Loans are excluded fom the Reserve Bank's LVR restrictions.

The Welcome Home Loan scheme launched in July 2003 as a two year pilot project with Kiwibank, known as “In Reach.” In July 2005, the scheme was opened to other lenders, and branded “Welcome Home Loan.” Eight lenders are actively using the Housing New Zealand scheme today. These are SBS, Kiwibank, Westpac, The Co-operative Bank, TSB Bank, NZCU Baywide, the Nelson Building Society, and the New Zealand Employees' Credit Union. 

As Housing NZ puts it; "Welcome Home Loan is offered by lenders, supported by Housing New Zealand, and, designed for first-home buyers who can afford to make regular repayments on a home loan, but have trouble saving for a large deposit. With Welcome Home Loan you only need a 10% deposit, not a 20% deposit as required by most lenders. Housing New Zealand does not issue the loan. This is done through normal lenders such as selected banks and credit unions. Housing New Zealand underwrites the loan for the lender [through lenders' mortgage insurance]. Individual applicants are required to meet the lender’s specific lending criteria. Income and house price caps apply."

'Trebling the number of loans'

Prior to the launch of the LVR restrictions, the Welcome Home Loan scheme had been going backwards. During the June 2013 year, Housing NZ settled 845 new loans, down from 1,358 the previous year.

The Reserve Bank announced on August 20, 2013 that high LVR restrictions would kick-in from October 1 that year, limiting lending to borrowers with deposits of less than 20%. Following that move the Welcome Home Loan scheme appeared, unsurprisingly, to gain in popularity given low equity loans made through the scheme are excluded from the Reserve Bank's restrictions.

Announcing Co-operative Bank's signing up to the scheme in April 2014, Building and Housing Minister Nick Smith said; "I am encouraging other banks to also join the scheme. I want as many New Zealanders as possible to have access to this Government assistance to buy their first home." At that stage ASB said its membership to the Welcome Home Loan Scheme was "currently under consideration." However three years on ASB hasn't joined, with a spokeswoman saying no decisions have been made to apply for entry. A Housing NZ spokesman said no applications from lenders wanting to join the scheme are currently under consideration.

Smith's comments came after Prime Minister John Key announced on August 11, 2013, a week before the Reserve Bank publicly unveiled its LVR move; “We will also expand the [Welcome Home Loan] scheme to treble the number of loans from about 850 loans a year to 2,500 a year."

Both in August 2013 and again in July last year as the Reserve Bank changed the LVR restrictions, Smith announced increases in house price caps for the scheme. In a rising property market, they have gone from $350,000 in Auckland, for example, to $600,000 for an existing house and $650,000 for a new one.

As it sought to "screw the scrum in favour of first home buyers," the Government also aligned the scheme's income caps with those of the KiwiSaver HomeStart scheme at $85,000 for a single person and $130,000 for a couple.

In November 2015 Smith said; "The 287 Welcome Home Loans issued for this latest quarter is also a record and shows how this programme, combined with HomeStart, is assisting families into home ownership."

'A relaxation of lenders' credit policies'

But that hasn't continued, with the 2,500 a year target looking a pipe dream. So what's going on?

Housing NZ's latest annual report, for the year to June 2016, says; "Uptake for Welcome Home Loans was lower than expected due to a relaxation of lenders' credit policies, allowing the provision of standard bank loans, rather than a Welcome Home Loan. This meant banks in the scheme did not have to draw on this product as much as in the past. Monthly demand for the Welcome Home Loan was steady over the year, but was around 10% lower than the previous year." 

Interestingly in its Financial Stability Report last month the Reserve Bank said; "Some banks have tightened lending standards over the past six months [See chart below]. In particular, banks are being more selective about their lending for residential property developments as capacity constraints in the construction industry and rising costs have contributed to increased credit risk in the sector."

The Welcome Home Loan insurance premium is 2.2% of the loan value, of which 1% is paid by the borrower and 1.2% by the Government. The Mortgage Insurance Scheme is assessed, by an actuary, three times a year to ensure the mortgage insurance liability is sufficient to cover any future claims, Housing NZ says. As of June 30 last year the total estimated liability was $29 million. At that point 40% of the original value of settled loans was with Kiwibank.

*This article was first published in our email for paying subscribers early on Tuesday morning. See here for more details and how to subscribe.


          Does Auckland have the infrastructure capacity to host the America's cup? Alex Tarrant reviews two of the Mexican stand-offs involving central government, the Auckland Council, the Airport and Watercare   

By Alex Tarrant

Emirates Team New Zealand’s America’s Cup win has certainly fired up the Auckland infrastructure debate (as if it needed more fuel). Every interested party is now reviewing their wish list trying to figure out whether their pet project could be completed in four years. Rail, roads, houses and water pipes.

The 2021 event (Auckland will also hold the Asia Pacific Economic Cooperation summit that year) might be a Godsend for getting even more Auckland infrastructure work on the move (if we can find the labourers needed – don’t mention foreigners!).

But the multiple Mexican stand-offs between the Government, Auckland Council and other parties like Auckland Airport and Watercare need to be resolved. The key in each dispute is who pays for what, when, why and how.

This (rather long) column focuses on two of those stand-offs. Rail to Auckland Airport from the CBD, and cheaper, faster provision of water services for new housing in Auckland – including boosting incentives for cheaper densification. On Rail, there is a simple answer to get things moving if the project would indeed lead to benefits. On water, revised legislation debated in Parliament last week provides some hope.

Rail to the airport

Politicians were quick to jump on the success of ETNZ earlier this week and the expected economic benefits to Auckland from holding the Cup in 2021. The Green Party used the occasion to question the Transport Minister on whether Auckland would have capacity to host the event.

“Will the government start building rail to the airport sooner, if Auckland hosts the next America’s Cup regatta, or will Aucklanders still have to wait 30 years?” Julie Anne Genter asked Simon Bridges.

Bridges’ answers focussed on the current plan of protecting a sole purpose route that will originally be marked out for a busway to the Airport. This showed the government was prioritising the project, he claimed, being careful to add it was difficult to explain what the timeframe could be for progressing to rail. This would be driven by demand and usage numbers, Bridges said.

So why not just kick-start the project of rail to the airport? If central government were to lead on funding, couldn’t others like the Council be given time to come up with their share? The reason this National-led government isn’t making any firm commitments like this is down to the principle of, whoever benefits should pay.

Steven Joyce, Simon Bridges and other Ministers have in recent months been talking more about the use of value uplift taxes to help fund new projects – rates will be higher in areas that profit from increased transportation links, for example. These could be residential rates paid by homeowners in areas with improved access to the CBD from a new road, which would have boosted the value of their property. They could also be imposed on commercial businesses that benefit from more foot-traffic due to being closer to, say, a new train station.

The government openly admits that a value uplift tax would have been a perfect fit for Auckland’s inner-city rail loop. But, because the loop was announced before Ministers could start spraying the idea around, they feel it would be a bit rude (think a vote-loser) to suddenly turn around and clamp such a tax on business owners close to where the new stations would be, regardless of the economics.

They have to find a project that hasn’t yet started, and which would clearly benefit the areas linked by the project. Penlink has been talked about. I also give you the Airport-City rail link.

However, Bridges and Joyce are engaged in a stand-off with Auckland Airport. ‘If you come to the table, then we will too.’

Auckland Airport would clearly benefit from any rail link with the city. So, Bridges et al are waiting for them to come to the party. If we’re talking light rail – trams – then Dominion Road businesses and residential properties should also benefit in value uplift.

It’s a stand-off though. If the airport argues against paying more because the benefits won’t be that great, then the government can turn around and say, ‘ok well that’s a good argument for not needing to build the new connection’. If the government just starts funding the link itself, then it runs the risk of no-one else coming to the party. They also don't want to be seen starting the project with inclusion of value-uplift taxes that no-one agrees on - that's not the way this government wants to work.

In effect, the sticking point is a matter of principle. It’s a principled Mexican stand-off. Or a prisoners’ dilemma in a low-security prison.

Water pipe dream

The next stand-off is a key component in Auckland’s housing debate. Water pipes. A couple of weeks ago I wrote about how the National Cabinet would love to take a swipe at the monopolistic, not-for-profit Watercare in Auckland. They’re getting nearer to it.

The Local Government Amendment Act 2002 Amendment Bill (No 2) was introduced last year by former Local Government Minister Peseta Sam Lotu-Iiga. And boy was it popular. The Local Government Select Committee heard nearly 200 submissions on the Bill. They’ve now reported back with amendments. The Bill received a second reading last week.

The stand-off between local and central government on water pipes can best be summed up by a conversation between media and Local Government New Zealand a few weeks back. A lot of New Zealand’s water pipe infrastructure was put in in the 1960s, we were told. Those pipes had an expected lifetime of 60 years, so we’re heading towards an exponential renewals curve over the next 15 years for assets worth over $100 billion.

A couple of the journalists (including this correspondent) were a tad miffed by this. Did local councils know there was only a 60-year life span? “Yeah, they did,” was the reply. ““The renewals curve is not a surprise. But it’s here, now.”

So why haven’t councils planned over those 60 years to put replacement funds aside? The problem, we were told, was that in the 1960s a lot of the pipes were paid for by central government. Now, technically only local government is on the hook. “Under our current funding model, it’s rates and debt [to pay for it]. The issue becomes, is that a sustainable position? Our view is it is not.”

That’s why local government is calling on central government to agree to a co-funding model for the replacement of water pipes nationwide that are coming to the end of their working life (even though this was all known about for 60 years).

I asked Local Government New Zealand chairman Lawrence Yule whether they’d had any indications from central government that this could be done. He said central government had always indicated a willingness to look at it “but only once you’ve made sure what you’re doing currently is being done as efficiently as it can be.”

It’s a stand-off. Local government is refusing to consider how to fund replacement pipes until central government agrees to a co-funding model. Central government won’t agree to a co-funding model until local government gets its own house in order and ensures water services operations are as efficient as possible.

The issue got to a point where central government decided to try and take the initiative. This is where the Local Government Local Government Act Amendment Bill (No 2) comes in. Central government clearly believes things aren’t being done as efficiently as possible.

The Bill will allow various councils to band together to create Transport and Water Council Controlled Organisations (CCOs) to provide services across several local authorities. Scale. It will also give greater scope for re-organisation of CCOs. As now-Local Government Minister Anne Tolley put it in Thursday’s second reading, it provides “an opportunity for the sector to show their local strategic leadership, which may require hard decisions about difficult options in order to secure a positive future for their communities.”

Let’s take Watercare. In its submission on the Bill (co-submitted with Auckland Council), it argued that since its first fully operational year in 2011/12, it has reduced the cost of water delivery to Aucklanders compared the rag-tag pricing run previously by individual councils pre-Super City.

That’s true. The $1.30 per thousand litres was below the range of $1.31-$3.50 encompassing Rodney, North Shore, Waitakere, Auckland, Manukau and Franklin. Job well done. Scale worked. But since then, that cost has risen each year to $1.44 per thousand litres in 2016/17. That’s not what central government (or Auckland residents) wanted to see.

A 2015 Cabinet paper introducing the Amendment Bill reveals what some Cabinet Ministers really wanted to do. The Local Government Minister at the time highlighted the potential benefits of requiring Watercare to have to pay a dividend (“distribute surpluses”) to the Council. This could encourage more efficient pricing of water services and allow it better access to finance.

However, due to the prospect of the move not being supported by “the community,” the idea was not included. Indeed, when the Local Government Select Committee reported the Bill back to the House in June, Section 70 was there prohibiting the distribution of surpluses by water services CCOs.

A pity. There is some exciting stuff in there, though. Central government is aiming to be imposing a number of requirements that I’m told are aimed at drastically changing the way Watercare operates.

The Productivity Commission’s 2016 report, Using Land for Housing, helped. Looking at Watercare from a housing supply lens, the Commission raised a number of concerns and recommendations which will partly be tackled by the Bill.

Firstly, Watercare’s Infrastructure Growth Charges (IGCs) do not recover the full costs of growth (new pipes for new housing), the Commission pointed out. Although initially this could produce benefits for new home buyers not paying the full cost for water infrastructure, deficits will need to be recovered from somewhere. Recovery from existing residents will reduce community acceptance of growth, limiting the supply of infrastructure-enabled land, therefore contributing to higher house prices.

Watercare needed to change how it calculates charges to better reflect the underlying economic costs of supply in different locations and for different types of dwelling, the Commission said. This linked in with criticisms of Watercare’s model of charging flat fees.

“To the extent that certain types of development result in lower infrastructure costs than others, a flat charge will result in a cross-subsidy between different types of dwelling. This might result in a situation in which smaller and more affordable dwellings are cross-subsidising larger standalone dwellings.”

The Bill requires Watercare to shift away from the IGC model to a development contribution model. It has until 30 June 2018 at the latest to figure out how to best make the switch.

Meanwhile, the Commission urged Watercare to consider development agreements, which would enable private developers to take responsibility for building trunk infrastructure. It referenced research that developers may be able to provide infrastructure solutions at lower costs than Watercare, particularly due to ‘over specification’ required by Watercare.

“Watercare notes that development agreements have a range of advantages (eg, they provide a mechanism for bringing in private capital into the provision of public infrastructure) and disadvantages (eg, the time required to prepare and finalise the agreements, especially if more than one developer/landowner is involved). The obligation to consider requests from a developer to enter into development agreements and provide the developer with a written response would not compel Watercare and other CCOs to enter agreements where there are good reasons not to. But a requirement to set out in writing why a development agreement may not proceed would provide clarity and transparency about the reasons for the decision.”

The Bill doesn’t appear to go as far as the Commission would have hoped, but it does provide legislation for Watercare to be able to enter into development agreements.

Finally, the Commission appeared horrified that for both Auckland Transport and Watercare, “supply of infrastructure to support growth is not reflected in either organisation’s performance measures.”

“While the primary accountability documents for Watercare and Auckland Transport (the Statements of Intents) are broadly aligned with the Auckland Plan vision, they do not give effect to the specific objective in the Auckland Plan to increase the city’s supply of new dwellings,” it said.

“Auckland Transport and Watercare’s SOIs should be amended to include performance measures relating to the efficient roll-out of new infrastructure to support an increased supply of new dwellings.

“The regulatory and institutional framework around the water sector can be improved. Discipline and transparency around the pricing of water services, and better performance monitoring, would improve the ability of the water sector to support urban growth,” the Commission said.

The Bill includes provision for Council input on CCO statements of intent and for performance monitoring. Each CCO – ie Watercare – must provide its shareholders the opportunity to influence the direction of the organisation, and must provide a basis for the accountability of the directors to their shareholders for the performance of the organisation.

And that performance monitoring? A local authority must undertake regular performance monitoring to evaluate a CCO’s contribution to the achievement of the authority’s objectives for the organisation, the desired results set out in its SOI and the overall aims and outcomes of the local authority.

What’s yet to be seen, however, is whether the changes would have such an effect as to fix the pending funding crisis for water pipe replacement and extension. I would think not. But with this Bill, central and local government will both be able to tap the argument that councils and their organisations have reached, or will soon reach efficiency limits.

And that’s the trigger for central government coming to the funding party.


          Dosarele paranormale secrete ale KGB - FilmeDocumentare.com   
Dosarele paranormale secrete ale KGB - FilmeDocumentare.com



cybershamans (karmapolice) / CC BY-NC-ND 3.0
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          Orphan Product in a Single Row; Shouldn't Be That Way   

You have a div as a child of the ul which is not allowed.

<ul class="products">
<div class="leftcol" style="display: none;">
        
                        
 </div>
<li> etc...

Therefore when you use nth-child(2) to float the second item right the first list item is the second child in that structure even though you have set the div to display:none and pushes it to the right. That div is not allowed outside of a list element anyway so remove it or place it inside a list element.:slight_smile:


          My first HTML5 page from W3schools   

That's looking much better already, I think - and it passes validation, too. https://validator.w3.org/nu/

Well done.

Just a couple of small points.

You seem to have changed all your <h2> tags to <h3>s. That's not correct. You should use the tags in a kind of hierarchy, so your main page title would be an <h1> (as it is). Then your section headings would be <h2>s, and within them the div headings would be <h3>s.

I'm also not sure that your use of <article> ia correct here. Again, it's hard to judge without the full content. You can check for yourself and see what you think: https://developer.mozilla.org/en-US/docs/Web/HTML/Element/article


          [uhindsv46]:More golf knowledge - POCO空间(POCO.CN)   

Golf exercises that should with weights for example bulky muscles built. Be used generally much lighter weights and several times in contrast to normal muscle building training which much heavier weights less time repeals, is hereby repealed. The muscle will call for longer hours of exercises daily exercises. Golf exercises takes very little time.


What’s more, is easily done many golf training stretch exercises in your Office can while still sitting at your desk or work station. This means that even if you have the kind of schedule, with virtually no time to spare leaves you still time in some serious golf training exercises to put the your golf game will take place, can find to another level, they have never before known.
 
Find a teaching method, you can relate to, the golf swing on your own without lessons, books or videos, if you think you can find the jokes are you. What do you think you do what you actually do is never. Just when you think you have it, it’s gone. It would not make sense to follow you through the different parts of the swing a step by step method and tells you in a way, you can understand. There are many different teachers out there with many different thought to swing properly as the Association. I myself, to teach the golf swing based on the 3 elements of the iron Byron swing machine that Byron Nelson was modeled after the swing. In my many years trying to figure out the swing saw I it until I say iron Byron hit a golf ball. As soon as I mind and I it refer the simplicity of the machine to my own swing, started to fit the pieces together. If this sounds then following my approach would be attractive to you a great idea. If not, lessons from your local Pro or a quick search in a bookstore or on the Internet will give you many other ways.
 
Tons of practice swings to do if you chose a teacher and a method’s time to practice it what you’ve learned. Again, it is not as easy as whacking balls out there. They were shown certain positions you need to integrate your swing. The best way to do this is by doing tons of practice swings in the mirror or in the field. By doing lots of practice swings, will eliminate your new swing positions so you can consistently do you when you make actual shots. The whole point of a change is to make the change. Of only whacking balls out there will continue to do your old swing that is full of errors.
 
Before you choose a gift for a golfer, it makes sense to make the following 3 questions and appropriate responses for you to get. Keep in mind that this is a task that is much more complicated than it might seem at first glance.
 
If a good golfer to be it is time to change, as you practice currently want to understand what it takes to better and create a plan follow religiously. When you start these changes now, are you on your way… When you start next week, are week behind.
 
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          "Megadimension Neptunia VIIR" Trailer Takes Us to the Virtual World   
Rie Tanaka helps introduce some of the new game's elements


The 14th entry in the Neptunia series is coming to PlayStation 4 in Japan on August 24, so it's time for Compile Heart to unleash the first full promo. This one has Neptune herself, voiced by Rie Tanaka (Maria in Hayate the Combat Butler, Mitsuru in Persona 3), narrating as the trailer sets up the story before introducing the cast of characters, VR elements, battle system, theme songs, and Memorial Edition contents. 


          CIERRE DE LISTAS EN MAR DEL PLATA....HERIDAS QUE NO CIERRAN Y SANGRAN TODAVIA   








El sábado pasado sobre el cierre de listas, el Frente Unidad Ciudadana, el espacio que lidera la ex presidenta de la Nación, Cristina Fernández de Kirchner, presentó en Mar del Plata seis listas para competir en las PASO.
Una de ellas, la que responde a la camporista Fernanda Raverta,  encabezada por el actual concejal Marcos Gutiérrez. El segundo lugar de la misma quedó para la representante de La Cámpora, Virginia Sívori, y el tercero para Daniel Rodríguez. El cuarto lugar la referente del Movimiento de Mujeres Verónica Lagos y el quinto para el gremialista Roberto “Chucho” Páez.
La segunda lista estaba encabezada por el ex embajador en Venezuela Carlos Cheppi. Lo acompañaban en los principales lugares de la nómina Karina Ponce, el socialista Andrés Cordeu y la representante de “Seamos Libres”, Lourdes González.
Por otra parte, la tercera lista que se presentó fue “Unidos por Mar del Plata” que llevaba como primer precandidato a Horacio Tettamanti, quien estaba acompañado por la dirigente Stella Casasola en el segundo lugar y por el representante del Movimiento Obrero Luis Orsi en el tercer puesto.
Por otro lado había otras listas que encabezarían el dirigente cooperativista Aldo Albarracín; Edgardo Díaz junto a Liliana Frías y Rubén Canalle y finalmente Braian Cardozo.
En las últimas horas se confirmó que finalmente habrá una lista única y será la que encabeza Marcos Gutiérrez. El resto debió deponer sus candidaturas por lo cual el kirchnerismo se presentará con una sola lista, tal como ocurre en la mayoría de los distritos del país.
“Estamos muy contentos por esta unidad y de aquí en más tenemos mucho trabajo por delante. Estamos felices y con muchas ganas de encarar esta nueva campaña”, señaló brevemente Marcos Gutiérrez a Loquepasa.net.

En política muchachos,queridos compañeros, estimados contertulios,cofrades y afines, la suma de agrupamientos puede restar puesto que no es matemáticas,
Se presenta a la lista de Unidad, como el resultado del acuerdo de distintas agrupaciones u “orgas “ como se las llama con cierta evocación setentista media trucha.
Pasa que estas agrupaciones se corresponden a una construcción que responde a una lógica peculiar,alejada de esa convocatoria lanzada por Cristina en su primer discurso en Comodoro Py...vayan a las fabricas,barrios y cooperativas,  en una palabra.Vayan al pueblo llano sufre , late y combate.
Luego de las PASO del 2015,previendo la derrota , miles de  militantes inorgánicos se pusieron la campaña al hombre. Al arribar la peste, luego del desconcierto inicial,la resistencia al ajuste pasó por activistas sindicales ,vecinalistas,militancia en los organismos de derechos humanos,cooperativistas...
Toda esa activo no está expresado en la Lista Unidad.
Por encima del jucio de valor que se tenga con los integrantes de la misma,muy positivo en en algunos caso ,en forma directa o por referencias,esta Lista representa el acuerdo entre capillas sin  expresar el malestar y descontento profundo de los marplatenses ante el peor gobierno en decenios.
No hay vecinalistas conocidos,no hay gente que se haya cimentado en el cooperativismo,salvo Chucho Paez no hay sindicalistas activos, ausencia de gente del arte la cultura o la ciencia,no hay gente conocida por su lucha de siempre en los DDHH.
La lista de Garquemos expresa el cinismo y la delincuencia
La del Massimo el cogobierno con  ellos.
El randazzismo a un elemento ligado al Intendente  Arroyo, un despistado y un sujeto deleznable.
Tengo para mí que el kirchenrismo cayó en la trampa que él mismo levantó.
Acción Marplatense ,el partido vecinal desplazado en la última elección,por encima que se presente solo localmente,va a ser la opción para el vecino común,el que no tiene otra referencia que el dia a día.
¿Gusta? No ,por supuesto que no..pero nunca es triste la verdad...

En lo personal . como viejo soldado, votaré esa lista sin el entusiasmo y alegria que despierta la nacional


          LA PESTE ES EL PRO YA VEO LAS RATAS CON EL HOCICO SANGRANTE   




La mañana del 16 de abril, el doctor Bernard Rieux, al salir de su habitación, tropezó conuna rata muerta en medio del rellano de la escalera. En el primer momento no hizo más que apartar hacia un lado el animal y bajar sin preocuparse. Pero cuando llegó a la calle, se le ocurrió la idea de que aquella rata no debía quedar allí y volvió sobre sus pasos para advertir al portero. Ante la reacción del viejo Michel, vio más claro lo que su hallazgo tenía de insólito. La presencia de aquella rata muerta le había parecido únicamente extraña,mientras que para el portero constituía un verdadero escándalo. La posición del portero era categórica: en la casa no había ratas. El doctor tuvo que afirmarle que había una en el descansillo del primer piso, aparentemente muerta: la convicción de Michel quedó intacta.En la casa no había ratas; por lo tanto, alguien tenía que haberla traído de afuera. Así, pues,se trataba de una broma.
Aquella misma tarde Bernard Rieux estaba en el pasillo del inmueble, buscando sus llavesantes de subir a su piso, cuando vio surgir del fondo oscuro del corredor una rata de gran tamaño con el pelaje mojado, que andaba torpemente. El animal se detuvo, pareció buscar el equilibrio, echó a correr hacia el doctor, se detuvo otra vez, dio una vuelta sobre símismo lanzando un pequeño grito y cayó al fin, echando sangre por el hocico ntreabierto.
El doctor lo contempló un momento y subió a su casa

La peste Albert Camus.

Leemos en Infobae-
Un polémico proyecto de ley busca terminar con la obligatoriedad de las vacunas
La iniciativa propone que tanto quienes deban vacunarse como los adultos responsables de un menor reciban información sobre los posibles riesgos que la inoculación de las vacunas implica y puedan aceptar o no ese acto médico. "No vacunar a un niño implica un riesgo social", opinaron los especialistas...

 Las vacunas fueron y son, después del agua potable, los elementos más importantes para la reducción de las enfermedades y muertes". Y agregó: "Los llamados 'grupos anti-vacunas' no tienen ningún sustento científico que los avale. Cuando existe una vacuna capaz de prevenir una enfermedad, es siempre mejor inmunizarse antes que padecer la infección. Hay que pensar que si la persona que se enferma pertenece a un grupo de riesgo, puede tener complicaciones graves e, incluso, perder la vida".
A su tiempo, la doctora Romina Romero (MN 126.531), médica especializada en infectología y microbiología clínica, responsable de microbiología en el laboratorio Bombicino Diagnósticos, resaltó que "los agentes infecciosos que provocan las enfermedades prevenibles mediante vacunación siguen circulando en algunas partes del mundo, por lo cual, en un mundo altamente interconectado, esos agentes infecciosos pueden atravesar fronteras geográficas e infectar a cualquier persona no protegida". Para ella, "existen dos motivos fundamentales para vacunarse: por un lado protegernos a nosotros mismos y, por el otro, proteger a quienes nos rodean. La erradicación mundial de la viruela en la década de los 80, y de la poliomielitis en la Argentina en 1984, se dio gracias a la vacunación masiva y sostenida a lo largo de generaciones y generaciones".
Para finalizar, Testón sentenció: "No vacunar a un niño implica un riesgo social, ya que se convierte en un vector para que la enfermedad continúe la cadena de transmisión".
Ya no es solo irracionalidad o pensamiento mágico.No se trata de esa tozuda cerrazón recurrente que desde el norte nos invade junto con la última aplicación para el celu , las recetas para el éxito, los predicadores televisivos y los gurues de la felicidad eterna.

Se trata de retirar fondos de la salud pública y que vuelva el tifus,la viruela,la peste negra y sobre todo esa mezcla de imbecilidad e hijoputismo que integra el Corpus Ideológico de Garquemos.



          New Trailer For The Elder Scrolls Online, Imperial Edition Confirmed   

A new trailer for Zenimax Online Studios’ upcoming Elder Scrolls MMO, comes alongside confirmation of yesterday’s reports of an Imperial Edition. Now we have the specific details of what’s included.

The premium package for Bethesda’s The Elder Scrolls Online comes with a 12 inch statue of Daedric prince Molag Bal, a key antagonist in the game, a map of Tamriel, unique packaging, and a number of digital elements. With the Imperial Edition, you’ll gain access to a white horse, a mudcrab pet, and the Rings of Mara in-game item that awards an experience bonus.

The Imperial Edition is also the only way to play as the Imperial race. Additionally, all pre-orders will have access to the Explorer’s Pack. This ensures that any characters you create can join any alliance regardless of race, a Scutter pet, and four digital treasure maps.

The video below is a cinematic fight around a "dark anchor" point. We saw one of these events unfold in-game in a recent video. The Imperial Edition is priced at $99.99. A digital version (without the statue and map) is available directly from Bethesda and some retailers for $79.99. Those that purchase either the digital standard or Imperial edition from Bethesda and select other retailers will get access five days before the rest of the public. 

(Please visit the site to view this media)

The Elder Scrolls Online will be available for PC and Mac on April 4, 2014. PlayStation 4 and Xbox One versions are coming in June.


          You Can Become A Werewolf In The Elder Scrolls Online   

With Halloween approaching, the team at Zenimax Online has revealed new information about one of Tamriel’s most terrifying creatures. Werewolves will be present in The Elder Scrolls Online, and players will even risk contracting Sanies Lupines, the disease which causes the affliction.

The team has shared some concept art (above) and a screenshot of what the beasts will look like in-game. We also have learned that those afflicted will have a full transformation animation, drawing inspiration from film scenes, but with a healthy dose of Elder Scrolls flavor.

The information also teases that there might be PvP elements that come into play as players reveal themselves to be werewolves. “We want you to be able to launch yourself into a frenzied killing spree and feel the uncontrollable strength granted to you by the transformation,” the team writes. “As you can imagine, witnessing a werewolf reveal its true form is disturbing, and it’s certainly an event that will strike fear into those who happen to observe it.”

Werewolves will have their own skill line, so players can expect to get a full experience as a lycanthrope should they be turned. The team went so far as to reference video of animals feasting on prey and used a mixture of human and beastial noises to give the werewolf its own audio profile.

The Elder Scrolls Online is slated for a 2014 release on PC, Mac, PlayStation 4, and Xbox One. You can read an extensive preview from Gamescom to learn more about how the team at Zenimax Online is adapting the series to an MMO format.

[Source: The Elder Scrolls Online]


          RN / REGISTERED NURSE / ICU RN / INTENSIVE CARE NURSE   
Posted on: 2017-07-01

One of the largest and most prestigious full-service acute care facilities in the San Fernando Valley, this 350-bed hospital, has access to a wide range of medical expertise and leading-edge technology across all elements of care. While the range of acute-care services and expertise has continued to expand, the hospital remain a community-based hospital at heart that provides an exceptional level of care that responds to the needs of the community. They are looking for several ICU RNs for days and nights, BSN trained for a 13-wk assignment ASAP!!! This contract will move quickly! Great location, just a short drive to the beach, Los Angeles and Santa Monica. You are right within the neighborhoods that George Clooney, Miley Cyrus, Bruno mars and the Kardashians live in!!! Please contact Victoria Crowe at Aureus Medical (800) 856-0375 X2416 Position: RN Specialty/Modality: RN-Intensive Care Licenses/Certifications: CPR/BLS (Basic Life Support), State License-RN-California, ACLS (Advance Cardiac Life Support) Physical Abilities: From 50-100lbs For the most prompt response, please APPLY ONLINE. Resumes may also be sent to nursejobseekers@aureusmedical.com or call (800) 856-5457 for more information. As always, there is never a fee for candidates to utilize our services. There is a reason why Aureus Medical Group is a national leader in healthcare staffing. Whether working with an employee to locate exciting career opportunities or with a hospital to fill a need at a critical time, our job is to take care of you and the patients we collectively serve - and we do so with the highest degree of honesty and integrity. We bring over 25 years of experience, proven methods, and an unwavering commitment to patient care to the staffing process. With travel, locum tenens, local contract, and direct hire opportunities available nationwide, you're sure to find the perfect fit for your career goals and your lifestyle. Our Account Managers are dedicated by specialty area and there is never a charge to you for our services. Not all staffing companies are alike. We're proud to be different. Experience the Aureus difference. EEO/Veteran/Disabled/E-Verify Employer
          Siguiendo las huellas del cambio   

Son muchas las áreas en las que se tambalean las bases que nos han traído hasta aquí. La lectura puede ser optimista, para quien lo lee como parte necesaria de la evolución, o derrotista para los que se agarran a presupuestos que, y a la vista está para quien quiera mirar, quedan obsoletos. Los cambios no son fáciles ni todos estamos preparados para avanzar al mismo ritmo, pero la buena noticia es que cada vez son más quienes se suman al carro. Y, con emoción, al menos por mi parte, la imagen de cabezas cortadas y gritos al vacío va siendo relegada por las iniciativas a las que cada vez se suman más personas y empresas. No hablamos de un simple cambio de camisa, hablamos de cambios de paradigma que se están dando en nuestros días, como por ejemplo en el mundo de la psiquiatría, de la enseñanza, y en el que nos ocupa hoy en concreto en este reportaje, el de la ecología o medio ambiente. Todos ellos tienen en común la evidencia empírica de que hay bastante que modificar y actualizar, es un cambio bárbaro el que hace falta, pero como podemos ver, ya hemos echado a andar.

En las tres áreas señaladas son graves las consecuencias que estamos pagando, pacientes diagnosticados con patologías y medicados, hasta el punto de llegar a ser enfermos crónicos, cuando muchas veces son estados naturales y humanos, cierto que complejos, de los que se están beneficiando sólo las farmacéuticas, puesto que ya se sabe que podrían tratarse desde otra perspectiva. Más y más alumnos que amplían los índices de fracaso escolar por no entrar en los estrechos márgenes que impone el sistema o la irresponsabilidad social que supone, tanto a nivel particular como corporativo, las conductas comerciales y empresariales a las que nos hemos acostumbrado, dañinas y agresivas, tanto para el medio ambiente como para nosotros.

A este panorama, no demasiado alentador, llegan como agua fresca noticias como las que hemos registrado en este mes y otras que están por llegar. En mayo se celebraba la Feria de Ecología y Sostenibilidad en el espacio del Cabildo La Granja, en el municipio de Arucas. Por allí pasaron miles de personas que conocieron, participaron, compraron o al menos vieron y disfrutaron los más de noventa puestos destinados a promocionar sus productos. La variedad de manufacturas naturales, biológicas o ecológicas allí presentes abarcó desde la alimentación, el vestido, los cosméticos, las terapias alternativas e incluso se expusieron coches eléctricos y distintos proyectos que no asumen el fomento de la economía separado de la responsabilidad social y el bienestar de las personas. Todos ellos con un fin común, contribuir a una mejor calidad de vida y proporcionar bien estar. Tratan de abrirse paso en el mercado y compiten con productos a los que ya estamos acostumbrados pero que, más veces de las que nos gustaría, esconden una parte que muchos de nosotros preferiríamos casi ni saber.

Buscando la manera de sumar

El presidente del Cabildo de Gran Canaria, Antonio Morales, visitó la feria y declaró que cada vez hay más personas, cooperativas, grupos de consumo y vías de comercialización. Llamaron la atención los talleres de terapias alternativas y, además de los stands, las personas que asistieron buscando contactos y colaboración o información. Macu Aguilera gestiona la marca de productos ecológicos Poppy Olé, centrada hasta el momento en la producción de moringa, una planta poco conocida y tan útil en alimentación, agricultura y medicina que la han denominado como la planta de la vida. “Este año no me dio tiempo a preparar el stand y apuntarme, pero el año que viene aquí estaremos”.

Paula Díaz es una de las responsables de la empresa Eco Touristing, organizadores de Verode (Ver- Oir-Debatir), nombre del I Foro de Turismo Sostenible de Canarias. Un evento que tendrá lugar durante los días diez y once de octubre en el municipio de Agüimes. “Pretende ser un espacio de debate y reflexión sobre el modelo turístico de Canarias, ofrecer visibilidad a casos de éxito en las islas y fomentar la transferencia de buenas prácticas en el sector. Todo desde una perspectiva integral de la sostenibilidad, atendiendo a criterios medioambientales, socioculturales y económicos.” Así nos lo presenta Paula que, como Macu, también asiste a la feria con la intención de generar vínculos.

Hablamos con Alicia Mir, responsable del Trade Project en cuyo stand nos explica cómo surgió y en qué consiste su empresa. “Yo me dedico al marketing y lo que hice fue pensar en cómo, desde mi lado creativo, podía ayudar a los sectores más vulnerables. Decidí crear un proyecto de responsabilidad social empresarial y organizo actividades de voluntariados con las multinacionales. Un día al mes, llevamos a un grupo de trabajadores de estas grandes empresas a trabajar en huertos sociales y ecológicos, parcelas que dan los ayuntamientos a organizaciones o grupos en riesgo de exclusión social, además las empresas donan material necesario. Es evidente que hay personas que quieren ayudar y no saben cómo, entonces yo les pongo en contacto, les invito a que lo hagan. No sólo están ayudando a personas sino que están cuidando el medio ambiente”. Alicia lleva dos años de andadura con este proyecto y está encantada, pero reconoce que aún no se explica cómo, pese a que hay financiación, manos para ayudar por un lado y gente que necesita ayuda por otro, por temas administrativos y burocráticos muchas veces no se puede dar ese intercambio.

Entre los productos de la feria todos de comercio justo o ecológicos, también presenciamos productos de importación, sobre lo que nos explica Alicia: “Ahora mismo no hay un nivel de negocio que permita generar empresas que se dediquen a la fabricación y distribución de productos 100% ecológicos, salvando el sector agrario que ya está en marcha, por eso seguimos encontrando productos importados y seguimos en la evolución de lograr acercarnos cada vez más al concepto kilómetro 0 en el resto de productos. Pero si es cierto que nos permite ampliar la variedad y concienciar y educar para que haya más interés en general”.

Alicia se alegra de que empiecen a generarse este tipo de actividades y espera que el pulmón que están significando en la sociedad nos llene de aires nuevos y vitalice la circulación de este tipo de comercio más consciente y saludable. “El público canario está cada vez más abierto a lo ecológico y lo natural, en Barcelona, Madrid, Valencia y Sevilla se hacen ferias como esta y los que estamos interesados en cambiar hábitos de vida y hemos asistido, estamos muy contentos de que por fin se hagan aquí”.

Entre los asistentes se comenta que los precios de los productos que se ofertan no son precisamente baratos. Alicia explica que, al ser aún minoría y el trato diferente que requieren este tipo de productos comparados con los de gran producción hace difícil bajar los precios, pero asegura que ahorramos en enfermedades, gastos derivados y preocupaciones.

La psicóloga Inmaculada Jáuregui, que asistió a la Feria, nos ofrece un breve análisis. “A pesar de haber miles de personas, encuentro que en una ciudad como la de Las Palmas, a estas alturas podrían ser muchos más los interesados. Falta difusión mediática. Variedad si hay, aunque no son todos los que están, ni están todos los que son, considero que es positivo mostrar el auge de este tipo de productos pertenecientes a un mercado que pretende crear conciencia. Los talleres, las conferencias pretenden hacer ver al ciudadano la importancia de lo ecológico y de mirar el panorama de forma cíclica, de ahí la presencia de los productos de temporada. También hemos visto en los stands, que sí hay productos que cumplen con la teoría y otros que son importados, por lo que tienen que seguir vías de comercialización no alternativas. Esto ocurre también con productos que son manufacturados aquí pero los elementos con los que se hacen vienen de fuera. Hemos visto desde placas solares a ropa reciclada o hecha con textiles naturales, en general una comercialización de productos orientada a la salud, al autocuidado. Los talleres de bioenergética y los masajes estaban a tope, paradójicamente ha faltado quorum en las conferencias. Es un muestrario de un tipo de vida que se querría, orientado a lo lento, a la tranquilidad que ha surgido en respuesta al sistema fagotizador y destructivo que conocemos. La edad de los que estamos aquí es entre los cuarenta y sesenta años más o menos, y algunos pequeños que van con sus padres. El factor generacional está claro”.

Ahora falta saber si las administraciones están por la labor de apoyar estas iniciativas y facilitar, visibilizar y apoyar un sector en auge, que, por lo menos apunta a fomentar otro tipo de valores. Como decíamos antes, iniciativas no faltan, como la Semana Internacional de la Energía, cuya cita en Las Palmas de Gran Caria también ha sido este mes de junio. Organizado por el periódico digital energyHub.es y la asociación Fodes por la Semana han pasado más de cien ponentes abordando temas energéticos, posibilidades de autoconsumo, la energía fotovoltaica, maremotriz y demás aplicables en Canarias, la aplicación de energía sostenible en proyectos arquitectónicos, etc. Por primera vez, estas jornadas se han celebrado en cinco escenarios diferentes con conferencias y encuentros entorno a la energía sostenible. Además de en las dos islas capitalinas, Gran Canaria y Tenerife, también en La Palma, Fuerteventura y Lanzarote. Y ya en el mes de octubre, como citaba antes, el I Foro de Turismo Sostenible Verode en el auditorio de Agüímes. Por allí nos vemos, si comparten la idea de desarrollo sostenible; aquél que se logra sin perjudicar al medio ambiente y sin poner en riesgo las posibilidades de desarrollo de las generaciones futuras.


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          Jerry Douglas Band   

Dobro master and 14-time Grammy winner Jerry Douglas is to the resonator guitar what Jimi Hendrix was to the electric guitar. The three time Musician of the Year award winner from the County Music Association is widely recognized as the master of the Dobro. He is a freewheeling, forward-thinking recording artist whose output incorporates elements of […]

The post Jerry Douglas Band appeared first on The Bridge.


          California achieves near-universal healthcare coverage - ModernHealthcare.com   

California achieves near-universal healthcare coverage
ModernHealthcare.com
So while there's considerable hand-wringing in such states as Alabama, Iowa and Ohio, California serves as a bit of a shining example of an insurance exchange gone right. Whether the state can sustain the momentum if elements of the Affordable Care Act ...

and more »

          Reviewing Missouri River Recovery Program   
The U.S. Army Corps of Engineers is reviewing comments received regarding the draft Missouri River Recovery Management Plan-Environmental Impact Statement as it moves toward preparing a final EIS which is anticipated to be released in summer 2018. “Public comments are a crucial element in developing the final EIS and record of decision,” said Maj. Gen. […]
          PLANO DE CONTAS E CENTROS DE CUSTOS   

Caros amigos, para criação do plano de contas de uma empresa são necessários estudos preliminares que possibilitem identificar as necessidades societárias, gerenciais e fiscais, tais como: apuração do custo, receita por produto e obtenção do resultado por setor, departamento ou filial, permitindo a comparação entre departamentos e filiais, obtenção das demonstrações financeiras exigidas pela legislação vigente, relatórios para elaboração do orçamento e acompanhamento da execução orçamentária por setor, gerando elementos que permitam a existência de uma controladoria eficiente, evitando, com isso, desvio de recursos.


O plano de contas é mais do que uma simples listagem de contas, deve observar uma lógica que supra todas as necessidades da empresa, permitindo uma visão dos fatores que darão origem ao resultado, permitindo um controle eficiente, evitando desperdícios e utilização inadequada dos recursos.

Para maior produtividade, os diversos sistemas que compõem a contabilidade da empresa: patrimonial, resultado, custo setorial e de produção devem ser integrados, ou seja, um único lançamento deve suprir todos os sistemas no que for necessário.

Para melhor análise dos setores e dos produtos fabricados, ou comercializados, deve permitir a emissão de relatórios setoriais e por produto, representados por códigos chamados centros de custo, que possibilitam a emissão de diversos tipos de relatórios de forma analítica e consolidada: custos setoriais, de produção e/ou das mercadorias etc.

A implantação de um plano de contas em entidade existente há anos, na qual os funcionários estão habituados a trabalhar com um sistema antigo, as mudanças implicam em alteração na rotina de departamentos, com fornecimento de informações que não eram solicitadas, pelo que encontra  resistência, que será vencida com habilidade e paciência.

São necessárias reuniões para expor os objetivos do novo plano e debater as propostas apresentadas, fazendo com que as novas ideias sejam aceitas a cada etapa, inclusive quanto aos novos formulários, com a finalidade de racionalizar o trabalho e minimizar erros, dando maior segurança aos controles da empresa e credibilidade aos relatórios emitidos pelo setor contábil da empresa.

Para melhor aproveitamento, o plano de contas deve ser implantado no primeiro dia do exercício social, com a transposição dos saldos apurados no Balanço Patrimonial do exercício anterior para as novas contas, possibilitando  que os registros contábeis apresentem uniformidade durante o exercício social. 

As contas devem apresentar a descrição da função, por exemplo: A conta Produtos em Processo- Produto X - registra as Ordens de Serviço (OS's) relativas ao produto em fabricação, com base na mão-de-obra aplicada, matérias primas, produtos secundários etc. 

Ao término da fabricação, as OS's devem ser registradas no controle de estoque, considerando o total do custo apurado, ocorrendo, na ocasião, a transferência do produto para o almoxarifado de produtos acabados.


O Sistema de Controle de Estoque de Produtos Acabados - Produto X deve identificar filial e setor onde foi produzido, por exemplo: Filial 2 , Setor A, lote 1000, além da sua localização no estoque. Porém, isso deve ser objeto de trabalho específico, que trate do inventário permanente.

Com os objetivos acima mencionados podemos elaborar o plano de contas do sistemas: patrimonial, de resultado e de custo, bem como identificar os centros de custos, para  controlar e apurar resultado por produto, setor e filial, possibilitando a elaboração de relatórios comparativos entre os diversos setores da empresa e também avaliar a produtividade, por setor e por produto.

Regra geral, o plano de contas observa a estrutura a ser apresentada no balanço patrimonial, elaborado na forma estabelecida pela Lei 6.404, Lei das Sociedades Anônimas, conforme o a seguir apresentado:





Conforme pode ser observado, as contas sintéticas não apresentam digito verificador, eliminando a possibilidade de haver lançamento indevido nas contas sintéticas, as quais terão seus valores apurados por processamento.

Da mesma forma o sistema de contas redituais, ou seja, de resultado, deve observar  critérios que possibilitem a elaboração dos relatórios exigidos pela Lei da Sociedades Anônimas. 




CENTROS DE CUSTO



Atualmente, chamamos de centro de custo a identificação dos setores onde são realizados investimentos, geradas receitas, apropriadas despesas e custos de fabricação. Também pode identificar projetos e, ainda, todos os ativos e passivos por setor.

Os centros de custo, de acordo com  o porte da empresa, podem ter vários níveis, porém, no caso, adotaremos quatro dígitos.

1º dígito - MATRIZ E FILIAIS

2º dígito - Setor

3º e 4º dígitos - Produto/Serviço


Assim, ao apropriarmos uma despesa ou um ativo, identificamos o estabelecimento e o setor, bem como o produto fabricado quando for o caso. Com os centros de custo podemos  obter relatórios por produto fabricado em cada setor e em cada filial, possibilitando a  análise comparativa entre custos dos estabelecimentos.

Por exemplo: considerando o plano do ativo, conforme retro apresentado, admitindo-se que a filial S.Paulo seja representada pelo código 02, a classificação da conta bancária - 11120002 - Banco do Brasil - S.Paulo, será precedida do código da filial: 2000.

Dessa forma, podemos emitir relatório pelo código setorial 2000 - Filial S.Paulo, por grupo de contas sintéticas e analíticas, com respectivos lançamentos para análise.

Assim, o código constante da classificação contábil será:

2000 11120002 - 3  Banco do Brasil - S. Paulo

Outro exemplo: na compra de um torno tipo Y1 para a Matriz, o centro de custo que precede a conta 12220002 - 4 é o código 1000, considerando que a Matriz é identificada com esse centro de custo.

O código constante da classificação contábil será:
1000 12220002 - 4 Torno Y1.

Da mesma forma são contabilizadas despesas e receitas, com apuração do resultado por filial e setor.

Em uma loja de departamentos, cada setor deve ter a receita e despesa apropriada distintamente, permitindo observar a rentabilidade de cada setor em cada filial.



Na estrutura do plano de contas, os centros de custos devem preceder os códigos relativos à estrutura contábil de Ativo e Passivo, Receita e Despesa, por exemplo:

XXXX 1 - ATIVO
XXXX 2 - PASSIVO
XXXX 3 - RECEITA 
XXXX 4 - DESPESA

Dessa forma, podemos apurar os ativos, passivos, despesa e receita por setor em cada estabelecimento, ou emitir relatórios consolidados omitindo os centros de custo.

Nos casos em que não exista identificação do produto ou do setor,  os dígitos correspondentes devem ser preenchidos com "zero".

Por exemplo:

A compra de caixas de isopor para estoque do Setor de Embalagem da filial 2, São Paulo, no valor de R$1.000,00, para geladeira - tipo A, o centro de custo é assim codificado:

Sendo o Setor de Embalagem identificado com o dígito 9, que o produto fabricado é geladeira tipo A, identificado pelo código 78.

O centro de custo corresponde ao código 2978, identificando: 2  - Filial S. Paulo; 9 - Setor de Embalagem; 78 - geladeira tipo A.

Na classificação contábil constará: 2978, mais a conta de estoque correspondente.

No caso de despesas, que não possam ser apropriadas diretamente, devem ser contabilizadas no centro de custo que identifica a filial, porém, os dígitos relativos ao setor e produto corresponderá ao código "999 - Despesas a Apropriar".

Mensalmente, quando da análise,  será apropriada ao setor ou produto, ocorrendo a transferência para o código correspondente.

Para maior produtividade e minimizar a possibilidade de erro, o dígito representativo da filial pode ser automático,  previamente classificado nos formulários de entrada de dados, quer seja em papel ou eletronicamente. Da mesma forma, devem ser usados históricos padrão, que racionalizam o trabalho de entrada de dados, pois são preenchidos, automaticamente.

O computador somente processa aquilo para qual está programado, se não forem fornecidos os elementos, em ordem de poderem ser processados, não haverá como emitir relatórios gerenciais que auxiliem a administração da empresa.



CONTAS DO PASSIVO

O grupo de contas do passivo seguem a mesma lógica usada no Ativo, também precede a conta o código do centro de custo correspondente. Dessa forma podem ser visualizadas as obrigações a pagar em cada filial, permitindo controle e acompanhamento da empresa.


A emissão de relatórios consolidados são emitidos sem especificação dos códigos relativos às filiais ou departamentos, permitindo a apuração do Ativo, do Passivo, das Receitas e das Despesas da empresa, de forma consolidada.


CONTAS DE RESULTADO

Para maior facilidade na obtenção de relatórios fiscais e sociais, o plano de contas, no que se refere às receitas e despesas podem seguir a forma de apresentação da Demonstração de Resultado exigida pela Lei 6404, Lei das Sociedades Anônimas.

 
Caro leitor vossa participação nos incentiva a novas postagens, colabore dando sua opinião.




          DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA   
Caros leitores, o artigo 188 da Lei 6404, Leis das Sociedades Anônimas, estabelece:


As demonstrações referidas nos incisos IV e V do caput do art. 176 desta Lei indicarão, no mínimo: 



I - demonstração dos fluxos de caixa - as alterações ocorridas, durante o exercício, no saldo de caixa e equivalentes de caixa, segregando-se essas alterações em, no mínimo, 3 (três) fluxos:

a) das operações;
b) dos financiamentos;
c) dos investimentos.


Em decorrência da maioria das empresas apresentarem a Demonstração do Fluxo de Caixa pelo método indireto, nossos esclarecimentos têm por objetivo a apresentação da demonstração pelo referido método.

Inicialmente, é necessário esclarecer que o método indireto parte do Lucro ou Prejuízo Líquido antes do Imposto de Renda e CSLL, ajustado pela diminuição de parcelas correspondentes a receitas e despesas que não transitam pelo caixa e que não são do fluxo operacional, tais como: depreciação, juros, variação cambial, depreciação, resultado de equivalência patrimonial, ou quaisquer outras receitas e despesas que não sejam das operações normais da empresa.

A alínea "a" do Parágrafo 7.7 do Pronunciamento Técnico  PME - CPC, assim define o fluxo de caixa indireto:

"(a) o método indireto, segundo o qual o resultado é ajustado pelos efeitos das transações que não envolvem caixa, quaisquer diferimentos ou outros ajustes por competência sobre recebimentos ou pagamentos operacionais passados ou futuros, e itens de receita ou despesa associados com fluxos de caixa das atividades de investimento ou de financiamento."


Para melhor compreensão, partimos do Balanço, apresentando no Patrimônio Líquido o  Resultado do Exercício apurado antes do Imposto de Renda.






É de se observar que  há três colunas: 2013, 2014 e VAR., tanto no Ativo quanto no Passivo, permitindo que se visualize a variação em cada conta ou grupo de contas, conforme a necessidade.

A seguir, apresentamos a Demonstração do Resultado do Exercício com apuração antes do Imposto de Renda. É de se observar  que demonstramos  a partir da Receita Líquida, ou seja, as vendas menos os abatimentos e impostos incidentes sobre as vendas.



O Balanço, na forma acima apresentada, e Demonstração de Resultado, com apuração do resultado antes do Imposto de Renda e Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL), são os elementos necessários à elaboração da Demonstração do Fluxo de Caixa, que passamos a desenvolver a seguir.

Entretanto, para melhor entendimento, é necessário que se façam algumas considerações em relação às variações observadas nas contas constantes do Balanço.

1- A variação positiva no saldo das contas do ativo,  em relação ao exercício anterior, significa aumento, por conseguinte, saída de caixa ou equivalentes.

2 - De forma contrária, ou seja, havendo variação negativa, significa redução pelo recebimento de contas a receber, ou venda de algum ativo, significando entrada de caixa.

3 - A variação negativa no saldo das contas do Passivo, em relação ao exercício anterior, significa diminuição do passivo pelo pagamento dos financiamentos, com correspondente saída de caixa.

4 - A variação positiva na contas do passivo significa aumento de financiamento, com correspondente entrada de recursos em caixa ou equivalentes.

5 - Considera-se equivalentes de caixa as aplicações de curto prazo, de alta liquidez, que são mantidas com a finalidade de atender a compromissos de caixa de curto prazo e não investimento ou outros fins.

Com essas considerações, vamos apurar os três fluxos de caixa previstos na Lei 6404.


FLUXO DAS OPERAÇÕES

Na apuração do fluxo das operações se  parte do resultado apurado antes da dedução do Imposto de Renda, transcrito da Demonstração do Resultado,  acima apresentada, no valor de R$3.800,00.

 A seguir, ajustamos o valor, acrescentando os valores das despesas que não passam pelo caixa, e as despesas de outros fluxos que têm apuração distinta.

No caso, temos os seguintes ajustes:

Despesa de depreciação observada no Balanço Patrimonial, cuja variação importa em R$200,00, admitindo-se que não houve lançamento de baixa nessa conta;

Despesa Financeira Líquida, apurada pela despesa financeira menos a receita da mesma espécie, tendo como resultado líquido R$100,00, conforme apurado na Demonstração do Resultado. 

Assim, o Resultado Ajustado corresponde a: (3.800,00+200,00+100,00) = R$4.100,00, conforme o quadro a seguir.




Agora, apuramos as variações do ativo, resultante das operações da empresa:

Contas a Receber, variação positiva de R$300,00, que significa aumento de recursos aplicados nessa rubrica.

Estoque, variação positiva de R$200,00, com respectiva utilização de recursos financeiros.

No Passivo, observamos variação negativa de Fornecedores e salários, o que significa pagamento de fornecedores, com utilização de recursos financeiros, no valor de R$200,00, conforme se pode observar na coluna VAR do Balanço retro apresentado. 

Partindo-se do resultado ajustado, aumentado e diminuído pelas variações das contas apresentadas no Balanço relativas às operações da empresa, obtém-se o Fluxo das Operações apresentado no quadro acima, que resulta em fluxo operacional de R$3.400,00.


FLUXO DOS INVESTIMENTOS

Como o nome já diz, trata-se de fluxo de investimentos, tanto recebidos como aplicados, inclusive, os rendimentos decorrentes.

O Parágrafo 7.5. do Pronunciamento Técnico do CPC assim define as Atividades de Investimento:

"Atividades de Investimento são a aquisição ou alienação de ativo de longo prazo e outros investimentos não incluídos em equivalentes de caixa." 



Os valores apurados são apresentados na coluna variação o Balanço Patrimonial, da seguinte forma:

1- Investimento permanente relativo a compra de cotas de empresa coligada, no valor de R$200, resultando em saída de caixa e equivalentes no mesmo valor;

2 - Aquisição de máquinas e equipamentos, no valor de R$5.000,00, resultando em saída de caixa e equivalentes em valore correspondente;

3 - Compra de softwar, com saída de caixa no valor de R$100,00;

4 - Venda de veículo ao preço de R$2.800,00;

5- Juros recebidos, no valor de R$200,00, conforme Demonstração de Resultado acima apresentada. Tal valor corresponde ao retorno sobre o investimento, conforme previsto no parágrafo 7.15 do Pronunciamento Técnico - PME  do CPC, que se transcreve:

"7.15 A entidade pode classificar os juros pagos e dividendos  e outras distribuições de lucro recebidos como fluxo de caixa operacionais poque eles estão incluídos no resultado. Alternativamente, a entidade pode classificar os juros pagos e os juros e dividendos  e outras distribuição de lucros recebidos como fluxo de caixa de financiamento e fluxos de caixa de investimento respectivamente, porque são custos de obtenção de recursos financeiros ou retorno sobre investimentos."

6 - Fluxo de investimento, na forma acima apresentada, importa em: (-200-5000-100+2800+200) = - 2.300,00.


FLUXO DE FINANCIAMENTO

O Parágrafo 7.6 do Pronunciamento Técnico do CPC assim define as Atividades de Financiamento:

"As atividades de financiamento são as atividades que resultam das alterações no tamanho e na composição do patrimônio líquido e dos empréstimos da entidade."

Com base no Balanço Patrimonial e Demonstração de Resultado, apuramos o fluxo de financiamento.



O fluxo é composto pelas parcelas que passamos a comentar:

1 - Subscrição de novas ações, resultando em entrada de recurso no valor de R$1.300,00, conforme variação observada no capital subscrito.

2 - Redução do Financiamento a longo prazo, no valor de R$900,00, refletido na variação negativa  da referida conta. 

3 - Juros pagos, representando saída de caixa, no valor de R$300,00, conforme Demonstração de Resultado.

4 - O fluxo líquido de financiamento importa em: (1.300-900-300)=100.


SOMA DOS FLUXOS


Considerando os fluxos das atividades retro analisados, o fluxo líquido corresponde à variação observada no caixa e equivalentes no período: (3.400-2.300+100) = 1.200.



Conforme pode ser observado, o saldo no início do exercício era 300; ao final do período era de 1.500. A variação corresponde a (1.500-300) = 1.200.

O quadro comprova estar correta a Demonstração do Fluxo de Caixa ( e equivalentes) apurada.

A Demonstração do Fluxo de Caixa, retro analisada, é apresentada no quadro a seguir, a qual deverá ser apurada pelas empresas em geral e, cuja publicação é obrigatória para as sociedades anônimas.





Caros leitores até a próxima.


Em caso de dúvida, entre em contato. Terei o máximo prazer em atender.



          BALANÇO PATRIMONIAL   

O Balanço Patrimonial é a demonstração dos valores que compõe o Patrimônio (Ativo e Passivo). Apresenta ainda, os valores relativos aos investimentos dos cotistas e acionistas, chamado Patrimônio Líquido,  que corresponde à diferença do Ativo menos o Passivo, ou seja, os bens e direitos menos as obrigações.


O Balanço Patrimonial pode ser representado pelo quadro acima apresentado.


Para melhor explicar, apresentamos o mesmo quadro, porém, considerando valores, onde se pode observar que o Ativo corresponde à soma do Passivo mais o Patrimônio Líquido.





Como o nome sugere, é um balanço entre as contas do Ativo e a soma do Passivo mais o Patrimônio Líquido, que totaliza (1.500.000+500.000) = 2.000.000, o mesmo valor do Ativo.



O Pronunciamento Técnico PME do CPC assim define o Patrimônio Líquido:


"2.22 - Patrimônio líquido é o resíduo dos ativos reconhecidos menos os passivos reconhecidos. Ele pode ter subclassificações no balanço patrimonial. Por exemplo, as subclassificações  podem incluir capital integralizado por acionistas ou sócios, lucros retidos e ganhos ou perdas reconhecidos diretamente no patrimônio líquido."


Como já devem ter percebido, o Balanço é apresentado com várias subclassificações, que têm por objetivo permitir uma visualização da composição do Ativo, do Passivo e do Patrimônio Líquido, possibilitando observar as condições existentes  para  cumprir suas obrigações, ou seja, pagar os credores, bem como, avaliar a rentabilidade da empresa.


O Ativo é subdividido em Ativo Circulante  e Ativo Não Circulante.

O Passivo é subdividido em Passivo Circulante e Passivo Não Circulante.



O Pronunciamento Técnico PME do CPC assim se manifesta em relação à distinção entre Circulante e Não Circulante:


"4.4 - A entidade deve apresentar ativos circulantes e não circulantes, e passivos circulantes e não circulantes, como grupo de contas separados no balanço patrimonial, de acordo como os itens 4.5 a 4.8, exceto quando uma apresentação baseada na liquidez proporcionar informação confiável  e mais relevante.


Quando essa exceção  se aplicar, todos os ativos e passivos devem ser apresentados por ordem de liquidez (ascendente ou descendente), obedecida a legislação vigente." (grifo nosso)


São classificados como Ativo Circulante, conforme item 4.5 do Pronunciamento Técnico do  CPC - PME, os bens e direitos que atendam às seguintes premissas, quando:

a) espera realizar o ativo, ou pretender vendê-lo ou consumi-lo durante o ciclo operacional normal da entidade;


b) o ativo for mantido essencialmente com a finalidade de negociação;


c) esperar realizar o ativo no período de até doze meses após a data das demonstrações contábeis; ou



d) o ativo for caixa ou equivalente de caixa, a menos que sua troca ou uso para liquidação de passivo seja     restrita durante pelo menos doze meses após a data das demonstrações contábeis.

CONCLUINDO: 


Pelo exposto, regra geral, caixa, banco, todas as contas a receber, títulos e aplicações financeiras a serem resgatados até ao final do período de 12 meses, e estoque de mercadorias, matérias primas, ou produtos em processo são classificados no Ativo Circulante.

O item 4.6 do CPC-PME apresenta:

4.6 - A entidade deve classificar todos os outros ativos como não circulantes. Quando o ciclo operacional normal da entidade não for claramente identificável, presume-se que sua duração seja de doze meses.


É de se observar, o inciso I do artigo 179 da Lei 6404, apresenta as mesmas determinações:

Art. 179. As contas serão classificadas do seguinte modo:


"I- no ativo circulante: as disponibilidades, os direitos realizáveis no curso do exercício social subsequente e as aplicações  de recurso em despesas do exercício seguinte."


Em decorrência do exposto, o Ativo Circulante  deve ser apresentado da seguinte forma:

O inciso II do Art. 179, estabelece:


"II - No ativo realizável a longo prazo: os direitos realizáveis após o término do exercício seguinte, assim como os derivados de vendas, adiantamentos ou empréstimos a sociedades coligadas ou controladas (art.243), diretores, acionistas ou participantes no lucro da companhia, que não constituírem negócios usuais na exploração do objeto da companhia."  

Considerando o Art. 179, no Ativo Não Circulante se classificam, entre outras, as contas:



O Art. 180 da Lei 6404 apresenta o que se transcreve:


"Art. 180 - As obrigações da companhia, inclusive financiamentos para aquisição de direitos do ativo não-circulante, serão classificados no passivo circulante, quando se vencerem no exercício seguinte, e no passivo não circulante, se tiverem vencimento em prazo maior, observado o disposto no parágrafo único do art. 179."

O Parágrafo Único do art. 179 apresenta:



"Paragrafo Único - Na companhia em que o ciclo operacional da empresa tiver duração maior que o exercício social, a classificação no circulante ou longo prazo terá por base o prazo desse ciclo.


Assim, considerando o exposto, podemos classificar no passivo circulante as seguintes contas:



No Passivo Não Circulante serão classificadas as obrigações que tiverem vencimento com prazo maior do que o ciclo operacional seguinte, ou seja, após o exercício seguinte, para as empresas que encerram seus balanços em 31 de dezembro de cada ano:


Quanto ao Patrimônio Líquido, o inciso III, do §2º do Art. 178, da Lei 6404, apresenta o que se transcreve:



"III - Patrimônio Líquido, dividido em capital social, reservas de capital, ajustes de avaliação patrimonial, reservas de lucros, ações em tesouraria e prejuízos acumulados."

 O artigo 182 da Lei 6404 estabelece:



"Art. 182 - A conta do capital social discriminará o montante subscrito e por dedução, a parcela ainda não realizada.


§ 1º - Serão classificados como reservas de capital as contas que registrarem:


a) a contribuição do subscritor de ações que ultrapassar o valor nominal e a parte do preço de emissão das ações, sem valor nominal, que ultrapassar a importância destinada à formação do capital social, inclusive nos casos de conversão em ações de debêntures ou partes beneficiárias;

b) o produto da alienação de partes beneficiárias e bônus de subscrição;


§ 2º Será ainda registrado como reserva de capital o resultado da correção monetária do capital realizado, enquanto não capitalizado. 


§ 3º Serão classificadas como ajuste de avaliação patrimonial, enquanto não computado  no resultado do exercício em obediência ao regime de competência, as contrapartidas  de aumentos ou diminuição  de valor atribuídos a elementos do ativo e do passivo, em decorrência da sua avaliação a valor justo, nos casos previstos nesta Lei ou, em normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários, com base na competência conferida pelo §3º do art. 177.


§ 4º Serão classificadas como reservas de lucros as contas constituídas pela apropriação de lucros da companhia;


§ 5º As ações em tesouraria deverão ser destacadas no balanço como dedução da conta do patrimônio líquido que registrar a origem dos recursos aplicados na sua aquisição."

Em decorrência do exposto, com base na Lei 6404, o Patrimônio líquido  é assim constituído:

   

Como se pode observar, há no Patrimônio Líquido, cuja natureza é credora, contas subtrativas, cujo saldo devedor representa diminuição do Patrimônio Líquido, são elas: Capital a Integralizar e Ações em Tesouraria e Prejuízos Acumulados, assinaladas com (-).


Para melhor entendimento, apresentamos o Balanço com as contas classificadas na forma da Lei 6404, já ajustada aos padrões internacionais.





Além das contas subtrativas apresentadas no Patrimônio Líquido, há contas subtrativas, que embora não sejam demonstradas no Balanço, reduzem as contas do Ativo. Por exemplo: provisão para devedores duvidosos e depreciação dos bens do Imobilizado.

No caso da Provisão Para Devedores Duvidosos,  que representa a previsão de perda nos valores a receber, o valor é lançado a crédito, diminuindo, assim, o valor das Contas a Receber, conforme se demonstra no exemplo:


Contas a Receber de clientes       (d)   100.000,00

Provisão para Dev. Duvidosos       (c)       3.000,00
Contas a Receber(líquida)           (d)     97.000,00                                                                          
OUTRAS DEMONSTRAÇÕES

Além do Balanço, a Lei nº 6404, das Sociedades Anônimas, prevê a elaboração de mais quatro demonstrações, a saber: Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados,  Demonstração de Resultado, Fluxo de Caixa  e do Valor Adicionado, esta última exigida para as companhias abertas, as quais serão objeto de nossa próxima postagem.

Em caso de dúvida, entre em contato pelo e-mail: pires.antoniocarlos@gmail.com.


Até a próxima, com a Demonstração de Resultado.
          RESGATE DE EMPRESA   


Caros amigos leitores,

A grande quantidade de empresas que desaparecem antes de completarem dois anos de vida é a motivação deste blog, que tem como objetivo ajudar o empresário e o estudante na difícil tarefa de planejar, criar, desenvolver e controlar empresa, de  forma objetiva e simples, com os temas a seguir, já publicados:






-PONTO DE EQUILÍBRIO A BÚSSOLA DO EMPRESÁRIO
http://www.piresconsultores.com/2013/05/a-bussola-do-empresario.html

Os custos que ocorrem em um negócio, muitas vezes, não são considerados para o estabelecimento do preço de venda, por exemplo: 13º salário, férias com mais 1/3 e das provisões para aviso prévio e multa 40% do FGTS que tem de ser paga quando do desligamento de empregado.

Outro ponto importante é o cálculo do custo do homem-hora para efeito de cálculo do preço de venda, que não se confunde com o apurado pela Contabilidade da empresa, cujo objetivo é mais fiscal do que gerencial, não incluindo provisões retro mencionadas.

Embora tais provisões possam ser incluídas no Balanço como provisões para contingências, porém, não são dedutíveis para efeito de apuração do Lucro Real do Imposto de Renda.

Há ainda, as despesas indiretas de fabricação, os custos comerciais e impostos incidentes, despesas financeiras, despesas administrativas, e também o lucro a ser considerado.

Nosso modelo observa ainda a terceirização, muito comum em empresas, que permite o aumento de produção sem a necessidade de aumento da área fabril, permitindo maior produtividade, por conseguinte melhor preço de concorrência.

As despesas comerciais e impostos são destaque, pois, juntamente com o custo de mercadorias, ou dos produtos fabricados, conforme for o caso, compõem as despesas variáveis, ou seja,  aquelas que variam de acordo com o volume das vendas.

O Ponto de equilíbrio é instrumento de suma importância para a gestão da empresa. Tal apuração é importante, pois, além de informar o nível de venda a partir do qual a empresa passa a ter lucro, ou seja, não apresenta prejuízo, serve como aguilhão do próprio empresário, incentivando-o a procurar novos clientes para o incremento do negócio. É uma verdadeira bússola, guiando o empresário para seu objetivo.

Prever o futuro da empresa é elaborar um orçamento, com estimativas, mês a mês, baseado em critérios técnicos que procuramos passar de forma simples, sob o título Fluxo de Caixa (Cash Flow) – Orçamento da Empresa. É de se observar que os valores apresentados levam em consideração a política de vendas da empresa, considerando a sazonalidade da economia.

O Fluxo de Caixa é um reflexo do orçamento, sendo o principal instrumento para o planejamento da gestão financeira da empresa.

As Microempresas – ME e Empresas de Pequeno Porte, inscrita no SIMPLES NACIONAL são objeto de nossos comentários, tendo como enfoque o estabelecimento do preço de venda.

Controlar a empresa é criar elementos que permitam controlar receitas e despesas, independente de haver, ou não, uma contabilidade na empresa.

Com o orçamento detalhado, mês a mês, elaborado na forma sugerida, e anotando-se as receitas e despesas numa simples folha de papel, ao final de cada mês, totalizadas as despesas e receitas, transcrevendo-as  para a coluna “Real” do Orçamento, podemos comparar os valores previstos e o real de cada despesa, havendo, assim, um controle financeiro e orçamentário eficiente.

A inflação é um fator a ser considerado, pois, a experiência demonstra que o planejamento sem considerá-la nas projeções induz a equívoco que pode resultar em prejuízo. 

Para melhor prever o resultado da empresa, elaboramos o Orçamento Inflacionado, considerando o Orçamento com base no valor presente projetado, apurando receita e despesa, bem como resultado da empresa, mês a mês considerando a inflação.

Conhecer as regras do Imposto de Renda sobre a pessoa jurídica é indispensável para se optar pelo regime de tributação mais benéfico à empresa. Uma opção equivocada pode levar à falência. Neste sentido, o Orçamento Inflacionado pode ajudar na opção certa.

Resgate de empresa tem por objetivo chamar à  atenção para os riscos que se corre não adotando a administração estratégica sugerida no blog.

A globalização da Contabilidade é uma realidade. Temos de ajustar a Contabilidade das empresas às normas internacionais. O blog apresenta, de forma simples, o que é Contabilidade, permitindo que todos tenham possibilidade de entender os relatórios Contábeis. 

O Balanço Patrimonial é apresentado observando as alterações ocorridas na Leis das Sociedades Anônimas, que se aplica às demais empresas.

A Demonstração de Resultado do Exercício observa a Lei 6404 ajustada às normas internacionais.

A Demonstração dos Fluxos de Caixa estabelecida pela Lei 6404, que exige a demonstração dos três fluxos: a) das operações, b) dos financiamentos e c) dos investimentos.


Caros amigos, não tenham pressa em ler tudo de uma só vez, pois, embora os temas sejam colocados de forma simples, é necessário o entendimento de cada etapa para facilitar a compreensão do próximo, pois o modelo apresentado é a continuidade de uma ideia, que começa com “OS PRIMEIROS PASSOS NA CRIAÇÃO DE UMA EMPRESA”, a seguir, “CUSTO DE MÃO-DE-OBRA-DIRETA” para o estabelecimento do preço de venda, começando da postagem mais antiga para a mais recente, observando as datas das postagens.

Agradeço aos amigos que estão enviando mensagens, que são um estímulo à continuidade deste trabalho. Divulgue-o entre seus amigos e conhecidos. Caso precisem, entrem em contato.
 
Meu desejo é que você seja um empresário vencedor, ou um estudante com bom futuro profissional!

Caso precise de ajuda, envie um e-mail para "pires.antoniocarlos@gmail.com". Teremos prazer em colaborar. 

          EMPRESAS QUE DESAPARECEM   


Caros amigos leitores,

A grande quantidade de empresas que desaparecem antes de completarem dois anos de vida é a motivação deste blog, que tem como objetivo ajudar o empresário e o estudante na difícil tarefa de planejar, criar, desenvolver e controlar empresa, de  forma objetiva e simples, com os temas a seguir, já publicados:






-PONTO DE EQUILÍBRIO A BÚSSOLA DO EMPRESÁRIO
http://www.piresconsultores.com/2013/05/a-bussola-do-empresario.html

Os custos que ocorrem em um negócio, muitas vezes, não são considerados para o estabelecimento do preço de venda, por exemplo: 13º salário, férias com mais 1/3 e das provisões para aviso prévio e multa 40% do FGTS que tem de ser paga quando do desligamento de empregado.

Outro ponto importante é o cálculo do custo do homem-hora para efeito de cálculo do preço de venda, que não se confunde com o apurado pela Contabilidade da empresa, cujo objetivo é mais fiscal do que gerencial, não incluindo provisões retro mencionadas.

Embora tais provisões possam ser incluídas no Balanço como provisões para contingências, porém, não são dedutíveis para efeito de apuração do Lucro Real do Imposto de Renda.

Há ainda, as despesas indiretas de fabricação, os custos comerciais e impostos incidentes, despesas financeiras, despesas administrativas, e também o lucro a ser considerado.

Nosso modelo observa ainda a terceirização, muito comum em empresas, que permite o aumento de produção sem a necessidade de aumento da área fabril, permitindo maior produtividade, por conseguinte melhor preço de concorrência.

As despesas comerciais e impostos são destaque, pois, juntamente com o custo de mercadorias, ou dos produtos fabricados, conforme for o caso, compõem as despesas variáveis, ou seja,  aquelas que variam de acordo com o volume das vendas.

O Ponto de equilíbrio é instrumento de suma importância para a gestão da empresa. Tal apuração é importante, pois, além de informar o nível de venda a partir do qual a empresa passa a ter lucro, ou seja, não apresenta prejuízo, serve como aguilhão do próprio empresário, incentivando-o a procurar novos clientes para o incremento do negócio. É uma verdadeira bússola, guiando o empresário para seu objetivo.

Prever o futuro da empresa é elaborar um orçamento, com estimativas, mês a mês, baseado em critérios técnicos que procuramos passar de forma simples, sob o título Fluxo de Caixa (Cash Flow) – Orçamento da Empresa. É de se observar que os valores apresentados levam em consideração a política de vendas da empresa, considerando a sazonalidade da economia.

O Fluxo de Caixa é um reflexo do orçamento, sendo o principal instrumento para o planejamento da gestão financeira da empresa.

As Microempresas – ME e Empresas de Pequeno Porte, inscrita no SIMPLES NACIONAL são objeto de nossos comentários, tendo como enfoque o estabelecimento do preço de venda.

Controlar a empresa é criar elementos que permitam controlar receitas e despesas, independente de haver, ou não, uma contabilidade na empresa.

Com o orçamento detalhado, mês a mês, elaborado na forma sugerida, e anotando-se as receitas e despesas numa simples folha de papel, ao final de cada mês, totalizadas as despesas e receitas, transcrevendo-as  para a coluna “Real” do Orçamento, podemos comparar os valores previstos e o real de cada despesa, havendo, assim, um controle financeiro e orçamentário eficiente.

A inflação é um fator a ser considerado, pois, a experiência demonstra que o planejamento sem considerá-la nas projeções induz a equívoco que pode resultar em prejuízo. 

Para melhor prever o resultado da empresa, elaboramos o Orçamento Inflacionado, considerando o Orçamento com base no valor presente projetado, apurando receita e despesa, bem como resultado da empresa, mês a mês considerando a inflação.

Conhecer as regras do Imposto de Renda sobre a pessoa jurídica é indispensável para se optar pelo regime de tributação mais benéfico à empresa. Uma opção equivocada pode levar à falência. Neste sentido, o Orçamento Inflacionado pode ajudar na opção certa.

Resgate de empresa tem por objetivo chamar à  atenção para os riscos que se corre não adotando a administração estratégica sugerida no blog.

A globalização da Contabilidade é uma realidade. Temos de ajustar a Contabilidade das empresas às normas internacionais. O blog apresenta, de forma simples, o que é Contabilidade, permitindo que todos tenham possibilidade de entender os relatórios Contábeis. 

O Balanço Patrimonial é apresentado observando as alterações ocorridas na Leis das Sociedades Anônimas, que se aplica às demais empresas.

A Demonstração de Resultado do Exercício observa a Lei 6404 ajustada às normas internacionais.

A Demonstração dos Fluxos de Caixa estabelecida pela Lei 6404, que exige a demonstração dos três fluxos: a) das operações, b) dos financiamentos e c) dos investimentos.


Caros amigos, não tenham pressa em ler tudo de uma só vez, pois, embora os temas sejam colocados de forma simples, é necessário o entendimento de cada etapa para facilitar a compreensão do próximo, pois o modelo apresentado é a continuidade de uma ideia, que começa com “OS PRIMEIROS PASSOS NA CRIAÇÃO DE UMA EMPRESA”, a seguir, “CUSTO DE MÃO-DE-OBRA-DIRETA” para o estabelecimento do preço de venda, começando da postagem mais antiga para a mais recente, observando as datas das postagens.

Agradeço aos amigos que estão enviando mensagens, que são um estímulo à continuidade deste trabalho. Divulgue-o entre seus amigos e conhecidos. Caso precisem, entrem em contato.
 
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Caso precise de ajuda, envie um e-mail 

 



          FLUXO DE CAIXA (CASH FLOW) - ORÇAMENTO DA EMPRESA   
O Orçamento da Empresa é a compilação de todos os orçamentos, ou seja, refle a previsão das receitas, dos custos de fabricação, das despesas comerciais e impostos incidentes, das despesas administrativas, dos investimentos e financiamentos e do resultado.

Entre os diversos orçamentos, destaca-se o Orçamento de Caixa, conhecido como Fluxo de Caixa, Cash Flow em Inglês, que se baseia em informações contidas nos orçamentos setoriais, sintetizando o Orçamento da Empresa.




Extra-caixa são despesas que ocorrem, porém, não há pagamento, ou seja, não transitam pelo caixa da empresa, tais como: depreciação e provisões para férias e para o 13º salário etc., porém, devem ser demonstradas no Orçamento.

O Fluxo de Caixa é a programação mensal das entradas e saídas de caixa, permitindo prever as necessidades de aporte de recursos, seja através de aumento de capital ou de financiamento.

O Fluxo de Caixa é elaborado em uma única planilha, aqui apresentado separadamente para melhor entendimento. Iniciando, com o saldo dos recursos financeiros existentes no início do período, acrescido das receitas e deduzido das despesas previstas, o resultado é apresentado ao final, como saldo das disponibilidades ao final do período.

As receitas e despesas são alocadas no período em que estão previstos os pagamentos. Por exemplo, a compra a prazo para  30, 60 e 90 dias é considerada nos meses em que estão previstos os pagamentos. Por exemplo, em janeiro é computada apenas a parcela vencível no referido mês.

No modelo acima apresentado, consideramos as compras e vendas como sendo à vista, em decorrência de não haver elementos que permitam alocá-las em outros meses.

Iniciamos o mês de janeiro, com saldo anterior de disponibilidades igual a R$5.100,00, sendo R$100,00 em caixa e R$5.000,00 em bancos. Valores existentes em 31 de dezembro do ano anterior.

A receita prevista para janeiro é de R$257.740,00, relativa à venda de 1.176 unidades do produto A, ao preço de venda de R$219,17, conforme apurado na postagem "Valor do Preço de Venda".

O valor corresponde à soma de duas parcelas: R$77.322,00 de venda à vista, e R$180.418,00 de duplicatas, ou seja, venda faturada.

A seguir, na coluna referente ao mês de janeiro, são apresentadas despesas de fabricação que totaliza R$129.370,40, composta por diversas parcelas apresentadas nas postagens anteriores, a saber:

Matérias Primas no valor  R$117.600,00, correspondendo a 1.176 unidades, ao custo de R$100,00
por unidade, conforme demonstrado em "Preço de Venda -Cálculo do Custo de Produção";

Folha de Pagamento R$5.300,00, conforme apurado no "Custo de Mão-de-Obra Direta";

FGTS no valor de R$424,00, 8% sobre a Folha de Pagamento;

Previdência no valor de R$1.473,40, correspondendo a 27,8% sobre a Folha de Pagamento, percentual analisado no cálculo do "Custo da Mão-de-Obra Direta";

Terceiros no valor de R$2.715,00, correspondente a 272 unidades terceirizadas, conforme demonstrado na postagem "Cálculo do Preço de Venda - Custo de Produção".

Almoxarifado - salários R$1.000,00, valor apurado no demonstrativo da "Despesa Indireta de Fabricação", apresentada no "Custo de Produção";

FGTS e Previdência sobre os salários do Almoxarifado, com base nas alíquotas acima mencionadas;

Manutenção - R$500,00,  apresentada na demonstração da  Despesa Indireta de Fabricação apresentada no "Custo de Produção".

As Despesas Comerciais, totalizando R$20.619,20, são referentes aos seguintes custos:

Comissões no valor de R$12.887,00, correspondendo a 5% do valor das vendas:

Descontos concedidos no valor de R$7.732,20, correspondendo a 3% das vendas, em decorrência da promoção junto à clientela para compras acima de 100 unidades do produto A, atendendo à política de venda da empresa, tendo por objetivo manter as vendas no período, historicamente, de menor demanda.

Impostos sobre vendas, totalizando R$78.200,66, relativos aos impostos:

IPI = R$23.430,91, correspondendo a 10% das vendas, exclusive o imposto, isto é, a base de cálculo corresponde às vendas sem o imposto, assim demonstrado:

A base de cálculo do imposto é assim apurada:  o valor de venda (base 100%  mais IPI 10%)=110%, sabendo-se o valor das vendas, no caso, R$257.740,00, podemos apurar a base de cálculo do IPI aplicando a regra de três: (257.740/110X100)= 234.309.09.

Vamos conferir: 234.309,09X10%=23.430,90 (IPI);
A Base de cálculo mais o IPI:(234.309,09+23.430,90)=257.740,00 (valor das vendas), confirmando estar correto o critério de cálculo.

ICMS: R$30.928,80, 12% sobre o preço de venda, observado em nossos comentários em o "Valor do Preço de Venda", que sugerimos consultar;

PIS e COFINS: R$23.840,95, correspondendo a 7,65% do valor das vendas,  comentados na postagem "Valor do Preço de Venda".


As despesas financeiras são relativas às taxas bancárias, que correspondem a R$644,35.

As despesas Administrativas apresentam-se comentadas em  "Valor do Preço de Venda", com as diversas parcelas   que  totalizam R$6.800,00 .


Agora podemos calcular a previsão das disponibilidades financeiras ao final do mês, conforme se demonstra::

Saldo inicial das disponibilidades                                      R$   5.100,00
Mais:
Total das Entradas                                                           R$257.740,00

Menos:
Despesas de Fabricação                     R$129.370,40
Despesas Comerciais                          R$  20.619,20
Impostos sobre Vendas                      R$  78.200,66
Despesas Financeiras                          R$       644,36
Despesas Administrativas                    R$    6.800,00      R$235.634,62
Saldo Final das disponibilidades                                       R$  27.205,39


O Fluxo de Caixa é diferença de entre as entradas e as saídas: (257.740,00-235.634,62)=22.105,39.

Conforme retro esclarecido, há despesas que intitulamos de Extras Caixa, são aquelas que não transitam pelo caixa da empresa,  no caso,  as provisões.

As provisões, ora apresentadas,  foram apuradas   nas postagens: "Custo da Mão-de-Obra Direta" e "Custo de Fabricação", que devem ser consultadas para melhor entendimento.

Considerando o fluxo de caixa, entradas menos saídas, no caso, equivalentes a receita menos despesas, deduzido das despesas intituladas de Extra Caixa,  apuramos a previsão do resultado para o mês de janeiro: (22.105.39-1.778,05)=R$20.327,34, correspondendo a 7,9% das vendas.


Como se pode observar, há três colunas para cada mês: a primeira é a previsão; a segunda é o real, isto é, as receitas e despesas realmente ocorridas; e, a terceira é a variação percentual entre o real e o previsto. Deixamos de apresentar   a coluna  referente à  "variação" nos meses de fevereiro a junho por motivo de espaço na página.

Sempre que a receita for inferior à prevista ou a despesa superior à prevista deve ser analisada a causa, para tomada de providências necessárias ao ajuste da produtividade, conforme se demonstra na análise a seguir:

Da análise comparativa entre o resultado previsto para o mês de janeiro, correspondente a 7,9% das vendas, e o resultado no cálculo do "Valor do Preço de Venda", com percentual de 10% do preço de venda, constata-se diferença de 2,10%.

A origem da diferença é decorrente de dois fatores:
a) A concessão de desconto 3% sobre as vendas no mês de janeiro;
b) Diferença nos critérios usados para o cálculo do IPI:
    Na apuração do preço de venda aplicamos 10% sobre o valor de venda;
    No fluxo retro, IPI  incidiu sobre o valor de venda exclusive o IPI, conforme tributação do imposto.

O critério aplicado resulta em redução da despesa em 0,9% em relação ao apurado na postagem "Valor do Preço de Venda".

Nossa projeção, com base nos elementos já analisados, demonstra estar coerente a previsão.

Por outro lado, considerando que as empresas inscritas no SIMPLES não estão obrigadas a escrituração regular dos livros, o fluxo de caixa com previsão e valores reais das receitas e despesas é um instrumento indispensável para o controle da empresa, seja  de pequeno o grande porte.

O Fluxo de Caixa é a principal ferramenta para a boa administração de uma empresa, devendo ser elaborado com esmero, pois, além de projetar resultados, permite prever antecipadamente as dificuldades financeiras, por conseguinte tomada de decisões para resolver o problema. Por outro lado,  na forma acima exposta, funciona como instrumento de vigilância sobre todos os recebimentos e pagamentos efetuados, quando comparado o real com o previsto e realizada a devida análise dos desvios.

Nos meses seguintes as receitas e despesas são afetadas pelas seguintes decisões da administração da empresa:

Nos meses de fevereiro e março está prevista redução de 95% nas vendas, em comparação com o mês de janeiro. A previsão de redução nas vendas foi refletida na produção, diminuindo a produção terceirizada.

Também nos dois referidos meses, foi mantida a promoção de desconto de 3% para vendas acima de 100 unidades.

No mês de abril está prevista o retorno da produção aos níveis de janeiro, porém, mantendo-se o desconto de 3% para as vendas acima de 100 unidades.

A partir do dia 1º de maio, com as vendas já aquecidas, encerra-se a promoção do desconto de 3% para vendas acima 100 unidades.

Vamos verificar?

Tomando por exemplo, as matérias primas e a terceirização da produção nos meses de janeiro e fevereiro:

As matérias primas para a totalidade de produção 1176 unidades do produto A, calculada na postagem "Custo de Produção", ao valor unitário de R$100,00 corresponde a R$117.600,00. Em fevereiro está prevista redução para 95% da produção, logo, o custo de matérias primas diminui para (117.600,00X95%) =R$111.720,00.

A MOD - terceiros, que corresponde a 30% da produção com mão-de-obra própria,  ou seja, 905X30% = 271 unidades, ao custo unitário de R$10,00, totalizando R$2.710,00 em janeiro.

Em fevereiro com redução da produção para 95%, o número de unidades produzidas, corresponde a 1.176X95% = 1.117 unidades, deduzido a produção própria de 905 unidades, foram terceirizadas 212 unidades, ao preço unitário de R$10,00, corresponde a R$2.120,00.


A previsão do Fluxo de Caixa para o 1º semestre, com as parcelas de provisões (extra caixa), não é mais um  simples fluxo de caixa, pois prevê: vendas, custo de fabricação, custos comerciais, impostos, despesas financeiras, despesas administrativas e o resultado, logo é o próprio orçamento da empresa para o período, cujo resultado é um lucro de R$148.433,98, correspondendo a 9,76% das vendas.

Nada mal!

Boa sorte aos amigos leitores! Que organizem empresas e cresçam com segurança.

Até a próxima!


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          MICRO EMPRESA - ME E EMPRESA DE PEQUENO PORTE - EPP   



O SIMPLES NACIONAL é um regime de tratamento tributário diferenciado favorecido, que, regra geral, tem como base de tributação a receita bruta, com pagamentos mensais de impostos de forma simplificada, em um único DARF, observando alíquotas por faixa de faturamento, conforme estabelece a Lei Complementar nº 123 de 14.12.2006 e seus anexos.

No SIMPLES as alíquotas são progressivas, proporcionais à receita bruta.

As empresas que participam do SIMPLES NACIONAL efetuam o pagamento dos tributos, a seguir, em um único DARF, mensalmente:

Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ);

Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI);

Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL);

Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS);

Contribuição para o PIS/PASEP;

Contribuição Patronal Previdenciária (CPP);

Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS);

Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISS.


Como se pode observar, a empresa inscrita no SIMPLES NACIONAL faz o recolhimento da Contribuição Patronal à Previdência (CPP) com base na receita bruta. Em face disso, para apurar o preço de venda dos produtos ou mercadorias, do cálculo da Mão-de-Obra deve ser excluída a parcela relativa à Previdência do Empregador.

Vale observar, o recolhimento facultativo dos sócios à Previdência é feita em guia própria, nada tendo haver com o recolhimento unificado que a empresa realiza como empregadora incluída no SIMPLES.

Os valores e impostos retidos dos empregados, bem como FGTS, devem ser recolhidos normalmente, não estando incluídos na tabela de recolhimento unificado.

Os demais impostos estaduais e municipais devem ser recolhidos nos prazos, com as alíquotas próprias.

Há atividades, que a lei especifica, que não podem participar do Simples, pelo que sugiro a leitura da  Lei Complementar 123, de 14.12.2006

Para se ter uma idéia, transcreve-se a seguir a Tabela do Anexo I da referida lei, porém, há uma tabela para tipo de atividade que a lei especifica:
ANEXO I DA LEI COMPLEMENTAR N o 123, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2006

(vigência: 01/01/2012) 

Alíquotas e Partilha do Simples Nacional - Comércio 
     Receita Bruta em 12 meses (em R$)
Alíquota
IRPJ
CSLL
Coins
PIS/Pasep
CPP
ICMS
       Até 180.000,00
4,00%
0,00%
0,00%
0,00%
0,00%
2,75%
1,25%
  De 180.000,01 a 360.000,00
5,47%
0,00%
0,00%
0,86%
0,00%
2,75%
1,86%
  De 360.000,01 a 540.000,00
6,84%
0,27%
0,31%
0,95%
0,23%
2,75%
2,33%
  De 540.000,01 a 720.000,00
7,54%
0,35%
0,35%
1,04%
0,25%
2,99%
2,56%   
  De 720.000,01 a 900.000,00
7,60%
0,35%
0,35%
1,05%
0,25%
3,02%
2,58%
  De 900.000,01 a 1.080.000,00
8,28%
0,38%
0,38%
1,15%
0,27%
3,28%
2,82%
   De 1.080.000,01 a 1.260.000,00
8,36%
0,39%
0,39%
1,16%
0,28%
3,30%
2,84%
   De 1.260.000,01 a 1.440.000,00
8,45%
0,39%
0,39%
1,17%
0,28%
3,35%
2,87%
   De 1.440.000,01 a 1.620.000,00
9,03%
0,42%
0,42%
1,25%
0,30%
3,57%
3,07%
   De 1.620.000,01 a 1.800.000,00
9,12%
0,43%
0,43%
1,26%
0,30%
3,60%
3,10%   
   De 1.800.000,01 a 1.980.000,00
9,95%
0,46%
0,46%
1,38%
0,33%
3,94%
3,38%
   De 1.980.000,01 a 2.160.000,00
10,04%
0,46%
0,46%
1,39%
0,33%
3,99%
3,41%
   De 2.160.000,01 a 2.340.000,00
10,13%
0,47%
0,47%
1,40%
0,33%
4,01%
3,45%
   De 2.340.000,01 a 2.520.000,00
10,23%
0,47%
0,47%
1,42%
0,34%
4,05%
3,48%
   De 2.520.000,01 a 2.700.000,00
10,32%
0,48%
0,48%
1,43%
0,34%
4,08%
3,51%
   De 2.700.000,01 a 2.880.000,00
11,23%
0,52%
0,52%
1,56%
0,37%
4,44%
3,82%
   De 2.880.000,01 a 3.060.000,00
11,32%
0,52%
0,52%
1,57%
0,37%
4,49%
3,85%
   De 3.060.000,01 a 3.240.000,00
11,42%
0,53%
0,53%
1,58%
0,38%
4,52%
3,88%
   De 3.240.000,01 a 3.420.000,00
11,51%
0,53%
0,53%
1,60%
0,38%
4,56%
3,91%
   De 3.420.000,01 a 3.600.000,00
11,61%
0,54%
0,54%
1,60%
0,38%
4,60%
3,95% 


   
Devido à complexidade que se observa na  legislação relativa ao Simples Nacional, sugiro consultar o Contador sobre a possibilidade de poder, ou não, optar pelo Simples e qual a alíquota que deve ser considerada, tendo em vista que há várias tabelas com alíquotas progressivas para: a indústria, o comércio, e  a prestação de serviço, conforme o faturamento da empresa. Porém, há casos em que a  alíquota depende da receita e  da folha de pagamento.

CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA:

Para o cálculo de preço de venda,  todas os impostos e contribuições unificadas devem ser consideradas como despesas variáveis, pois variam de acordo com as vendas, tratados neste blog como despesas comerciais e impostos incidentes, conforme exemplo a seguir:

1) Tomando-se por exemplo,  o Custo de Mão-de-Obra, apurado neste blog, no item demonstração da  Previdência-Empregador,  onde se lê, 27,8%, coloca-se "0" (zero);

2) No demonstrativo do Valor de Preço de Venda, os itens ICMS, IPI, PIS e COFINS serão substituídos por SIMPLES, com o percentual correspondente.

3) Também no custo de matérias primas e mercadorias deve ser considerado o valor da nota fiscal, sem dedução do crédito de IPI e ICMS, pois o optante pelo Simples não se beneficia de créditos relativos a esses impostos.

Observando as três alterações acima, o modelo apresentado pode ser aplicado às ME e EPP na apuração do custo de produção e no cálculo do preço de venda.

Por conseguinte, o amigo leitor que tenha uma ME ou EPP, indústria, comércio ou prestação de serviços, leia nossas postagens anteriores, as quais apresentam elementos esclarecedores, que lhe permite melhor calcular o preço de venda.

Até a próxima, com planejamento orçamentário e fluxo de caixa.

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          PONTO DE EQUILÍBRIO A BÚSSOLA DO EMPRESÁRIO   
O ponto de equilíbrio é a bússola do empresário, alertando para os momentos de perda e indicando os momentos de lucro, incentivando as tomadas de decisões necessárias para que a empresa navegue em águas tranquilas.

Há casos, em que o empresário não sabe o caminho que está seguindo sua empresa: compra, fabrica, vende, mas não vê o dinheiro aparecer.  Não sabe o que está acontecendo, pois a empresa não apresenta fluxo de caixa positivo.


Uma ocasião fui contatado por um diretor da empresa na qual trabalhava, solicitando que eu verificasse o porquê na empresa da qual participava com outros sócios não tinha dinheiro e estavam sempre aumentando o financiamento e estavam sempre injetando recursos.

Solicitei os documentos e informações necessárias para analisar o preço de venda de sete produtos que estavam sendo fabricados.

Comparei os preços de venda dos produtos aos preços apurados com base em cálculos idênticos aos que apresento neste blog, tendo chegado à seguinte conclusão:

Por não terem elaborados cálculos corretos na apuração do preço de venda, existiam produtos que eram vendidos com lucro e outros vendidos com prejuízo. Como o mercado procura o melhor preço e qualidade, os produtos com preço  abaixo do custo eram mais facilmente vendidos.

Conclusão, a empresa não podia apresentar lucro, pois o lucro que obtinha na venda de alguns itens era absorvido pelo resultado negativo dos que vendia abaixo do custo.

Há casos, em que a empresa não se desenvolve, fica estagnada, não cresce, embora esteja vendendo bem. O empresário até acredita que esteja tendo lucro, mas precisa de financiamento permanente para sobreviver.

Demonstrado, matematicamente, a causa do insucesso da empresa, os sócios me pediram para que eu calculasse o preço de venda e sugerisse as providências necessárias:

Foi calculado o Ponto de Equilíbrio e elaborado um Fluxo de Caixa mensal, com estimativas de: compra de matérias primas, despesas e receitas, financiamentos. Números que deviam ser seguidos para que a empresa não efetuasse compras em excesso, e procurasse vender a meta estabelecida, reduzindo o custo financeiro desnecessário.

O Ponto de Equilíbrio para o empresário, além de demonstrar o momento negativo e positivo, serve de incentivador para a procura de novos negócios.

Com o preço de venda apurado com critério, os preços da empresa passaram a ser mais aceitos, passando a gozar de maior confiabilidade dos clientes, ocorrendo um incremento nas vendas.

Em poucos meses a empresa era outra, não mais precisava de investimentos e gerava fluxo de caixa positivo. Já se podia ver o sorriso dos sócios!

No gráfico apresentado, o ponto de interseção das duas linhas representa o ponto de equilíbrio. A linha azul são as quantidades vendidas. A linha vermelha é o resultado obtido. Os valores abaixo da linha azul são negativos (prejuízo), e o valores acima da linha azul apresentam-se positivos (lucro).

Por exemplo:
A venda de 260 unidades do produto apresenta lucro de R$397,62;
A venda de 230 unidades do produto apresenta prejuízo de R$432,87.  

Vamos ao cálculo do PONTO DE EQUILÍBRIO:

No caso, partindo dos números que já fazem parte do nosso trabalho, elaboramos o cálculo do ponto de equilíbrio considerando nossa receita, custo dos produtos, despesas comerciais e impostos e as despesas administrativas.


O modelo apresentado tanto se aplica à indústria como ao comércio, pois, ambos os ramos de atividade tem o ponto de equilíbrio baseado nas vendas necessárias para que se observe o aparecimento do lucro, objetivo da atividade empresarial.

Assim, o cálculo considera o Custo de Fabricação (indústria), ou Custo das Mercadorias (comércio).

Tomando por exemplo Preço de Venda para Empresas Comerciais, as vendas apuradas, conforme demonstrado em nossa postagem anterior, apresenta o valor de R$257.740,74.


Na planilha, observam-se parcelas que são chamadas de despesas variáveis, que variam de acordo com as vendas: comissões, fretes, armazenamento e os impostos incidentes sobre as vendas, cujo total importa em R$93.431,02.

Há também o custo de mercadorias vendidas, que também é um custo variável, pois é proporcional às vendas, cujo valor importa em R$131.735,65.

As despesas administrativas, são classificadas como fixas por não variarem em função das vendas, embora, mensalmente, possam apresentar variações: aluguel do escritório, honorários do Contador, salário do Administrador, que pode ser o prolabore do sócio da empresa, despesa com telefone e outras despesas não ligadas à produção, as quais totalizam R$6.800,00.

Assim, com base nas parcelas acima comentadas, podemos apurar o Ponto de Equlíbrio, ou seja, as vendas necessárias para que não haja lucro ou prejuízo.

Preço de Venda das Mercadorias                          R$257.740,74

Menos despesas variáveis:
Custo dos produtos ou mercadorias vendidas      - R$131.735,65

Despesas comerciais e impostos                          - R$  93.431,02

Contribuição marginal                                             R$  32.574,07

ATENÇÃO: As despesas comerciais e impostos foram analisadas na  postagem "Preço de Venda - Empresa Comercial", neste blog, que recomendo consultar para melhor entendimento.

Contribuição marginal é o percentual (%) em relação às vendas: (32.574,07/257.740,74X100) = 12,638%

Conforme pode ser observado, a contribuição marginal é o lucro antes de se abater das despesas administrativas e financeiras. O percentual é a relação desse resultado com as vendas, que representam 100% dos fatores.

As despesas administrativas fixas, que até agora não foram utilizadas no cálculo, são despesas que a empresa terá de pagar independente de haja venda ou não, as quais somam R$6.800,00.

Sabendo-se que o resultado antes da dedução das despesas administrativas corresponde a 12,638% das vendas, conforme acima demonstrado;

Considerando-se que as vendas representa 100% dos fatores;

Observando-se que o resultado (contribuição marginal) para pagamento das despesas administrativas e financeiras é R$32.574,07, que corresponde a 12,638% das vendas, que correspondem a 100% da soma dos fatores, conforme retro comentado.

Queremos saber, qual o valor das vendas necessárias para se obter uma margem de contribuição equivalente às despesas administrativas e financeiras, no valor de R$6.800,00?

Considerando que a margem de contribuição corresponde a 12,638%;

Observando que a despesas administrativas e financeiras é o valor desejado de margem de contribuição, ou seja, R$6.800,00;

Notando que as vendas necessárias correspondem a 100%.

Temos os elementos necessários para apurar o valor das vendas, com aplicação da regra de três:                

(6.800,00\12,6383X100) = R$53.804,66.

O Ponto de Equilíbrio são as vendas necessárias para cobrir os custos das mercadorias, as despesas comerciais e as despesas administrativas e financeiras, ou seja, R$53.804,66.

Vamos conferir:

Valor das Vendas, conforme cálculo do ponto de equilíbrio,  é de  R$53.804,66

O preço unitário do produto A, apurado no Valor do Preço de Venda,  é R$219,04.

A quantidade de produtos a serem vendidos corresponde à divisão das vendas ponto de equilíbrio, pelo preço de venda unitário, R$219,04, assim demonstrada:  53.804,66\219,04 = 245,638

O custo de fabricação do produto A, conforme planilha Valor do Preço de Venda, é de R$111,95.

Agora podemos apurar a verdade, se as vendas calculadas como ponto de equilíbrio cobre todos os nossos custos?


Vendas   (Ponto de Equilíbrio)                                    53.804,66
Menos: 


Custo do produtos vendidos: (245,638X111,95)        27.500,42
Desp.comerciais e impostos(53.804,66X36,25% )     19.504,19
Despesas administrativas                                             6.800,00
Saldo                                                                                  0,05

 Assim fica provado que o cálculo do ponto de equilíbrio da empresa está correto.

Seguindo o mesmo critério, efetuamos o cálculo para cinco quantidades do produto A, a saber:

230, 240, 245,6, 250 e 260 unidades.

Os resultados apurados, os quais são demonstrados no gráfico  apresentado no início da postagem, foram:

230 - prejuízo de R$432,87;
240 - prejuízo de R$156,04;
245,6- p.equilíbrio R$0,05;
250 - lucro de R$120,79;
260 - lucro de R$397,62.

Até a próxima, com Micro Empresa (ME) e Empresa de Pequeno Porte (EPP).

 
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          VALOR DO PREÇO DE VENDA   





O valor do preço de venda leva em consideração, além do custo de produção, despesas comerciais, impostos incidentes, despesas financeiras e administrativas, remuneração do capital aplicado, bem como o Imposto de Renda da pessoa jurídica.

No caso, o preço de venda foi apurado considerando o custo unitário de produção, apurado com base na média ponderada; o número de unidades que são possíveis de serem produzidas, conforme demonstrado no cálculo do custo de produção.



As despesas administrativas são aquelas que não tem haver com a produção e venda, por exemplo: salário do Contador e Administrador, despesas como: luz do escritório, telefone, assinaturas etc.

Também neste caso, apuramos os valores como se produzisse um só tipo de produto. Assim, calculamos o  preço de venda do produto "A", cujo custo médio ponderado, demonstrado no Cálculo do Custo de Produção, correspondente a R$111,96, que multiplicado pelo número de unidades que podem ser produzidas,1.176, conforme apurado na planilha de custo ponderado, resulta em R$131.735,65.

É de se observar, trata-se do cálculo baseado em amostra das primeiras unidades produzidas, cuja produtividade deve aumentar ao longo da produção. Acredito estarmos trabalhando com uma margem de segurança satisfatória.

O custo com comissões dos vendedores (5%), ICMS (12%), IPI (10%), PIS (1,65) e COFINS (7,6%)corresponde a 36,25% do valor das vendas.

Entretanto, cabe-me observar, as alíquotas do IPI depende do produto. A alíquota do ICMS varia de acordo com o tipo de operação, para dentro e fora do Estado.

É se observar ainda, os referidos tributos são não cumulativos, ou seja,  geram créditos quando da aquisição das matérias primas e  gastos que a legislação especifica.

Os cálculos consideram as matérias primas e produtos secundários líquidos desses créditos, ou seja, diminuídos desses créditos.

Melhor explicando, por exemplo, a matéria prima corresponde ao valor da nota fiscal menos o crédito de: IPI, ICMS, PIS  e COFINS, que será compensado quando do pagamento dos valores apurados com base no faturamento.

No que se refere aos impostos e previdência Social, deve ser consultado o Contador. Os percentuais apresentados são ilustrativos, variando para cada tipo de empresa.


As despesas administrativas  somam R$6.800,00.
O Lucro Antes do Imposto de Renda desejado é de 10% sobre as vendas.

A soma dos percentuais das despesas comerciais e impostos representam (5%+12%+10%+7,6%+1,65%) = 36,25%, os quais  integra o valor do preço de venda.

Os percentuais sobre o valor das vendas, retro comentados, lucro mais as despesas comerciais e impostos,  importam em  (10%+36,25%) = 46,25%%.

Os custos já apurados são: Custo total de produção - R$131.735,65, e Despesas Administrativas -  R$6.800,00, totalizando R$138.535,65, conforme retro demonstrado.

O valor do preço de venda é correspondente a soma de todos os fatores que o compõe, ou seja, 100% dos fatores.

Sabendo-se que os percentuais sobre as vendas (lucro e despesas comerciais e impostos),  a ser calculado, corresponde a 46,25% das vendas;

Considerando-se que o preço de  venda  corresponde a 100%  dos fatores que o compõe;

Observando-se que os fatores a serem apurados corresponde a 46,25%;

O percentual da soma de custos de produção mais despesas administrativas, no total de R$138.535,65, é apurado pela subtração de 46,25% (lucro, despesas comerciais e impostos) de 100% (preço de venda),  (100-46,25) = 53,75%.

Consubstanciado nos custos já conhecidos e no percentual correspondente,  podemos apurar o Valor das Vendas, adotando-se a  regra de três: (138.535,65/53,75X100) = R$257.740,74.

Com o preço de venda calculado, temos os elementos para apurar o valor das despesas comerciais e impostos incidentes sobre as vendas, aplicando os percentuais apresentados na planilha sobre o valor das vendas.

Por exemplo, o valor das comissões será: 257.740,74X5% = R$12.887,04. Assim também se procede em relação aos impostos, conforme se demonstra:

A soma dos percentuais das despesas comerciais e impostos corresponde a 36,25% das vendas,  cujo valor é assim apurado: 257.740,74X36,25% =R$93.431,02.
Da mesma forma, se apura  o lucro antes do Imposto de Renda = 257.740,74 X 10% =R$25.774,07.

O Preço de Venda unitário do produto "A" corresponde ao valor das vendas dividido pelo número de unidades possíveis de serem produzidas, 1.176, ou seja, (257.740,74\1.176) =  R$219,04.

É de se observar, o cálculo considera que a fábrica produziria um só produto, no caso, o "A". Seguindo o mesmo critério foram apurados os preços de vendas dos produtos "B" e "C".

Com os valores dos preços de venda calculados se pode comparar com os preços da concorrência e estabelecer uma política de vendas de forma a manter a fábrica operando plenamente durante todos os meses do ano, com incentivos, descontos, propaganda etc.


NOTA: 

Nosso trabalho está voltado para a indústria por ser mais complexa, assim, atendemos às necessidades dos alunos e empresários industriais. Porém, na próxima postagem, será demonstrado o cálculo de Preço de Venda para Empresa Comercial e o Ponto de Equilíbrio, partindo dos cálculos já apresentados, excluindo o que se refere à Indústria.


Caro amigo leitor, caso esteja gostando do blog, indique-o para seus amigos e conhecidos! Isso nos incentivará no trabalho. Caso negativo, faça sua crítica, que nos ajudará a melhorá-lo. Nosso objetivo é ajudar, sem complicar.


Caso precise de auxílio,  entre em contato: clic em "Quem eu sou" na aba lateral direita; a seguir, e em "minha foto"; na aba superior, clic em "Sobre", onde irá encontrar os dados para contato.





          Afterschool Counselor King Elementary - YMCA of Northwest North Carolina - King, NC   
This individual would be responsible for leading a group of up to 15 Elementary School children in variety of activities such as homework assistance, child... $7.75 - $8.50 an hour
From YMCA of Northwest North Carolina - Tue, 20 Jun 2017 01:27:26 GMT - View all King, NC jobs
          Afterschool Counselor Poplar Springs Elementary - YMCA of Northwest North Carolina - King, NC   
This individual would be responsible for leading a group of up to 15 Elementary School children in variety of activities such as homework assistance, child... $7.75 - $8.50 an hour
From YMCA of Northwest North Carolina - Tue, 20 Jun 2017 01:27:21 GMT - View all King, NC jobs
          Afterschool Counselor Mt. Olive Elementary - YMCA of Northwest North Carolina - King, NC   
This individual would be responsible for leading a group of up to 15 Elementary School children in variety of activities such as homework assistance, child... $7.75 - $8.50 an hour
From YMCA of Northwest North Carolina - Tue, 20 Jun 2017 01:27:21 GMT - View all King, NC jobs
          Edge of Divinity with Dr. Julie Buckman   
Dr. Julie Buckman, is an ordained Minister, working with God and his Divine guidance. She works with the Angels, Saints, Fairy's, Elementals, Animals, and all the elements (earth, wind, fire, and air). Julie has the desire to share and teach her knowledge so others may discover and embrace their gift and use it ethically. Her focus is to embrace who you are and help you understand what your true purpose is.  Join Dr. Julie the first Saturday of every month, where she shares her knowledge, her thoughts, and her guidance. Thank you for your interest in the Edge! Please go to edgemagazine.net to view the latest issue of the Edge.  For information on advertising in the Edge please contact Cathy Jacobsen at 763.433.9291. Or via email at Cathy@edgemagazine.net  For article submission please contact Tim Miejan at 651.578.8969. Or via email at editor@edgemagazine.net  Or for further information regarding the Edge Talk Radio contact Cathryn at via email at Cathryn@EFTForYourInnerChild.com
           Paraspheres edited by Rusty Morrison and Ken Keegan    
This anthology has a mouthful of a subtitle -- "Extending Beyond the Spheres of Literary and Genre Fiction - Fabulist and New Wave Fabulist Stories." It reflects the latest categorical gyrations, although, to their credit, the discussion the editors offer is actually quite straightforward. Essentially, their position is "that there are really at least three different kinds of fiction: genre, literary (in its realistic, character-based sense), and a third type of fiction that really has no commonly accepted name, which does have cultural meaning and artistic value and therefore does not fit well in the escapist formula genres, but which has non-realistic elements that exclude it from the category of literary fiction."
           New Sunrise Express and Equinox at Hilltop by Christopher A. Zackey    
Saying that Christopher A. Zackey's fictional writing has the whimsey of a L. Frank Baum, uses language in a manner akin to Ray Bradbury's Dandelion Wine, and carries, like the Narnia books, a subtext of a mythology which originates in Roman Catholicism, but incorporates numerous other philosophical elements doesn't entirely circumscribe why his work is original, appealing and even laugh-out-loud entertaining.
          TS DEECET Results 2017 Available @  tsdeecet.cgg.gov.in   

TS DEECET Results 2017: Candidates can check the  Telangana State Diploma in Elementary Education Common Entrance Test (DEECET) Results from the official website @ tsdeecet.cgg.gov.in.  Dept. of School Education, Govt of Telangana (TSDSE) has successfully conducted the DEECET exam on 17th June, 2017. The Candidates who are seeking for the admissions into D.EL.Ed &  DIETs courses have attended for the exam […]

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          Piano Level 3 Set   

Published: 2015 Publication's Style: Soft Cover - (9 X 12) Level of Difficulty: Elementary General Description: Piano Student Repertoire Catalog Number: CS15L3 Level 3 Piano Repertoire Set Piano Repertoire Piano Etudes Four Star Sight Reading and E...[Read More]
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          Piano Level 2 Set   

Published: 2015 Publication's Style: Soft Cover - (9 X 12) Level of Difficulty: Elementary General Description: Piano Student Repertoire Catalog Number: CS15L2 Level 2 Piano Repertoire Set Piano Repertoire Piano Etudes Four Star Sight Reading and E...[Read More]
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          Bucket feeder for a ball projecting machine   
A ball feeder assembly for a ball projecting machine includes a stand, an upper frame, a ball delivery element coupled to the frame, and a ball feeder member coupled to the ball delivery element. The assembly is configured for supporting a cylindrical ball bucket. The frame is movably coupled to the stand between at least a first position in which the frame is configured to support the bucket in a position with a top end at a higher elevation than a bottom end such that the longitudinal axis of the bucket is at angle within 0 and 80 degrees from a vertical plane, and a second position in which the frame is configured to support the bucket in a downward position with the bottom end at a higher elevation than the upper end such that the axis is within 5 to 90 degrees with respect to a horizontal plane.
           歌曲と物語が融合するシンフォギアシリーズ新作!「戦姫絶唱シンフォギアAXZ」のあらすじや放送日を紹介します!    
■「戦姫絶唱シンフォギアAXZ」は2017年7月放送開始!

【画像:



みなさんこんにちは、ボイスタライターの如月です。

「戦姫絶唱シンフォギアAXZ」がシリーズ第4期となり、なんと第5期の制作まで決定している人気シリーズ、今回は「戦姫絶唱シンフォギアAXZ」の放送日やあらすじなどを紹介します。

「戦姫絶唱シンフォギア」シリーズの過去作品のストーリーも簡単に振り返るのでチェックしてください。

主演の水樹奈々の関連記事はこちら

■「戦姫絶唱シンフォギア」とは

今晩19時〜 シリーズ第3期「戦姫絶唱シンフォギアGX」ニコ生一挙放送勃発! 錬金術師キャロルとオートスコアラー達、そして水樹奈々さん原案のカッコいいノイズが登場します! https://t.co/GX7hgJWwkA #symphogear

— 戦姫絶唱シンフォギアAXZ (@SYMPHOGEAR) June 24, 2017



音楽プロデューサーである上松範康さんが原作を手掛けるアニメ「戦姫絶唱シンフォギア」は2012年1月から第1期が放送されました。

2013年7月からは2期の「戦姫絶唱シンフォギアG」、2015年7月からは第3期「戦姫絶唱シンフォギアGX」、そして2017年7月から「戦姫絶唱シンフォギアAXZ」が放送されます。

この後第5期の放送も決まっている人気シリーズで、漫画化のほか2017年6月26日にはスマホアプリ「戦姫絶唱シンフォギアXD UNLIMITED」が配信されるなど幅広く展開されています。

上松範康さんは音楽クリエイター集団「Elements Garden」の代表で数多くのアーティスト、アニメ・ゲーム関連作品に楽曲を提供しています。特に水樹奈々さんのヒット曲を多数手がけており、水樹奈々さんのブレイクのきっかけ「ETERNAL BLAZE」の作曲・編曲を手がけています。

妹はラテンアメリカの伝統的な楽器アルパ奏者の上松美香さんで、日本のアルパ奏者の第一人者という音楽一家です。

ちなみに上松美香さんは水樹奈々さんの初めての紅白出場となった「第60回NHK紅白歌合戦」で、兄上松範康さんが作詞を手掛けた「深愛」を水樹奈々さんが歌唱した際に奏者として出演しています。

物語だけではなく楽曲が魅力的な「戦姫絶唱シンフォギア」シリーズ、「戦姫絶唱シンフォギアAXZ」で登場する楽曲にも注目です!

■「戦姫絶唱シンフォギアAXZ」の内容・あらすじ

「戦姫絶唱シンフォギア」過去3シリーズが3夜連続でニコ生一挙放送決定! 22日(木)に第1期、23日(金)に第2期G、24日(土)に第3期GXを配信します! https://t.co/JgHiIIWojA #symphogear

— 戦姫絶唱シンフォギアAXZ (@SYMPHOGEAR) June 16, 2017



「一にして全なるモノが死を灯す。」

キャッチフレーズがとても不穏ですね、今回の敵はかなりの絶望をもたらす相手になるのでしょうか。

「魔法少女事変」と称される、錬金術師キャロルの世界解剖計画を阻止してから数週間後立花響は強大な敵を前に組み伏せられようとしていた。

その強大な敵というのは、「夏休みの宿題」。

響にとっては世界を揺るがす敵よりもきつい相手かもしれませんね、学生としては逃げようのない運命は過酷で無慈悲。

そもそもこの敵が強くなったのは響のせい、海へ行き山へ行き、新しくできた友達との約束を大事に守り花火を見る、お盆には実家に帰って家族水入らずでおおはしゃぎ。

この自らが選んだ日々を送った響、気がついたときには「夏休みの宿題」が強大な敵として残ってしまった、じっくり時間をかければそれほどの相手ではないのだが響にそれができるわけもなく。

夏休み後半の投稿日、響の新たな戦いは切って落とされる。

オリジナル作品の「戦姫絶唱シンフォギアAXZ」、アニメ放送前は敵の全容などがまったくわかりません、とりあえずわかったことは響はやっぱり響だったということだけ。

どのような物語が描かれるのか、放送を楽しみに待ちましょう!ボイスタでアニメ速報記事を公開するのでチェックしてくださいね!

■「戦姫絶唱シンフォギア」シリーズのあらすじ

シリーズ第1弾:戦姫絶唱シンフォギア

#オススメのアニメをひとつだけあげる
戦姫絶唱シンフォギア
ストーリーは初代が一番おすすめです。 pic.twitter.com/3FQkkyZKoJ

— 金詩 (@shingo811258291) April 10, 2017



女子中学生の立花響は天羽奏と風鳴翼による人気ツインボーカルユニット「ツヴァイウィング」のファンでライブを楽しんでいました。

そこに突然襲い掛かってきたのは人を飲み込み炭素に変えてしまう認定特異災害「ノイズ」、大混乱の中「ノイズ」と戦うのは「ツヴァイウィング」の2人。2人は特異災害対策機動部の一員として対ノイズ用の武装「シンフォギア」をまとい戦います。

逃げ遅れて重症を負ってしまった響を助けるため天羽奏はシンフォギア装者、最大最強の攻撃手段である絶唱を使用する。

絶唱はその強大な力と引き換えに使用者の肉体に大きな負荷を与える、天羽奏は響を助けるために自らの生命を失います。

事件から2年後、街中で再びノイズと遭遇してしまします。その際に2年前に奏が歌った歌を口ずさむと眩い光と共に響の身体を特殊なプロテクターが包み込みます。

これは「シンフォギアシステム」、自身の変化に戸惑う響救ったのは風鳴翼、シンフォギアの適応者となった響はなし崩し的に特異災害対策機動部二課へ連行される。

そして自分を取り巻く環境をしった響はシンフォギア「ガングニール」の奏者として戦うことを決意します。

響は翼との確執、謎の少女雪音クリスとの戦いなどを乗り越え、謎の女のフィーネが張り巡らせた策謀と対峙していく。

シリーズ第2弾:戦姫絶唱シンフォギアG

不死鳥のフランメ / 戦姫絶唱シンフォギアG キャラクターソング1 / マリア・カデンツァヴナ・イヴ (日笠陽子) x 風鳴翼 (水樹奈々) #nowplaying pic.twitter.com/Eck6BW2O2L

— こいぬAXZ (@utaukoinu) June 14, 2017



響たちとフィーネの戦い「ルナアタック」から3か月後、人類のノイズ対策の要となる聖遺物「ソロモンの杖」強奪事件が起きる。

その同日来日した歌姫マリア・カデンツァヴナ・イヴと合同ライブをしていた翼、その前にノイズが現れます。

驚く翼の前でマリアはシンフォギア「ガングニール」を纏い、ノイズを統率しながらフィーネの名を掲げ全世界に宣戦布告を行う。

アメリカの聖遺物研究機関「F.I.S.」が擁していたフィーネの器になる可能性を持つ者「レセプターチルドレン」の1人としてルナアタックの影響による月の落下で地球が滅ぶと知ったマリア、指導者のナスターシャ教授、レセプターチルドレンの月読調と暁切歌、技術協力者のウェル博士などとともに人類を救うため「フロンティア計画」実行に移します。

同じ人間同士で対立することを悲観する響、そして「レセプターチルドレン」たちも苦しむ。

人類を救うという同じ目的で対立する両者の結末は?

シリーズ第3弾:戦姫絶唱シンフォギアGX

【ニコ生】『戦姫絶唱シンフォギア』『戦姫絶唱シンフォギアG』『戦姫絶唱シンフォギアGX』一挙放送決定! https://t.co/RHHbfynpVs pic.twitter.com/O9W9XNbjTd

— 極・ゲームニュー速暇つぶしアンテナ (@GokuGameSokuho) June 16, 2017



フロンティア事変の翌夏、地球には謎の戦闘集団が現れます、それは錬金術師キャロルと自動人形たち。

シンフォギア装者以上の戦闘能力だけでなく、シンフォギアの侵食分解能力も持つアルカ・ノイズを使役する自動人形たちを相手に響たちは苦戦を強いられます。

ノイズの脅威が去ったことで国連直轄下の機動部隊「S.O.N.G.」として再編された二課の元には錬金術師のもとから亡命したエルフナインによる、強化型シンフォギアの開発計画「プロジェクト・イグナイト」が始まります。

強力な自動人形たちにこの計画で対抗できるか、そして錬金術師の目的とは?

■「戦姫絶唱シンフォギアAXZ」の放送情報

先日開催した「戦姫絶唱シンフォギアAXZ」プレミア上映会のイベントレポートをアップしました! 悠木碧さん、高垣彩陽さん、日笠陽子さんによるアフタートーク動画も公開中! https://t.co/qsyAuj8ijS #symphogear

— 戦姫絶唱シンフォギアAXZ (@SYMPHOGEAR) June 30, 2017



アニメ「戦姫絶唱シンフォギアAXZ」の放送情報を紹介します、しっかりチェックをして放送を見逃さないようにしましょう!

テレビ放送
TOKYO MX 2017年7月1日より 毎週 土曜 25:00~
毎日放送 2017年7月1日より 毎週 土曜 27:38~
テレビ愛知 2017年7月1日より 毎週 土曜 25:50~
BS11 2017年7月1日より 毎週 土曜 25:00~
AT-X 2017年7月3日より 毎週 月曜 22:30~(リピート放送 毎週 水曜 14:30~ / 毎週 土曜 6:30~)

ネット配信
AbemaTV 2017年7月2日より 毎週 日曜 23:30~
dアニメストア 2017年7月8日より 毎週 土曜 12:00~
アニメ放題 2017年7月8日より 毎週 土曜 12:00~
U-NEXT 2017年7月8日より 毎週 土曜 12:00~
Amazonプライム・ビデオ 2017年7月8日より 毎週 土曜 12:00~
ニコニコ生放送 2017年7月8日より 毎週 土曜 22:30~
ニコニコチャンネル 2017年7月8日より 毎週 土曜 12:00~

■「戦姫絶唱シンフォギアAXZ」の放送日をチェックして見逃さないようにしよう!

そして第1話「バルベルデ地獄変」の次回予告も公開しました! いよいよ明日から「戦姫絶唱シンフォギアAXZ」の放送がスタートします。どうぞお見逃し無く!! https://t.co/PAnaHxctUA #symphogear

— 戦姫絶唱シンフォギアAXZ (@SYMPHOGEAR) June 30, 2017



歌曲と物語の融合、今回はどんな物語が描かれるのか、そしてどんな素敵な楽曲が登場するのか今から楽しみですね!

放送日などをしっかりチェックして「戦姫絶唱シンフォギアAXZ」を見逃さないようにしましょう!

戦姫絶唱シンフォギアの関連記事はこちら

【文:如月】
ボイ☆スタライター、ゲームはTRPG、PBWといったアナログゲームからWOTなどのPCゲーム、艦これ、黒ウィズ、シャドウバースなどのブラウザゲーム、スマホゲームまで大好きなゲーマー。場版も数回足を運んだガルパンおじさんの1人。
その他、歴史、スポーツ、ミリタリーなどなど幅広い趣味があり、興味を持ったものはなんでも調べるのが趣味。
「戦姫絶唱シンフォギアAXZ」の速報記事も書くのでチェックしてくださいね!



【関連リンク】
元記事
水樹奈々まとめ
堂本剛まとめ
キャロルまとめ
上松範康まとめ
          Bourbon & Books   
If we had to pick the two things we could never live without, it would be bourbon & books. That's literally all we need. OK, technically speaking, we also need water, food and maybe clothing. But after that, it would be bourbon & books. Fine, maybe some form of shelter to protect us from the elements would come first. But definitely after that, it's bourbon & books.

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          Kimi Seversin?   

Metin KARABAOŞOĞLU

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HİCRETİN 8. yılında, Mûte gazvesinden sadece bir ay sonra, Zâtü’s-Selâsil gazvesi gerçekleşir.

Bu iki savaşın yegâne ortak özelliği, aynı yıl içinde gerçekleşmiş olmaları değildir. Birbiri ardınca gerçekleşen bu iki savaş, Allah dilediğinde nice olmazların nasıl olabildiğinin de nişanesidir.

Mûte’de İslâm ordusunun komutanları Zeyd b. Hârise, Cafer b. EbûTalib ve Abdullah b. Revâha’nın şehadetlerinden sonra komutanlığı üstlenen isim, yirmi yıldır İslâm’a karşı savaştıktan sonra nihayet hakka teslim olmasının üzerinden henüz altı ay geçmemiş bulunan Halid b. Velid’dir; ve Medine’den yaklaşık bin kilometre uzaktaki bu savaşın gidişatını mucizevî sûrette görüp ashabına haber veren Peygamber aleyhissalâtu vesselam, onun tahmin edilenden çok daha kalabalık ve güçlü Bizans ordusu karşısında mü’minler ordusunu derleyip toparlamasına karşılık kendisini ‘Allah’ın kılıcı’ olarak nitelendirmiştir.

Yirmi yıl boyu kılıcını Allah’ın dinine karşı sallayan Halid’in ‘Allah’ın kılıcı’ olarak temayüz ettiği bu savaşın hemen akabinde yaşanan Zâtü’s-Selâsil gazvesinde ise, komuta mevkiinde Amribnü’l-Âs vardır. Amr ile Halid, uzun yıllar hakka karşı yürüttükleri mücadeleden sonra birbirlerinden habersiz şekilde yaşadıkları iç sorgulama sonucunda hakkı teslim ve kabul etmiş; ve yine birbirlerinden habersiz şekilde Müslüman olmak üzere çıktıkları yolculukları Medine güzergâhında kesişmiş ve beraberce Medine’ye girmişlerdir.

Düne kadar Allah’ın dinine karşı mücadele eden bu iki ismi Allah yolunda mücahede eden iki mü’mine dönüştüren süreç, elbette, başlıbaşına dikkat çekicidir. Bu iki Mekke soylusunun hayat serüveni, esasen İslâm’ın sonraki asırlar boyu ne şekilde yol alacağının da bir nişanesidir. İslâm, çağlar boyu dün karşısında olanları yarın müntesipleri arasına katarak ilerlemiştir ve bugünün dünyasında Batının içinden İslâm’a yönelenler bu tarihî gerçeğin son tezahürü niteliğindedir. 

Düşman ordusunun gücü karşısında Medine’den takviye kuvvetler isteyen Amribnü’l-Âs, sonuçta zafer kazanmış bir komutan olarak Medine’ye döndüğünde, Peygamber aleyhissalâtuvesselamın bu zaferden duyduğu hoşnutluğun yüzünden de okunduğu bir anda, Peygamber aleyhissalâtuvesselama beklenmedik bir soru yöneltir:

“En çok kimi seversin?”

Bir sefer dönüşünde, tam da savaşın ve sonuçlarının konuşulduğu bir hengâmda gelen bu sorusuyla Amribnü’l-Âs’ın almayı umduğu cevap tahmin edilebilir. Zihinde uçuşan imgelerin savaş, kan, kılıç, ganimet olduğu bir sefer dönüşü zemininde insana en sevimli gözükecek kişi kim olabilir?

Güçlü bir müşrik güruhunu bertaraf edip develer dolusu ganimet ve esirler ile Medine’ye dönmüş, zafer kazanmış komutanın bu soruyu sorması, tam da böylesi bir anda akla ve dile gelecek ilk ismin kendisi olacağı ümidiyledir.

Gelin görün ki, cihad gibi yalnızca erkek mü’minlere farz olan bir ilâhî farizanın zihinlere ve muhayyileye hâkim olduğu böylesi bir anda ve Mescidinde seferden dönmüş sahabilerle birlikte başkaca erkek mü’minlerin de kendisini çevrelediği bir zeminde, Efendimiz aleyhissalâtu vesselam şu şaşırtıcı cevabı verir:

“Âişe.”

Bu şaşırtıcı cevap üzerine, almayı umduğu cevaba hiç olmazsa ikinci adımda ulaşabilmek ümidiyle, Amribnü’l-Âs, bu kez bir tahsis ve tahdide giderek sorusunu tekrarlar:

“Erkeklerden en çok sevdiğin kimdir,yâRasûlallah?”

Şaşırtıcı şekilde, Rasûlullahaleyhissalâtuvesselamın cevabı yine ‘Âişe’nin ismini içermektedir:

“Âişe’nin babası.”

Amribnü’l-Âs, bu cevap üzerine “Sonra?” diye sormaya devam edince, Hz. Ömer ile başlayan ve ilk Müslümanların daha önde yer aldığı cevaplar gelecek; neticede Amribnü’l-Âs Peygamber aleyhissalâtuvesselamın sevgisinin ‘konjonktürel’ olmadığını ve yalnızca ‘son ân’a değil, bütün bir ömre baktığını ve muhakkak vefâkârlık da içerdiğini öğrenerek, daha fazla sormaktan vazgeçecektir.

Bir sefer dönüşü Peygamber mescidinde gerçekleşen bu muhavereden alınacak belki en manidar ders ise, Efendimiz aleyhissalâtuvesselamın, “En çok kimi seversin?” sorusuna karşılık olarak, kalbindeki cevabı aynen dile getirmesi, ve Hz. Âişe validemizin ismini çekinmeden söylemesi, dahası “Erkeklerden kim?” sorusuna karşılık doğruca “Ebu Bekir” cevabı vermek yerine “Âişe’nin babası” demeyi tercih etmesidir.

Ne zaman bu muhavere aklıma gelse, bu topraklarda gerçek, meşru ve helâl duyguları sansürlememizi bize öğütleyen duygusal kalıplar gelir aklıma. Çocukluktan itibaren öğretilen, hele ki okullarda bambaşka bir mecraya ve isme çekilen ‘en çok sevilen’ tasnifleriyle sahih ve kalbî duygularımızı sansürlemenin, dahası ortamın ‘resmî doğruları’na uygun gayrisahih ve sahte cevaplar vermeye yönlendirilmemiz...

Bugünlerin moda tabiriyle ‘erkek-egemen’ bir toplumda Efendimiz aleyhissalâtu vesselam, hem de bir cihad dönüşü gerçekleşen bir muhaverede, hiç çekinmeden “En çok sevdiğin kim?” sorusuna cevaben hanımının ismini zikredebildi. Peki, bugünün dünyasında ve bu toplumda biz, böyle bir soru karşısında kalbimizdeki cevabı verebilir halde miyiz? Böylesi sorular sözkonusu olduğunda, bizim cevabımız kalbimizden mi geliyor; yoksa, ‘beklenen cevap şu; bu soru da bu cevabı vermen için soruldu’ diyen aklımızdan mı?

Duygularını bastırmayı ve saklamayı, kalbinin söylemediği şeyi dilinde gezdirmeyi öğrenen kuşaklarız velhasıl.

Hele bir de bu durumu yere göğe sığdıramadıkları bir ‘müfredat’la kalıcılaştırmaya çalışanların kendilerini özgürlükten, Peygamber’i ise ‘baskı’dan yana konuşlandırmaya kalkışmaları yok mu; doğrusu sinirime dokunuyor…   

 

 

 

* Bu yazı hocamızın izniyle Hakikatin Dengesi adlı eserinden alınmıştır.

Hâşiye: Kudsînebînin ‘duyguların ifadesi’yle ilgili olarak, ashabı üzerinden bütün ümmetine öğrettiği iki talim daha var. İlki, Peygamber aleyhissalâtuvesselamın da sofraya dahil olduğu bir ortama giren birkaç sahabi, sofraya buyur edilmelerine karşılık ‘tok olduklarını’ söylerler. Halbuki tok değildirler. Peygamber aleyhissalâtuvesselamın “Açlığınıza yalan karıştırmayın” uyarısından sonradır ki, sofraya otururlar. Ders manidardır: Aç olmak ayıp değildir; ama aç olduğu halde tok olduğunu söylemek ayıptır ve günahtır.

İkinci ders ise, Hz. Ömer ile ilgilidir. Ömer radıyallahuanh, bir gün Hz. Peygamber’in yanına gelip, “YâRasûlallah! Seni kendim hariç herkesten daha çok seviyorum” der. Bunun üzerine Efendimiz, “Hayır yâ Ömer! Beni kendinden de fazla sevmedikçe felaha eremezsin” mealinde bir sözle uyarır. Buna karşılık Hz. Ömer’in hemen vereceği cevap ise, bizim böylesi durumlarda yapmaya alış(tırıl)mış olduğu üzere, “Aslında öyle demek istemiştim” gibi kaçamak bir cevap değildir. Hz. Ömer, aradan epeyce bir zaman geçtikten sonra Efendimiz aleyhissalâtuvesselama gelip, “Seni kendim dahil herkesten daha çok seviyorum” demiştir. Hz. Ömer’in hem ilk geldiği anda söylediği söz, hem de son söylediği söze gelinceye kadar aradan geçen zaman, Peygamber aleyhissalâtuvesselamınsahabilerinikalbleriyle dilleri barışık, özleri ile sözleri bir, rahat ve özgür insanlar kılmasının dikkat çekici bir diğer örneğidir.

 

 


          Wealth Coach William R. Patterson – How to Turn Your Product Line Into a Fortune   
Wealth Coach William R. Patterson shares The Baron Solution turnkey approach for creating a profitable product line from scratch. You will discover step-by-step how to get started, what products to sell, how to package your offerings for maximum profit, and the best places and strategies for marketing your products online and offline. For more information on BARON Wealth and Business Coaching, visit http://www.baronseries.com/coaching.htm. You will learn how to: (1) Get started immediately with ten low-cost strategies for developing your own product line (2) Determine the ideal product combinations for your audience (3) Turn your product line into residual income streams (4) Triple your income by creating a multiple purpose for your products (5) Implement the seven critical elements of a "cash flow" generating website (6) Sell more products using irresistible offers and multimedia campaigns (7) Double your income with the right branding and positioning (8) Dominate your market niche and increase your credibility and celebrity status (9) Get other people to promote your products and services for free (10) Cost-effectively distribute your products online and offline
          Classic & Elementary Cuisine Techniques - 2 Day Foodcamp   

Held over 2 days classes, Cuisine Technique Essentials teaches fundamental cuisine skills to provide you with a solid foundation of knowledge. Techniques are first demonstrated by our Master Chefs before you apply them ...

Wellington | Saturday, 1 July 2017 - Sunday, 2 July 2017


          EU Set to Stockpile Rare Earth Elements (REEs).   
In order to address the shortfall in REEs for vital renewable energy projects caused by China's restriction of them onto the world markets for its own use, the European Union&nbsp;  is set to stockpile mixed rate earth metal carbonates at a rate of 3,000 tonnes per annum.
          Rare Earth Elements and Thorium Power.   
Thorium is present in the ores of rare earth elements rendering the processing-waste radioactive. Rather than burying it underground in concrete thorium could be bred into a nuclear fuel and most simply used in a liquid fluoride reactor (LFR)...
          Endangered Elements: Threat to Green Energy.    
Demand for rare earth elements (REEs) is projected to exceed current supply, 97% of which comes from China. Since neodymium and dysprosium are needed for wind-turbines and hybrid cars, the future of green energy looks grim. The situation is worsened by the fact that China now aims to restrict its exports...
          Cáceres revive hoy la historia y la leyenda de la reconquista   
La ciudad tiene esta noche una cita con la historia y la leyenda: la historia de la reconquista de Cáceres por las tropas del rey leonés Alfonso IX el 23 de abril del año 1229 y la leyenda del héroe San Jorge y su triunfo sobre la maldad del dragón. No faltan otros ingredientes para acabar de aliñar la fiesta, como el fuego purificador y el amor entre el capitán cristiano y la hija del caíd, germen de una sonada traición que permitió la entrada de las huestes castellanas y leonesas a la ciudad fortificada con la consiguiente caída del dominio musulmán de la villa. Todos estos elementos son ofrecidos cada año en forma de desfile y de espectáculo teatral la víspera de San Jorge, la noche del 22 de abril. Hoy se abren, de nuevo, las puertas para la ensoñación y la fiesta popular, la del patrón de Cáceres.
          VENDO APTO EN ELEMENT AMOBLADO DE 2REC/122M² $300.000 LVS0218   
VENDO APTO EN ELEMENT AMOBLADO DE 2REC/122M² $300.000 LVS0218APARTAMENTO AMOBLADO EN VENTA CON LAS SIGUIENTES CARACTERÍSTICAS: 122 METROS² 2 RECAMARAS 2 BAÑOS 2 PUESTOS DE ESTACIONAMIENTO BALCÓN JACUZZI EL EDIFICIO CUENTA CON ÁREAS SOCIALES, PISCINA, GIMNASIO, ENTRE OTRAS AMENIDADES SEGURIDAD LAS 24 HORAS. HAGA SU CITA AL NÚMERO DE TELÉFONO: +507 6938-0903

          Free Animated Trump Head to play with.   
 Free Trump animated expressions on an Alpha BG can be downloaded and played with from http://www.motionelements.com/stock-video-10460351-trump-head-expressions  You can edit it and...

Hundreds of cartoons by the legend who is known as StiK

          4 Things Parents Look For When Buying A Home   
When parents are buying a home, they’ll be looking for many crucial aspects. No matter where they are buying a home parents want to invest in a home where they can raise their kids and create special childhood memories that their children will carry with them for a lifetime. Therefore, when you are working with parents to find the perfect house for their family remember that there are four primary things that every parent is looking for when it comes to buying a family home: Safe Family Friendly Neighborhood This is probably the most important criteria that parents are looking for. They want to buy homes in neighborhoods where their kids can safely go outside to play. Sidewalks, parks or play spaces, and not a lot of traffic are all things that go into making a neighborhood safe for kids. Parents will also be looking for neighborhoods with other families that have kids in the same age range as their kids so that their kids will have friends in the neighborhood to play with. If a neighborhood isn’t zoned for good schools and doesn’t have the elements of safe neighborhood parents won’t be interested in homes in that neighborhood. Open Concept Parents want open concept updated homes. These days many households have one parent that stays home or works at home and they need to be able to see the children while they are working or cooking and cleaning. An open concept space with a family room attached to the kitchen or a playroom that is attached to an office, like in a basement, is critically important for parents. Homes with finished basements or large bonus rooms can do double duty as a playroom and an office are in high demand. Room to Grow Parents may intend on having more children as the years go by so they are going to want a home that has room to grow. Moving with kids is never fun so even if they only have one child right now parents are going to look for a house that their family can grow into over the years. Most parents plan on staying in their home at least until the child becomes an adults so they will be looking for a home that can adapt to their changing needs over the years. Room to Play Kids need space to play. So parents will be looking for home with a fenced yard and at least some flat ground where they can put in a swing set or a small area to play ball. They also will probably be looking for as much indoor space as possible. A bonus room that can be used as a playroom or teen hangout room is something that parents really want in a new home. The more options a home gives them the higher the chance is they will want to buy that home.
          App Download Website Template   

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          Gadfly Bites 6/30/17 - The return of "intestinal fortitude"   
  1. After the departure of its high-profile leader in the recent past, FutureReady Columbus is still trying to get itself ready for the present day. The organization was born as a big ticket, partner-fueled initiative to help Columbus students get the best possible education. While the dollars and the big-name partners still seem to be in place, the unexpected need to do a second leader search has required them to slow their roll and to significantly shrink their focus. (Columbus Dispatch, 6/29/17) A similar organization in Toledo appears to have had a similar trajectory. Take your time, people. I’m sure it’s fine. (Toledo Blade, 6/29/17)
     
  2. So, what’s up with that ongoing kerfuffle between the state’s largest online school and the Ohio Department of Education? And the State Board of Education? And the court system? And StateAuditor Man!? And the court of public opinion? And the Ohio Attorney General? And several newspapers around the state? Well, I’m glad you asked, but you might not be. You can check out updates on the fast-moving situation from the Plain Dealer (Cleveland Plain Dealer, 6/29/17), and the Dispatch (Columbus Dispatch, 6/29/17), and the Plain Dealer (again) for everything you might have wanted to know (Cleveland Plain Dealer, 6/29/17). But don’t come complaining to me if your head hurts afterward. And it ain’t over yet either.
     
  3. Editors in Youngstown opined today in favor of at least some part of the above situation. The part where the state board of ed voted to ask politely for some money back. (Youngstown Vindicator, 6/30/17)
     
  4. Elsewhere in Youngstown, at least one member of the district’s elected board has been busy with some research on CEO Krish Mohip, and appears confident enough in what he has found (related to Mohip’s previous work in Chicago) that he reached out to the Vindy with deets. The Land of Intestinal Fortitude, indeed. Fun fact: while it’s not noted in this piece, this story has links to Lorain’s CEO-style Academic Distress Commission as well. Two-fer! (Youngstown Vindicator, 6/30/17)
     
  5. Folks in Dayton City Schools are high-fiving all over the place in response to their preliminary state test score data. It’s not final, but proficiency rates appear to be up a bit over last year’s numbers in most subjects in the district’s elementary and middle schools. Bad news – overall proficiency still stinks (highest percentage I saw on any of the tests was 38) and high school proficiency rates declined pretty much across the board. I guess when you’re at rock bottom, anything is a win, but if it were me I wouldn’t be writing the new advertising slogan just yet. “It’s a fairly good time to be a third grader in Dayton City Schools; everybody else hang on!” probably sounds better in a board meeting than it does on a billboard. (Dayton Daily News, 6/30/17)

          The get-up-to-speed-guide on the school voucher debate   

With a choice-friendly President and Secretary of Education now in office, private school choice programs have been cast into the national spotlight. This week has been no different: On Monday, researchers released two major studies on vouchers—one on Indiana’s program, the other on Louisiana’s—and the U.S. Supreme Court handed down a decision that may have implications for choice programs across this nation.

Among other things, this means that the debate on private school choice has moved from the periphery of the education policy conversation to center stage. As a result, some of you may be joining the conversation for the first time. As a long-time participant in the voucher wars, we at the Fordham Institute thought it might be helpful to offer a get-up-to-speed guide featuring some of our “greatest hits” on the topic.

We’ve arranged it around four questions:

  1. What does the research tell us about the impact of school vouchers on participants and on traditional public schools?
  2. What is smart policy regarding results-based accountability in the context of private school choice?
  3. How can we encourage private schools to participate in choice programs, and get high-quality schools to grow or replicate?
  4. What are the pros and cons of a big new federal initiative on private school choice?

What does the research tell us about the impact of school vouchers on participants and on traditional public schools?

Boosting student outcomes remains a key goal of private-school choice. While Fordham isn’t a program evaluator per se, we’ve been proud to assist and support several important empirical analyses on the impacts of vouchers on both participants and pupils in public schools. Back in the early 2000s, we helped support an experimental study of a privately funded scholarship program in Dayton. The analysis found that African American participants made significant progress (more so in reading). Fast forward almost a decade: Ohio lawmakers had enacted a statewide voucher program known as EdChoice. In 2008, Fordham and a number other groups released an early study offering evidence that vouchers may have improved public schools as competition increased. Eight years later, we released a rigorous analysis of EdChoice by David Figlio. His study would corroborate the “competitive effects” finding, though he also found that voucher students themselves lost ground on state tests. As we’ve discussed, however, the participant analysis has several limitations that should be kept in mind. For an accessible overview of this study, see Dr. Figlio’s slide deck presented at our February event on voucher research.

What is smart policy regarding results-based accountability in the context of private school choice?

One of the central, thorniest policy questions of private-school choice programs is whether and how to hold them accountable for results. In 2009, we interviewed twenty top thinkers on choice and accountability. They offered a variety of perspectives on matters such as testing and transparency around those results; financial disclosures; and whether low-performing private schools should be stripped of their ability to enroll scholarship students. In the end, we suggested a “sliding scale” approach—private schools with more voucher students would face closer scrutiny than those with just a handful. Five years later, we released a policy toolkit aimed at state legislators wrestling with accountability in voucher or scholarship programs. Our recommendations insisted on protecting private schools’ freedoms, while holding them accountable for student outcomes (again on a sliding scale). In a couple follow-up blog posts, we continued to make the case that choice, done well, requires accountability for student learning. We noted earlier this year that as scholarship programs have expanded, states have indeed put into place reasonable accountability provisions, debunking one of critics’ favorite claims—that voucher-accepting schools are “unaccountable.”

How can we encourage private schools to participate in choice programs, and get high-quality schools to grow or replicate?

Not every private school decides to admit scholarship students when given the opportunity. Why do some schools participate, while others decline? In Red Tape or Red Herring, we surveyed private-school leaders to find out which policies weigh most heavily on this decision. Most respondents cite regulations that restrict admissions or religious practices as deterrents, while just a minority felt that testing discourages participation. The overwhelming majority said they were motivated by the opportunity to “expand their mission to their community.” Our case study of five Ohio private schools also reveals that vouchers are seen as a way to reach more families. Yet the school leaders also are candid about the challenges of maintaining a culture of high expectations, while working on shoestring budgets. Similar themes are echoed in a Fordham report that looked inside Catholic voucher-accepting schools in Milwaukee.

What are the pros and cons of a big new federal initiative on private school choice?

This all brings us to the burning question of the day, at least for Beltway policy wonks: Should there be a federal private-school choice initiative—and what should it look like? On these questions, we’ve got you covered. Just two days before President Trump’s inauguration, we co-hosted an event that debated three options for a federal private-school choice program. Throughout February, we published the views of a dozen top-notch experts in our fourth annual “Wonkathon.” We crowned a quartet from the Foundation for Excellence in Education as our “wisest wonks” in this competition, having won a popular vote for the most persuasive proposal. In February and April, we at Fordham co-hosted events that continued to explore issues in a potential federal choice program, from both research and policy angles. After weighing the competing arguments, Mike expressed his skepticism about the wisdom of a big new federal tax credit scholarship program.

***

Needless to say, we at the Education Gadfly have logged countless hours and spilled much ink wrestling with the issues around private school choice. We’ve done everything from commenting on presidential candidate Al Gore’s position on vouchers to penning editorials in newspapers to testifying before legislators in our home state of Ohio. We’ll continue to be relentless in advocating for thriving private schools that are accessible to families of all backgrounds. We certainly don’t have all the answers to get us there, but we hope you’ll consider joining us in this effort.

***

Fordham reports

Marshall Allen, “Public Support for Catholic Schools” in Scott Hamilton (ed.) Who Will Save America’s Urban Public Schools (2008); Chester E. Finn, Jr., et al, When Private Schools Take Public Dollars: What’s the Place of Accountability in School Voucher Programs? (2009); David Stuit and Sy Doan, School Choice Regulations: Red Tape or Red Herring? (2012); Ellen Belcher, Pluck and Tenacity: How Five Private Schools in Ohio Have Adapted to Vouchers (2014); Fordham Institute, Public Accountability and Private-School Choice: A Policy Toolkit (2014); David Figlio and Krzysztof Karbownik, Evaluation of Ohio’s EdChoice Scholarship Program: Selection, Competition, and Performance Effects (2016).

Fordham commentary

Michael Petrilli, “The problem with ‘bad voucher schools aren’t a problem,’” (2014); Michael Petrilli and Chester E. Finn, Jr., “The two tracks of school reform,” (2014); Michael Petrilli, “Vouchers have changed. Maybe your position should change, too” (2017); Michael Petrilli and Richard Kahlenberg, “Two experts debate whether public funds should be used to support private school vouchers” (2017); Aaron Churchill, “Don’t neglect vouchers’ competitive effects” (2017); Michael Petrilli, “The Fordham Institute’s 2017 Wonkathon: The $20 billion school choice edition” (2017); Fordham Institute, “A new federal push on private school choice?” (2017); Fordham Institute, “A $20 billion school choice tax credit program: Yes, maybe, how so?” (2017); Chad L. Aldis, “Testimony before the Ohio House Finance Committee” (2017); Michael Petrilli, “The three miracles required for Donald Trump to become the patron saint of school choice” (2017).


          Carpenters - FWS Group - Saskatchewan   
Thorough understanding of wood frame and steel stud construction, metal siding, and structural steel elements....
From FWS Group - Tue, 30 May 2017 23:42:26 GMT - View all Saskatchewan jobs
          Carpenters - FWS Group - Manitoba   
Thorough understanding of wood frame and steel stud construction, metal siding, and structural steel elements....
From FWS Group - Thu, 20 Apr 2017 18:38:34 GMT - View all Manitoba jobs
          general labourer - manufacturing - Frankor Capital Corporation - Cambridge, ON   
Assist machine operators, assemblers and other workers; Sort, pack, crate and package materials and products; Perform other labouring and elemental activities;... $15 - $17 an hour
From Canadian Job Bank - Fri, 02 Jun 2017 18:26:59 GMT - View all Cambridge, ON jobs
          ¿MALDAD O DEMENCIA ?   
¿Maldad o Demencia? “Todas las intenciones lícitas y ecuánimes son de por sí equilibradas y mesuradas; de lo contrario, se tornan sediciosas e ilícitas”. Michel de Montaigne Cuando el sábado Cristina Elizabet Fernández decidió postularse como candidata a senadora por la Provincia de Buenos Aires (al negarle la interna a Florencio Randazzo consiguió quitarse el “pre”) me pregunté qué la había movido a hacerlo. En el mundo de la política todo, absolutamente todo, es posible pero el grado de probabilidad de su ocurrencia depende de la mirada de quien lo evalúe o de hechos reales y concretos; los tiempos están llenos de “cisnes negros”. Es probable que la viuda de Kirchner salga tercera y, de tal modo, no acceda a la banca que pretende; si fuera así, si no lograra entrar, habría confirmado que se trata de un cadáver político. Y esa probabilidad crecerá geométricamente si se cuela en el imaginario de los intendentes que aún se proclaman leales a su liderazgo; como siempre, estarán dispuestos a acompañarla hasta la puerta del cementerio, pero no a enterrarse con ella. Entonces, otra vez, ¿por qué lo hizo? ¿Por los fueros parlamentarios, tan mal entendidos entre nosotros? Tampoco, ya que los hubiera obtenido más fácilmente postulándose como diputada, cargo para el cual sus probabilidades de ingresar al Congreso llegarían, sin duda, al cien por ciento. Por lo demás, esa autoprotección e impunidad que se han concedido nuestros legisladores, en contra del sentido de su origen, que sólo buscaba garantizar la libertad de expresión en el ejercicio del mandato parlamentario, cede cuando los jueces lo requieren y la Cámara a que integra el imputado lo conceden, con una mayoría especial. Pero, en tren de imaginar probabilidades, también es razonable pensar que esa cantidad de senadores, hartos de Cristina, de su corrupción desaforada y de sus modos autoritarios, y hasta en defensa propia, podría lograrse más fácilmente a partir del 10 de diciembre, claro, si al menos saliera segunda en la elección provincial. ¿Lo hizo, tal vez, para asustar a los jueces que la tienen contra las cuerdas con el fantasma de la restauración de su régimen? Puede haber sido, pero sería una jugada muy corta, ya que en octubre estará totalmente definida. El país, finalmente, ha conseguido empezar a salir de la depresión en que ingresara, precisamente, por el populismo que impulsó y justificó la aplicación de la política económica del kirchnerismo, una crisis que el Gobierno se abstuvo de denunciar al asumir. Pero el comienzo del fin del horrendo sacrificio que esas locas medidas impusieron a los argentinos y que implicaron una herencia de 30% de pobreza y 40% de inflación anual, amén de haber dejado exangüe al Banco Central, no resulta óbice para que la ahora candidata quiera destruirlo todo otra vez. ¿Por qué lo hace? ¿Todavía no está satisfecha con lo que robó a tantos, mientras los condenaba a la miseria y a la desnutrición? Con cualquiera de los “negocios” que saltan a la luz todos los días, se podría haber dado agua y cloacas a muchos de los enclaves más terribles del Conurbano, amén de construir allí escuelas y hospitales. Me refiero, precisamente, a esos en los cuales campea el tráfico de drogas y la violencia que lo circunda, producto de la sociedad que armó su régimen con los grandes carteles mexicanos, peruanos y bolivianos. Esta semana, Cristina nuevamente ha desatado la confrontación en la calle y, de continuar con el método de los encapuchados y de los palos, es más que probable que haya muertos, desangrados en el altar que cuida tan celosamente esta diosa malvada y, con seguridad, imputados al accionar represivo de un Gobierno que ha dado muestras de una absurda tolerancia, que tanto rechazo ha producido entre sus mismos adherentes. Pero que no se equivoque, porque ni Mauricio Macri, ni María Eugenia Vidal ni Horacio Rodríguez Larreta son comparables a Eduardo Duhalde frente a la muerte de Kosteki y Santillán. ¿Pretende, entonces, llevar al país a una guerra civil o, al menos, a un estado de conmoción interna? Si lo intentara demostraría que está totalmente loca, porque a los violentos que pudieran hoy intentar un disparate semejante las fuerzas de seguridad los sacarían de la calle a sopapos. ¿Y para qué lo haría?, ¿qué obtendría con ello? Desde ya, no la recuperación del poder porque al menos el 70% de nuestros connacionales tiene una pésima opinión de ella, y tampoco dispone de elementos que pudieran asegurarle el férreo y desalmado control de la realidad, como sucede en Venezuela. El mundo ha cambiado mucho desde el ábside del poder kirchnerista, cuando Cristina obtuvo el 54% de los votos en 2011. Sus principales compañeros de ruta, como Hugo Chávez Frías y Fidel Castro Ruz, han muerto; otros, como Luis Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff, Rafael Correa y Mahmoud Ahmadineyad han dejado ya el poder; mientras Daniel Ortega, Raúl Castro Ruz y Evo Morales se encaminan a una segura decadencia final. También se ha modificado muy gravemente en su contra el mundo financiero, que se ha hartado de la corrupción de empresas y funcionarios, y ahora lucha arduamente contra el lavado de dinero. Su viaje a Angola, a cambiar los billetes de € 500, que su miserable marido muerto gustaba coleccionar para tocar y entrar en éxtasis, por diamantes de sangre, tampoco parece ya tan fácil de replicar. Hace unos años, se hubiera podido exiliar en alguno de los países que, según declamaba, le hubiera gustado hacernos imitar; debo reconocer que nunca creí en esta opción, porque no es lo mismo pasearse con carteras Louis Vuitton por Nueva York o Paris que hacerlo en Caracas, Managua o Teherán. Hoy, ni siquiera esos destinos le resultarían asequibles, ya que en todos ellos impera la violencia más desenfrenada y el aroma a calas marchitas impregna el ambiente. ¿Qué caminos quedan, entonces, a nuestra destronada emperatriz patagónica? Difícil decirlo, a pesar de estar convencido de que todos sus bienes inmuebles en la Argentina son una mera muestra de su verdadero capital en el exterior. Mientras lo decide, seguirá haciendo de las suyas aquí, tratando de reconstruir un pasado imposible que ya se le ha ido de las manos; por lo demás, tampoco está dispuesta a empeñar su fortuna mal habida en arriesgadas jugadas políticas ni, mucho menos aún, en recomprar la voluntad de los votantes que la han abandonado. Bs.As., 1 Jul 17 Enrique Guillermo Avogadro Abogado Tel. (+5411) ò (011) 4807 4401/02 Cel. en Argentina (+54911) o (15) 4473 4003
          Victor Victoria: una capsule d’autore con lo street artist Rediet   
Quando l’eleganza made in Italy di Victor Victoria incontra l’energia di Rediet, ecco che nasce una capsule collection d’autore: un mix perfetto tra arte e fashion. La mini collezione – disponibile a partire da gennaio 2018 – si compone di 5 pezzi ultra basic: 4 t-shirt e una camicia, tutte in cotone bianco, decorate con disegni creati ad hoc per l’occasione da Rediet, celebre per la sua street art che trae ispirazione dallo stile di Basquiat.“Mi rivedo in lui: nell’essere un nero tra i bianchi, nello vivere in bilico tra due culture la  sua  haitiana,  la  mia  etiope nell’essere  un  borghese  che  vive  comunque l’esperienza  della  strada,  nel  concepire  il  writing  come  ribellione. E poi Basquiat aveva un grande stile, dipingeva indossando completi sartoriali”, ha raccontato il writer etiope. La collezione si fonda su un innovativo concetto di moda, che promuove la commistione tra i generi, amalgamando elementi femminili e maschili, con il risultato di uno stile unisex.
          DOM DE ANJO COM RECARGAS (De 14 a 18 de março)   

Duração da atividade:
De 14 a 18 de março
Detalhes da atividade: Recargas com prêmios legais, grande oportunidade!
Regras das atividades: Durante a atividade,os jogadores que com recargas únicas atingirem quantidades determinadas poderão ganhar ricos prêmios!...



Recompensas da atividade:
1.Durante a atividade:
1).Com uma recarga única de 500 cupons poderá ganhar brocos elementares x2
2).Com uma recarga única de 1000 cupons poderá ganhar brocos elementares x5
3).Com uma recarga única de 3000 cupons poderá ganhar pedra de fortalecimento de nível 3 x3
4).Com uma recarga única de 5000 cupons poderá ganhar pedra de fortalecimento de nível 4 x1;
5).Com uma recarga única de 10000 cupons poderá ganhar pedra de fortalecimento de nível 4 x3,anel do romance(7 dias,ilimitado)x1;
6).Com uma recarga única de 30000 cupons poderá ganhar pedra de fortalecimento de nível 4 x5,anel do romance (7 dias,ilimitado) x2;
7).Com uma recarga única de 50000 cupons poderá ganhar pedra de fortalecimento de nível 4 x10,anel do romance (7 dias,ilimitado) x3;

2.Durante a atividade:
1).Após a conclusão da atividade,o jogador de cada servidor com a maior recarga acumulada ganhará adicionalmente:Verdadeiro - Dom de anjo(7 dias),Conjunto robotico (7 dias) x1
2).Após a conclusão da atividade,o jogador de cada servidor com a segunda maior recarga acumulada ganhará adicionalmente:Pulseira de Venus +2(7 dias) x2,Conjunto robotico (7 dias) x1
3).Apos a conclusão da atividade,o jogador de cada servidor com a terceira maior recarga ganhará adicionalmente:Anel do romance+2 (7 dias) x2;Conjunto robotico (7 dias) x1

Para ganhar os prêmios acima é preciso ter uma recarga acumulada que chegue a 70000 cupons ou mais.

Atenção:

1.Os aneis ofrecidos durante a atividade terão um efeito de 7 dias,artigos sem qualquer marcação especial são limitados
2.Os prêmios de recarga única serão enviados imediatamente após a recarga para o correio.


          O AMOR DO WHITE DAY (DE 08 A 19 DE MARÇO)   

Duração da atividade: De 8 a 19 de março
Detalhes da atividade: Nesse White Day,enfrente um combate junto da pessoa que você ama!
Regras da atividade: Durante a atividade,vencer 8 combates de casal para terminar a tarefa!
Recompensas da atividade: 3000 exp,200 moedas grátis, "Bênção do Amor"x1Abrindo a "Bênção do Amor" poderá adquirir aleatoriamente um dos seguintes prêmios:Pedra de fortalecimento de nível 3-4,pedra de composição de nível 3,broco elementar x6,anel do romance,grande auto-falante,Símbolo dos Deuses.
          Fortalecendo arma +12 ◄╬PriCanto╬► Server 22/24 Sociedade Elemental   


          Osorio pide más juegos de élite   



A un día del partido por el tercer lugar en la Copa Confederaciones ante Portugal, Juan Carlos Osorio destacó que México debe tener más duelos con equipos élite.

"Definitivamente el ser humano y el jugador mejora y aprende a través de la vivencia y se acostumbra a cualquier escenario a través de esa competencia. Lo que más necesitan nuestros jugadores ahora es esa competencia, para que a través de esa vivencia se acostumbren a jugar en estos escenarios", detalló hoy el colombiano en conferencia.

Osorio resaltó que, jugar ante rivales de la talla de Alemania, harán que en un futuro los elementos nacionales sepan lo que son este tipo de compromisos.

Otro detalle que resaltó el cafetalero es el poco tiempo que tuvo para trabajar con sus futbolistas desde que se concentraron hasta el día de su primer encuentro.

"Si tuviéramos el tiempo suficiente para entrenar seguramente que mejoraríamos en todos los comportamientos, porque consideramos que todos son entrenables".

México se medirá a los lusos este domingo por la mañana, esto después de ser eliminado en las semifinales al caer por marcador de 4-1 frente a Alemania.

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          Piso, 1 dormitorio, 1 wc, 96m2, Barcelona.   
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Sat, 01 Jul 2017 23:55:07 +0200
          Guido Pizarro seguirá en Tigres   



Boca Juniors de Argentina se quedaría con las ganas de tener entre sus filas a Guido Pizarro, jugador que pretenden y que se quedaría jugando en Tigres.

De acuerdo a información del diario El Clarín, Pizarro no dejará México a petición de su esposa quien se encuentra muy a gusto viviendo en la Sultana del Norte.

Además de la cuestión familiar el sueldo sería otro obstáculo en el pase, ya que el ‘Conde’ con los felinos gana una cantidad que duplica a la que actualmente percibe Fernando Gago, siendo este último el mejor pagado de toda la plantilla de los Xeneizes.

Señalar que desde días atrás la directiva tigre ha manifestado que la intención es que ningun elemento del cuadro estelar salga durante este verano.

El contención de los nicolaitas es una de las obsesiones de Guillermo Barros Schelotto desde hace varios torneos junto a la de Paolo Goltz, hoy en América.

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          rFactor2: Open Beta już jest!   
Może to dziwne, ale podczas pisania tego newsa ręcą całe mi drżą i zrobiło mi się gorąco...Te emocje są związane z wypuszczeniem(w końcu!) bety rFactor2. Tak! Jest! To dzisiaj 10 Stycznia 2012 simracing wchodzi w nową erę, w erę next gen simów, które będą rządziły rokiem 2012! Kto okaże się królem? Zapewne zdecydujemy na gali 2013 ;) Razem z betą dostajemy:
Single Player Multi Player Developer mode Development Tools What Documentation we have for those tools to date (in the WIP state) Rain Wet/Dry track transition Dynamic track elements (Groove/Marbles) New Tire Model New physics New Collision HDR (with other Post FX to come) Access to beta updates and new/updated content as they become available
Cena: 43.99$ za wersję zwykłą rF2 84.99$ za wersję z dożywotnią licencją rF2

rFactor2 Beta

rFactor2 Beta

rFactor | The Future of Race Simulation

          Miranda, Ippolito e Luigi Granara   
Miranda, Ippolito e Luigi Granara.
Sono passati quasi settanta anni da quando Miranda Crovetto in Granara (46 anni) la madre di Luigi e Ippolito Granara (14 e 8 anni) venivano assassinati presso il cimitero di Pegli con l'unica colpa di essere moglie e figli del gerarca Repubblichino Giovanni Granara tenente Colonnello della G.N.R..
La Procura della Repubblica di Genova nel 2012 f riaprì le indagini sul triplice omicidio avvenuto pochi giorni dopo la Liberazione. Maria Torricella, nipote di Giovanni e unica testimone ancora in vita, ricorda ancora oggi tutti i dettagli di quel terribile fatto.
È passato all’incirca un mese dal 25 aprile e a Genova un vento di follia spazza via tante vite . E chi, come la famiglia Granara, ha un parente ufficiale repubblichino, vive con grande paura ed estrema circospezione tutta la situazione. «Mio zio Giovanni era una persona per bene, nei giorni in cui si è consumata la tragedia si trovava a Salò, dove era andato per obbedienza verso un regime per il quale aveva prestato giuramento». Un grande senso del dovere lo aveva costretto ad abbandonare la sua famiglia in Liguria.
Intanto le esecuzioni sommarie si susseguono nel Genovese, Bruno Crovetto un semplice milite della Guardia Nazionale Repubblicana, viene preso, portato al famigerato Hotel Mediterranee e dopo un processo farsa fucilato. Miranda Granara dopo questa ultima esecuzione che colpisce la sua famiglia, abbandona la casa di Pegli, per rifugiarsi in centro, a casa di amici in via Giordano Bruno.
A cavallo tra maggio e giugno del 1945, la signora Granara viene però riconosciuta nei pressi del mercato di piazza Palermo e seguita fino all’abitazione, poi qualcuno fa la classica spiata alla polizia ausiliaria partigiana che in quei tempi spadroneggiava nel Nord Italia.
Subito una squadra di partigiani arriva e preleva la donna e pure i figli inconsapevoli, i tre vengono rinchiusi per quindici giorni nel comando locale dei partigiani, attuale sede della caserma dei Carabinieri di Pegli. «In quei giorni – prosegue il ricordo della nipote – tutta la famiglia era in pena ed in ansia per quei tre poveretti ingiustamente detenuti in una prigione partigiana. Ma la più empia azione riguardava i due minori che venivano trattati come due prigionieri adulti in spregio alla più elementare umanità, cosa ne sapevano due bimbi del fascismo o della Repubblica Sociale.
Mentre Miranda veniva interrogata a Villa Doria, con la consueta brutalità dalla polizia ausiliaria partigiana insieme ad altre persone arrestate, Caterina Granara, sorella di Giovanni, portava tutti i giorni da mangiare ai due poveri nipotini cercando di alleviare la durezza della detenzione. Dopo due settimane di reclusione vengono tutti e tre rilasciati, obbligati ad essere reperibili per i cinque giorni successivi. Ma non è finita ! Un giovanotto, non ancora diciottenne noto a Pegli per essere il figlio del gelataio della passeggiata, raggiunge Miranda e la invita a ripresentarsi al cospetto della polizia partigiana. La signora Crovetto, che ha ancora ben presenti le sofferenze e le brutalità subite nei precedenti giorni di isolamento, commette l' errore di farsi accompagnare dai figli, nonostante la sua anziana madre l'avesse sconsigliata. E' un errore di valutazione che costerà la vita anche i due giovani figli.
Qui inizia la cronaca annunciata di un triplice omicidio ricostruito attraverso l’autopsia e l'indagine scientifica del medico legale al momento del ritrovamento dei tre corpi in una fossa comune.
La stessa notte del 5 maggio 1945, Miranda e i due figli, Luigi e Ippolito, vengono fatti salire a forza su un’auto con destinazione cimitero di Sestri. Probabilmente una volta all’interno dell’auto, lontano da sguardi indiscreti con il mezzo in movimento , sono stati trucidati: al piccolo Ippolito è stata infilata in bocca la canna di una pistola e quindi qualcuno ha premuto il grilletto, il grande, Luigi e la madre con assassinati con due colpi esplosi alla nuca, quindi i corpi gettati nella stessa fossa e occultati.
«La notizia degli assassinii arrivò alla famiglia soltanto agli inizi di giugno. La polizia partigiana non fornì molti particolari anche perchè su una strage così inutile e fuori tempo massimo, non c'era nulla da dire da parte di un branco di assassini usi ad uccidere senza motivi validi ed apparenti, un unico particolare la dice lunga sulla qualità bestiale degli assassini : era stato ucciso anche Ippolito perché altrimenti sarebbe cresciuto con troppo odio nel cuore. Non si è mai riuscito a capire per quale motivo l’abbiano fatto». In pochi giorni una intera generazione famigliare è stata soppressa.
Neppure gli autori del plurimo omicidio sono mai stati resi noti, come dimostra appunto la riapertura successiva delle indagini.
Né Maria Torricella, la nipote e unica testimone oltre alla sua famiglia hanno mai ricevuto notizie e informazioni precise a riguardo: «L’unico volto noto è quello del giovane figlio del gelataio, di cui non si sa neppure se abbia avuto qualche altro ruolo oltre a quello di convocare MIranda prima dell’assassinio».
Ippolito era solo un bimbo di appena 8 anni, innocente di qualsiasi colpa e così pure Luigi, un simpatico quattordicenne e la madre di entrambi Miranda una mamma nel vero senso della parole, sicuramente non meritavano di morire e in quel modo, oscurati da un odio feroce e crudele .
Giovanni Granara tornò da Salò, nel luglio del 1945, l'ex gerarca fu condotto nella casa circondariale di Marassi, da cui uscì solo dopo l’amnistia. Era all'oscuro dell'eccidio che lo aveva privato dei figli e della moglie.
Ma appena arrivato in carcere gli fu raccontato brutalmente del triplice omicidio e per lui fu una mazzata incredibile da cui non si rialzerà mai più
Uscito dalla prigione, dopo aver visitato diverse case circondariali in giro per il nord Italia, non tornò più a Pegli ma scelse di restare in centro a Genova, a casa di amici, dove il 1° novembre 1950 morì improvvisamente distrutto dal dolore.
Giovanni infatti era un uomo che ormai non aveva più voglia di vivere . Si destava improvvisamente di notte urlando “Dio fammi morire, voglio andare dai miei figli”».

          Le foibe nel Savonese   
Foibe nel Savonese

Anche la provincia di Savona, nell'entroterra di Ponente, Toirano e Magliolo, ha le sue brave foibe, orrende anch'esse, usate dai partigiani comunisti e altri analoghi malfattori, per fare sparire i corpi delle loro vittime. I loro nomi sono Buranco Rampione in località Acquetta e Buranco della Croce in località Giovo di Toirano. La profondità di queste foibe è superiore ai 100 metri e sul fondo si diramano in diverse cavità colme di rifiuti e anche di ossa umane.
Il Comando dei Carabinieri di Albenga, dopo incessanti ricerche delle sue pattuglie, nell'aprile del 48, sull'onda di diverse segnalazioni anonime, ha trovato queste due foibe, ne ha dato notizia ai vari comandi interessati, alla procura della Repubblica di Savona che ha provveduto ad alletare il 77° Corpo dei vigili del Fuoco, attrezzati per questo tipo di ricerche sul campo.
Secondo alcune voci anonime a causa del terrore che ancora in quel periodo determinati soggetti incutevano, in quelle foibe sarebbero stati gettati i resti di non meno 120 persone di ambo i sessi. In quella zona era operativa una banda di “patrioti” guidati da tale Renzo Perrone.
Una delle vittime eccellenti, per sicuro, fu un Magistrato, Manlio Sticco, classe 1905, assassinato nel 44 a Calizzano e gettato nella foiba del Rampione, con lui fu ammazzata una insegnate, una guardia forestale e altri cittadini, anch'essi poi fatti sparire nella foiba.
Nel maggio del 48, i Vigili del fuoco, fecero una prima ispezione nel Buranco della Croce e rinvennero tre scheletri umani completi, maschi, di anni 20 – 25 con brandelli di uniforme grigio verde e un basco con insegne della Repubblica Sociale. I resti estratti dai vigili del fuoco, vennero esaminati da un medico legale, il Dottor Raffaele De Lucia, che redasse una relazione sul ritrovamento di : tre crani, tre bacini, sei scapole, sei femori, molte ossa della gabbia toracica, un sacrale e moltissime vertebre sparse per la voragine. Molte delle ossa mancanti non vennero più ritrovate per l'azione delle acque di infiltrazione, degli uccelli da rapina e altri elementi che hanno contribuito alla loro distruzione.

Roberto Nicolick











          Ernesto e Renato Bernarda 25 aprile 1945   
L'uccisione dei Bernarda
Ernesto e Renato
Santuario di Savona 25 aprile 1945

Ernesto e Renato Bernarda, rispettivamente padre e figlio, il primo classe 1896 e il secondo classe 1927, residenti in Frazione Santuario di Savona, entrambi impegnati nella repubblica Sociale Italiana a vario titolo.
Ernesto, un quarantanovenne in gamba e pieno di voglia di fare, uomo semplice e concreto, ex partecipante alla marcia su Roma ad ottobre del 1922, appartenente alla Brigata Nera Provinciale di Savona, in più era un milite volontario dell'U.N.P.A. L'unione nazione protezione antiaerea , un uomo che aveva fatto una scelta di vita molto precisa e aderiva profondamente a questi ideali in cui credeva senza aver mai compiuto violenza contro chicchessia.
Il figlio Renato di appena 18 anni, un bel giovane, moro con degli occhi scuri profondi, aveva seguito le orme del padre entrando anch'esso nella Brigata Nera di Savona, la Briatore.
I Bernarda sono due elementi molto attivi, mai violenti, che ovviamente erano nel mirino dei partigiani comunisti , a maggior ragione in un piccolo centro abitato come Santuario dove tutti si conoscono.
Era solo questione di tempo, si diceva nel circondario e poi gliela avrebbero fatta pagare, ma i due Bernarda, che comunque non avevano nulla di cui rimproverarsi, fino all'ultimo fecero quello in cui credevano e non cercarono di fuggire anzi al contrario continuarono la loro vita, nonostante il Regime stesse iniziando a perdere i pezzi.
Forse qualcuno li consigliò di allontanarsi, ma non era nel loro carattere fuggire. La moglie di Ernesto, una donna minuta e fragile, sentiva il vento cambiare e tremava ogni volta che i due, padre e figlio uscivano di casa, intanto la follia omicida iniziava a montare e toccò anche ai due Bernarda. Lo stesso 25 aprile 1945 senza alcun indugio, una squadraccia di partigiani armati arriva repentinamente alla umile casa della famigliola, irrompono nella cucina mentre i Bernarda stavano pranzando, prendono con violenza il padre e il figlio, di fronte alla moglie terrorizzata che urla dalla disperazione, implorando i partigiani di lasciare stare i propri cari.
Il padre cerca di salvare il figlio, offrendosi come unico capro espiatorio ma non c'è nulla da fare, i carnefici hanno già le idee molto chiare, vogliono il sangue di entrambi.
Li spingono giù per le scale a calci, arrivati sul selciato mentre i due urlano la loro disperata protesta di innocenza, li abbattono a raffiche di mitra in fretta e furia, poi scappano lasciando i due corpi, uno sull'altro in una pozza di sangue.
La moglie, Paola Boscherini, in lacrime, affranta, scende e si getta sui due corpi ancora caldi urlando tutto il suo dolore, in colpo solo per una mano di assassini criminali ha perso il marito e il figlio. Fu una esecuzione sommaria che non aveva nulla di giusto ma al contrario fu solo un duplice omicidio compiuto nel più completo disprezzo di ogni regola umana da persone che avevano come dottrina l'odio e la prevaricazione.
Paola, distrutta dal dolore, non scorderà mai l'accaduto i volti degli assassini e per anni vestirà il lutto stretto mentre i boia dei cari, continueranno a vivere senza rimorsi di coscienza. La povera vedova morirà nel 1977 dopo anni di inaudita sofferenza.


Roberto Nicolick





          Tintagel Castle Footbridge submitted for Planning Consent   

An application has been made for Planning Consent for a new footbridge at Tintagel Castle in Cornwall.

The last time I featured this project was to discuss the six shortlisted competition entries back in December 2015. In March 2016, the winner was announced as Ney and Partners with William Matthews Associates. The scheme is for a new bridge to take visitors onto the Tintagel Castle promontory, a beautiful and deeply historic site. The bridge will provide access for the mobility-impaired for the first time.

You can find the full planning application online, but I've extracted some of the pertinent material to share here.

The bridge gives the appearance of being a very slender arch structure, but in fact it is formed of two giant steel cantilevers, each shaped with a parabolic curve in elevation. In theory, this means that the lower rib carries a constant force when the bridge is subject to a uniform load, allowing for an efficient use of structural steel. In practice, things are never so simple.

The lower and upper ribs each comprise two weathering steel fabricated box girders. These span 66.7m in total. The cantilevers are not quite symmetrical.

The upper ribs are parallel, with the 3.0m wide structure supporting a 2.5m wide walkway. At midspan, these ribs are a mere 175mm deep, impressively slender by any standard. The lower ribs converge towards their foundations, and are also exceptionally small, being only 140mm deep over most of their length.

The structure's strength comes from the depth of the twin cantilevers, which reaches 4.4m near the supports. The upper and lower ribs are connected by what the designers refer to as a "Thomas Telford" detail, for reasons which should be obvious. These spandrel lattices are formed from solid stainless steel bars varying in cross-section from 30mm square to 65mm square.

The structural dimensions illustrate a peculiar talent that Ney and Partners seem to have for exploiting design standards to their absolute limit, and creating structures of astonishing slenderness. The total weight of the steel structure is stated as 66 tonnes, which is quite amazing for this span. It's no surprise given the slenderness to read that the bridge's first natural frequency is 1.6 Hz (well into the vulnerable area for pedestrian excitation).

The bridge deck consists of slates placed on edge in a sand bedding layer, carried on stainless steel pans supported between the primary structural ribs. The pans have drainage scuppers in the soffit, and there is an air gap between the deck pans and the main ribs to ensure the weathering steel can weather properly.

The bridge balustrades consist of stainless steel bars supporting oak handrails, 1.3m high in total.

The bridge foundations are proposed as rock anchors for both the compression (lower rib) and tension (upper rib) elements, with additional rock anchors used to stabilise the exposed cliff faces.

The gap in the middle of the bridge is nominally 42 mm, reducing to 5 mm under maximum temperatures, and increasing to 85 mm under minimum temperatures. There's clearly a degree of controversy to this particular detail, given the risk of a trip hazard or simply the discomfort caused to visitors already made anxious by height and exposure.

At competition stage I observed that significant differential deflections could also be expected when one cantilever was loaded more than the other (by pedestrians or by wind), but the planning submission makes clear that the two cantilevers are in fact connected by shear pins, in a similar manner to a twin-bascule bridge.

I think the poetic idea behind the gap justifies the problems that it creates: the intention is to make intensely apparent the sensation of stepping from the present into the past, of the division between the Tintagel Castle and the mundane world.

The designers have also sought to address the other major objection raised at competition stage, which was to the adoption of weathering steel at an exposed coastal site, where the wind will blow salt spray high above the sea. They have instituted a series of corrosion tests on steel plates exposed at the project site, and the planning submission documents make clear that if these are unsuccessful, the weathering steel will simply be substituted with conventional painted structural steel.

However, there seems to be little acknowledgement of the bimetallic corrosion issue created by the use of so much stainless steel and weathering steel connected together. This combination will tend to lead to accelerated corrosion of the weathering steel at connection points, especially if moisture and salts are present.

Results of the on-site salt spray corrosion tests were due to be completed in June 2017 so it would be very interesting to see the results.

An article in The Guardian focuses on what appears to be increasing opposition to the entire idea of a bridge and captures some of the key issues. If you visit the planning consent website, it's clear there are numerous objectors.

One that's particularly worth reading is from Cornish bard, Bert Biscoe, arguing that whatever the merits of the particular bridge design, they cannot outweigh the damage that will be caused to a site of major archaeological importance. The argument is not about the physical impact of the bridge, but about the very desire of the site's custodian, English Heritage, to increase visitor numbers in such a sensitive site. This is an argument about the merits of preservation over the merits of public access - it is intrinsically anti-populist, but perhaps necessary.

I have been to Tintagel and my initial feeling about the bridge was that the improved accessibility would be very welcome. The promontory is currently accessed via a low-level bridge and a series of awkward steps, which are very difficult for some visitors to traverse. The planning submission notes that some 15% of visitors who buy a ticket for the Castle never actually make it up the existing steps onto the promontory.

However, the bridge is no panacea for this, as there will still be areas which are only accessible via steps or very narrow paths. It's therefore legitimate to consider whether the adverse impacts of such a major intervention are justified by the benefits.

I will be very surprised if the bridge fails this initial planning consent hurdle. However, Scheduled Monument consent will also be required, and I expect opponents of the scheme will petition central government to call in the entire planning application for further review, such is the sensitivity of the site

 I think the designers involved have done an excellent job in addressing the site constraints, within the limits of their brief, and this will be a very interesting project to follow, especially if it proceeds all the way to be built.
          Manejo de Ecossistemas    

Manejo de Ecossistemas


Millenium Ecosystem Assessment ReportEcossistemas promovem o bem-estar humano através do fornecimento dos mais variados serviços. A gestão ecossistêmica é uma abordagem para o gerenciamento de recursos naturais enfocada na capacidade dos ecossistemas de suprir as demandas ecológicas e futuras necessidades humanas. 

A gestão ecossistêmica se adapta a necessidades emergentes, a novas informações e promovem o bem estar humano através dos serviços oferecidos.  Fomenta uma visão compartilhada de um futuro desejável da integração de perspectivas sociais, ambientais e econômicas ao manejo de sistemas ecológicos naturais  definidos geograficamente.

Selecionada como uma das seis áreas prioritárias da   estratégia do PNUMA para o período 2010-2013,  a gestão   ecossistêmica requer o desenvolvimento de metodologias,   mecanismos e instrumentos que o PNUMA vem   aperfeiçoando  e colocando à disposição dos países a sua   experiência em:

  • maior integração de abordagens ecológicas nos   processos de planejamento e desenvolvimento;

  • reforço de capacidades e apoio tecnológico para o uso de ferramentas de manejo do ecossistema (conservação, proteção, restauração, gestão sustentável, legislação, certificação);

  • Realinhamento dos programas ambientais e financiamento de medidas de proteção contra a degradação de serviços prioritários do ecossistema;  

  • Avaliação e monitoria  (ex. Indicadores, pesquisa etc);

  • Avaliação de riscos;

  • Definição de metodologias para o pagamentos por serviços ecossistêmicos, mecanismos de incentivos e financiamento;

  • Governabilidade entre gestores públicos, privados e atores sociais relevantes.

Tendo em vista que os serviços ecossistêmicos são interligados (ver figura abaixo) e não podem ser considerados isoladamente, o PNUMA promove uma perspectiva holística para lidar com aspectos como regulamentação, abastecimento, apoio e hábitos culturais, visando reverter o declínio de recursos através de uma maior resiliência e melhor funcionamento dos ecossistemas.

Seleção dos principais elementos  dos serviços de ecossistemas:


Serviços de Ecossistemas

Fig. 1. Representação esquemática dos serviços de ecossistemas selecionados pelo PNUMA, como categorizados nas Avaliações Ecossistêmicas do Milênio (controle, abastecimento, suporte e cultural). 

Clique aqui para saber mais sobre o trabalho do PNUMA em Manejo de Ecossistemas. 



          O que se espera de um Papa com esse nome?   
O que se espera de um Papa com esse nome?
 qui, 14/03/13
por: Andre Trigueiro

 Ao homenagear Francisco de Assis na escolha do nome que o acompanhará ao longo do pontificado que se inicia, o cardeal argentino Jorge Mario Bergoglio, agora Papa Francisco, poderia se inspirar no poverello de Assis para promover algumas inovações na forma como a Igreja administra seu patrimônio e seu imenso rebanho. Respeitosamente, compartilharei aqui algumas sugestões sem a pretensão de que elas cheguem ao Vaticano – imerso em inúmeros problemas e desafios mais urgentes – mas a todos aqueles que compreendem a imensa responsabilidade que é tornar-se o primeiro Papa da história a chamar-se Francisco. 1 – Francisco de Assis veio ao mundo há oito séculos para constranger a opulência e poder político de uma igreja que se afastara dos princípios mais elementares do evangelho de Jesus. Como líder espiritual e chefe de estado, o Papa Francisco poderia dar o exemplo de austeridade sem precedentes na forma como a Igreja realiza suas compras, planeja suas obras físicas, organiza eventos e cerimônias, define logísticas de viagem e hospedagem, enfim, tudo o que represente consumo e posse de bens. Usar com parcimônia e moderação. Combater excessos de toda ordem. Ser simples por convicção e princípios éticos. 2 – Francisco de Assis é conhecido como o protetor dos animais, a quem sempre consagrou respeito e veneração. No mundo moderno, animais das mais variadas espécies ainda sofrem toda sorte de violência. Alguns são supliciados por diversão. Outros são alvos da crueldade obstinada de seus donos. As leis de proteção dos animais – presentes em vários países – não conseguem erradicar as muitas atrocidades cometidas contra os bichos. Os que são consumidos como alimentos foram reduzidos à categoria de “proteína animal”, o que credenciaria seus proprietários a tratá-los como se não houvesse ali um ser senciente, capaz de sentir dor. Papa Francisco tem a preciosa chance de denunciar tudo isso e defender protocolos éticos de criação, transporte e abate de animais, bem como a proteção das espécies silvestres. 3 – Francisco de Assis também é conhecido como o padroeiro da ecologia. No “cântico das criaturas”, eternizou a sacralização da natureza em suas múltiplas formas e expressões. O Papa Francisco tem a chance de reeditar o “cântico das criaturas” – versão século XXI – de forma ainda mais contundente em defesa da vida. Pode exercer sua enorme influência em favor dos recursos naturais não renováveis e dos ecossistemas ameaçados de extinção. Sem meio ambiente sadio e protegido não há “vida em abundância”, parafraseando o Cristo. Sem vida, a religião não faz o menor sentido. 4 – A abnegação em favor dos pobres – que o levou inclusive a renunciar a todos os bens e viver como eles – fez de Francisco de Assis um legítimo representante da caridade, do amor ao próximo e da abnegação de si mesmo em favor dos valores espirituais. Hoje sabe-se que as principais vítimas das mudanças climáticas, da escassez de água doce e limpa, da destruição da biodiversidade e de todas as manifestações de desequilíbrio ecológico em diferentes pontos do planeta são justamente os mais pobres. O Papa Francisco tem, portanto, a oportunidade de conjugar em um mesmo movimento apostólico as lutas em favor da inclusão social e do meio ambiente. São ações que se complementam e se misturam. Uma mesma causa. 5 – Que ninguém se iluda com o fato de o Papa Francisco ser o chefe de estado de um país que ocupa uma área de apenas meio quilômetro quadrado com aproximadamente novecentos moradores. Ele é o líder espiritual de 1,2 bilhão de pessoas. O que disser, o que fizer, o que escrever, seus gestos, suas companhias, hábitos e comportamentos, risos e reprovações terão repercussão imediata mundo afora. Usar isso em favor dos valores franciscanos – humildade, simplicidade, fraternidade, abnegação em favor dos pobres, etc – fará toda a diferença. 6 – O Papa Francisco terá vez, voz e voto nos encontros multilaterais da ONU que discutem os rumos do planeta. O novo Papa pode tornar o Vaticano ainda mais ativo e presente nesses debates, qualificando seus negociadores e mobilizando católicos do mundo inteiro a acompanhar os rumos desses acordos (sobre clima, biodiversidade, água, desertificação,etc) e pressionarem pelo sucesso deles. 7 – Mesmo nas miudezas do dia-a-dia em seu novo endereço, o Papa Francisco poderá promover ajustes em favor da ecoeficiência. Consumo inteligente de água e energia, segregação de resíduos, compras públicas sustentáveis, frota de veículos mais econômica (quem sabe uma versão elétrica do papamóvel?) são medidas que podem ser otimizadas no Vaticano e estimuladas pelas paróquias do mundo inteiro. Quem sabe o novo papa interfira desde já nos protocolos do próximo conclave, e substitua por decreto o ritual de carbonização das cédulas (que sinaliza os rumos das votações pela cor das fumaças) por algum outro método que não polua ainda mais os céus de Roma? Seja qual for o rumo que o Papa Francisco decidir tomar, terá pela frente, pelo resto de seus dias (ou de seu pontificado, posto que há o precedente da renúncia) um nome forte, emblemático, pleno de significado que marcará seus passos como o sucessor de Pedro. A simplicidade como guia, a pobreza como referência, a natureza como objeto de veneração e respeito. Que o Papa seja sempre Francisco.

Andre Trigueiro
http://g1.globo.com/platb/mundo-sustentavel/2013/03/14/o-que-se-espera-de-um-papa-com-esse-nome/


          Os Capial: banda apressadinha revela capa e título do próximo disco   

Trabalho foi desenvolvido pelo renomado quadrinista e ilustrador Luciano Salles, que revelou isso no seu blog - http://www.dimensaolimbo.com/…/emboscada-caipira-de-plasma-…



E daí que o segundo disco d’Os Capial foi lançado há pouco tempo (agosto de 2016)? A dupla caipira de grind/death Dito (cantoria/viola) e Bento (batucada) já está fazendo a pré-produção de seu terceiro álbum, cujo título e a capa foram elaborados pelo renomado quadrinista e ilustrador Luciano Salles (conhecido em Araraquara/SP, onde vive, como “Pirica”), que também irá compor a letra da faixa-título: “Emboscada Caipira de Plasma”.

O artista esclarece o significado da capa. “Ele está protegendo seu galo de estimação e sua terra desse invasor (que somos nós) ou de quem estiver olhando o desenho, e conta com uma baita ajuda de outro mundo ali atrás”, explica Pirica, referindo-se ao OVNI. “Seria um tipo de ritual: ele se cerca de algumas facas com seu animal de estimação, um ser que ama e que, ao mesmo tempo, tem o auxílio mais do que normal dos extraterrestres, que também estão presentes para intimidar o agressor, lutando sempre contra quem quer sua pequena terra, latifúndios, monocultura, agrotóxicos e tudo mais o que fode fortemente. O cara está decidido a ir com tudo”, completa.

Sobre as cores e alguns detalhes: “as treze ‘facas’ estão em vermelho, pois é a cor do nosso chakra base, que significa ‘raiz’, ‘terra’. A luz da nave foi feita na cor do nosso segundo chakra, que significa ‘morada’, ‘elemento água’. O boné dele traz a era de aquário bordada”, representado por 13 facas, explana.

Salles, que desde 2015 desenvolve ilustrações para o jornal Folha de S. Paulo, é autor dos quadrinhos “Limiar: Dark Matter” (2015, independente), “L’Amour: 12 oz” (2014, Mino), “O Quarto Vivente” (2013, independente) e “Luzcia, a Dona do Boteco” (2012, independente). Colaborou para o projeto “Ícones dos Quadrinhos e Mônica(s)”, livro em comemoração aos cinquenta anos da personagem. Contatos: www.facebook.com/lucianosalles, @lucianosalles (Instagram e Twitter), ehttp://dimensaolimbo.com/

“Emboscada Caipira de Plasma” está previsto para ser gravado (com transmissão ao vivo do processo, via internet), no primeiro semestre de 2017 e lançado no segundo, via Cemitério Records, de Diomar Souza, selo que lançou o álbum anterior, “Grindagem Deatherra” (2016). O ‘debut’ “Nossa Grindroça Querida” (2015) também saiu pelas mãos de Souza, por meio do extinto selo Rotten Foetus Records.

Os Capial
@oscapial (Instagram)

Discografia
CD “Nossa Grindroça Querida” – 2015 - https://oscapial.bandcamp.com/
CD “Coletânea da Seletiva do Araraquara Rock 2015” – 2015
Coletânea virtual “Death Metal Narcoleptica - Vol.5”, da Rússia - 2015
Coletânea virtual “Latin America Noise Brutal Basarabia - Vol 1”, da Moldávia – 2016
CD “Grindiagem Deathterra” – 2016 - https://oscapial.bandcamp.com/

Videografia
- Os Capial - Ao vivo Teatro Wallace Leal - Araraquara SP - Out 2016 -https://www.youtube.com/watch?v=ARNmGb26VDY
- Garrafada de Galinha (clipe) -https://www.youtube.com/watch?v=epcfQiDfR9I
- Porco do Mato Eu Não Mato (clipe) -https://www.youtube.com/watch?v=Al-Le4Lc6QY
- Aquela Rua (cover Horríssono) (clipe) -https://www.youtube.com/watch?v=j9nGw_l5UCI

          TSDEECET 2017 Merit List, results announced, details here   

Telangana State Diploma in Elementary Education Common entrance Test (TSDEECET – 2017) merit list and results have been declared on the official site of TSDEECET 2017. The TSDEECET 2017 results are available on Tsdeecet.cgg.gov.in. TSDEECET 2017 is conducted by Department of School Education, Government of Telangana for applicants who intend to take admission into two years Diploma in Elementary Education (D.EL.Ed) in Government District Institutes of Education and Training (DIETs) and Private Elementary Teacher Training Institutions in the state. The hopefuls are advised to check the TS DEECET 2017 site for further details about counselling.

“The Ranks assigned in this Merit List are just tentative as they based on the data submitted online by the hopefuls and thus are subject to change according to the ‘Physical Verification of Certificates’ to be caused shortly,” said the results notification.

TSDEECET 2017 merit list: How to check

The TSDEECET 2017 merit list and results have been appeared on the official site in this order:

1) Result Lists of all Candidates – Medium Wise

Telugu Medium

Urdu Medium

English Medium (With Regional Language Telugu)

English Medium (With Regional Language Urdu)

2) Merit List of Qualified Candidates – Medium Wise

Telugu Medium

Urdu Medium

English Medium (With Regional Language Telugu)

English Medium (With Regional Language Urdu)

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          Blueberry Crumpet   

Fusion cuisine is one that combines elements of different culinary traditions. Cuisines of this type are not categorized according to any one particular cuisine style and have played a part in a number of innovations. Fusion food is a general term for the combination of various forms of cookery and comes in several forms. So here is the recipe:

Ingredients:

  • Blueberries 3 tablespoons
  • Blueberry jam ½ cup
  • Refined flour (maida) 1½ cups
  • Milk ½ cup
  • Salt pinches
  • Baking soda pinches
  • Castor sugar (caster sugar) 7 teaspoons + ¼ cup
  • Yeast dried 15 grams
  • Lemon 1
  • Butter for greasing

Method:

  1. Bring milk to a boil and switch off heat. Add ¼ cup water and set aside.
  2. Combine refined flour, salt, baking soda and 6 teaspoons castor sugar in a bowl.
  3. Take yeast in another bowl. Add little milk-water mixture and 1 teaspoon castor sugar, mix well and set aside till the yeast activates.
  4. Make a well in the flour mixture, add the activated yeast mixture and half the milk-water mixture and whisk well. Add remaining milk-water mixture and whisk well into a thick smooth batter. Cover and set aside in a warm place for 1 hour to ferment.
  5. To make blueberry jam mix, heat ¼ cup castor sugar in a non-stick pan and let it caramelize. Add dried blueberries, mix and add some water. Mix and switch off heat. Add blueberry jam, mix well and put it back on heat.
  6. Grate lemon into it to get the zest and mix well. Add juice of ½ lemon, mix well and switch off heat. Set aside.
  7. Stir the batter.
  8. Heat a non-stick tawa. Grease a medium size ring mould with butter and place it on the tawa. Pour ladleful of batter in it, reduce heat and let the underside of the crumpet turn golden. Remove the ring, flip and cook till the other side also turns golden.
  9. Serve hot with blueberry jam mix.

Source: http://www.sanjeevkapoor.com/Recipe/Blueberry-Crumpet.html

Appam Manchurian

Crab Parcels

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          Box office: 'Despicable Me 3' sets $83 million heist, 'Baby Driver' in second   
Everything seems to be going to Universal's plan as "Despicable Me 3" eyes an $83 million opening. The fourth film in the Minions universe is expected to easily win Independence Day weekend over fellow new entries, "Baby Driver" and "The House."

Illumination-Universal's animated threequel ended Friday with an impressive $29 million from 4,529 theaters, meaning it could end the holiday weekend with as much as $83.5 million. With $4.1 million coming from Thursday night previews alone, if the third "Despicable Me" movie continues on this course, it could open as the sixth highest-grossing domestic project of 2017 -- behind "Beauty and the Beast," "Guardians of the Galaxy Vol. 2," "Wonder Woman," "Fate of the Furious," and "Logan."

"Despicable Me 3" stars Steve Carell, Kristen Wiig, Miranda Cosgrove, and franchise newbie Trey Parker ("South Park") as '80s-obsessed villain Balthazar Bratt.

Also on track for an impressive debut is Edgar Wright's "Baby Driver" from Sony. The action IP over-performed on Friday, taking in just under $6 million from 3,226 locations. Ansel Elgort has already clinched second place, but if he keeps up this momentum, "Baby Driver" could end Sunday at $19 million. It's also well on its way to being a career-best for director Wright.

While both "Baby" and "Despicable" have A- CinemaScores, the former is a critical darling with a 97 percent rating on Rotten Tomatoes, as opposed to the latter's 63 percent.

Unfortunately, Will Ferrell and Amy Poehler were not able to raise the roof as much when it came to "The House." The Warner Bros., New Line, and Village Roadshow comedy only raked in $3.3 million on Friday, putting it at No. 5 for its first frame. But don't bet against them completely -- "The House" is still expected to at least hit eight digits with just over $10 million by end of day Sunday.

"Transformers: The Last Knight" and "Wonder Woman" continued to show their summer box office dominance, placing third and fourth, respectively, in their second and fifth frames. Both films took in about $4.5 million on Friday, but "Transformers" is expected to come out on top this weekend with $16 million, over "Wonder Woman's" $15 million.

"Cars 3," "47 Meters Down," "The Beguiled," "The Mummy," and "Pirates of the Caribbean: Dead Men Tell No Tales" round out the top 10.

© 2017 Variety Media, LLC, a subsidiary of Penske Business Media; Distributed by Tribune Content Agency, LLC

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Gru (STEVE CARELL) and the Minions return in "Despicable Me 3." Illumination, who brought moviegoers "Despicable Me" and the biggest animated hits of 2013 and 2015, "Despicable Me 2" and "Minions," continues the story of Gru, Lucy, their adorable daughters—Margo, Edith and Agnes—and the Minions as one former super-villain rediscovers just how good it feels to be bad. from Image.net
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          Può esistere una disciplina ecclesiastica che contraddice il Magistero?    
Ringraziamo Giuseppe Fallica che ci invia il testo pubblicato di seguito. È importante tener desta l'attenzione sul concetto errato propugnato da coloro - compreso il papa regnante - che tentano di “emancipare” la pastorale dalla dottrina.


Alcuni teologi tengono a  sottolineare che la proibizione della Comunione ai divorziati risposati non è un dogma della fede cattolica ma una disciplina ecclesiastica, mutabile per ciò stesso dal Papa nell’esercizio del suo ministero.

Si tratta di una precisazione certamente vera e opportuna, ma che richiede alcune puntualizzazioni.
La disciplina ecclesiastica finora vigente, quella insegnata da San Giovanni Paolo II in "Familiaris consortio", n. 84 e da Papa Benedetto in "Sacramentum caritatis" (ovvero di escludere dalla riconciliazione sacramentale e dall’Eucaristia chi essendo legato da un vincolo sacramentale valido e indissolubile di matrimonio e vivendo in una seconda unione, non si impegna a comportarsi “come fratello e sorella”) è fondata su ragioni di ordine scritturistico, tradizionale e magisteriale, ed  è ovvio che una nuova disciplina ecclesiastica su questa materia, necessita a sua volta di fondarsi (o almeno di non contraddire) le Scritture, la Tradizione e il Magistero.

Nello specifico, appartiene all’insegnamento definitivo della Chiesa il fatto che è possibile ricevere lecitamente l’Eucaristia solo nello stato di Grazia santificante e che per ottenere validamente l’assoluzione sacramentale occorre il pentimento e il proposito di emendarsi. Appartiene altresì all’insegnamento definitivo, il fatto che Dio non permetta mai che alcuno, in qualunque circostanza possa trovarsi, sia tentato oltre la propria capacità di resistenza.

Pertanto (mettendo da parte i casi già considerati di coloro che esprimono il fermo proposito di vivere come fratello e sorella), una nuova disciplina ecclesiastica che ammetta in alcuni casi i divorziati risposati alla Comunione, deve muoversi necessariamente  dentro questi paletti.

La conseguenza è che questa nuova disciplina deve fondarsi su due postulati non dimostrati:
  1. che esistono certamente (e non solo come mera possibilità) casi in cui determinate circostanze attenuanti possono ridurre la colpa del divorziato risposato (more-uxorio) sino alla venialità, e
  2. che questi casi possono essere individuati con un ragionevole grado di certezza morale.  
Il primo postulato è generalmente ammesso da tutti sul piano teorico, ma è opportuno sottolineare che il Catechismo parla di semplice possibilità (1735 L'imputabilità e la responsabilità di un'azione possono essere sminuite o annullate dall'ignoranza, dall'inavvertenza, dalla violenza, dal timore, dalle abitudini, dagli affetti smodati e da altri fattori psichici oppure sociali.), e una possibilità non necessariamente si traduce in realtà.
Gli scienziati per esempio dicono che in altri pianeti con caratteristiche favorevoli può esistere la vita, ma fino a quando essa non verrà individuata rimarrà appunto una mera ipotesi non dimostrata.

Il secondo postulato invece è oggetto di varie critiche perché molti si chiedono come possa il confessore, chiamato a giudicare il caso specifico, raggiungere una ragionevole convinzione  morale e obiettiva (ovvero una convinzione che non sia figlia di opinioni ideologiche o di schieramenti politico-ecclesiali) circa la riduzione della colpa fino alla venialità, sulla base di circostanze o fattori attenuanti, soprattutto se si considera che ci si trova in assenza del proposito di non ricadere nella colpa, elemento che il Magistero ha sempre considerato fondamentale per determinare il pentimento del soggetto.
In questa situazione gli elementi in gioco, cioè i condizionamenti, le tentazioni e la (più o meno buona) volontà, conducono una “battaglia” nella coscienza del soggetto che solo Dio può soppesare in tutti i sui intimi risvolti.
[E in ogni caso vengono a cadere tutti gli elementi oggettivi che consentono di affermare cosa è male e cosa è bene senza cadere nella casuistica e cioè nell'etica della situazione -ndR]
Giuseppe Fallica

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Background: Interventions aimed at behavior change are increasingly being delivered over the Internet. Although research on intervention effectiveness has been widely conducted, their true public health impact as indicated by reach, effectiveness, and use is unclear. Objective: The aim of this paper is to (1) review the current literature on online prevention aimed at lifestyle behaviors, and (2) identify research gaps regarding reach, effectiveness, and use. Methods: A systematic search in PubMed revealed relevant literature published between 2005 and 2012 on Internet-delivered behavior change interventions aimed at dietary behaviors, physical activity, alcohol use, smoking, and condom use. Our search yielded 41 eligible reviews, which were analyzed in terms of reach, effectiveness, and use according to the RE-AIM framework. Results: According to health priorities, interventions are largely targeted at weight-related behaviors, such as physical activity and dietary behavior. Evaluations are predominantly effect-focused and overall effects are small, variable, and not sustainable. Determinants of effectiveness are unclear; effectiveness cannot yet be unambiguously attributed to isolated elements. Actual reach of interventions is undiversified, mostly reaching participants who are female, highly educated, white, and living in high-income countries. One of the most substantial problems in online prevention is the low use of the interventions, a phenomenon seen across all behavior domains. Conclusions: More research is needed on effective elements instead of effective interventions, with special attention to long-term effectiveness. The reach and use of interventions need more scientific input to increase the public health impact of Internet-delivered interventions.

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          About Dapper Hairstyles for Men   

The dapper haircut is steadily increasing popularity among men worlwide, and more specifically in the Asian region (which is meant to be the avant-garde with regard to hairstyles). Dapper hairstyles for men can better be described as a combination of various elements from classic men’s styles. The result of this combination is a modern twist, which […]

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          Was Vitalstoffe leisten   
Vitamine, Mineralien, Spurenelemente, Aminosäuren und (die guten) Fettsäuren. Dinge, die der Mensch unbedingt braucht. Ohne diese Vitalstoffe (Vita = Leben, also Lebensstoffe) ist der Mensch nicht lebensfähig, wird krank und geht zugrunde. Wenn wir uns die tägliche Mahlzeit eines Durchschnittseuropäers einmal anschauen, sehen wir, dass hier die nötigen Vitalstoffe fehlen, die der Körper eigentlich braucht. …
          Last Train to Paris (Deluxe Edition)   
DIDDY - DIRTY MONEY: Last Train to Paris

We're abroad on tour when I meet her, the woman of my dreams. We spend the night together, but I never get her name. When I wake up, she's gone.

I'm infatuated with her, really blown away. A couple of months go by, and I bump into her again on tour overseas. We get together, and we're inseparable for three months. We go to New York, Miami, all the places where I get it poppin'.

Then, suddenly, we have a misunderstanding and she just breaks out on me. But absence makes the heart grow fonder. We're in two different parts of the world and she's remembering all the good times while I'm thinking if I had another chance I wouldn't lose her again. One night in London, I get offstage at 9:45pm and I hear that she's in Paris. It's one of the foggiest nights, so I can't take my plane, I can't drive. The only way I can get to her is the last train to Paris...

This episode, inspired by a real-life encounter from his past, is the starting point of the new album Last Train to Paris by the Sean "Puffy" Combs' new group Diddy-Dirty Money. With dark, atmospheric beats and a cinematic back story, the new project represents an entirely new side of the rap impresario. Fans may think they know him, but as he prepares to unleash his latest smash, they are about to experience an entirely new Combs, and an entirely new sound. Diddy-Dirty Money is about to redefine dance music for the new decade.

Europe didn't just provide an evocative backdrop for the story that is Last Train to Paris, it also inspired the sound. Though Combs is known for his contribution to hip hop, he is also a passionate fan of dance music, often traveling to global hot spots like Ibiza and Berlin to take in the new sounds emerging from the techno scene. Blending elements of UK grime, Mediterranean techno and the 808s of American hip hop, the album represents a new sound that Combs calls "train music."

No stranger to the finer things, Combs amassed a crew of some of the top names in music to help him bring his vision to life. TI, Rick Ross and Lil Wayne all lend guest vocals, but the biggest contribution comes from band members Dawn Richard and Kalenna. "Dawn and I aren't background singers simply standing next to Diddy," says Kalenna. "Diddy-Dirty Money isn't just more of the same. It's an organic group that grew out of a shared passion for music."

Kalenna started writing songs at 11, when she would accompany her father--a rapper and army man--into the studio. As a military daughter, she moved often, living in diverse locations including Alaska, Germany and Hawaii. In music, she found a home for herself even as "home" was constantly changing. "Growing up, I understood how music can take you away and help you escape," she says. "At the same time I began learning how music brings people together; how it can heal and comfort." She eventually channeled her talent for songwriting into a successful career penning hits for Jill Scott, Jennifer Lopez, Timbaland and multi-platinum producer Rodney Jerkins.

Dawn Richard will be recognizable to fans as a member of the group Danity Kane, formed via the MTV series Making the Band 3. The New Orleans native grew up watching her father perform. A musician, choir director and former member of R&B group Chocolate Milk, he instilled in her a love of music, even as her tastes evolved. "I was more into alternative music," she says, naming influences including The Cranberries, Sheryl Crow and Green Day. "I saw myself as the leader of a rock band with pink hair, singing the music I love."

When Combs paired Richard and Kalenna together to write songs for Danity Kane in 2009, he knew immediately that he had a powerful new songwriting team, describing them as "kindred spirits." With so many far-reaching influences between them, combining forces as Dirty Money is nothing less than "divine intervention," says Richard. "We mirror each other. We're all perfectionists with a strong work ethic. We push and challenge each other."

The trio's unmatched creative chemistry reveals itself in the latest blockbuster single "Hello Good Morning". The group premiered the single in front of 25 million viewers on American Idol on March 31st. The high-energy track, with its urgent, atmospheric beats, was perfectly suited to an explosive performance with spectacular special effects. Idol producers even issued a warning to viewers about the intense strobe lights used onstage.

Ross, who also lent vocals to the lead single "Angels", is just another member of the extended Dirty Money family. Lil Wayne was passionate about the new sound being crafted, and dropped verses on "Strobe Lights", a teasing, funky club banger, and "Shades", a trippy track also featuring Bilal. Mario Winans produced the 80s-influenced "Give My All To You" while Rodney Jerkins produced the international party jam "I Want Your Love".

"I'll even take off my shades," sings (yes, sings) Combs on "Twisted", hinting at a new, emotional core to his sound. The multilayered track represents some of the many influences of Last Train. With a soaring synth riff that reflects the head-trip that is falling in love, he recalls a post-millennial Prince. Other tracks veer from tribal drums to church organs to gritty instrumentals, all combining to form the new sound.

While Combs has had unsurpassed success in many different realms, from fashion to spirits to film, the lush soundscape of Last Train represents a renewed commitment to music from the multitalented impresario. By opening up a chapter of his own life to tell the story, he's crafted an album that is expressive and exciting. Sure, this album will make you dance, but Dirty Money is more than just dance music. It's a movement.


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          CONECO ROMANIA: Importanta protectiilor pasive la foc   
Cand vorbim despre protectia la foc a unei cladiri, probabil ca multi dintre noi ne imaginam un sistem de sprinklere, ne gandim la protejarea elementelor din lemn ale casei de vacanta cu vopsea ignifuga, sau chiar la pompierii ce intervin asupra incendiilor care au loc din ce in ce mai des in Romania.  Insa protectia …

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          Jackson Heights Elementary School Breaks Ground   

BY ARIEL HERNANDEZ Staff Writer One of the most overcrowded school districts in the city will finally be getting a new elementary school. As part of the city Department of Education’s plan to add 2,700 seats to School District 30—which encompasses Astoria, East Elmhurst, Jackson Heights, Long Island City, Sunnyside and Woodside—PS 398Q officially broke […]

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          Fresadora   
Una fresadora es una máquina herramienta utilizada para realizar mecanizados por arranque de viruta mediante el movimiento de una herramienta rotativa de varios filos de corte denominada fresa. En las fresadoras tradicionales, la pieza se desplaza acercando las zonas a mecanizar a la herramienta, permitiendo obtener formas diversas, desde superficies planas a otras más complejas.
Inventadas a principios del siglo XIX, las fresadoras se han convertido en máquinas básicas en el sector del mecanizado. Gracias a la incorporación del control numérico, son las máquinas herramientas más polivalentes por la variedad de mecanizados que pueden realizar y la flexibilidad que permiten en el proceso de fabricación. La diversidad de procesos mecánicos y el aumento de la competitividad global han dado lugar a una amplia variedad de fresadoras que, aunque tienen una base común, se diferencian notablemente según el sector industrial en el que se utilicen. Asimismo, los progresos técnicos de diseño y calidad que se han realizado en las herramientas de fresar, han hecho posible el empleo de parámetros de corte muy altos, lo que conlleva una reducción drástica de los tiempos de mecanizado.
Debido a la variedad de mecanizados que se pueden realizar en las fresadoras actuales, al amplio número de máquinas diferentes entre sí, tanto en su potencia como en sus características técnicas, a la diversidad de accesorios utilizados y a la necesidad de cumplir especificaciones de calidad rigurosas, la utilización de fresadoras requiere de personal cualificado profesionalmente, ya sea programador, preparador o fresador.
El empleo de estas máquinas, con elementos móviles y cortantes, así como líquidos tóxicos para la refrigeración y lubricación del corte, requiere unas condiciones de trabajo que preserven la seguridad y salud de los trabajadores y eviten daños a las máquinas, a las instalaciones y a los productos finales o semielaborados.

Control numérico por computadora en fresadoras



Las fresadoras con control numérico por computadora (CNC) son un ejemplo de automatización programable. Se diseñaron para adaptar las variaciones en la configuración de productos. Su principal aplicación se centra en volúmenes de producción medios de piezas sencillas y en volúmenes de producción medios y bajos de piezas complejas, permitiendo realizar mecanizados de precisión con la facilidad que representa cambiar de un modelo de pieza a otra mediante la inserción del programa correspondiente y de las nuevas herramientas que se tengan que utilizar así como el sistema de sujeción de las piezas. Utilizando el control numérico, el equipo de procesado se controla a través de un programa que utiliza números, letras y otros símbolos, (por ejemplo los llamados códigos G y M). Estos números, letras y símbolos, los cuales llegan a incluir &, %, $ y " (comillas), están codificados en un formato apropiado para definir un programa de instrucciones para desarrollar una tarea concreta. Cuando la tarea en cuestión varía se cambia el programa de instrucciones. En las grandes producciones en serie, el control numérico resulta útil para la robotización de la alimentación y retirada de las piezas mecanizadas.
Las fresadoras universales modernas cuentan con dispositivos electrónicos donde se visualizan -en forma más sofisticada en unas que en otras- las posiciones de las herramientas, y así se facilita mejor la lectura de cotas en sus desplazamientos. Asimismo, a muchas fresadoras se les incorpora un sistema de control numérico por computadora (CNC) que permite automatizar su trabajo. También pueden incorporar un mecanismo de copiado para diferentes perfiles de mecanizado.
Existen varios lenguajes de programación CNC para fresadoras, todos ellos de programación numérica, entre los que destacan el lenguaje normalizado internacional ISO y los lenguajes HEIDENHAIN, Fagor y Siemens. Para desarrollar un programa de CNC habitualmente se utilizan simuladores que, mediante la utilización de una computadora, permiten comprobar la secuencia de operaciones programadas.




Herramientas



Las herramientas de corte más utilizadas en una fresadora se denominan fresas, aunque también pueden utilizarse otras herramientas para realizar operaciones diferentes al fresado, como brocas para taladrar o escariadores. Las fresas son herramientas de corte de forma, material y dimensiones muy variadas de acuerdo con el tipo de fresado que se quiera realizar. Una fresa está determinada por su diámetro, su forma, material constituyente, números de labios o dientes que tenga y el sistema de sujección a la máquina.
Los labios cortantes de las fresas de acero rápido (HSS) pueden ser rectilíneos o helicoidales, y las fresas que montan plaquitas intercambiables son de carburo metálico como el carburo de tungsteno, conocido como widia, de metalcerámica o, en casos especiales, de nitruro de boro cúbico (CBN) o de diamante policristalino (PDC). En general, los materiales más duros en los filos de corte permiten utilizar mayores velocidades de corte, pero al ser menos tenaces, exigen una velocidad de avance menor. El número de labios o plaquitas de las fresas depende de su diámetro, de la cantidad de viruta que debe arrancar, de la dureza del material y del tipo de fresa.

          Arquitectura general de un torno CNC   
Las características propias de los tornos CNC respecto de un torno normal universal son las siguientes:



Motor y cabezal principal

Este motor limita la potencia real de la máquina y es el que provoca el movimiento giratorio de las piezas, normalmente los tornos actuales CNC equipan un motor de corriente continua, que actúa directamente sobre el husillo con una transmisión por poleas interpuesta entre la ubicación del motor y el husillo, siendo innecesario ningún tipo de transmisión por engranajes.

Bancada y carros desplazables

Para poder facilitar el desplazamiento rápido de los carros longitudinal y transversal, las guías sobre las que se deslizan son templadas y rectificadas con una dureza del orden de 450 HB. Estas guías tienen un sistema automatizado de engrase permanente.
Los husillos de los carros son de bolas templadas y rectificadas asegurando una gran precisión en los desplazamientos, estos husillos funcionan por el principio de recirculación de bolas, mediante el cual un tornillo sin fin tiene un acoplamiento a los respectivos carros. Cuando el tornillo sin fin gira el carro se desplaza longitudinalmente a través de las guías de la bancada. Estos tornillos carecen de juego cuando cambian de sentido de giro y apenas ofrecen resistencia. Para evitar los daños de una colisión del carro con algún obstáculo incorporan un embrague que desacopla el conjunto y detiene la fuerza de avance.
Cada carro tiene un motor independiente que pueden ser servomotores o motores encoder que se caracterizan por dar alta potencia y alto par a bajas revoluciones. Estos motores funcionan como un motor convencional de Motor de corriente alterna, pero con un encoder conectado al mismo. El encoder controla las revoluciones exactas que da el motor y frena en el punto exacto que marque la posición programada de la herramienta.


Portaherramientas





El torno CNC utiliza un tambor como portaherramientas donde pueden ir ubicados de seis a veinte herramientas diferentes, según sea el tamaño del torno, o de su complejidad. El cambio de herramienta se controla mediante el programa de mecanizado, y en cada cambio, los carros retroceden a una posición donde se produce el giro y la selección de la herramienta adecuada para proseguir el ciclo de mecanizado. Cuando acaba el mecanizado de la pieza los carros retroceden a la posición inicial de retirada de la zona de trabajo para que sea posible realizar el cambio de piezas sin problemas. El tambor portaherramientas, conocido como revólver, lleva incorporado un servomotor que lo hace girar, y un sistema hidráulico o neumático que hace el enclavamiento del revolver, dando así una precisión que normalmente está entre 0.5 y 1 micra de milímetro. Las herramientas tienen que ser ajustadas a unas coordenadas adecuadas en un accesorio externo a los tornos de acuerdo con las cotas que indique el programa. En la mayoría de los casos se trabaja con plaquitas intercambiables de metal duro, con lo cual, cuando se necesita reponer la plaquita, no hace falta desmontar el portaherramientas de su alojamiento.


UCP (Unidad central de proceso)



La UCP o CPU es el cerebro de cálculo de la máquina, gracias al microprocesador que incorpora. La potencia de cálculo de la máquina la determina el microprocesador instalado. A cada máquina se le puede instalar cualquiera de las UCP que hay en el mercado, por ejemplo: FAGOR, FANUC, SIEMENS, etc. Lo normal es que el cliente elige las características de la máquina que desea y luego elige la UCP que más le convenga por prestaciones, precio, servicio, etc.
Las funciones principales encomendadas a la UCP es desarrollar las órdenes de mando y control que tiene que tener la máquina de acuerdo con el programa de mecanizado que el programador haya establecido, como por ejemplo calcular la posición exacta que deben tener las herramientas en todo el proceso de trabajo, mediante el control del desplazamiento de los correspondientes carros longitudinal y transversal. También debe controlar los factores tecnológicos del mecanizado, o sea las revoluciones del husillo y los avances de trabajo y de desplazamiento rápido así como el cambio de herramienta.
Por otra parte la UCP, integra las diferentes memorias del sistema, que pueden ser EPROM, ROM, RAM y TAMPON, que sirven para almacenar los programas y actuar como un disco duro de cualquier ordenador.
Como periférico de entrada el más significativo e importante es el teclado que está instalado en el panel de mandos de la máquina, desde donde se pueden introducir correcciones y modificaciones al programa inicial, incluso elaborar un programa individual de mecanizado. Hay muchos tipos de periféricos de entrada con mayor o menor complejidad, lo que si tienen que estar construidos es a prueba de ambientes agresivos como los que hay en los talleres.
Como periférico de salida más importante se encuentra el monitor que es por donde nos vamos informando del proceso de ejecución del mecanizado y podemos ver todos los valores de cada secuencia. También podemos controlar el desplazamiento manual de los carros y demás elementos móviles de la máquina.

          El control numérico computarizado   

El primer desarrollo en el área del control numérico por computadora (CNC) lo realizó el inventor norteamericano John T. Parsons (Detroit 1913-2007) junto con su empleado Frank L. Stulen, en la década de 1940. El concepto de control numérico implicaba el uso de datos en un sistema de referencia para definir las superficies de contorno de las hélices de un helicóptero. La aplicación del control numérico abarca gran variedad de procesos. Se dividen las aplicaciones en dos categorías: las aplicaciones con máquina herramienta, tales como taladrado, fresado, laminado o torneado; y las aplicaciones sin máquina herramienta, tales como el ensamblaje, trazado, oxicorte, o metrología.
El principio de operación común de todas las aplicaciones del control numérico es el control de la posición relativa de una herramienta o elemento de procesado con respecto al objeto a procesar. Al principio los desplazamientos eran de punto a punto, y se utilizaban básicamente en taladradoras. La invención de las funciones de interpolación lineal y circular y el cambio automático de herramientas hizo posible la construcción de una generación de máquinas herramientas con las que se taladra, rosca, fresa e incluso se tornea y que han pasado a denominarse centros de mecanizado en lugar de fresadoras propiamente dichas.

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Sheet 4 - Heart check lists (long and short), date covers, bill due stickers (2), daily habit trackers (2), weekly hydration tracker, page flags, and weekend banner - functional sheet
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Sheet 6 - "little things" icon headers OR deco (pending kit design)


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          Ossature nascoste   
Le ossa, dicevo, sono la parte di me che avrà più lunga vita.
Ed è quindi sullo scheletro che mi impongo di lavorare, non sulla ciccia, che è la prima ad andarsene.
Tempo fa, mentre durante una sessione di yoga alzavo il culo per eseguire un SetuBhanda asana, realizzai che se a consentire il movimento erano i muscoli, ad eseguirlo era in realtà la struttura ossea, cioè lo scheletro. In realtà non alzavo il culo, inteso come glutei, ma i glutei servivano solo a far alzare le ossa del bacino.


Lo so, un'Illuminazione da 1a elementare.
Però, in qualche modo fu davvero un'Illuminazione.
Chiunque è bravo a percepire il proprio corpo come pelle e muscolatura, ma scommetto che pochi hanno percezione del proprio scheletro mentre è in movimento.
Sono le giunture che ruotano e si piegano: e sono le ossa quelle su cui poggiano mani, piedi e bacino: senza le ossa non sapremmo nemmeno dell'esistenza dei dinosauri.
I muscoli sono importanti, certo, fosse altro che per l'effetto ammortizzatore.
Poi, ci pensate?
Dal momento della nascita a quello della vecchiaia le ossa si allungano e crescono, ci portano a spasso, ci consentono acrobazie di cui andiamo fieri mentre lentamente iniziano a diventare fragili fino a rischiare di rompersi in vecchiaia, costringendoci magari a una sedia fino al momento in cui verranno riallineate nello stesso eterno Savasana che ci ha conservato intatto Oetzi.
Spesso ci perdiamo sull'importanza di coltivare un'"interiorità", intesa come una sorta di alien che non sappiamo né cos'é né dove esattamente si trovi mentre la più solida "interiorità", quella a cui per la maggior parte del tempo non prestiamo attenzione, è lo scheletro, sono le ossa che ci portano a spasso ma ci sorreggono anche mentre siamo seduti, è la struttura fondamentale che regge tutto l'àmbaradàn che curiamo, laviamo, profumiamo, deodoriamo, depiliamo, incremiamo, vestiamo perché è la parte più immediatamente visibile a noi stessi e al mondo.
Delle ossa non frega niente a nessuno, siamo tutti occupati con l'esteriorità.

Si dice: "Prenditi cura di te", e tutti giù a pensare a robe spirituali, a robe ultrasensibili e psico-junghiane.
Dimenticando una cosa basica: prendersi cura di sé è prendersi prima di tutto cura del proprio corpo. Che è muscoli, pelle e organi vari ma è soprattutto ossa, base solida senza la quale non ci sarebbe ciccia di cui prendersi cura.

Mettiamo poi che fra tremila anni qualche futuro viaggiatore del tempo inciampi un un'asperità del cemento di cui sarà ricoperto ogni centimetro di terra, e cada.
Incazzato, vorrà capire chi non ha livellato bene, magari inizierà dalla gettata di cemento e da lì potrebbe scavare per andare "a fondo" della causa di quella caduta accidentale (sì, c'é gente che nel futuro non avrà niente di meglio da fare).
E scava oggi e scava domani, finirà che ritroveranno le mie ossa ancora lì, belle al punto da brillare al sol dell'avvenir.
Che figura ci farò se mi ritroveranno con una clavicola incrinata per via di notti a dormirci sopra persa nei miei sogni? E del mio collo, più volte accidentato e per questo con un paio di vertebre non proprio alllineate, che ne diranno?
Ve lo dico io, che diranno: diranno che sarò anche stata brava a curare la mia "interiorità" intesa come psico-junghianità, ma che con l'unica interiorità che contasse qualcosa per i posteri lasciavo parecchio a desiderare.
Diranno che si fa presto a far del proprio corpo un corpo psicanalitico, che a forza di delirare sui massimi sistemi si finisce per dimenticarsi dell'ABC dell'esistenza, che prima di ogni dieta Zona e prima delle mie asana da saltimbanco, avrei dovuto curare le mie ossa, visto che quelle potevano essere ritrovate e quindi viste anche dopo qualche centinaio di anni.
Vi estendo il consiglio che sto rifilando a me stessa: abbiate cura del vostro scheletro, prima di perdervi con la mente a sognare una vita diversa su Papalla.
Star con i piedi per terra vuol dire almeno sapere quante ossa ha un piede e aver cura dei talloni d'Achille che vi potrebbero tradire quando meno ve lo aspettate.
Anche dopo che voi sarete volati mille volte col pensiero lì, sul Pianeta dei Mille Pensieri, le vostre ossa silenti resteranno qui in attesa del futuro che verrà. Meritano il vostro affetto e il vostro rispetto più del disquisire sulla sovranità quando non ne avete una nemmeno sullo scheletro che continuate a pensare dentro a un armadio.
Siete voi, l'armadio. Sapevatelo.
E quando,, fra 2/300 anni di sovranità non fregherà più nulla a nessuno e gli euro si troveranno sperduti in vecchi cassetti a fare la muffa, a contare sarà solo lo stato in cui ritroveranno le vostre ossa semi-immortali.
Dedicategli un pensiero e siate gentili con loro.



          Cine: "La muerte de Marga Maier" suspenso en un más qu digno policial   
La muerte de Marga Maier. Dirección:  Camila Toker. Guion: Camila Toker, Anne Sophie Vignolles. Música: Fernando Tur. Fotografía: Ben Battersby. Reparto: Mirta Busnelli,  Ivo Müller,  Luis Machín, María Inés Aldaburu, Alberto Suárez, Julián Infantino, Walter Jakob.  Pilar Gamboa .Argentina, 2016. 95 minutos

               
El  policial representa uno de los mejores  momentos  del cine argentino. Se inició durante los años treinta y se afianzó en las décadas siguientes. Mezcla de neorrealismo italiano y filmes norteamericanos, con una fotografía de fuerte influencia expresionista alemana, generaron un producto digno,  de buena competitividad  internacional.

En general se trata de adaptaciones de la literatura, en especial Roberto Arlt y Horacio Quiroga, Borges  y Bioy Casares. En el policial argentino, en general, se puede afirmar que no existen, entre los personajes centrales, policías (no es el caso de “La muerte de Marga Maier”). Es la lucha entre el bien y el mal y una vuelta de tuerca sobre el género de suspenso. Ambos , policial y suspenso, dan un vuelco interesante en el  siglo XXI. Y. en este contexto se ubica “La muerte de Marga Maier” de Camila Toker.

Un brasileño llega a Punta Indio cuando el cadáver de una señora local, Marga Maier, es encontrado en las orillas del río, tras una fuerte sudestada. No es una muerte natural.  El cuello aparece con un corte profundo que el forense no duda en diagnosticar como hecho con una piedra filosa.  De inmediato, se transforma y, el recién llegado, pasa a ser  sospechoso.   

El crimen sorprende a Julia, apenas arribada y heredera de la estancia administrada por la difunta. En todo Punta Indio se reaviva el rumor sobre el diamante desaparecido y el alcance de su maldición.

 A pesar de que el asustado asesino confiesa el crimen, mantiene un secreto sobre el paradero de su arma. Todo el mundo comienza a creer en la  leyenda del  diamante maldito, y de ahora en adelante mostrará  que el objetivo es conseguirlo.

Camila Toker  conoce Punta Indio, el lugar de filmación. De hecho tiene una vivienda en el lugar: “Nos alucinamos con el lugar” al que llega, junto a su familia,  cada fin de semana. Durante la década del 70, esas  orillas conocieron  algunos cuerpos. Ese fue el tema inspirador del policial. Camila ya había filmado “Upa! Una película argentina” y “Ramanegra”. Formada, como actriz,  en el estudio de Ricardo Bartís, estudió dirección artística en la Escuela de Arte Escénico de Saulo Benavente y dirigió el cine en la Universidad del Cine.

“La muerte …” es una  obra de suspenso interesante, con más que aceptables actuaciones y que muestra algo distinto y valorable en la cinematografía argentina.

          Arte: El Centro Cultural Recoleta presenta la programación de julio y agosto   

En julio y agosto, el Centro Cultural Recoleta contará con una programación que incluye muestras internacionales, conciertos, obras de teatro y danza, películas, charlas con directores, fiestas literarias, recitales, visitas rapeadas, óperas experimentales, conversaciones con artistas, salas de lectura, de dibujo y juego.

Además, del 15 al 31 de julio, entre las 15 y las 18 h, el Recoleta abre un portal a la creatividad e imaginación con actividades gratuitas para chicos y grandes. Talleres, obras de teatro, películas, conciertos en la terraza, cuenta cuentos, fabricación de robots, maratones de dibujo, visitas rapeadas a las muestras y mucho más.
TEATRO Y DANZA
Satori (Nada es real) Sobre textos de Mario Levrero con dirección de Julieta Vallina. Un hombre realiza la última etapa de un viaje metafórico desde la subjetividad hacia un espacio real no menos subjetivo y pesadillesco. Funciones: sábados de julio y sábado 5 de agosto, 17 h. Domingo de julio, y domingo 6 de agosto, 21 h.

Mís días sin Victoria con texto y dirección de Belén Arena. MDSV es un banquete performático del diario personal de Belén Arena: “Mis días sin Victoria es un diario que escribí para salvarme, de una obra que nunca hice porque me enamoré de la intérprete, del viaje a Santa Teresita que hice con ella, del mes en que me dejó, de mis intentos de muerte." Funciones: sábado 1 de julio y sábado 26 de agosto, 21 h. Domingo 13 de agosto, 21 h. Recomendada para mayores de 18 años.

Casa Kynodontas con interpretación y dirección de Daniel Antonio Corres, Abril Lis Varela, Emmanuel Palavecino, Brenda Boote Bidal y Franco Bertolucci. Casa Kynodontas, un lugar hermético, con sus propias y arbitrarias reglas, custodiado por el enorme boxeador que acecha detrás de la puerta. Funciones: jueves de julio y jueves 3 y 10 de agosto, 21 h. Viernes de julio y viernes 4 de agosto, 21 h.

La Niña Helada (ópera experimental) con música, dirección artística y producción de Patricia Martínez y texto de Mariano Saba. Ante la enfermedad de su pequeña hija, un padre decide apelar a un procedimiento de criopreservación para evitar la muerte de su cuerpo y esperar la cura del mal. Inspirada en una historia real, la ópera resquebraja sus propios cimientos y se pregunta por la supervivencia más allá de lo tangible. Funciones: sábado 8, 15, 22 y 29 de julio y sábado 5 de agosto, 21 h. Domingo 9, 16, 23 y 30 de julio y domingo 6 de agosto, 17 h.

Dios con dramaturgia y dirección de Lisandro Rodríguez. Una capilla devenida teatro. La reconstrucción del presente. La precariedad e inconsistencia de una escena que agoniza y que al mismo tiempo se redime en su fragilidad. Cuando la actuación no basta ni nos pertenece, recurrimos a Dios. Funciones: sábado 26 de agosto, sábado 2 y 9 de septiembre, 17 h. Domingo 27 de agosto y domingo 3 y 10 de septiembre, 21 h. Recomendada para mayores de 18 años. FIBA

Los Huesos con dirección de Leticia Mazur. Sustancia primera y final del cuerpo, los huesos pueden ser un punto ciego por donde espiarnos. Tanto la mirada que está en nuestras manos como la que está lejos de nuestros ojos, constituyen la noción de identidad. Cuando la observación minúscula y el elogio de la presencia parecen escabullirse, nos preguntamos cómo crear nuevas formas de vincularnos y de experimentar la libertad. Funciones: jueves 24 y 31 de agosto, 21 h. Viernes 25 de agosto, 21 h. Jueves 7 de septiembre y viernes 1 y 8 de septiembre, 21 h. FIBA

Mis documentos con curaduría y concepto de Lola Arias. Después de cuatro años consecutivos en el Cultural San Martín, Mis documentos vuelve con nueva sede y formato. Artistas provenientes de distintas disciplinas presentan por única vez una conferencia performática sobre una investigación personal, una experiencia radical, una historia que los obsesiona secretamente. Tres únicas funciones: miércoles 30 de agosto, 20 h y miércoles 6 y 13 de septiembre, 20 h. Capilla. Gratis. Con retiro de entrada 1 h antes por boletería.

Entradas: $120. Compra on line en centroculturalrecoleta.org o en la boletería del Centro Cultural Recoleta. Promoción 2x1 para menores de 30 años en boletería. Sala: Capilla.

En la sala Villa Villa continúa Fuerza Bruta. Una experiencia que despierta los sentidos y produce una exploración de felicidad brutal. Miércoles a domingo. Sala Villa Villa. Entradas por ticketek.com.ar o en el Centro Cultural Recoleta.

CINE

Journal de France. Viajando solo, Depardon pasó seis años capturando Francia con una cámara de gran formato. Un retrato único de un país y sus paisajes.
Dirección y guión: Raymond Depardon y Claudine Nougaret.
Miércoles 5 de julio, 20 h.

Les Habitants"Voy a conducir a lo largo de Francia, de Norte a Sur. Planeo detenerme frente a casas, negocios, edificios municipales. Voy a conocer a la gente de Francia, a escuchar lo que tienen para decir. No voy a hacer preguntas. Los voy a dejar tomarse su tiempo, reunir sus pensamientos y hablar como quieran. Voy a invitar a gente a la que recién conozca a un estudio móvil para conversar, sin restricciones, con absoluta libertad." R.D.
Dirección y fotografía: Raymond Depardon.
Miércoles 12 de julio, 20 h.

Casa Coraggio. Sofía viaja de La Plata a Los Toldos, su pueblo natal. Durante su estadía ayudará a su padre enfermo en los trabajos fúnebres que realiza Casa Coraggio, la empresa familiar.
Dirección: Baltazar Tokman.
Viernes 7, 14, 21 y 28 de julio, 21 h.

Implantación. Lugano I y II hoy es un lugar repleto de señales y recorridos que sus ideólogos dejaron programados para siempre.
Dirección: Lucía Salas, Sol Bolloqui y Fermín Acosta.
Sábado 1, 8, 15, 22 y 29 julio, 20 h.

Shalom BombonSofía, una joven fotógrafa argentina, es invitada a pasar diez días en Israel con un grupo de treinta jóvenes durante el conflicto en Gaza.
Dirección y guión: Sofía Ungar.
Domingos 2, 9 ,16, 23, 30 de julio, 19 h.

Los Globos. Luego de pasar dos años de rehabilitación, César trabaja en una pequeña fábrica de globos en los suburbios de Buenos Aires.
Dirección y guión: Mariano González.
Viernes 4, 11, 18 y 25 de agosto, 21 h.

Vuelo Nocturno. Una serie de audios que Antoine de Saint-Exupéry le envió al cineasta Jean Renoir durante 1941, son el punto de partida para reconstruir una relación amorosa.
Dirección y guión: Nicolás Herzog
Domingos 6, 13, 20 y 27 de agosto, 19 h.

Chacabuco. Claudia es una adolescente que tiene que convivir durante un verano con su padre, después de estar separados quince años.
Dirección y guión: Florencia Tolchinsky y Lucía Roño.
Sábado 5, 12, 19 y 26 de agosto, 20 h.

Entradas $50. Compra on line en centroculturalrecoleta.org o en boletería / 2x1 para menores de 30 años solo en boletería.

ARTES VISUALES
Un momento tan Dulce & Francia, del fotógrafo y cineasta francés Raymond Depardon.
Curaduría: Hervé Chandès.
Hasta el 20 de agosto.
Salas Cronopios, J y C.

Imágenes Expandidas 
La obra fotográfica de Esteban Pastorino interpela y experimenta las diversas posibilidades de elaboración de espacio y tiempo, visualidades y figuras. Cada una de las instancias visuales exploradas se apoya en principios técnicos y ópticos que expanden los límites del arte.
Artista: Esteban Pastorino.
Curaduría: Julio Fuks.
Inaugura: 11 de Julio.
Hasta el 10 de septiembre.
Salas 3, 4 y 5.

Lxs Pierri 
Lxs Pierri propone navegar la historia de la pintura de casi un siglo tomando como columna vertebral la obra de tres artistas: Orlando (1913-1991), Duilio (1954-) y Tiziana (1984). Abuelo, padre e hija. A partir de un caso extremadamente particular se invitará al espectador a un panorama de las producciones pictóricas del pasado cercano.
Artistas: Orlando Pierri, Duilio Pierri y Tiziana Pierri.
Curadora: Laura Ojeda Bär.
Inaugura: 11 de Julio.
Hasta el 1 de octubre.
Sala 7.

Autómatas 
La exhibición propone una re-actualización de los antiguos Autómatas, convirtiéndolos ahora en artistas programados para rellenar aplicaciones a becas y concursos. Buscando reflexionar sobre las consecuencias de la profesionalización del arte.
Artistas: Martín Farnholc Halley y Tobías Dirty. Colectivo Urgente.
Inaugura: 11 de Julio.
Hasta el 1 de octubre.
Sala 8.

MÚSICA
Pachamama cósmica. Un encuentro en el que la música de raíz y sus fusiones se vinculan con distintas expresiones artísticas. Un ritual donde el ritmo, el dibujo, la danza y el arte contemporáneo se funden en una ceremonia celebratoria. En julio se presenta Bruno Arias y en agosto, llega la alquimia ancestral y futurista de Barbarita Palacios. 19 h, Patio del Aljibe. Entrada libre y gratuita.

Jueves 27 de julio: Bruno Arias + invitados
Jueves 31 de agosto: Barbarita Palacios + Lagartijeando (Dj), Metabombo (Performance) + Puesta Visual: Matapixels.

Radar Música. Todos los miércoles, las nuevas bandas se reúnen con figuras de la música independiente en la Capilla del Recoleta. Entrada libre y gratuita. Las entradas se retiran desde las 18 h, hasta llenar la capacidad de la sala.

Miércoles 5 de julio: Candelaria Zamar + Tani + Trostrigo
Miércoles 12 de julio: Cactus de Rosa + Oesterheld + Lumens
Miércoles 19 de julio: Marina Fages y Chicas de humo + Las trampas + La venganza de cheetara
Miércoles 26 de julio: 107 faunos + Joint Ravolta + Ella nada todos los estilos
Miércoles 2 de agosto: Pablo Grinjot + La Parsifónica
Miércoles 9 de agosto: Ó + Clara Cantore + Nativos Mutantes
Miércoles 16 de agosto: Los Andes + Mermelada de Morcilla + Manu Hattom y la joven pandilla del Oeste
Miércoles 23 de agosto: Agathe Cipres + Natalia Ponso + Lupe Sendra
Miércoles 30 de agosto: Lucas Martí + Galean + Yois (Especial Patio del Aljibe)

Cultura Hip hop. Todos los sábados a la tarde, la Cultura Hip Hop reside en el Recoleta. Música, arte urbano, rima y baile en este espacio de encuentro, entrenamiento, formación y exhibición para los jóvenes cultores de la doble H y los 4 elementos que la conforman: rap (poesía), turntablism (DJs), breakdancing (baile) y graffiti (pintura). Jóvenes artistas comparten conocimientos, escenario, pista de baile, bandejas y murales de la mano de la crew residente Fuera de Límite Clan. Patio del Aljibe y sala 6. Entrada libre y gratuita. Talleres + Conocimiento + Exhibición + Entrenamiento libre de las danzas sociales.

LITERATURA
Bondis. Tres ciudades. Un colectivo. Escritores de Rosario, Santa Fe y Buenos Aires producen juntos y se suben a este viaje. Bondis es un ciclo de lectura colectiva y visuales que nos transporta a un recorrido literario de la inter-urbanidad. Jueves 13 de Julio, 18.30 hSala B (Primer piso). Gratis.

Visuales: Maite Brunswig, Clarisa Balocco, Betania Balocco.
Textos y lecturas: Yamila Yabale, Ma. Victoria Rittiner Basaez, Rafael Sevilla, Sofía Storani, Pilar Cabré, Debora Hadges, Gianluca Zonzini, Martina Leunda, Ciro Korol.

Este es nuestro fuego. Una nueva experiencia de Cerca de ti, el ciclo que reúne artistas performáticos de distintas disciplinas. Por una noche, poetas, bailarines y dibujantes se mezclan entre el público para recitar, bailar y dibujar sin un escenario. Viernes 4 de agosto, 18.30 h, Dirección: Francisco López Rivarola. Gratis.

PROYECTOS EN COLABORACIÓN
Ciclo de cortos / cinecorto.org
Plataforma de cortos latinoamericanos abierta, gratuita y colaborativa. Reúne y cataloga desde estrenos a cortos vintage, promoviendo su exhibición en espacios culturales y educativos, y otorgando premios a sus realizadores. Además, brinda información sobre festivales, recursos, formación y noticias, conectando a personas e instituciones interesadas en el corto latinoamericano, e invitándolos a compartir sus proyectos y experiencias. Sus contenidos se pueden disfrutar online en cualquier lugar del mundo. Martes 4, 11, 18,19 h. y el martes 25 de julio, 15.30 h. Gratis. Retiro de entrada una hora antes por boletería

DRAP ART – Primer festival internacional de reciclaje artístico de Buenos Aires
El Primer Encuentro Drap Art de Buenos Aires reúne artistas nacionales e internacionales que encuentran en los residuos urbanos la materia prima para desarrollar su arte. A través de una exposición colectiva (Drap Art -  Nada desaparece, todo se transforma) y talleres participativos, Drap Art nos invita a la reflexión y a consumir de forma más responsable internalizando las tres “R” reducir, reutilizar reciclar. Utiliza el reciclaje creativo como una herramienta para apoyar la transformación en la sociedad, generando hábitos de consumo más responsables, además del respeto por el medio ambiente y las personas que viven en él. Del 14 al 20 de julio. Muestra: Sala 6.

¡MÁS!
Clave 13/17, un espacio pensado por y para chicxs de 13 a 17 años:
En octubre llega a la ciudad Clave 13/17 – El festival, la primera fiesta cultural ideada y realizada por chicxs. Del 23 de julio al 13 de agosto los chicxs podrán inscribirse en las convocatorias abiertas y formar parte del festival. Como anticipo al festival, los domingos 23 y 30 de julio, de 17 a 20 h, y el domingo 6 de agosto, de 15 a 19, habrá actividades, libres y gratuitas, pensadas especialmente para los chixs: música, debates, juegos, charlas, y mucho más.

Talleres. Apertura de inscripción 4/7 - Inicio 8 de agosto:
Actividades originales diseñadas por creadores y artistas que inspiran la creatividad, el vínculo con las artes y la experimentación. Los Talleres para adolescentes son gratuitos. También hay becas para mayores de 18 años.

Museo participativo de ciencias:
Juegos sin restricciones. Un espacio único en Buenos Aires para que los chicos se expresen en libertad y puedan aprender a través del juego.

ESPACIOS DE ENCUENTRO
Espacio de lectura. Una sala y un patio diseñados para leer, estudiar, escribir, compartir lecturas y actividades alrededor de la pasión por la literatura. Cada estación se invita a escritores y lectores a recomendar libros que van construyendo el catálogo del Recoleta.

Espacio de dibujo. Un ambiente creado para desatar el placer de dibujar. Mesas modulares, paredes convertidas en lienzos y ventanales gigantes en un estudio abierto. Clases magistrales, encuentros con ilustradores, tienen cita cada mes.

Entrar en juego. Ambientada con la estética pictórica de Inés Raiteri, la artista retoma la abstracción geométrica de la arquitectura circundante, donde la sala presenta un diseño específico para comunicarse con distintas instancias de juego. Hamacas sonoras, juegos de mesa, laberintos de hilos que transportan a un universo de juego y fantasía.

Más la terraza del Recoleta, Patios, Pasaje del Tilo, Bar y Foodtruck Logia.
Horarios del Recoleta: martes a viernes, de 13.30 h a 22 h. Sábados, domingos y feriados de 11.30 h a 22 h. Lunes cerrado.
Sobre el Recoleta:
Grandes muestras, ciclos, fiestas culturales, clases maestras, laboratorios experimentales, talleres masivos, residencias creativas, convocatorias para la creación, líneas de formación para adolescentes, retrospectivas, experiencias abiertas, happenings literarios, performances colectivas y recitales del indie actual, intervenciones visuales en los patios del centro son algunas de las acciones que buscan transformar al Recoleta en un territorio cultural multidisciplinario.

          Cine: "Después de la tormenta" No todo el mundo puede convertirse en lo que desea ser    
Después de la tormenta. Titulo original: mi yori mo mada fukakuaka .Guion y Dirección: Hirokazu Koreeda (AKA Hirokazu Kore-eda). Música: Hanaregumi. Fotografía: Yutaka Yamazaki. Reparto: Hiroshi Abe,  Kirin Kiki,  Yôko Maki,  Lily Franky,  Isao Hashizume,  Sôsuke Ikematsu, Satomi Kobayashi,  Taiyô Yoshizawa. Japón. 2016, 117 minutos.
 Ryota – que en su adolescencia fue un prometedor escritor- llega a su madurez a los tumbos. Divorciado de  Kyoko, ve a su hijo una vez por mes  y gasta todo el dinero que gana -  como pedestre detective privado que sigue a parejas infieles – en las carreras  por lo que no  paga la pensión alimentaria de su hijo, de 11 años, Shingo. Un  día un tifón, de los centenares que azotan Japón,  obliga a toda la familia a pasar una noche juntos. Y ahí harán balance de sus cuentas pendientes.
 “Después de la tormenta” se abre con una secuencia simple: una madre y su hija hablan de dos figuras ausentes: el padre difunto (al que la madre no extraña ni un poco)  y el hermano  divorciado; ambos conforman prototipos masculinos de fracasos. Así se estructura un relato breve que abre la puerta de “una historia que es”, “no que recién empieza”. Porque, de lo que se trata, es de las relaciones familiares; una anciana madre, un hijo que no sabe hacia dónde ir y una ex esposa que encuentra un camino. Todo bajo el paragua del fracaso familiar, profesional, económico y sentimental.
La cámara sigue a un hombre de unos cuarenta años, una buena persona aun cuando es capaz de robar a su propia madre (y ella es cómplice con su silencio), que en cuanto gana algo, lo apuesta con la intención de doblar el dinero y, lo que obtiene, es perderlo todo. Así, como en el juego, le fue en su matrimonio.
Hirokazu Kore-eda confecciona un cine a medida, para ser visto de manera  transparente, confiando en la comunicación de los diálogos escuetos, en la relación de cuerpo – espacio; estrecheces físicas, económicas y existenciales; como si la vida se hubiera comprado en alguna rebaja y se quisiera vender como si estuviera de moda.  Así la matriarca – viuda (Kiki, una abuela con una capacidad inmensa de segunda oportunidad, que vislumbra las ventajas de la madurez, con gran sentido del humor  y que actuó en todas las películas de Kore- eda) , el  ludópata  hijo ( al que su madre enseña lo perverso que puede ser mirar siempre para atrás o apostar a las incertidumbres del futuro dejando de lado lo único concreto, el presente)  junto a su retoño y su ex mujer se reúnen, en un paso de drama-comedia, en un ballet de primeras figuras.
Hirokazu Kore-edaes en el cine japonés actual uno de los grandes observadores de la familia, las relaciones paterno- filiales y el peso de la educación , la convivencia con la separación de los padres, la reunión familiar como ámbito para la explosión emocional y la reconciliación haciendo, de este modo, de esta  su película más personal. "Después de la muerte de mi padre, mi madre decidió irse a vivir sola a un complejo residencial". "Cuando fui a visitarla pensé que algún día me gustaría rodar una historia acerca de esa urbanización. Lo primero que me vino a la cabeza fue una escena en la que alguien pasea entre los edificios rodeados de una hierba maravillosa después del paso de un tifón. Cuando era niño recogía ramas de los árboles caídos camino del colegio. Todavía recuerdo la belleza de la hierba después de la tormenta".
Todo empezó en el guion. Escribió, sin darse cuenta,  que "no todo el mundo puede convertirse en lo que desea ser". Y después flota el interrogante: ¿en una realidad sin esperanza, como es posible deshacerse de los sueños? Y parece que la respuesta es “no podemos remediar lo hecho pero si lo que está por hacerse”.
El tiempo no se puede recuperar y es imposible hacer girar las agujas para atrás. Sin embargo, el alma del individuo alcanza su dimensión en un ámbito familiar dejando al descubierto los dos tifones; el interior que muestra en carne viva cada detalle emocional y el exterior que los reúne, bajo un mismo techo, esperando algo más que la reconciliación ante la posibilidad de formar nuevas relaciones,  capaces de redimir y recordar aquellas cosas que son importantes.

Si hay algo que deja “Después de la tormenta” es una humanidad a prueba de todo en una intimidad que traspasa la pantalla. Porque “no todo el mundo puede convertirse en lo que desea ser”. 

          Cine: "Mono con gallinas" Testimonio de costeros y serranos   
“Monos con Gallinas” Guion y Dirección; Alfredo León. Música: Sebastián Escofet. Fotografía: Daniel Avilés Escobar. Reparto: René Pastor,  Santiago Villacis,  Martha Ormaza,  Diego Naranjo,  Pamela Cortés, Bruno Odar,  Pietro Sibille,  Melania Urbina,  Alfredo Espinosa,  Enrique Veintimilla, Carlos Quito,  Paul Lalaleo,  Fabio Nieves,  Líder Medranda. Ecuador/ Argentina. 2013. 85 minutos.
El 5 de julio 1941 Perú acusó a Ecuador de invadir la provincia de Zarumilla.  Para Ecuador fue la excusa para obligar a firmar un Tratado de Límites.  El 31 de julio, Perú toma Puerto Bolívar con tropas aerotransportadas mientras Europa estaba inmersa en la Segunda Guerra.  Faltaban  meses para que Japón atacase Pearl Harbor y el conflicto se hiciera mundial. Mientras tanto, Perú tomó posesión de El Oro y parte de la provincia de Loja. Así el gobierno ecuatoriano suscribió un Tratado de Límites definitivo, teniendo como garantes a Estados Unidos, Brasil, Argentina y Chile. Ese es el trasfondo histórico de una película que, ambientada en 1941, no es de guerra aunque hable sobre sus estragos y consecuencias.
El film se refiere a la fuga de Jorge de su hogar y su participación en el conflicto. Es su vía de escape. Jorge es  un adolescente con pesimos vínculos familiares y mal estudiante. Tiene un amigo,  Bubo, un mecánico de tren,  que lo llama “patrón” porque Jorge sabe leer. Para él la guerra es el camino al reconocimiento.  Se  trata de dos clases sociales, pintadas  de modo condescendiente;  las clases bajas (los ferroviarios) permitirán el progreso de la sociedad y las clases medias o altas (hogar, escuela y poder militar), aseguraran la permanencia y continuidad social.
La guerra no admite hermanos; ni de sangre, ni de clase, ni costeños o serranos, ni de “monos” (aludiendo, de manera ofensiva, al mote que los peruanos daban a los ecuatorianos) ni de “gallinas” (manera en que los ecuatorianos se referían a los peruanos),  ni de países ni de nada.
La  tirantez entre “monos” y  “gallinas” no solo se refiere a dos regiones geográficas sino a sus estereotipos; la costeña (de confrontación) y la serrana (pasiva, observadora y despreocupada). Son dos sujetos históricos que no reconocen hermandad alguna aunque estén atados a un mismo destino.
El film “Monos con gallinas” decanta la idiosincrasia de un grupo humano.  Jorge sale de su hogar para ser un hombre nuevo y, eso, no puede hacerlo solo sino que necesita de un trabajador para entrar en el caos participando de  una guerra solitaria para tener un lugar en un país y en una patria.
El film comienza por el  final: el regreso de Jorge a casa donde su madre, al considerarlo muerto, no lo deja entrar. Cree que ve un fantasma. El Estado lo declaró muerto aunque represente el testimonio que Ecuador, a pesar de la perdida territorial y la rendición, no murió sino que  tiene una tarjeta de identidad nueva:  Jorge es la semilla de una nueva oportunidad. Es el adolescente que huyó y vuelve hecho hombre, maduro en medio de un conflicto que desconocía para asegurar la supervivencia del otro, de aquel que no consideraba su hermano.
Alfredo León presenta, de este modo, su opera prima filmada en 2010 en Quito y Puyo (Ecuador). Está basado en hechos reales. La historia  fue vivida por el tío abuelo de Alfredo, Jorge León Chávez, de 18 años que, sin planificación alguna, fue  soldado en el conflicto limítrofe contra Perú.  Fue detenido en Iquitos (Perú), por ocho o nueve meses. De esa detención nadie se enteró en las filas ecuatorianas y todos lo pensaron muerto.
El director  tiene un postgrado en guion de largometrajes de ficción de la Escuela de Cine de Cataluña (ESCAC) y una Licenciatura en Cine y Video de la Universidad San Francisco de Quito. Realizo varios cortometrajes de ficción y documentales. Actualmente trabaja en el guion de su segundo largo “Sumergible”.

En definitiva, tal como dijo Paul Valery “La guerra es una masacre entre gentes que no se conocen, para provecho de gentes que si se conocen pero que no se masacran”. Eso es, en el meollo, “Monos con gallinas”.

          Cine: "Una semana y un día" afrontando la pérdida de un hijo   
Una Semana y un Día. Titulo original: Shavua Ve Yom /One Week and a Day. Guion y Dirección: Asaph Polonsky. Música: Ran Bagno. Fotografía: Moshe Mishali. Elenco: Sharon Alexander,  Shai Avivi,  Evgenia Dodina,  Uri Gavriel,  Carmit Mesilati Kaplan, Tomer Kapon. Israel, 2016. 98 minutos   
El judaísmo tiene experiencia en el tema del alma de la persona para lo cual ideó un sistema sabio de períodos de duelo por el fallecimiento de un ser querido. La Shiva – que es el espacio en que ocurre en esta película- cubre los siete días que suceden al entierro. Es una etapa en la cual el ánimo está preparado para hablar de la pérdida, aceptando el consuelo de familiares, vecinos y amigos sin importar la relación que se tuviera con el difunto. Los familiares más cercanos no se afeitan. Usan  ropa rasgada.  Todo aquello que se hace tiene un solo objetivo: aliviar al enlutado.  Con el paso de los días, las visitas disminuyen y se intenta regresar a la normalidad porque el duelo no debe prolongarse.
"Una semana y un día", del israelí Asaph Polonsky, habla sobre un matrimonio que intenta caminar la Shiva de su hijo aprendiendo a convivir con el dolor de la perdida, descubriéndose  “el día después” y buscando  sentido a lo que queda por vivir.
Cuando Eyal (Shai Avivi) termina la semana de luto por su hijo de 25 años, muerto luego de una larga enfermedad;  su esposa le insta a volver a su rutina. Vicky (Evgenia Dodina) decide retomar sus clases en la escuela.  Eyal, angustiado, decide probar la marihuana, dedicarse a jugar al pin pon  con Zooler (Tomer Kapon), su vecino y compañero en la misma escuela que su hijo muerto,  intenta “fusilar” el tiempo para no pensar ni  enfrentarse a la realidad.  Eyal no puede llorar la perdida ni sabe cómo continuar. Le resulta imposible volver a lo cotidiano. No quiere ir a la tumba y falla hasta en la tarea de asegurar, a pesar de los reiterados pedidos de su esposa, la reserva de las parcelas contiguas en el cementerio para estar, en el mas allá, como estuvieron en la vida.
El matrimonio deberá recorrer las profundidades del infierno. Es imposible tomar atajos para cualquiera, máximo cuando de lo que se trata es de la pérdida de un hijo. Pero la vida se impone y a pesar que, hasta lo conocido, genera pánico,  cada uno intenta buscar nuevos ámbitos de tranquilidad y relaciones que ayuden a tomar distancia del doloroso pasado. Así el humor se hace un derivado de la historia y no un fin en sí mismo.
El director, Polonsky, nació en  Washington  (1983). Fue criado en Israel donde dirigió, escribió y produjo, de manera independiente, cortometrajes. Obtuvo múltiples becas.  En 2016, su primer largometraje “Una semana y un día” fue seleccionado para la Semana de la Crítica de Cannes.

Si bien no existe un modo de superar el dolor por la muerte de un hijo, se sabe que pasará aunque el amor es para siempre. Ese pesar es  cotidiano a lo largo de lo que queda de vida y es recordado en cada oportunidad, frente a cada acontecimiento del que forma parte a pesar de ya no ser.

          Cine: "Mi villano favorito 3" la construcciòn del hèroe o del villano   
Mi villano favorito 3.titulo original: Despicable Me.  Dirección: Kyle Balda,  Pierre Coffin,  Eric Guillon. Guion; Ken Daurio, Cinco Paul. Música: Heitor Pereira. Fotografía: Animation, Estados Unidos, 2017. 90 minutos.
La  tercera entrega de la saga está protagonizada por el villano más bueno y sus malos más divertidos.  “Mi villano favorito” es una película  de animación, una aventura familiar  diseñada para lucimiento de  sus personajes ( en especial los "Minions" – un spin off mundial que resultó un éxito-   que incentivan a Gru a volver a la maldad), la narración , el  ritmo y la entretención.  
Todo comienza con un tema recurrente en este tiempo: el despido. Gru está sin trabajo por haber dejado a escapar al super villano Balthazar Bratt, una estrella infantil de los ´80,  protagonista de una serie donde interpretaba a una mente criminal que utilizaba el  baile hip-hop, artes marciales y armas de alta tecnología. Pero, al crecer, lo perdió todo. Ese es el motivo por el cual crea el caos en el planeta. Está obsesionado por la fama y considera que, cometiendo delitos, se convertirá en villano famoso.  Gru se enfrentará a Balthazar Bratt (Trey Parker)   , un malvado que se mueve al son de “Bad” de Michael Jackson.
 Gru (Steve Carell)  - el malo más tierno del cine - se entera que tiene un hermano gemelo perdido desde hace tiempo llamado Dru (Steve Carell), con su llamativa melena rubia (Trump?¿)  y trajes blancos. Es un hombre rico, simpático y dueño de una granja. Por sus venas podría correr sangre despreciable con el cual comenzará una rivalidad mientras establecen lazos familiares. Lucy – la esposa de Gru-  que perdió su trabajo por defender a su marido, tratará de convertirse en la madre perfecta de Agnes, Margo y Edith. Y a la hora de las decisiones será la primera en empacar sus valijas  cuando Gru anuncia que tiene un hermano en Freedonia, y animará a sus hijas  a conocer la cultura de ese lugar.  Todo  cambiará cuando las pequeñas se extravían.
En “Mi villano favorito 3” los Minions tendrán su aventura propia.  Ingresaran a un lugar prohibido, siendo  capturados por la policía. Estarán  presos, con trajes a rayas y tatuajes.
 Dirigida por Pierre Coffin y Kyle Balda, y co-dirigido por Eric Guillon (los mismos de las entregas anteriores);  el guion fue escrito por Cinco Paul y Ken Daurio.
El cantante, compositor, productor y ganador de varios Grammy, Pharrell Williams, vuelve con  varias canciones  como  'Yellow Light', uno de los cinco  temas originales compuestos  para la película.

“Proteger y servir” hace a la condición de héroe. ¿Será Gru el que cumpla con la consigna?

          Cine: "El círculo" Un poco de "El Mundo Feliz" y otro poco "The Truman Show"   
EL CÍRCULO. Titulo original: The Circle. Dirección: James Ponsoldt. Guion: James Ponsoldt y Dave Eggers (novela). Fotografía: Matthew Libatique. Música: Danny Elfman. Edición: Lisa Lassek y Franklin Peterson. Intérpretes: Emma Watson, Tom Hanks, John Boyega, Patton Oswalt, Bill Paxton, Glenne Headly   Karen Gillan.Estados Unidos, 2017. 110 minutos
En un futuro, no tan lejano, el mundo digital nos invadirá. Entonces,  no habrá derecho al olvido, ni a hablar sobre burbujas tecnológicas, ni sobre vidas privadas ni sobre el uso de los datos personales. De eso trata “El circulo”.
Mae (Watson) trabaja en una empresa  tecnológica de avanzada donde 40 “sabios” establecen un decálogo basado en que "los secretos son mentiras", “compartir es querer” y la "privacidad es robo".
La  necesidad de transparencia no abruma a Mae y no tiene ningún impedimento en que una  cámara la siga a todas horas y  si, durante unos minutos, no da señales de presencia/transparencia, sus seguidores se volverán locos. Y eso incluye todo, menos su tiempo de sueño y de utilización del baño. Eso es así  hasta que, la misma Mae, se convierte en un personaje duro  de la era virtual, donde la maldad se trivializa y diluye.
En ese momento debemos saber que no seremos personas controladas ni por el placer ni por el dolor,  bajo el riesgo de destruir tanto lo que amamos como lo que odiamos.
Si “1984” de Orwell  hablaba sobre el terror político de la posguerra, “El círculo”  propone empezar a vivir sin computadoras ni móviles y a aprender a entender y sacar partido de los silencios y de lo  dicho.
 A medida que Mae progresa se siente alentada por el  fundador de la compañía, Eamon Bailey (Tom Hanks), a participar en un experimento innovador que pone en juego su  libertad personal. Así cada decisión comienza a afectar la vida y el futuro de sus amigos, familia y hasta el de la humanidad. Mae Holland no opone resistencia al culto al trabajo (eliminando el espacio de libertad personal).   Su  labor es  hacer visible lo invisible  y la comunicación total: cosas y personas, desde políticos a  escépticos (como Mercer, ex novio de Mae, humillado por su anti – tecnologicismo). Así se cae en las redes de la sumisión voluntaria bajo el vestido de un estado de bienestar.
Una vez avanzada la trama, el protagonismo cae en Kalden, el personaje mejor delineado,  ligado a “El Círculo”,  que conoce la evolución de la empresa  oportunidades y  riesgos. Kalden tratará de convencer a Mae de los peligros de la estructura.
Dave Eggers publicó “El circulo”  en 2013, el libro más vendido en Amazon durante ese año. Ahí ponía en evidencia una suerte de  comunismo de la información, con prácticas depredadoras, propias de las dinámicas capitalistas que permitía reconocer la era de la transparencia, las redes sociales y la comunidad virtual globalizada. Ese universo, en el cual se integrarían las corporaciones, pondría énfasis en la moral e imaginaba  un nuevo totalitarismo con gran poder de seducción. El director toma la  decisión de contrastar la vida exterior (en tonos apagados) de la vida comunitaria – empresaria con burbujas de texto invadiendo el plano.
A través de un innovador sistema operativo, “El Círculo” unifica direcciones de email, perfiles de redes sociales, operaciones bancarias y contraseñas de usuarios dando lugar a una única identidad. En la novela la empresa tecnológica tiene una solución: TruYou (mezcla de Google, Facebook, Apple y mucho más).

Después de todo, las especulaciones sobre un futuro en el que el Estado pueda ser robado una empresa hoy no resulta algo descabellado. 

          Cine: "Viene la noche" Un dilema    
Viene la noche. Titulo original: It Comes at Night. Guion y Dirección: Trey Edward Shults. Fotografía: Drew Daniels. Sonido: Kris Fenske. Edición:  Matthew Hannam / Edwards Shults. Reparto: Joel Edgerton,  Riley Keough,  Christopher Abbott,  Carmen Ejogo, Kelvin Harrison Jr.,  Griffin Robert Faulkner. Estados Unidos. 2017. 97 minutos.
“Viene de noche” es una película de terror, una historia sobre la muerte, el miedo y el arrepentimiento. Paul (Joel Edgerton) es un padre que vive en una casa de madera, abandonada, con su esposa Sarah (Carmen Ejogo). Ambos están siempre armados  y vigilantes.  Travis(Kelvin Harrison Jr.) de 17 años es hijo de ese matrimonio. Paul tiene un único propósito: hacer lo imposible para  proteger a su familia de una presencia enfermante, que les atemoriza desde el exterior, un contagioso  virus que  acaba con buena parte de la población mundial.   Su confianza se pone a prueba cuando otra familia desesperada, con una criatura pequeña,  les pide asilo. Primero llegará  Will (Christopher Abbott). Paul logra capturarlo e interrogarlo. Will  es un hombre que sólo quiere proteger a su esposa e hijo. Busca agua ya que alimentos tiene. Es el cuadro de dos familias diferentes: una de clase media,  suburbana  y arraigada a su ruralidad y, otra,  liberal, itinerante, cariñosos con su hijo pequeño y huyendo del caos neoyorquino.
A pesar de las mejores intenciones  la paranoia y la desconfianza florecen mientras los horrores se acercan. Todos tienen una consigna que deben respetar a rajatablas: nunca salir de noche (por temor a que la infección y la muerte toquen la puerta). Es una referencia a la salvaguarda de la familia, la tolerancia cero y el miedo al otro (cualquier asociación con la realidad es mera coincidencia). Tal vez, si el ojo fuese demasiado obsesivo, no es sino un paralelo con la situación en Estados Unidos bajo la era Trump,  con sus temores a  la contaminación cultural o física,  algo parecido a lo que  se vive en el mundo con el fenómeno de los migrantes.
Desde la primera escena, Paul y Travis salen de la casa, con una máscara de oxígeno. Sacan al abuelo de Travis de la casa. Está enfermo. Caminan por un sendero donde ya se cavó una fosa. Ahí se dejará a ese pedazo de historia, quemándolo y enterrando sus restos.
Las imágenes captadas por el director de fotografía Drew Daniels (Krisha, 2015), son magníficas. Basándose en la oscuridad, no pocas veces solo vemos luz proveniente de una linterna de bolsillo colocada en el extremo de una pistola, creando mayor incertidumbre. Pero no es solo la fotografía sino, también, el diseño de producción, efectos de sonido y banda sonora, los elementos que se utilizan para mostrar al torturado Travis por el miedo que es  peor que la muerte.
Travis es una persona en proceso de aprendizaje. Observa las señales de los que lo rodean, incluido su propio padre. Sus  luchas  son pesadillas confirmadas por la advertencia que “no se puede confiar en nadie más que en la familia”. Edgerton se esfuerza por ser buen marido, padre y modelo para su hijo pero, cuando  Travis cuestiona  su poder, y la presencia de Will y Kim socavan ese territorio, a Paul le invade la paranoia.
Shults optó por no revelar toda la historia; no sabemos qué le ocurrió a la sociedad  y a las víctimas.  Y ahí está la pintura de  Brueghel que puede dar una respuesta. “El Triunfo de la Muerte”  retrata la peste de 1562. Ese cuadro aparece al principio de la película como  presagio.

Shults comenzó a escribir el guion en 2014. Durante ese tiempo perdió a su padre adicto, del que estaba distanciado. Ahí comienza a investigar las relaciones  padres - hijos. Fue rodada en el Estado de Nueva York,  en Byrdcliffe cerca de Woodstock. Escritor, director y coeditor  hizo su debut cinematográfico con  KRISHA.   Previo a la versión largometraje,  hizo un corto con el mismo nombre. Demostró  talento  para crear tensiones y economía en los diálogos. Es su segundo largo. Contó con un presupuesto de poco más de dos millones de euros. Desde  su estreno en Estados Unidos ya recaudó varias veces la inversión. En  2016 el “estudio A24” obtuvo  resultados auspiciosos  con “The Witch” y “Moonlight”. Ese complejo hace su aporte a “Viene de Noche”  considerada, desde su estreno, “un clásico instantáneo del cine de terror”.

          Cine: Por la ventana - Nada de lo esencial es perdida   
POR LA VENTANA. Titulo original: Pela Janela. Guion y dirección: Caroline Leone. Fotografía: Claudio Leone. Reparto: Magali Biff,  Cacá Amaral, Paloma Contreras. Brasil /Argentina. 2017. 87 minutos.


Le faltaba un mes para cumplir los 50 años cuando Martina Navratilova ganó el Abierto de Estados Unidos (2006). Se había retirado, a los  38 años, y vuelto tal vez solo para romper un record. Sin embargo, en este siglo XXI, los mayores de 50, a nivel laboral en relación de dependencia,  parecen ser ‘caros’ y poco flexibles lo que dificulta la adaptación a las reestructuraciones o redefiniciones empresariales. Las posibilidades de buscar un nuevo trabajo, después de cumplir el medio siglo son, en la práctica, casi nulas.
De esto  habla “Por la ventana”,  una historia simple, realista y de personajes complejos, con una humanidad que traspasa cualquier significación.  Rosalía(Magali Biff), la protagonista, queda sin trabajo por “re-estructuración” de la empresa. Su mundo se derrumba. Quiere dar un último canto de cisne intentando ayudar a quién la reemplazará en el cargo, pero los directivos le indican que “no hace falta”.  En adelante, solo se dedicara a mirar el mundo que pasa por su ventana. Se encierra en su casa. Ya no hay sueños. Ya no hay esperanzas aunque,   la rendición,  es anterior al despido.  Había aprendido  a tolerar la rutina y a posponer sus deseos de felicidad acelerando, de algún modo, su camino hacia la muerte.

Y  es José (Cacá Amaral) su hermano,  quien por un viaje que debe hacer a Buenos Aires en  auto desde Brasil, el que  la saca a Rosalía del abismo depresivo en que se encuentra. Y este trayecto, que incluye algunos parajes de Brasil, las Cataratas del Iguazú (lugar que Rosalía no conoce, y donde se impone  la naturaleza) hasta llegar a Buenos Aires, un mundo nuevo, con lo parecido y lo diferente;  tiempo en que afianza los vínculos con su hermano como si fuese un  aprendizaje donde se relacionará con su potencial desconocido, con esos arquetipos del alma cuyas imágenes compartimos todos.

Así, ese como otros  viajes, no solo significa  ir de un lugar a otro. Son cambios,  renovaciones y  la posibilidad de integrar esa sombra - que siempre va con nosotros-  que, a veces, significa un trayecto a los infiernos donde se confrontará con la mayor oscuridad.

Rosalía y José no hacen sólo turismo sino que lo suyo es descubrimiento;  encontrar belleza a lo cotidiano, un auténtico trayecto de sanación que incluye la lección de felicidad porque, se sabe, nada de lo esencial se pierde.

Es  una coproducción de Brasil y Argentina, con escenarios filmados en la ciudad de Federación (Entre Ríos).                                              .

 Caroline Leone, su directora,  nació en San Pablo (Brasil), 1981. Egresó de  la Escuela de Cine de la FAAP (Fundación Armando Álvares Penteado). Fue directora y guionista de  dos cortometrajes premiados;  "Dalva", que viajó a más de 20 festivales internacionales y obtuvo galardones y “Joyce” que repitió el éxito.
Podemos preguntarnos si ¿Es posible llegar a la adultez despojada de sueños? O si  ¿Se puede renunciar, voluntariamente, a la felicidad? Con esta historia simple, hay una respuesta: la que gana es la humanidad.


Premios
Premio Especial del Jurado – Circle Award -  Film Fest DC.

 Premio FIPRESCI de la crítica – Festival Internacional de Rotterdam.

          Creation and Science, God is One   
Contact: Seth Sean Michael Solomon, 330-217-0220 MASSILLON, Ohio, Oct. 28, 2016 /Christian Newswire/ -- John 1:1-3 ESV, all Holy Bible Translations -- In the beginning was the Word, and the Word was with God, and the Word was God. He was in the beginning with God. All things were made through Him, and without Him was not any thing made that was made. Genesis 1:1, Psalm 33:6 God (Creation), Hydrogen (Science) 1 Hydrogen, H, Water Creator, exists in every known element in the univer Source: Solomon
          Fresh Air Weekend: Revisiting The Donner Party; 'Okja'; Reporting On Extremist Groups   
Fresh Air Weekend highlights some of the best interviews and reviews from past weeks, and new program elements specially paced for weekends. Our weekend show emphasizes interviews with writers, filmmakers, actors and musicians, and often includes excerpts from live in-studio concerts. This week: 'What Would You Do?' Author Wants To Stop Sensationalizing The Donner Party: In The Best Land Under Heaven , Michael Wallis chronicles the saga of a band of pioneers who resorted to cannibalism after getting stranded en route West. He says "there's so much more" to the story. In Ambitious 'Okja,' A Teen Attempts To Save Her Super Pig From Slaughter: You'll root for 13-year-old Mija at every step of this new Netflix film. And Okja, the huge, genetically modified pig, is among the most touching and realistic computer-generated characters ever made. Journalist Ventured 'Behind The Lines Of Jihad' To Interview The World's Most Wanted: Washington Post correspondent Souad Mekhennet has risked
          Back to front binding tutorial   
Since some of you asked, here's a tutorial on how I do a back to front binding--
that is, using your backing fabric as your binding.  


I got the idea from the Gee's Bend quilts.  
Mine is done a little differently than theirs, 
but it serves the same purpose.
I can hear the Gee's Bend gals saying,
"Why cut off good fabric when you can bring it around to the front?"   



I'll also show you what Gwen Marston taught us about 
making an extra wide binding, 
which is sometimes a good design element.   



If you want an extra wide binding, 
start by cutting your batting bigger than your quilt top.
I do this with scissors, so I don't cut into the backing fabric.
It's OK if the cutting line isn't perfectly straight. 
I made mine 1/2" bigger.

If you don't want the wider binding, 
just cut your batting to the edge of the quilt top. 
Scissors are still a good idea.



Next, cut the backing fabric.
I lined up my ruler with the quilt top edge, rather than the batting edge.
I cut the backing fabric 1-1/2" bigger than the top.



Then fold over and iron the edges on two opposite sides of the quilt.



If you want mitered corners,
 fold the fabric diagonally UP TO THE BATTING EDGE.  
Then fold and iron the other two sides of the quilt.




The corners will fall into place nicely.  Pin if you like.  
Stitch around the edge of the whole quilt by machine or by hand.




Voila!  Here's how it looks on the back.  
After cutting, this binding took less than an hour to complete!


          Letter to the editor regarding "GRAS from the ground up: Review of the Interim Pilot Program for GRAS notification" by.   

Letter to the editor regarding "GRAS from the ground up: Review of the Interim Pilot Program for GRAS notification" by.

Food Chem Toxicol. 2017 Jun 26;:

Authors: Sewalt V, LaMarta J, Shanahan D, Gregg L, Carrillo R

Abstract
Present letter is aimed at clarifying some critical points highlighted by Hanlon et al. regarding the common knowledge element of the safety of food enzymes in support of their GRAS designation. Particularly, we outline the development of peer-reviewed, generally recognized safety evaluation methodology for microbial enzymes and its adoption by the enzyme industry, which provides the US FDA with a review framework for enzyme GRAS Notices. This approach may serve as a model to other food ingredient categories for a scientifically sound, rigorous, and transparent application of the GRAS concept.

PMID: 28663033 [PubMed - as supplied by publisher]


          Peor que el botón rojo   
El móvil de Donald Trump es casi tan peligroso como el botón nuclear que recibió al entrar en la Casa Blanca. Afortunadamente, el pulsador atómico es un elemento disuasorio, mientras que su teléfono es un instrumento de ataque. Una conocida...
          3D-Driving-School Europe-Edition v5.1 released   
3D-Driving-School Europe-Edition Screen shot

Full version with 23 exercises in different languages: basic driving training in our small town Gobesdorf driving in a German